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quarta-feira, 9 de outubro de 2013

F1 2013



Para os malucos por Fórmula 1 e/ou games, chegou o surreal F1 2013, que, além do campeonato do corrente ano, contará com carros, pilotos e pistas dos anos 80 e 90.
A riqueza de detalhes do trailer só aumenta a vontade de comprar e acelerar ainda hoje.
Luz verde!!!

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Paixão por antigos



O amor dos proprietários pelos seus carros antigos é o tema da websérie Apaixonados por Carros, que já soma seis interessantíssimos episódios.
E há mais seis em produção pela Trampolim Filmes, além da ideia de um reality show só com donos de "velhinhos".
E quem pode tê-los e não se apaixonar por eles?

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Fusca no Salão

Não sei se a Volkswagen do Brasil errou ou acertou ao chamar o "New New Beetle" de Fusca. De qualquer modo, para deleite do Pedro, do Paulete, do Roger e de milhões, o Fusca voltou!!! (imagens: Scylla Lage Neto)


Oficialmente, no Brasil, o carro chamar-se-á Fusca.


A versão conversível também deverá ser importada.















O farol é belíssimo!

Mas terá o mesmo DNA?

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Inesquecíveis e colecionáveis


Como Belém é uma metrópole marginal por excelência, ficamos à margem da fantástica coleção de miniaturas automotivas Carros Inesquecíveis do Brasil, à venda em quase todas as bancas e revistarias dos outros estados da nossa república federativa.
Os belíssimos carrinhos, em escala 1/43 (a minha favorita), são lançados quinzenalmente e preenchem uma lacuna histórica de documentação da indústria automobilística nacional. Serão no total 50 lançamentos, englobando modelos produzidos de 1950 a 1990.
Tive a felicidade de conhecer a dita coleção em junho, no Rio de Janeiro, e consegui comprar os 3 primeiros exemplares (Opala SS, Fusca e Puma GTE). Os próximos serão o Maverick e o Karmann Ghia.
Para os interessados nestas preciosidades, é possível encomendar toda a coleção pelo site da Editora Planeta Deagostini.
Pra lá de imperdível!


domingo, 1 de julho de 2012

Ontem de manhã


Bem a propósito da postagem A Evolução do Puma, parece que os felinos saem das tocas aos sábados pela manhã, no bairro da Pedreira.
Este belo exemplar, provavelmente de 1978 ou 1979, exibiu ontem seu saudável ronco subindo e descendo a Avenida Pedro Miranda.
Não pude evitar uma súbita e breve onda saudosista...

PS: imagem feita de improviso com um celular Nokia X5

quinta-feira, 28 de junho de 2012

A evolução do Puma


O Puma foi o carro dos sonhos de pelo menos duas gerações de brasileiros.
O esportivo nacional de maior sucesso até hoje foi produzido em várias versões, de 1968 a 1995, com diversas motorizações (DKW, Volkswagen e General Motors), sempre seguindo o preceito da carroceria em fibra de vidro montada sobre chassis de carro de passeio, com modificações mecânicas idealizadas para fundir esportividade e conforto.
Mais de 22.000 unidades foram produzidas, e uma delas, um Puminha "tubarão" 1975 foi transformada caprichosamente pelo meu amigo Psicoguibs no que ele chamou de Super Puma.
Na verdade, mantendo o perfil sinuoso do "felino" original, Psicoguibs construiu o que seria algo próximo da evolução natural do design do Puma, um modelo atualizado e 100% remade in Belém.
Um carro que torce os pescoços por onde passa, instigando a curiosidade dos mais jovens e o saudosismo dos mais velhos.
Parabéns, Psicoguibs, pelo belo Super Puma!

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Dia mundial do Fusca

Graças à lembrança do nosso comentarista frequente, Pedro do Fusca, o Flanar pôde comemorar hoje o Dia Mundial do Fusca, compartilhando imagens de um punhado de belos beetles, bugs, kaeffer, escarabajos, coccinelles, vochos, maggiolinos ou simplesmente, fuscas.
Parabéns, besouros!

Split 1953

 1960


 Fuscão

 Fafá

 Fusca Itamar

E é claro que não poderia faltar o fusca mais bonito de Belém, o Fusca do Pedro
Parabéns, Pedro!

Fusca do Pedro

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Crise? Que crise?


