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sábado, 2 de março de 2013

A Voice

Yudice Andrade, com o post sobre músicos procurando um vocalista,  me lembrou que há tempos queria escrever algo sobte Mark Lanegan, uma das vozes mais singulares da cena rock/pop mundial. Com voz rouca e soturna,  Lanegan é do estado de Washington (USA). Ele foi vocalista da banda Screaming Trees, que fazia parte da cena grunge de Seattle. Ele também participou do mega projeto grunge Mad Season (com membros do Pearl Jam, Alice in Chains, entre outros). Ele tem uma  carreira solo super elogiada, mas sempre participa de  álbuns, shows e projetos de bandas como Queens of Stone Age, Mondo Generator, e de gente como PJ Harvey. Em2006, ele se juntou a Isobel Campbell, ex-vocalista da banda Belle and Sebastian e juntos lançam o álbum Ballad of the Broken Seas, elogiadíssimo pela crítica. Em 2010, a dupla fez outro  CD, Hawk, também super elogiado.
Em 2012, a Mark Lanegan Band lançou Blues Funeral, um CD que apareceu na lista dos 10 melhores do ano passado em quase todas os jornais e  revistas especializadas. Aqui, nesse vídeo, ele mostra algumas canções (set list abaixo) e é um deleite ver e ouvir músicos tão bons. Não foi à toda que a  revista inglesa New Musical Express (NME) resumiu :“It’s all brilliant.” 
  1. The Gravedigger's Song
  2. St. Louis Elegy
  3. Riot In My House
  4. Harborview Hospital

sábado, 12 de maio de 2012

One of those shows you'd talk about for years



Há exatamente um ano escrevi aqui sobre a suprema experiência de assistir um show de Sade ao vivo. No post A Diva Hipnótica,  eu arriscava que, pela quantidade de câmeras no Sport Paleis de Antuérpia, se poderia imaginar que a turnê de 2011 da deusa anglo-nigeriana viraria um DVD. Pois posso dizer: my dreams come true. Daqui alguns dias vai ser lançado  Sade Bring me Home Live 2011. Gravado em 4 continentes, diante de um público total de 800 mil espectadores ( foi a oitava turnê mais rentável no mundo o ano passado), é o que se pode chamar de um triunfo da beleza sonora e visual, como descreveu um dos jornais de uma das mais de cem cidades por onde a diva passou. Diria que é para assistir de joelhos. She was flawless, como disse Snoop Dogg.

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Novas bandas pop Vol.3




Neste volume 3, apresentamos aos leitores outra leva de bandas indie que ainda não estouraram nas paradas musicais.

Os ouvintes já sabem que nossa intenção não é fazer qualquer juízo de valor sobre tais bandas, pelo contrário. Nosso objetivo final neste projeto é tornar o Flanar a base de lançamentos de tendências do pop rock, com a pretensão de tornar o espaço uma referência a ser consultada por quem tem interesse em novidades.

Neste volume, é fácil perceber como as gravadoras independentes estão investindo pesado numa simbiose pop/eletronico/guitar bands.

No mais, espero que curtam.

Eis o Set List

domingo, 8 de abril de 2012

Indie rock ou a salvação do rock?




É uma pergunta difícil de responder.

Fecho o dia com o frescor de novas bandas. A maioria jamais será lançada no Brasil.

