Francisco, na vida a dificuldade seria a de determinar o número de palavras permitidas em cada situação específica... Talvez o twitter tenha trazido de volta a necessidade de síntese. Por que não aplicar este conceito naquelas chatas e intermináveis reuniões?... Adorei seu comentário! Um abraço.
Pensamos com impaciência:para que tanto blá-blá-blá?! Mas, no outro ouvido, o anjinho do bem nos assopra a preciosa advertência: cuidado com a intolerância, porque a síntese é uma arte para poucos.
Não pensei em ninguém específico. Só nos malas de plantão, que falam demais e quase sempre arrotam asneiras. Mas o Itajaí sabiamente tem razão: a intolerância é vizinha da maldade, como dizia Renato Russo.
Francisco, na vida a dificuldade seria a de determinar o número de palavras permitidas em cada situação específica...
ResponderExcluirTalvez o twitter tenha trazido de volta a necessidade de síntese. Por que não aplicar este conceito naquelas chatas e intermináveis reuniões?...
Adorei seu comentário!
Um abraço.
FHC? Concordo. Se pensaste nos políticos paraenses, quase todos.
ResponderExcluirProponho dez palavras. No máximo.
Pensamos com impaciência:para que tanto blá-blá-blá?!
ResponderExcluirMas, no outro ouvido, o anjinho do bem nos assopra a preciosa advertência: cuidado com a intolerância, porque a síntese é uma arte para poucos.
Amigos,
ResponderExcluirNão pensei em ninguém específico. Só nos malas de plantão, que falam demais e quase sempre arrotam asneiras.
Mas o Itajaí sabiamente tem razão: a intolerância é vizinha da maldade, como dizia Renato Russo.