Se o cenário exclusivo dos leilões de automóveis antigos está em "crise" no hemisfério norte, o mesmo não pode ser dito a respeito das negociações privadas, aquelas cujos valores raramente chegam ao noticiário.
Um afortunado e abastado americano de nome Craig MacCaw acabou de comprar do Sr. Eric Heerema, um holandês residente no Reino Unido, um raro modelo daquela que é tida como a mais bela Ferrari de todos os tempos, a 250 GTO, por US$ 35.000.000,00.
O carro em questão foi construído em 1962 especialmente para a lenda (ainda viva) do automobilismo, o inglês Sir Stirling Moss.
Acredita-se que jamais um carro de série tenha atingido tal preço.
A minha rudimentar matemática do Ver-o-Peso, base das noções parcas de economia que tenho, permite que eu suponha que a dita crise apenas move o dinheiro de um lado para o outro, de tempos em tempos.
Outra conclusão (óbvia) é que a mais bela é sempre a mais cara.
Sempre.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Rara e cara bela


Ontem foi leiloada em Mônaco a rara Ferrari 625 TRC Scaglietti Spiders, por 5 milhões de euros (quase 13 milhões de reais).
O modelo, de 1957, não era colocado à venda há 30 anos.
Crise, que crise???!!!

sábado, 12 de maio de 2012

Obituário: Carroll Shelby


Anunciado ontem o falecimento, aos 89 anos, do texano Carroll Shelby, criador de carros esportivos famosos como o emblemático Shelby Cobra (vencedor das 24 Horas de Le Mans, em 1964) e preparador de carros especiais, como o Shelby Mustang Cobra, ambos desejados pelos amantes de automóveis esportivos há décadas.
Shelby, que também foi piloto de corridas, marcou a indústria automobilística ao criar o seu próprio estilo de carro  com o roadster Cobra, associando a leveza do design europeu com a força bruta dos motores V8 americanos.
No Brasil são construídas réplicas do Cobra por pelo menos três fábricas, com destaque para a paulista Americar.
Como curiosidade, Shelby já havia sido submetido a dois transplantes, um de coração em 1990 e outro de rim em 1996 e continuou trabalhando ativamente até o início deste ano.
Seu legado segue acelerando mundo afora.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Miniatura


A Hot Wheels, gigante do mercado de miniaturas automotivas, lançará mais um modelo brasileiro no mercado mundial: o Opala SS.
Em 2010 o lançamento do SP2 foi um enorme sucesso, e foi seguido pelo da Brasília, em 2011.
Por problemas de licenciamento, a miniatura não poderá usar o nome Opala e será lançada como Chevrolet SS.
Curiosamente, a Matchbox, concorrente direta da Hot Wheels, lançou outro brasileiro no ano passado, o Saveiro Cross, que infelizmente não foi vendido por aqui.
A imagem inédita do SS foi obtida junto à Mattel com exclusividade pelo blog T-Hunted!.
Dá uma saudade danada do Opalão, não é mesmo?!...

sábado, 28 de janeiro de 2012

Todo dia é dia de Fusca


Imagem: Scylla Lage Neto

O mundo elegeu o dia 22 de junho como o Dia do Volkswagen Beetle, mas no Brasil tinha que ser um pouquinho diferente.
Conta a lenda que em 1988 o Sedan Clube optou pelo dia 20 de novembro para ser o Dia Nacional do Fusca, mas graças a um atraso na produção das faixas promocionais, que foram grafadas com o número 20 e sem o mês, o dia comemorativo pulou dezembro e as festas natalinas e acabou desembarcando em janeiro. Fator Brazil...
Fui lembrado da data pelo nosso comentarista frequente Pedro do Fusca, dono do mais belo besouro da nossa cidade, um 1958 verde, mas estava ausente e acabei escolhendo aleatoriamente a data de hoje, 28 de janeiro, para celebrar o Dia Flanar do Fusca.
Tenho certeza de que o Fusqueta faz parte da história de quase todos nós, e talvez exceto pelos mais novinhos, todos já dirigimos ou pelo menos passeamos ouvindo o delicioso e peculiar barulho de seu motor boxer refrigerado a ar, um primor da engenharia da década de 1930.
Dentre alguns "causos" envolvendo o Fusca, recordo de um parto feito lá pelos anos 80, dentro de um táxi, no estacionamento do Pronto-socorro da 14 de Março. Aquele espaço correspondente ao banco da frente, que era retirado deliberadamente, transformou-se em centro obstétrico e trouxe uma menina de choro vigoroso à vida, para emoção de um punhado de acadêmicos de medicina.
Como foram produzidos mais de 3 milhões de unidades do Fusca, eu me pergunto quantos partos podem ter ocorrido no interior da carismática viatura pelo nosso Brasilzão de Deus.
Vida longa ao Fusca!

