segunda-feira, 10 de maio de 2010

Tem que aturar

O PIG anda com indigestão. Com inflamação. Com "rebolation", com depressão, com prurido, com escaras. E principalmente com "aturation". Por menor que sejam as chamadas (tendo em vista que se fosse o "Farol de Alexandria", ou o "Serrágio" seria capa, contra-capa, Caderno B, Ilustrada, manchete, macarrão, rodapé, etc, etc,etc), elas lá estão.

"Aturation" do G1.

"Aturation" do UOL.
Toma-te! Hehe!

5 comentários:

  1. Prezado Carlos,

    Não consigo irresistir a pergunta, estava até agora esperando alguém se manifestar para ver se entendia, mas me diga:

    O que diabos você quis dizer aqui?

    abs,

    Nilson Soares

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  2. Ahahahahahahah!
    Caro Nilson. Vc certamente não lê o Paulo Henrique Amorim e seu "Conversa Afiada". Mas ainda é tempo.
    Dá uma olhada por lá e depois me diz se dá ou não dá pra entender.
    http://www.conversaafiada.com.br/
    Contudo, facilitando o seu trabalho, o termo "PiG" já tem até verbete na Wikipedia.
    Dá uma olhada aqui:
    http://pt.wikipedia.org/wiki/Partido_da_Imprensa_Golpista
    Já o "Farol de Alexandria" e "Serrágio", são termos escolhidos também pelo jornalista para se referir a FHC e José Serra, respectivamente.
    Agora me diz. Dá ou não dá pra entender?
    Abs

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  3. Prezado,

    É preciso me reciclar...

    p.s. boa a dica do conversafiada

    abs,

    Nilson

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  4. Passa ela em frente.
    Independente das mazelas do PT, PSDB, PMDB, DEM & Cia, o Brasil que quero, não passa pela imprensa mentirosa, manipuladora e refém do interesse de alguns poucos. Este tipo de imprensa, não quer o Brasil que defendo. E sem a menor, preocupação, ainda tenho orgulho e respeito a este presidente, que está longe de ser o ideal. Mas foi muito mais do que todos os outros que o antecederam. E que o PT aprenda com seus erros e com nossas críticas justas, honestas e embasadas, a fazer por merecê-lo. E que também aprenda a ouvir e respeitar as críticas a seus desatinos.

    Abs

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  5. Prezado Carlos,

    Com todas as venias aos jornalistas, afastar grandes empresas jornalísticas das grandes empresas que declaradamente visam o lucro, é muito difícil.

    Veja, qual o produto que os jornais vendem? Quem compra? O maior comprador não é aquele que vai determinar o formato de meu produto? Ora esse produto é a informação e ele será formulado de acordo com a vontade do anunciante (o cliente) e jamais pela "opinião pública" simplesmente porque esta coisa não existe.

    (pronto, fechei o tempo, nenhum de seus leitores escritores jornalista vai me perdoar)

    Dê uma olhada em uma reflexão a esse respeito:
    http://baiaodeideias.blogspot.com/2009/05/disperdicio-de-uma-amizade.html

    Nem tanto ao mar ou a terra, mas algumas coisas podem ser feitas, para restringir isso. Aqui numa outra postagem recente houve formulações interessantes a respeito do conteúdo da mídia televisiva, informação vs ententenimento de má qualidade.

    Abs,

    Nilson Soares

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