Set list
1 Love Inks - "Blackeye"
2 The Pipettes - "Boo Shuffle"
3 Gobble Gobble - "Boring Horror"
4 The Pipettes - "Boo Shuffle"
5 Fall Walk Run - "Built To Last"
6 Los Campesinos! - "By Your Hand"
7 Concrete Knives - "Brand New Start"
8 Kishi Bashi - "Bright Whites"
9 Curtains For You - "Bronx Zoo Hobo"
10 Fall Walk Run - "Built To Last"
11 Pomplamoose - "Bust Your Knee Caps"
12 Boy Things - "Buyer's Remorse"
13 Los Campesinos! - "By Your Hand"
14 Snow Patrol - "Called Out In The Dark"
15 Friendly Fires - "Skeleton Boy"
16 Telekinesis - "Car Crash"
17 Datarock - "Catcher In The Rye"
18 Cats And Cats And Cats - "Celebration"
19 We Are Augustines - "Chapel Song"
20 The Crookes - "Chorus Of Fools"
21 The Ladybug Transistor - "Clutching Stems"
22 Belle And Sebastian - "Come On Sister"
23 Young The Giant - "Cough Syrup"
24 Sidney York - "Dick & Jane"
25 Computer - "Doodoodoo"
26 Tin Sparrow - "Eileen"
27 Danielle Ate The Sandwich - "El Paso"
28 Rococode - "Empire"
29 Architecture In Helsinki - "Escapee"
30 The Boy Least Likely To - "Every Goliath Has Its David"
31 Butch Walker And The Black Widows - "Everysinglebodyelse"
32 Morning Teleportation - "Expanding Anyway"
33 The Moth & The Mirror - "Fire"
34 Alex Winston - "Fire Ant"
35 Boat Beam - "Fishing For Spears"
36 Sleeper Agent - "Get It Daddy"
37 We All Have Hooks For Hands - "Girls"
38 We Cut Corners - "Go Easy"
39 Cashier No.9 - "Goldstar"
40 41st & Home - "Gorbachev"
41 Pineapple - "Happy B-Day 2000X"
42 Graham Wright - "Heavens Just For Moviemakers"
43 OK Sweetheart - "Home"
44 Girls - "Honey Bunny"
45 The Magician And The Gates Of Love - "I Want It All"
46 Ball Park Music - "It's Nice To Be Alive"
47 The Wombats - "Jump Into The Fog"
48 The Kooks - "Junk Of The Heart (Happy)"

terça-feira, 3 de abril de 2012

Sutileza pop



Triggerfinger é uma banda belgo-flamenga de rock pesado. Mas o vocalista e guitarrista Ruben Block, em shows ou em entrevistas, gosta de fazer covers de canções pop. Foi assim no começo deste ano, numa sessão no programa de Giel Beelen, na rádio holandesa 3FM. A canção é "I Follow Rivers", da ninfeta sueca Lykke Li. Mas, nesse caso a versão belga ficou melhor que a original e há semanas está no Top 5 na Bélgica, Holanda e em outros países europeus. A voz de Ruben Block é mesmo belíssima, e a interpretação dele tem punch e ainda ressalta a letra romântica. O toque especial vem do baterista Mario Goosens que toca... faca-e-caneca.

sábado, 19 de novembro de 2011

Algo errado



Eu adoro filmes e livros que surfam na borda tênue entre o real e o irreal, entre o equilíbrio e a loucura, o tempo e o espaço, e coisas assim meio que borderline.
Por isso acabei gostando muito do improvável e surpreendente Sucker Punch (traduzido como Mundo Surreal).
Vencido o preconceito do mesmo ser um filme teen (pelo menos na minha cabeça; acho que criei este estigma pela paricipação de atrizes jovens, como Vanessa Hudgens, de High School Musical), e após perdê-lo nos cinemas, consegui vê-lo em BD e, pasmem..., adorei.
O diretor Zack Snyder acertou o ponto de equilíbrio entre ação e fantasia, e conduziu a película com forte apelo psicológico, visual e sonoro.
Para mim os highlights são a atuação de Emily Browning e a trilha sonora (a versão de Where is my Mind, dos Pixies, por Yoav, com participação da própria Emily Browning é supimpa!).
Por não ser (nem pretender ser) uma obra-prima, Sucker Punch tem o poder de mexer lenta- e insidiosamente na mente dos espectadores, deixando um leve desconforto, algo assim tipo tem algo de muito errado neste nosso mundo...
Será?

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Tropicália com sotaque



A Red Hot Organization que, desde o final dos anos 80, arrecada dinheiro para a luta contra a Aids (quem não se lembra do Red Hot + Blues, com estrelas reinterpretando Cole Porter?) lançou, há uns meses, a sequência para sua coletânea de homenagem à bossa nova "Red Hot + Rio" (1996). O novo álbum duplo, chamado "Red Hot + Rio 2", é um tributo ao movimento da Tropicália brasileira da década 60. As colaborações são pra lá de interessantes: Beck e Seu Jorge, Of Montreal e os Mutantes, David Byrne e Caetano Veloso, Madlib e Joyce Moreno, Cults and Superhuman Happiness, Devandra Banhart, Marisa Monte e Rodrigo Amarante, Javelin e Tom Zé, e mais outros. Uma das faixas favoritas é essa do grupo Beirut. O vocalista Zach Condon, um apaixonado pelo Brasil e pela MPB, se esforça na pronúncia do português na sempre fofa O Leãozinho, de Caetano Veloso. O resultado é bonito, sobretudo pelo arranjo.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Do Rio à Paulínia