PS: homenagem do blogger ao Pedro do Fusca e ao Roger Normando, preservadores da nossa memória automobilística através de seus valentes besouros.

domingo, 20 de novembro de 2011

Campeão de vendas



Qual o carro mais vendido de todos os tempos?
Se você respondeu Fusca, errou.
O Toyota Corolla (coroa de flores, em latim; Ko-Ro-Ca, em japonês), com 35 milhões de veículos produzidos desde 1966, é o campeoníssimo de vendas, mesmo desprovido do carisma e da importância do besouro.
O objetivo básico a ser atingido pela montadora ao lançá-lo, A Car In Every Garage, foi concretizado em muitos lugares do mundo.
No Brasil parece que continuamos na fase do Uma Carroça Em Cada Garagem.
Poderão os carros chineses mudar este cenário?
Eu faz pleço bom pla vocês...

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Curitibanas



Ir à Curitiba é sempre legal, mesmo constatando que a cidade está mais suja e com um trânsito infernal, fenômeno este que se repete em quase todas as capitais brasileiras.
Mas é só botar os pés em Belém para voltar à realidade do real e profundo abandono: "welcome to the desert of the real"...
Anyway, o que mais curto na capital paranaense é o culto aos carros antigos. As ruas estão apinhadas de Fuscas, Dodges, Mavericks e outras preciosidades cruzando as avenidas não mais tão bem cuidadas.
E o meu local favorito da cidade não é a Ópera de Arame, nem o Museu Niemeyer e muito menos o restaurante italiano Barolo, e sim o Museu de Automóveis.


McLaren 1975

Para o antigomobilista é um deleite passear no meio dos "Fordões" e "Fordinhos" de várias décadas e curtir modelos de origem e concepção bem diversas.
Mesmo para o turista não aficcionado, o museu pode a ser a porta de entrada (ou de saída) para o aprazível Parque Barigui, uma ilha neurosensorial de prazeres.
E lá eu vi um Fusca...
Mas essa é outra história.


Jeep "cara alta"

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Dream team


Imagem: João Mantovani (Revista Fullpower)

Para quem gosta de carros nacionais antigos, talvez o time acima seja o protótipo de uma garagem de sonhos: Maverick, Gol GTI, Opala e Fusca.
Seria a garagem ideal!

quinta-feira, 3 de março de 2011

Velhinha notável


Kombi 1950

Se você nunca dirigiu uma Volkswagen Kombi, talvez devesse ainda ter essa indescritível experiência sensorial.
Como os passageiros e a carga ficam sobre ou entre os eixos, quando você acelera o motor traseiro, o mesmo "empurra" tudo na direção do motorista, que "apara" o impacto no eixo de direção, debruçado quase que diretamente sobre o asfalto.
Se o veículo estiver vazio, aí sim a emoção da sensação de uma certa "instabilidade segura" trará adrenalina e noradrenalina à tona.
E com o quebra-vento aberto, na Av. 16 de novembro (no Mosqueiro), rumando para a bucólica orla, a emoção será potencializada.
Que o nosso CEO Charlie Barreto me perdoe, mas eu sou mais a velhinha "muda" do que o protótipo que "fala".

domingo, 6 de fevereiro de 2011

A Ferrari de Lennon



No leilão realizado ontem no Grand Palais, em Paris, pela tradicional empresa londrina Bonhams, uma ausência foi notada pelos compradores: a Ferrari 330 coupé azul claro, o primeiro carro de John Lennon.
Lennon tirou a carteira de motorista em 1965, e a compra deste carro foi muito badalada pela imprensa inglesa, na época.
O atual e anônimo proprietário do veículo o oferecia por um preço estimado de 160 mil euros, mas desistiu do leilão no último momento por motivo não mencionado, frustrando alguns fãs abastados de Lennon.
Ainda assim, as estrelas do leilão, o Aston Martin bordô de 1955 que pertenceu ao rei Balduíno da Bélgica e um Alfa Romeo Spider Zagato vermelho que disputou a tradicional corrida Mille Miglia, de 1930, foram vendidas por mais de 1 milhão de euros cada.
Let it be!

