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terça-feira, 19 de novembro de 2013

A volta dos que não foram


Apesar de separados há 30 anos, os integrantes do grupo inglês de humor Monty Python sempre estiveram entre nós, inclusive aqui no FLANAR.
Os filmes e sketches oriundos do clássico programa televisivo Monty Python's Flying Circus influenciaram e seguem influenciando humoristas do Brasil e do mundo todo.
Daí a grande repercussão hoje da notícia de que o grupo vem trabalhando em segredo e vai oficialmente revelar a sua volta em entrevista marcada para 21/11 próximo, em Londres.
O mundo aguarda com ansiedade para checar o que a trupe nonsense de septuagenários tem a nos dizer.
Welcome back!
(fonte: UOL)


segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Zizek em Belém?!

A notícia da mera possibilidade da vinda de Slavoj Zizek à Belém, via UFPa e Flávio Nassar, já é por si só um evento digno de nota.


segunda-feira, 8 de julho de 2013

Novidade tecnológica


O vídeo não é tão recente, mas a ideia permanece super atual.
Afinal, existe algo mais tecnológico do que o... book?!

sexta-feira, 12 de abril de 2013

E se Thatcher tivesse sido brasileira?



A FALTA DE FAZ AO BRASIL UMA THATCHER
Elio Gaspari - Folha de São Paulo - 10/04/13


Margaret Thatcher foi criada atrás do balcão do armazém de seu pai. Tinha horror a consenso, deficit, inflação, sindicatos, empresas estatais, socialismo e desordem. Em 1975, ela conquistou a liderança do Partido Conservador, quatro anos depois tornou-se primeira-ministra e derrotou-os todos.
O Brasil vivia a mais longa ditadura de sua história e nenhum dos cinco generais que governavam o país, bem como os políticos e empresários que os apoiavam, assumiram-se como conservadores. No máximo diziam-se centristas. Era a jabuticabeira plantada em 1964: uma ditadura em nome da democracia.
Na origem da baronesa Thatcher esteve a figura esquecida de Keith Joseph (1918-1994), um agitador de ideias que encerrou o conservadorismo moderado de seu partido. Em 1974, criou um foro de debates, o Centre for Policy Studies, com uma plataforma simples: a direita tinha que ir para a direita, sem flertes. Quando tivesse votos, prevaleceria. Cinco anos depois, teve-os. Em Washington, intelectuais e empresários haviam criado uma instituição parecida, a Heritage Foundation. No seu elenco estava o ex-ator de cinema Ronald Reagan. Juntas, as duas instituições trabalhavam com um orçamento anual de 563 mil dólares.
Em 1975, noves fora as dezenas de visitas do embaixador da Federação das Indústrias de São Paulo ao DOPS, o governo e a plutocracia nacional organizavam eventos. Torraram pelo menos cinco milhões de dólares organizando um seminário internacional que reuniu magnatas em Salzburgo. O maestro Herbert von Karajan cancelou os ensaios da Filarmônica de Viena para liberar a sala da Konzerthaus. Baixaram na pequena cidade dois mil banqueiros e empresários americanos, europeus e brasileiros. A comitiva nacional teve três ministros e trezentas pessoas. O Banco do Brasil mandou nove representantes. (O Wikileaks acaba de mostrar que a Câmara de Comércio Americana só patrocinou a festa porque pretendia alavancar pleitos em Brasília.) A festa foi concebida e organizada pelo empresário Mário Garnero, presidente da Associação Nacional de Fabricantes de Veículos. Ele diria: "Nem Mozart deve ter levado, num só dia, tanta gente à Konzertaus". Vinte e oito anos depois, Garnero organizaria, com sucesso, o discreto evento da aproximação do comissariado do Partido dos Trabalhadores com a Casa Branca de George W. Bush.
De evento em evento, a plutocracia brasileira safou-se da bancarrota econômica e política da ditadura. No ano da festa de Salzburgo, o Citibank, desprezando as próprias regras, dobrou sua carteira de empréstimos ao Brasil. Em 1984 um de seus diretores tornou-se chefe do cartel que cobrava o calote.
Thatcher e Keith Joseph foram o que foram porque chutaram o conservadorismo fingido e foram atrás do voto popular. Deus negou a Pindorama esse tipo de direita. Quando seu andar de cima organizou a festa de Salzburgo, não convidou para o evento um morador da cidade, o economista Friedrich von Hayek. Ele vivia no andar de baixo, numa casa que pertencera a um bombeiro, comprada com a venda de sua biblioteca. O autor de "O Caminho da Servidão", monumental manifesto liberal, poderia ensinar-lhes algumas coisas, mas talvez achassem que economista pobre é economista burro.

terça-feira, 9 de abril de 2013

Quanto você pagaria?