Cansei de falar mal do Rock In Rio!
Foi o primeiro festival que vi quase a totalidade dos shows pela TV, e talvez por isso tenha encontrado tantos "defeitos", principalmente nas bandas nacionais e nos astros do universo pop.
O canal pago Multishow tem reprisado quase toda a programação, o que acaba por agravar o que é ruim, realçando os bons momentos de bandas como Metallica, Slipknot e Motorhead.
Mas acabou, passou, evaporou - depassé!
Agora a bola da vez é o "sustentável" SWU, em Paulínia (SP), recheado de atrações de primeira grandeza, como Peter Gabriel, Faith No More, Alice In Chains, Stone Temple Pilots e Megadeth, entre outros.
Tirando a parte da "pseudo-preocupação" com o planeta (desculpem, mas não consigo engolir essa conversa), o festival promete entregar mais boa música do que o Rock In Rio.
A checar.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Rock In Rio: eu não fui!



Esperei que alguém aqui do Flanar se manifestasse sobre o megafestival em andamento, especialmente o Val-André, mas, dado ao silêncio geral, tomei a decisão de colocar a minha cabeça à disposição da guilhotina e emitir opinião nua e crua sobre os shows que vi nos 3 primeiros dias.

Dia 23:
1 - Show de abertura: patético! Que me desculpem os fãs do Milton Nascimento, mas a versão de Love of My Life mais detratou do que homenageou o Fred Mercury. A voz do Milton simplesmente não combina com a música. Titãs e Paralamas, mesmo no melhor estilo dinossauros do rock, sacudiram (ou pelo menos prenderam) a galera. Maria Gadu e orquestra eu confesso que não consegui ver.
2 - Cláudia Leite: o melhor visual do festival, até hoje. Linda e malhada, muito mais bonita do que as "pseudodivas" americanas. Com o som no mute, perfeita.
3 - Katy Perry: com um cenário que misturava Xuxa e Sandy & Júnior, gordinha e cansada, mostrou que os hits só em estúdio funcionam. Ao vivo, desastre total.
4 - Elton John: mandou bem, meio burocrático. Podia ter abusado mais dos hits.
5 - Rihanna: deixou a impressão de ser mais uma estrela forjada. Show fraco. Funciona bem melhor nos clipes.

Dia 24:
1 - NXZero: mandou como uma banda teen deveria. Faltou carisma e personalidade.
2 - Stone Sour: não gostei muito. Sonoridade estranha.
3 - Capital Inicial: para mim, uma surpressa. Os veteranos do festival foram honestos e fizeram o melhor show nacional até então.
4 - Snow Patrol: gosto dos clipes, mas não me emocionou ao vivo. Talvez não estivessem muito motivados.
5 - Red Hot Chili Peppers: hits e rock'n'roll. Bom show.

Dia 25:
1 - Glória: pesadíssimo e eficiente. Sofreu com a evasão do público para o show atrasado do Sepultura no palco Sunset.
2 - Coheed and Cambria: excelente show, que talvez funcionasse melhor em outro dia. Ficou imprensado no meio de tanto metal.
3 - Motorhead: fala sério, show básico e perfeito! Rock clássico, indispensável a um bom festival.
4 - Slipknot: adorei! Atitude e peso na medida certa. Muito louco!
5 - Metallica: o auge do Rock In Rio. Show de início meio que morno, que foi esquentando até atingir o ponto de fervura. Nota 10 nos quesitos bateria, guitarra, baixo e vocais!


Agora vamos para a segunda rodada, a partir de amanhã. Tenho expectativas boas para o Coldplay, System of a Down e Guns'n'roses. Let it rock!


Metallica

sábado, 17 de setembro de 2011

Tel Aviv Beats



Nesse clima de sábado, escuto o novíssimo pop israelense do The Young Professionals, o projeto paralelo do artista Ivri Lider, conhecido pela trilha sonora do filme The Bubble, do diretor Eytan Fox. No clip, cheio de efeitos, o clima é de Oriente Médio, mas aquele leve, de festa em Tel Aviv, uma das cidades mais fantásticas que conheci.

sábado, 10 de setembro de 2011

Sade - Luz e sombra



Capa da Billboord, Sade volta à Europa em novembro com a turnê 2011. Ela esteve aqui em maio e vai voltar para um bis em cidades como Antuérpia, mas também vai a lugares onde ainda não passou, como São Petersburgo (Rússia) e Zagreb (Croátia). No novo vídeo acima, um dos momentos mais criativos do mega-show da diva anglo-nigeriana: Love is Found.

terça-feira, 26 de julho de 2011

She had said goodbye...


