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quinta-feira, 6 de junho de 2013

Mia, a gata

Imagem: Lis Lamarão

O leitor mais antigo do blog há de se lembrar do jegue Jerônimo Severino (vide Um Jegue de Muita Sorte), aquele que trocou o trabalho duro nas dunas da Praia do Cumbuco pelo paraíso de um lar paraense.
Pois na mesma propriedade onde reside o jegue ocorreu um episódio curioso envolvendo uma pequena gata, doravante batizada de Mia.
Provavelmente indesejada e rejeitada ao extremo, Mia iniciou sua existência de aventuras sendo jogada do mundo cruel por cima do muro de quatro metros, gastando a primeira das sete vidas logo de cara.
Operada por um doutor com nome de messias, medicada por via intramuscular com afinco pelo comandante da propriedade e mimada entre cães, gansos, pavões, galos e passarinhos por sua jovem "dona", Mia está livre para viver com dignidade.
E até já ousa ensinar aos cães que beber água do meio das plantas é mais gostoso, para desespero da patroa.
Mia, a gata highlander, é o contraponto e a resposta à matança recente dos cães no Marajó - uma verdadeira ode à vida!
Afinal, como diz o sábio Seu Zé, "até bicho tem que ter sorte na vida".

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Papai Noel no Amazonas

Imagem: Greenpeace

Aproveitando o momento natalino, a organização Greenpeace desencadeou este mês a campanha Santa Relocation Project, que visa achar um local para a nova casa do bom velhinho.
Afinal, com o pólo norte derretendo, onde morará Papai Noel?
Dentre centenas de respostas sugeridas, o Rio Amazonas foi um dos destaques.
Até que não seria má ideia - o problema é que o estado do Amazonas ganharia fácil esta licitação.
De novo...

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Mar de Cortez: epílogo

Como o propósito de tudo na vida parece ser o fim, esvaneceu-se finalmente o projeto Mar de Cortez.
Ficaram as imagens, o cheiro, a sensação somática do vento e do sal na pele, a integração com a vida marinha, o amor entre a tripulação, o respeito pelo deserto e pelos oceanos, o barulho do esguicho das baleias e a profunda obrigação de lá retornar um dia.
Afinal, partir e retornar são apenas parte de um terceiro verbo: viver.

El Arco (Imagem: Scylla Lage Neto)

Onírico (Imagem:Scylla Lage Neto)

Antepassados (Imagem: Scylla Lage Neto)

Noivos (Imagem: Scylla Lage Neto)

Shelley e Nana (Imagem: Scylla Lage Neto)

Traços humanos (Imagem: Scylla Lage Neto)

Deserto (Imagem: Scylla Lage Neto)

Neto (Imagem: Scylla Lage Neto)

Cactus (Imagem: Scylla Lage Neto)

Dolphin (Imagem: Scylla Lage Neto)

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Mar de Cortez: o salto

A exibição de força e poder por parte do macho faz parte do ritual amoroso de todos os mamíferos marinhos (e dos terrestres também?!...).
Dentre as ballenas jorobadas, a altura do salto executado é crucial para que a fêmea escolha o mais forte dentre os candidatos a pai de seu bebê.
É simplesmente arrepiante!


Imagem: Scylla Lage Neto


Imagem: Scylla Lage Neto


Imagem: Scylla Lage Neto


Imagem: Scylla Lage Neto


Imagem: Scylla Lage Neto


Imagem: Scylla Lage Neto

Mar de Cortez: Ballenas Jorobadas

Imagem: Scylla Lage Neto

Não adianta os americanos insistirem em dizer que as Humpback Whales (baleias jubarte) têm cidadania americana, pois as mesmas apenas residem no Alasca.
Os bebês são "hecho en Mexico", bem diante dos olhares humanos, no Mar de Cortez, merecendo portanto o nome local de Ballenas Jorobadas.
Os machos e fêmeas começam a chegar na região em novembro e lá permanecem por poucos meses, no máximo até março, quando as gestantes dão à luz e novos casais se formam. Retornam ao Alasca, sempre separados, e via Havaí.
Para vê-las embarquei num barco inflável Zodiac, rumo à Baya Madalena.


Imagem: Scylla Lage Neto

Por muito tempo nada aconteceu, até que a primeira corcundinha, de cerca de 14 metros de comprimento e muitas toneladas, se revelou e depois outra e mais outra, numa sucessão de emoções dispostas a poucos metros do barco.
Fotografar aquelas preciosas criaturas, remanescentes de eras longínquas, ou apenas vê-las e ouvi-las, transformou-se em poderoso dilema a ser equalizado (razão/emoção).
O suave meio-termo prevaleceu e, ao retornar à marina de Cabo San Lucas, eu trazia um sorriso indisfarçável no rosto, um brilho no olhar e me sentia feliz como uma criança.
Aliás, ainda me sinto exatamente assim.