sábado, 16 de janeiro de 2010

Clássico vs. velho


Imagem: Ford

Sábado passado tive a oportunidade de estacionar no supermercado ao lado de um Ford Corcel II, provavelmente fabricado na primeira metade da década de 80.
A cor original poderia ter sido ser cinza, porém a presença de um pára-lama marrom e de uma porta de cor indefinida, confundiu minhas áreas do córtex visual.
O pára-choque dianteiro diferia do traseiro em formato, textura e no nível de oxidação.
Ao dar uma olhadinha rápida no interior percebi que uma tragédia havia se instalado no estofamento, na tapeçaria, no painel, no volante, etc.
Ao dar a derradeira “espiadinha”, na saída, percebi que havia uma inclinação acentuada do veículo para a esquerda.
Poucas quadras depois, dirigindo pensativo sobre o estado do velho carro, cruzei com o famoso Fusca verde 1958 do igualmente famoso Pedro do Fusca, nosso comentarista freqüente no Flanar.
Pedro, sua patroa (eu presumo) e o Fusca rumavam pomposos na Tv. Mauriti, exibindo um invejável estado de conservação veicular.
A pintura impecável, o ronco sadio do motor, o alinhamento inquestionável faziam daquela visão uma experiência agradável, como só os carros clássicos podem fornecer aos admiradores do antigomobilismo.
Se os dois carros, Corcel e Fusca, são usados presumidamente há mais de 25 anos no dia-a-dia, por que o Corcel envelheceu e o Fusca ficou clássico?
Por que carros tipo o Corcel II não são conservados rigorosamente, perdendo a chance de virar clássicos?
O Fusca, é lógico, foi o low cost mais famoso do planeta por pelo menos 40 anos, tendo tido vida longa para converter-se num mito em qualquer lugar do globo.
O Corcel II, evolução do Corcel, projeto Renault herdado pela Ford ao comprar a Willis, representa bem a história da indústria automobilística brasileira: projeto defasado, chassis e motor antigos, segurança negligenciada, marketing ufanista e preços altos.
Quantos admiradores de carros clássicos desejarão possuir um Corsa Classic daqui a 30 anos?

terça-feira, 19 de maio de 2009

La macchinna più costosa del mondo


Imagem: RM Auctions

No domingo passado, em leilão realizado pela RM Auctions na sede da Ferrari, em Maranello, uma Ferrari 250 Testa Rossa de 1957 (Chassis # 0714TR) atingiu a cifra de 12,5 milhões de dólares, tornando-se o carro mais caro do mundo.
O recorde anterior pertencia a outra Ferrari, modelo 250 GT SW California Spyder 1961, vendida em 2008 por US$ 10,892,OOO.
O modelo vendido no domingo é um dos 22 exemplares deste conversível de 2 lugares produzidos entre 1957 e 1958, os quais disputaram 19 campeonatos, conquistando 10 vitórias.
O comprador e o vendedor, obviamente, permaneceram anônimos.

domingo, 19 de abril de 2009

FAÍSCAS DO PASSADO


GM Volt; 2008.


Gurgel Itaipú; 1974.

Revendo algumas matérias publicadas sobre carros elétricos em 2008, tema obrigatório em todos os períodicos do gênero nos tempos de crise energética, encontrei várias menções sobre a "revolução" apregoada pela GM em relação à "fantástica" autonomia do seu veículo elétrico, o GM Volt: 64 km com 8 horas de recarga.
Não pude deixar de lembrar tristemente do projeto do brasileiro João Augusto Conrado do Amaral Gurgel, falecido em janeiro deste ano, o polêmico minicarro Gurgel Itaipú, o qual fazia 60 km com 8 horas de recarga. E foi um enorme fracasso. Fracasso? Como???!!
Lançado no Salão do Automóvel de São Paulo em 1974 e com comercialização prevista para 1975, o carrinho de 2 lugares de apenas 2,65 m de comprimento foi negligenciado justamente pela baixíssima autonomia e pelo peso das baterias, opinião então quase que unânime dos especialistas brasileiros. Mesmo com o custo do quilômetro rodado orçado na metade dos modelos à combustão, o Itaipú jamais saiu da fase de protótipo. E custava o equivalente a um Fusca!
Melancolicamente sou obrigado a concluir que, se tivéssemos trilhado em direção ao caminho indicado naquele momento por João Gurgel, talvez hoje nós brasileiros estaríamos na vanguarda da motorização elétrica, liderando as nações no processo de não-agressão ao planeta.
Mas...