Nelson Motta a considera a melhor cantora/compositora surgida no cenário mundial nos últimos 20 anos. Eu acho que era uma das melhores...Aqui em uma performance antológica de Back to Black, para a BBC. Embora o clip em preto-e-branco da mesma canção seja um primor de beleza, prefiro essa versão. Mais Amy impossível. Vai fazer uma falta e tanto.

sábado, 30 de abril de 2011

A nova ordem completamente remasterizada




Um grande amigo. Amigo nos termos que conhecemos como amigos de verdade. Trouxe em sua bagagem em viagem à Coréia, um box remasterizado do New Order.

Ei-lo aqui, devidamente mixado.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Esperando por ela



Depois de 10 anos sem pisar nos palcos, a deusa da cool music retoma à estrada. O primeiro show é hoje, em Nice, na França. E o segundo: domingo, em Antuérpia, aqui na Bélgica!!! Já estamos com os ingressos comprados desde novembro do ano passado.
Na expectativa de ver Sade, nada melhor que o coloridíssimo vídeo de Babyfather - um dos novos hits do CD Soldier of Love que ela lançou ano passado. E que também está numa coletânea lançada agora, Sade - The Ultimate Collection, com sucessos novos, antigos e remixes.
A turnê européia vai até o final de maio, passando por Rotterdam, Milão, Berlim, Londres, Praga, Copenhagen, Estocolmo...Depois, ela tem mais de 50 shows nos Estados Unidos, incluindo Los Angeles, Raul!

segunda-feira, 25 de abril de 2011

O estranho e o belo I


Um dos nossos programas favoritos de TV é o Later with Jools Holland. O lendário músico e apresentador da BBC sempre faz a mistura certa entre artistas consagrados e novidades, mainstream e indie music. Em cada programa, a gente é apresentado a estreantes ou artistas que já estão na estrada mas ainda não ouvimos ou não demos a devida atenção. Esta semana, a descoberta recai nesse segundo caso. Minha mulher, há um tempo, até tinha anotado o nome, mas somente agora fomos atrás de um CD da banda novaiorquina Antony and the Johnsons. O líder é o pianista inglês Antony Hegarty. Ele passou a adolescência na Holanda, mas foi na Big Apple que ele formou o grupo. Antony não nega as influências de figuras como Boy George e Lou Reed. O grupo já gravou com Bjork, Laurie Anderson e claro, Boy George e o Lou Reed. Deles, Antony tem o gosto pelos temas do wild sid: androgenia e transexualidade, como nesta bela e estranha canção For today I'm a boy.
Deixo o link direto para a página de notícias do próprio Antony and the Johnsons, onde se pode saber as colaborações mais recentes do grupo, incluino Yoko Ono. E abaixo, em outra postagem, mais um pérola de estranheza e beleza.

O estranho e o belo II


O vídeo da canção Swanlights, de Antony and the Johnsons, talvez seja um dos mais intrigantes dos últimos tempos.
A sonoridade angustiante cresce até se transformar em um certo alumbramento.
A fotografia é especialíssima, mas nada tão especial quanto a voz de Antrony Hegarty.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Lasciva e dançante

















Miss Madonna pode despertar sentimentos ocultos de ódio e outras reações psicológicas muito negativas naqueles que não compreendem que uma estrela, não está na Constelação por um mero acaso.

Penso que "lasciva e dançante", são sinônimos de sua figura que alcançou destaque, assim, derrepente, surgindo do "nada", numa New York dantes, até os anos 80, considerada a Meca cultural dos terráqueos humanos.

De lá pra cá, muitas águas rolaram e Madonna resisitiu até mesmo ao maior fenômeno da humanidade pós Revolução Industrial, a 3ª Onda, o Pós Guerra & a família Bush (father & son's).

Nada abalou sua carreira. É impressionante! Casamentos desfeitos, namorados pilantrex. Nada desviou sua determinação de dominar o trono feminino do Pop Internacional, uma vez que sabemos de suas gigantescas limitações de voz e letras de músicas sofríveis, porém, adequadas a um universo desalentador na virada dos anos 80 do século passado.