Imagem: Scylla LageNeto

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Mar de Cortez: prólogo


Imagem: Scylla Lage Neto

Poucos programas televisivos marcaram tanto a minha infância/adolescência quanto o do cineasta e oceanógrafo francês Jacques Cousteau. Suas reportagens sobre lugares misteriosos e distantes impregnaram minha ávida imaginação por anos, especialmente uma série sobre um certo Mar de Cortez, repetida talvez de forma exaustiva pela Rede Globo.
O dito mar, na verdade o mesmo Golfo da Califórnia, era definido pelo explorador como o "maior e mais bonito aquário do mundo", um lugar mágico onde as baleias corcundas (a nossa jubarte - Megaptera novaeangliae) vinham procriar, fugindo do atroz inverno ártico.
Fixei a idéia de que um dia eu visitaria o Mar de Cortez, mergulharia nas suas águas ricas de vida, me integrando ao seu puro ambiente marinho.
Anos e décadas se passaram, e aquele garoto sonhador perdeu o fio deste sonho, chegando ao absurdo de esquecê-lo por completo.
Por uma ironia da vida, a busca de um destino alternativo para uns dias de férias me levou de volta ao Mar de Cortez, especificamente através de uma reportagem sobre o hoje badalado destino turístico conhecido como Los Cabos (faixa litorânea de 40 km de extensão, compreendida entre os municípios mexicanos de San José del Cabo e Cabo San Lucas). E de forma compulsiva passei a mergulhar de cabeça na missão de ir o mais rápido possível para lá, resgatando antigas memórias de um garoto gordinho e sonhador, ainda vivo no velho corpanzil.
Quero compartilhar esta experiência mágica com vocês, aqui no Flanar, num punhado de postagens sobre o Mar de Cortez e o deserto que existe entre os oceanos.


Imagem: Scylla Lage Neto

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Planeta em perigo



"A história de qualquer parte da Terra, como a vida de um soldado, consiste em longos períodos de tédio e breves períodos de terror."

Derek V. Ager, geólogo britânico

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Qual o nome deste pássaro?

Imagem: Carlos Barretto. Todos os direitos reservados.
Quem souber, pode ir dizendo o nome deste belo pássaro. É arisco, tem um belo canto e aparece ao amanhecer e entardecer em Mosqueiro. Sempre quis fotografá-lo. Quase que não consigo. Mas pela pressa em registrá-lo, nem tive tempo de regular direito a câmera. Era assim, ou nunca.

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Editado às 19:38 para encerrar o desafio. O leitor Lafayette Nunes acertou em cheio, o nome popular deste belo pássaro. Trata-se do "Suí" ou "Sanhaçu-da-Amazônia". É o que confirma o Wiki-Aves.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Mergulho



Na sexta passada, após uma manhã inteira de palestras enfadonhas num congresso médico no Guarujá (SP), resolvi, de improviso, visitar velhas amigas: as tartarugas-do-mar, que há décadas moram na ponta da Praia das Astúrias.
O tímido sol invernal me ajudou (um pouco) a enfrentar a água congelante e após poucos minutos nadando já fui cercado por três ou quatro espécimes de razoável porte.
Permaneci durante uma hora na água, apenas curtindo o mágico momento de interação homem/mar/quelônio.
Ao deixar a praia eu carregava comigo uma sensação enorme de paz, bem semelhante àquela obtida na visita ao templo budista, relatada aqui no Flanar há poucos dias.
Fiquei imaginando como deveria ser linda essa praia há 50 ou 60 anos, antes da especulação imobiliária brutal que tomou conta do famoso balneário.
Enquanto isso, as tartarugas apenas nadam.



