quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

A Ávida Vida

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Não gosto de comentar livros de poesia. Poesia é incomunicável; penso!
É assim com A Ávida Vida.
Gostei da crueza; das palavras sem afetação: sem mais!
Gostei da  poesia urbana que senta a mesa, observa os movimentos, as pessoas; escreve um outdoor; lamenta; sofre; puro desalinho!
A poesia de Edyr Augusto Proença não cabe no rigor e no formalismo.
É urbana, erótica e desalinhada
O poeta pergunta: "Onde me encaixo nesse circo?"
O leitor responde: És o inventor, o ator e a palavra.
Deixo o poeta...

Teu sorriso me persegue pelas ruas
Out doors, placas, grafites
Um avião risca no céu
Happy birthday  Mr You
Meus olhos ardem
Meu coração em chamas
E a marca de batom vermelho sangue


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Edyr Augusto Proença vai lançar A Ávida Vida no Teatro Cuíra,  dia 13 de dezembro, às 19:00.



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