Ancorada num aparato de marketing nunca antes visto para promover uma "ilustre desconhecida", sua música, você (e eu) querendo ou não admitir, foi e é, a trilha sonora perfeita para definir um mundo cada vez mais distanciado dos critérios mínimos e aceitáveis de compreensão da fórmula do sucesso.

Para encerrar, é equilibrado admitirmos que a pequena convida-nos, como poucas, à dançar. Dançar... e dançar.

O julgamento final do set list desse megamix, fica com os leitores.

sábado, 16 de abril de 2011

Pulp Vol.2





















Direto de Marabá City, onde me encontro neste momento, desfrutando uma geladíssima na orla da cidade. Munido de um iPad e pendurado no Navega Pará. Solto o volume 2 do Pulp.

O Vol.1 foi bem recebido e o servidor registrou um grande número de downloads.

A proposito, o Pulp voltou à estrada para uma série de shows durante o verão europeu de 2011. Essas serão as primeiras apresentações do grupo com os integrantes originais desde 1996.

"O Pulp decidiu se reunir e fazer alguns concertos no próximo verão. Os shows terão todos os membros originais (Nick Banks, Jarvis Cocker, Candida Doyle, Steve Mackey, Russell Senior & Mark Webber), e eles vão tocar músicas de todos os períodos de sua carreira. (Sim, isso significa que eles tocarão suas favoritas)", diz o aviso.

O primeiro show rolou no dia 27 de maio no festival Primavera Sound, em Barcelona. Depois a banda se apresenta no dia 3 de julho como uma das principais atrações do Wireless Festival, no Hyde Park em Londres. O Pulp será a última banda a se apresentar no line up da sexta-feira, 1/06/2011. Os ingressos para o show na Inglaterra já estão sendo vendidos.

O Pulp no Rock in Rio 4 seria excelente banda e aplacaria minha ira diante de algumas atrações que não tem nada a haver com um festival desse porte.

Set List

1. Pulp - "Paula (Demo), (Previously Unavailable)"

2. Pulp - "Catcliffe Shakedown

3. Pulp - "We Can Dance Again

4. Pulp - "Don't Lose It

5. Pulp - "Whisky In The Jar"

6. Pulp - "Disco 2000 (Nick Cave Pub Rock Version)

7. Pulp - "Common People (Vocoda Mix)"

8. Pulp - "Everybody's Problem"

9. Pulp - "There Was"

10. Pulp - "Fairground"

11. Pulp - "Life Must be so Wonderful"

12. Pulp - "There's No Emotion"

13. Pulp - "Anorexic Beauty"

14. Pulp - "The Never-Ending Story"


Coming soon a maladragem do Morro: Bezerra da Silva.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Morrissey Special Vol.1


Retomando os especiais para embalar o final de semana dos leitores do Flanar, iniciamos os trabalhos com um referência musical na minha modesta opinião.

Trata-se do ex-vocalista e compositor Morrissey, da inesquecível banda inglesa The Smiths, que tomou de assalto as paradas de todo o mundo com uma sonoridade que exala – até dos dias de hoje – independência, modernidade e letras absolutamente passionais. Além, claro, de ter surgido em Manchester, cidade industrial londrina, berço das bandas de rock que mais gosto em meu acervo.

Começo com um Morrissey totalmente diferente do que o público entendido conhece.

Confessando, preparei um especial que tem a lógica de uma "cantada" ao ser amado.

No set list, fiz questão de valorizar algumas das mais belas canções interpretadas na especialíssima voz de Morrissey.

Finalizando, sugiro aos leitores que são apaixonados, a convidar a cara metade para um bom vinho, luz indireta e... bem, o resto fica por conta da criatividade de cada um.

Aproveitem!

Eis os títulos dos discos utilizados:

Viva Hate (1988)
Kill Uncle (1991)
Your Arsenal (1992)
Vauxhall and I (1994)
Southpaw Grammar (1995)
Maladjusted (1997)
You Are the Quarry (2004)
Ringleader of the Tormentors (2006)
P.S.: A título de informação, o The Smiths separaram-se em 1987.

sexta-feira, 25 de março de 2011

Era uma vez...

...Um talento chamado?

– Björk

Um dos mais extraordinários vídeo clip's jamais produzidos, dessa irlandesa que, tive o privilégio de lançar nas pistas do La Cage, ainda sob a ordem de sua banda Sugarcubes.