Praia das Astúrias; década de 1950

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Perigo total


Imagem: NASA

Quando leio ou ouço algo a respeito do mundo estar "em perigo” pelas mudanças climáticas decorrentes do aquecimento global, fico pensando o quão cético eu devo ser a respeito desta e de outras tragédias que assolam o noticiário diariamente.
Em relação ao meio ambiente, questiono intimamente a calamidade que se formaria se, com o dito aquecimento global, as cidades costeiras realmente desaparecessem sob as águas do mar, desencadeando um cenário trágico de refugiados vagando pelos países e pelos continentes, tangidos por secas e inundações, fome e pestes, guerras e mortes, muitas mortes, decorrentes principalmente da escassez de recursos.
Tudo isso me parece ecoar o Velho Testamento e suas pestes negras, as chuvas de rãs e a certeza de que o fim do mundo se aproxima. E o que é pior, em roupagem high tech e multimídia, o que ainda potencializa o efeito pré-apocalíptico nas pessoas desavisadas.
O fim do mundo nos é apresentado não como uma fantasia, mas como algo com data marcada, prestes a acontecer.
O mundo velho, pouco purificado pela fé decadente, destilado pela violência e semi-destruído pelos maus tratos, naufragará num grande desastre natural por culpa nossa, dos infiéis que não zelaram pela moradia. Assim querem nos fazer pensar.
Mas quem podem ser os interessados pela disseminação desta nova besta do apocalipse, rotulada de meio ambiente?
Os comunistas mataram os kulaks e sucumbiram. Os nazistas naufragaram em suas fantasias milenares. A guerra fria e o seu terrível fantasma da “morte a todos” acabou.
Quando as contradições internas devoraram o império soviético e o capitalismo iniciou solitário o seu reinado ora em curso, por que a preocupação global não foi direcionada, por exemplo, à pobreza e à fome?
A fome global poderia ter sido o alvo dos governos mundiais, que no entanto optaram por criar um “monstro ecologicamente correto” para desovar e gerar dinheiro.
Creio que tudo passa pelo hediondo poder financeiro e sinceramente creio que ninguém que realmente possa fazer alguma coisa pelo meio ambiente tem sequer um pouquinho de preocupação a este respeito, nem tampouco fará algo real para “nos salvar” (a não ser tentar lucrar mais). Quem realmente quer salvar alguma coisa somos nós, os marionetes, os sonhadores e os artistas.
Desculpem o desabafo, mas eu andava meio engasgado com todas as bobagens que sou obrigado a ler e a ouvir sobre este assunto, quase que diariamente, e por vezes a mera menção do termo meio ambiente, principalmente com tom de preocupação, me dá náuseas.
Afinal, onde esconde-se realmente o perigo?

terça-feira, 8 de março de 2011

Magda e Lenka


Imagem: Radovan Stoklasa/Reuters

Nascida há sete semanas na Eslováquia, a tartaruga de 2 cabeças da espécie Geochelone sulcata virou atração mundial, tendo sido batizada com 2 nomes: Magda (cabeça à esquerda) e Lenka (a da direita).
Fiquei pensando se num futuro breve a engenharia genética não poderia nos brindar com uma tartaruga ao contrário: com uma só cabeça e dois cascos - seria muito mais comestível!

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Temporada de erupções


Imagem: NASA

A NASA liberou hoje a imagem acima, captada no último dia 24, que mostra uma gigantesca coluna de lava incandescente, correspondente a enorme erupção na superfície solar.
Felizmente a tempestade solar (ou seria um "toró" solar?) ocorreu na direção oposta a da terra, não chegando a afetar os nossos satélites de comunicação.
Curiosamente as tempestades solares aumentam de frequência a cada 11 anos.
Quem entende os fenômenos da natureza?
Certamente não nós, os Homo sapiens-mas-nem-tanto...

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Reserva Mamirauá recebe prêmio internacional


Pelo blog "Brasília Confidencial" fico sabendo que a famosa Reserva Mamirauá, no Amazonas, ganhou um prêmio internacional hoje: primeiro lugar em gestão sustentável de sítios Ramsar nas Américas.

Os sítios Ramsar são áreas de proteção ambiental de wetlands (áreas pantanosas) que foram criados como resultado da Convenção Ramsar (Irã, 1971). o Brasil possui outras 10 áreas de proteção Ramsar, além da Mamirauá. Fiquei surpreso de constatar que nenhum destes 11 importante sítios de preservação ambiental são no Pará. Será que a ilha do Marajó não merecia estar nesta lista? Afinal de contas, é um meio ambiente único, sendo uma área inundada em pelo menos seis meses por ano.

Bom, de qualquer forma fico feliz pela Mamirauá, que é mesmo considerada uma excepcional área de gestão sustentável. A bela foto acima foi baixada diretamente do site da própria reserva.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

O Canto do Sabiá em Mosqueiro


Para alguns, que podem ter chegado aqui, pensando se tratar de um post sobre uma maravilhosa residência localizada em Mosqueiro, peço desculpas.  Não é sobre ela que irei falar. Mas falarei sim, sobre um mero pássaro, cujo canto, rico em fraseados melódicos, sempre me encantou. E neste fim de semana em Mosqueiro, resolvi registrar seu canto empolado, que saltava aos olhos de todos que pelo quintal passearam. Senhoras e senhores, com vocês, o maravilhoso canto do sabiá. Imagens geradas em HD mas disponíveis apenas em baixa resolução no meu estranho canal de vídeos do You Tube. Afinal, o que importa, não é o vídeo propriamente. Ou estaria errado?

