Scylla, eu escrevi un NANOCONTO há quase dois anos que retrata esse olhar da sequela pós-traumatismo. Vou procurá-la para publicar neste blog, mas só se você pedir...
Silvina, passei dois anos transformando aquela realidade em nanocoisa (dizem que nem literartura é...)para publicar hoje. O Saci de Gonzalez, é o meu Ciborg, mas o que importa é o mote.
Out: mesmo! Rsrsrs
ResponderExcluirA humanidade parece viver de atitude e de filmes de ação, Marise.
ResponderExcluirCadê a poesia?
Quede?!...
Parece mesmo, Scylla. Vamos tentar pular fora do esquemão; e rir é uma das saídas possíveis,rs.
ResponderExcluirChega de mainstream, Marise!
ResponderExcluirSim senhor, rsrsrsrs
ResponderExcluirScylla, eu escrevi un NANOCONTO há quase dois anos que retrata esse olhar da sequela pós-traumatismo. Vou procurá-la para publicar neste blog, mas só se você pedir...
ResponderExcluirPede Scylla!
ResponderExcluirMarise, se você insistir mais uma vez, juro que não vou esperar o Scylla...
ResponderExcluirAinda bem que vc nao esperou pelo Scylla, Roger! Teu texto é megabom!
ResponderExcluirSilvina, passei dois anos transformando aquela realidade em nanocoisa (dizem que nem literartura é...)para publicar hoje. O Saci de Gonzalez, é o meu Ciborg, mas o que importa é o mote.
ResponderExcluirCom certo delay, do it, Roger, please!!!
ResponderExcluirRss.