Vocês acham um absurdo pagar R$ 3.000,00 por um iphone 5? E que tal R$ 4.800,00 pela versão mais barata do Macbook Pro?
Bem, nem sempre foi assim.
No passado, era muito mais caro, e nós pagávamos sem chiar.
Em 1996, por exemplo, o queridinho da telefonia móvel era o levíssimo Motorola Startac da ilustração acima, que custava, em valores corrigidos, mais de R$ 8.000,00. Hoje daria para comprar quatro iphones 4S com esta verba!
E naquele mesmo ano o sonho de todo computer freak era o AcerNote 350 P, vendido pelo equivalente hoje a mais de R$ 13.000,00!!!
Para os masoquistas que desejarem sofrer com os valores pagos no passado, sugiro interessante matéria do UOL Tecnologia.
O que?!... Quase cinco mil reais por um DVD player Gradiente??!!... Talvez seja melhor mesmo não ler ...

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Paixão por antigos



O amor dos proprietários pelos seus carros antigos é o tema da websérie Apaixonados por Carros, que já soma seis interessantíssimos episódios.
E há mais seis em produção pela Trampolim Filmes, além da ideia de um reality show só com donos de "velhinhos".
E quem pode tê-los e não se apaixonar por eles?

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Sobre Papai Noel e a tal da "imparcialidade".


Vem de um blog "nerd" a explicação necessária para quem ainda acredita em Papai Noel.

(...) Como disse há pouco, imparcialidade em sua natureza é quase algo inexistente. A parcialidade se forma desde a maneira como alguém interpreta determinado texto ou fato. Tudo isso é influenciado pelo momento de vida em que a pessoa está passando, pelas suas experiências passadas, pela sua própria cultura e educação. Se você quer ter uma visão o mais próximo possível da realidade de algo, seja você a fonte primária da observação. Experimente você um produto/serviço, assista você a determinado filme, esteja você em determinado acontecimento. (...)

Para ler na íntegra, se quiser, clique aqui.

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Ainda sobre o incêndio

Blog do Sakamoto; ontem:

Um alvará não torna uma casa noturna segura em São Paulo

Por conta da estúpida e dolorosa tragédia dos 231 mortos em Santa Maria (RS), muito se discute sobre a falta de alvará para funcionamento da boate que pegou fogo.
Não posso dizer como ocorre em Santa Maria, mas em São Paulo, que congrega a maior quantidade de casas noturnas do país, um alvará pode não significar absolutamente nada. Há locais que o possuem e estão dentro das normais. Mas outras totalmente irregulares também contam com o documento. Uma das razões é a velha e conhecida máfia que se estabelece em torno do processo de emissão e fiscalização de licenças de bares, restaurantes e casas noturnas na cidade.
Muitos já se escreveu sobre isso: de diretores de órgão públicos que ficaram milionários dando licenças para grandes empreendimentos, shopping centers que funcionam sem poder funcionar até funcionários que reclamam de perseguição (quando pedem propina para continuar o trabalho). O fato é que qualquer prefeito que tentar mudar essa realidade, desburocratizando e digitalizando os processos de obtenção de certidões e licenças e punindo os servidores públicos corruptos, por exemplo, é bem capaz de cair antes da própria máfia.
Sob o impacto do que ocorreu em Santa Maria, o prefeito de São Paulo Fernando Haddad determinou a criação de uma comissão para verificar se a legislação para prevenção de incêndios em locais fechados está adequada à cidade, aprofundar a atuação do poder público e evitar que tragédias semelhantes ocorram. Agora, precisa combinar isso com os russos, como diria Garrincha. Porque lei é letra morta se a fiscalização não operar de acordo com ela.
Conversei com envolvidos com essa rede que pediram para não serem identificados. Para obter uma licença de funcionamento, bares, restaurantes e casas noturnas têm que apresentar à Prefeitura de São Paulo uma série de documentos, como por exemplo, certidão da instalação de gás, laudo de acústica, um vistoria dos bombeiros…
O problema é que, não raro, você apresenta tudo, mas o status segue “em análise”. Até que, um dia, um fiscal aparece e te multa por funcionamento sem licença.
- Ah, sim temos um problema de morosidade dos processos aqui na repartição, mas você só poderia funcionar depois que tivesse a obtido sua licença.
Funcionar sem licença é errado, claro. Mas funcionários do próprio Estado criam dificuldades para o andamento do processo para vender facilidades.
Tudo bem, vamos pelo comportamento correto. Você aluga um imóvel, tira todas as certidões e espera a prefeitura conceder o documento antes de abrir o seu bar. Muitas vezes, a prefeitura simplesmente não se manifesta. Depois de um ano, as certidões vencem. Ou “são vencidas” pelo tempo.
- Poxa, não sei o que está acontecendo. Já gastei milhares de reais em aluguel jogado fora sem abrir a minha casa noturna, sendo que está tudo ok em questões de segurança. Ninguém me dá um prazo! E se demorar mais seis meses, vou ter jogado meu dinheiro fora.
 – Vou te ajudar. Liga para esse engenheiro aqui, o Robervias. Ele resolve tudo para você. O cara é bom.
Aí você liga e o sujeito aparece para uma reunião.
- Olha, o alvará de casa noturna nesta região custa R$ 30 mil.
 – Como é que é? Mas não deveria ser gratuito?
 – Hehehe. Não é bem assim que as coisas funcionam.
 – Ah, mas meu estabelecimento está de acordo com a lei. Prefiro continuar tentando.
 – Boa sorte, então.
E as certidões continuam a vencer depois de um ano sem que alguém as analise.
Por vezes, o dono do estabelecimento não possui todas as certidões. Alguns querem economizar com a insegurança alheia. É um pára-raios que falta aqui, uma saída de emergência fora do padrão ali, extintores de incêndio em número insuficiente, um isolamento térmico que não existe. Elementos que deveriam impedir o funcionamento de qualquer lugar que reúna multidões. Nesse caso, um pagamento pode resolver.
- Então, estou meio irregular, sabe?
 – Vai custar R$ 35 mil para resolver tudo, incluindo o alvará. Pode confiar. Quando sair no Diário Oficial, você me paga.
 – E o que garante que, uma vez emitida a licença, eu não dê um calote em você?
 – Hahaha. Você não vai.
O número daqueles que se beneficiaram dessa prática, sendo empurrados para isso como alternativa oara existir ou que buscaram economizar comprando o direito de funcionar, é tão grande que revelar todas as histórias significaria rever uma quantidade significativa dos estabelecimentos comerciais da cidade. Porque, na prática, poucos são os que tiraram alvará sem passar por uma das situações aqui descritas. Isso significaria fechar alguns, refazer o projeto de outros. Lembrando que, quanto maior o estabelecimento, menor as chances de adequação depois de aberto. Por que? É o poder econômico, estúpido! É só pegar os casos que foram trazidos a público pela mídia e ver que fim deu.
Enquanto isso, pessoas que analisam tragédias dizem que é necessário reforçar a fiscalização e criar novas leis. Com as conhecidas denúncias contra a fiscalização de estabelecimentos urbanos que temos no Brasil? Sem combater a corrupção antes? Isso seria enxugar gelo. Há funcionários públicos que não compactuam com isso. Outros fazem vistas grossas para sobreviver na selva. E, claro, parte deles é do esquema. Portanto, melhor seria “refazer” a estrutura, praticamente a partir do zero, criando processos transparentes e rápidos e impedindo a política do “faz-me rir”.
São Paulo não é marcada por grandes tragédias em incêndios de casas noturnas, apesar da profusão delas. Mas fica a pergunta: uma cidade como a nossa está preparada para garantir que isso não vá ocorrer de fato? É possível resolver o drama da fiscalização, no sentido de que ela garanta segurança a quem utiliza os estabelecimentos comerciais e os locais públicos da cidade? Ou São Paulo continuará bradando seu moralismo hipócrita de que é preciso manter nossos jovens seguros, criando regras para inglês ver e escondendo a cabeça debaixo da terra quando investimentos tiverem que ser feitos para adequar negócios à lei?

Leonardo Sakamoto

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Inexplicável e imponderável



Alguns vídeos atingem um tal grau de popularidade no You Tube que fica difícil explicar o porque de tantas visualizações.
Dois exemplos claros (ou obscuros?) para mim são o do vendedor paquistanês anunciando peixe por uma libra esterlina em um mercado londrino (acima; mais de 30 milhões de views em duas versões) e o nacional E o Pintinho Piu (abaixo; 25 milhões de visualizações).
Os dois vídeos têm em comum o bom humor, a produção de baixo custo e melodias que facilmente se transformam em poderosos memes, grudando por horas nas nossas memórias.
No final de tudo o culpado parece ser o nosso próprio cérebro, esta máquina maravilhosa que tem inclusive a capacidade de zombar dos proprietários: nós mesmos!



sábado, 24 de novembro de 2012

Lado B



Para aqueles que estavam com saudades de Leona, o fenômeno trash do You Tube, a boa (?) notícia é que ela voltou., desta vez sem o glamour do comercial da Aliança Francesa (vide o post Pela Culatra, de táxi) e sem as centenas de milhares de visualizações.
Se serve de consolo, sua parceira, a "aleijada hipócrita", levou falta na gravação.
Ufa!

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Never say never!

