O nazismo foi uma revolução de extrema direita, apoiada moral e financeiramente por industriais, e sustentada pelo lumpenproletariat militarizado, que fundou um estado destituído de ciência, de valores éticos e de legalidade, com o objetivo de barrar a expansão do comunismo na Europa e resgatar influência, espaços e mercados perdidos com a derrota alemã na Primeira Guerra Mundial.
Argumentos pseudocientíficos, mentira, alienação e crime foram elementos combinados livremente para sustentar Hitler como ditador da Alemanha por doze anos. As provas dos atos dessa quadrilha de sádicos e seus consorciados, que até hoje envergonham e assombram os alemães, são abundantes desde que o país assinou a rendição incondicional aos países aliados em 1945. Mas, vez por outra, surgem novas evidências, ou melhor dizendo, indecências como esta aqui.
Argumentos pseudocientíficos, mentira, alienação e crime foram elementos combinados livremente para sustentar Hitler como ditador da Alemanha por doze anos. As provas dos atos dessa quadrilha de sádicos e seus consorciados, que até hoje envergonham e assombram os alemães, são abundantes desde que o país assinou a rendição incondicional aos países aliados em 1945. Mas, vez por outra, surgem novas evidências, ou melhor dizendo, indecências como esta aqui.
"O nazismo foi uma revolução de extrema direita..."
ResponderExcluirCorreção, formalmente o "nacional socialismo" incorporou elementos políticos tanto de direita como de esquerda, apesar de sua principal base de apoio ser composta essencialmente por alianças políticas com a extrema direita.
Não há espaço para revisionismo. Nada desautoriza a afirmação de que o nazismo foi uma ideologia de extrema-direita que subverteu toda a ordem e a organização social da Alemanha, levando a instituição de um estado criminoso, cruel e imoral.
ResponderExcluirnão me é estranha essa notícia. Sou grande fã da banda Joy Division, que teria retirado seu nome das "Divisões do Prazer" que haviam nos campos..
ResponderExcluirIndecente, sim. Hoje criminoso e cruel para nós, incluindo eu.
ResponderExcluirMas é fato que para a Alemanha da época não; e até certo ponto permissivo pelas demais potências. Tanto que a Entente e demais países capitalistas anti-comunistas não se importaram muito com o crescimento do social-nacionalismo alemão - o estimularam pelas humilhações impostas à Alemanha após a I GM. Tudo só se tornou possível em função da moral dominante na Alemanha da época. Todo o poder só se concentrou nas mãos de um louco por convergir a vontade de todos os setores sociais alemães, dando-lhe suporte político perante o povo - a desvirtude veio depois. O que era para quase todo o resto do mundo ocidental uma guerra por mercados, para os nacionalistas alemães correspondia à moral dominante em forma de um delírio coletivo em busca da anexação de territórios e dominação de outros povos. Da mesma forma que um delírio nacionalista islâmico ou o neo-bolivarismo.
Nesse sentido, Ali Khamenei, Ahmadinejad ou Chávez são candidatos a nazistas atuais.
Nada mudou. O pangermanismo é o bolivarismo de Chávez e o fundamentalismo islâmico de Khamenei e Ahmadinejad. Só lhes falta o poder das armas e ninguém para lhes fazer oposição.
Abraço
Caio,
ResponderExcluirnão sabia dessa banda. Obrigado pela dica.
Frederico,
O que faz o nacional-socialismo único é o seu absoluto desprezo pela diferença e a necessidade de eliminá-la. Eu imagino o que seria de nós, brasileiros, se essa súcia fosse vitoriosa na II Guerra - seríamos uma colônia de escravos, pois na categorização deles não passávamos de uma sub-raça.
Nesse sentido o NS é reducionista: um só povo, um só estado, um só lider. E essas são palavras que repercutem fundo discurso das lideranças do fundamentalismo islâmico, embora ainda lhes falte o líder em termos materiais.
Quanto a Chávez, em que pese não ter a menor simpatia por ele, tenho dúvidas se fica em companhia de iguais serpentes.
Abs.