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Zoom


Imagem: Barcroft Media

Insetos ou alienígenas?
Recomendo checar o trabalho do fotógrafo e bioquímico polonês Igor Siwanowicz, feito durante os últimos 7 anos em um estúdio de Munique (Alemanha) e revelado hoje pela BBC.
Em tempos de realidades virtuais, um pouco de realidade real em close-up parece ter um certo efeito tranqüilizador nos nossos neurônios.

sábado, 17 de julho de 2010

Neurodive


Crustáceo anfípodo

O Instituto do Cérebro da Universidade de Queensland, Austrália, desenvolve pesquisa inédita sobre os olhos e os cérebros de criaturas que vivem em grandes profundidades, sob gigantesca pressão.

O projeto é liderado pelo Prof. Justin Marshall e tem como objetivo a melhor compreensão da própria visão humana.

Numa primeira etapa várias criaturas foram capturadas por equipamentos sofisticados, operados remotamente, a cerca de 1.400 metros de profundidade na área do recife Osprey, região nordeste da Grande Barreira de Corais (a 330 km de Cairns).

Independente do sucesso a ser obtido no entendimento da neurofisiologia das vias visuais, a beleza e o exotismo das espécies capturadas assim como o estudo de seus ecosistemas já parecem justificar o mergulho neurológico.


Água-viva vermelha

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Fábula de amor 3


Imagem: Jagdeep Rajput

A terceira fábula de amor do Flanar seria originalmente sobre seres humanos. Bem, na verdade sobre um humano.
Mas uma notícia inusitada, vinda da Índia via BBC Brasil tomou o seu lugar.
E a protagonista é a elefanta Madhuri, de quase 3 metros de altura e cerca de 4 toneladas de peso.
A sua fama de agressiva ultrapassou os limites do Jim Corbett National Park, onde vive, despertando o interesse do experiente fotógrafo da natureza Jagdeep Rajput em fotografá-la.
O que ele encontrou foi inédito e bizarro: a elefanta passou muitos dias brincando com um lagarto, passeando com o réptil pendurado pela tromba.
Rajput relatou que Madhuri às vezes balançava o lagarto de forma intensa com a sua enorme tromba (que tem 100.000 músculos!), como se estivesse brincando com ele. Ela até permitia que ele descansasse um pouco no chão.
Um lagarto que se permite brincar de ser brinquedo de um enorme paquiderme é uma forma de amizade que certamente não está no gibi. Passa a ser uma estranha forma de ...amor!
E como os elefantes são portadores de enormes cérebros, certamente os registros dessa experiência e das emoções dela decorrentes estarão bem sedimentados na memória de Madhuri. Quanto à memória do lagarto balançante, bem, aí eu já não sei.

Imagem: Jagdeep Rajput

terça-feira, 13 de julho de 2010

Fábula de amor 2


Timid Timmy e Tanya (imagem BBC)

Depois do ganso Tibério, outro caso inusitado de amor inundou a web hoje: a tartaruga Timid Timmy e sua amiga de plástico, Tanya.
Timmy, moradora de um santuário para quelônios no sul da Inglaterra foi rejeitada pelos outros 400 habitantes do local e assim como o nosso Tibério optou pela transferência integral de sentimentos para outrem.
O curioso é que Timmy só dorme se Tanya estiver em seu viveiro e chega a levar comida para a amiga, o que me parece ser o máximo em termos de manifestação afetiva para um quelônio.
Como dizia um vaqueiro que conheci há décadas no Marajó, cujo nome a maré levou de minha memória: “assim como os homens, são as criaturas”.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Fábula de amor

No lar do nosso “mascote” Jerônimo Severino (vide Um jegue de muita sorte) uma curiosa história de relacionamento entre animais de espécies diferentes está em andamento.
O protagonista é um ganso de ótima aparência, Tibério, o qual vive em união estável com a gansa Teodora.
Os fofoqueiros da área sempre apontaram um grande descaso da fêmea em ralação ao macho o que fazia com que Tibério literalmente implorasse pela companhia de Teodora diuturnamente.
Há algumas semanas, quando do nascimento de uma ninhada de morena galinha garnizé, Tibério passou a apresentar um estranho comportamento, abandonando a fêmea e passando a pajear a galinha e os seis pintinhos durante todo o dia.
A princípio pensou-se que o ganso fosse matar os filhotes ou algo assim, mas logo a atitude defensiva ficou bem clara: Tibério não deixava ninguém se aproximar do galinheiro.
Com o crescimento dos “enteados” e o surgimento de uma nova ninhada, desta vez de dez pintos, novamente Tibério assumiu a postura de “padrasto”.
Pude ver com meus próprios olhos e documentar de forma improvisada com a câmera de um Blackberry o amor instintivo de um ganso rejeitado e de uma galinha formosa e seus descendentes.
Quem entende a natureza dos gansos? E a dos homens?



Tibério e Teodora

Tibério "en garde" na porta do galinheiro

A formosa garnizé e um membro da nova geração
A primeira geração de "enteados" do Tibério

PS: peço desculpas pela má qualidade das fotos. Além do Blackberry não ajudar, o Tibério não deu folga ao blogger.