Ozzy, Iommi e Buttler (foto: Tim Whitby/Getty Images)

A notícia fervente de hoje vem do inglês The Guardian: Ozzy Osbourne gravou seis músicas com Toni Iommi e Geezer Butler, o que significa que teremos novo disco do Black Sabbath em abril de 2013.
A última participação de Ozzy na banda que o consagrou foi a gravação de disco Never Say Die!, em 1978.
Naquela altura, a saída de Ozzy do Black Sabbath foi bastante tumultuada, cheia de intrigas e de egolatria por todos os lados, e marcada pela palavra NEVER.
Mais de três décadas depois, o ódio parece ter dado lugar à paz ($$$), e acredito que teremos material sonoro interessante para banhar nossos neurônios ávidos por hard rock.
Lamento apenas que a paz ($$$) não tenha atingido o baterista original, Bill Ward, que declarou:  "I [can't] help feeling some resentment towards the failure to reach an agreement, the failure to remember where we came from, the failure to be as brothers, as we once were".
Anyway, never say never!

sábado, 1 de setembro de 2012

Galeria do Róquis


As  recentes imagens engraçadas do Mussum que têm circulado pela blogosfera foram criadas pela Strat Comunicação, que buscou inspiração em personagens musicais, de filmes, da televisão e até da política para homenagear o mais querido dos Trapalhões.


E como sábado é dia de (muito) rock, nada melhor do que curtir junto com o Mussum.


Ones, twos, threes, fourzis!

PS: obrigadis, esposis adorávis, pela diquis!

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

The book is on the table


Rever The Italian Man Who Went to Malta, cinco ou seis anos depois do sucesso do pequeno vídeo no You Tube, gerou uma saraivada de risadas aqui em casa hoje à noite.
Ficamos imaginando como seria um hipotético filme denominado The Brazilian Man Who Went to New York...

domingo, 19 de agosto de 2012

Exclusividades musicais do Flanar



Já tá saindo do forno mais um especial exclusivo do blog mais descolado do Brasil. Confira brevemente.

terça-feira, 29 de maio de 2012

Fina ironia



O vídeo acima foi pescado do Blog do Sakamoto, que hoje critica a intolerância e os interesses ocultos na abordagem do homossexualismo pela mídia .
Apesar da seriedade do tema, o vídeo não deixa de ser engraçado, no melhor estilo Monty Pithon.

domingo, 1 de abril de 2012

Mal de Azar

Foto: Tom Dib

Maguila, o boxeador brasileiro aposentado, sempre nos divertiu com seus comentários bem próprios e muitas vezes absurdos.
A notícia veiculada há 2 anos de que ele seria portador da Doença de Alzheimer de certa forma o silenciou, interrompendo inclusive uma nova carreira, a de sambista (?!!).
Pois hoje o nosso Maguila, aquele que ousou subir no ringue com (ou melhor, contra) Evander Holyfield e George Foreman, revelou em entrevista ao UOL Esporte que não toma os remédios para combater o mal, e que também é contra o UFC.
Leia alguns fragmentos abaixo:

“Para mim, aquilo é briga de rua. O cara joga o outro no chão e bate até sangrar. Se o juiz não separar, mata o cara” (sobre o UFC)

“Não tem nada de Mal de Azar [Alzheimer]. Minha mãe morreu com 89 anos com Mal de Azar, e todas as irmãs dela têm Mal de Azar. Vai morrer tudo com isso. Eu estou bem, graças a Deus. Eu tenho é muita safadeza” (sobre a doença)

Para mim, a entrevista deixou bem claro que Maguila faz falta ao Brasil.
E muita!

quinta-feira, 22 de março de 2012

O fim da calvície?


Imagem: Kendyl

A boa notícia para os carecas chegou hoje da Pensilvânia, via BBC Brasil: identificada forte pista biológica para a calvície.
A chave da gênese da desagradável falta de cabelo na cabeça estaria na proteína prostaglandina D sintetase, presente em grande quantidade nas células dos folículos capilares das áreas calvas.
Agora é só achar como bloquear o receptor da dita proteína nas células, para pelo menos retardar o avanço da calvície.
Pede-se calma aos milhões de carecas mundo afora, pois quem sabe em poucos anos o remédio estará nas prateleiras das farmácias.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Miniatura


A Hot Wheels, gigante do mercado de miniaturas automotivas, lançará mais um modelo brasileiro no mercado mundial: o Opala SS.
Em 2010 o lançamento do SP2 foi um enorme sucesso, e foi seguido pelo da Brasília, em 2011.
Por problemas de licenciamento, a miniatura não poderá usar o nome Opala e será lançada como Chevrolet SS.
Curiosamente, a Matchbox, concorrente direta da Hot Wheels, lançou outro brasileiro no ano passado, o Saveiro Cross, que infelizmente não foi vendido por aqui.
A imagem inédita do SS foi obtida junto à Mattel com exclusividade pelo blog T-Hunted!.
Dá uma saudade danada do Opalão, não é mesmo?!...