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quarta-feira, 19 de junho de 2013

Star Wars - episódio 7

Triaenops persicus

Interessantíssimo o resultado da expedição feita por Pior Naskrecki no Gorongosa National Park, em Moçambique, divulgado há poucos dias.
Três semanas em campo foram suficientes para que várias espécies novas e estranhas fossem reveladas ao mundo, com destaque para o Morcego Chewbacca e o Besouro Bombardeiro.
Fico imaginando quantas espécies ainda restam escondidas na nossa floresta amazônica.
Mais detalhes no National Geographic.

Cerapterus lacerates

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Vinte anos depois



É com muita tristeza que revejo este vídeo com o discurso inocente e altamente inflamável de Severn Suzuki, uma canadense de 12 anos que provocou uma tempestade sobre a cabeça de mais de cem líderes mundiais presentes na ECO 92, e constato que nada, absolutamente nada mudou nos últimos vinte anos.
Desculpem o mau jeito, mas o meu grau de tolerância com essa pseudo-preocupação sobre o meio ambiente encenada pelos que podem efetivamente fazer algo, está beirando o zero absoluto.
Rio+20 sucks!
Ninguém quer realmente resolver nada.
Bebamos, sonhadores!

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Inundado

O Fantástico, da Rede Globo, exibiu ontem uma reportagem sobre a cidade submersa de Petrolândia, em Pernambuco, que foi destruída quando da formação do Lago de Itaparica, reservatório da Usina Hidroelétrica Luiz Gonzaga, integrante da Companhia Hidroelétrica do São Francisco, há 23 anos.
De Petrolândia restaram apenas algumas ruínas submersas (e a parte mais alta de uma das igrejas acima do nível da água), que as autoridades do turismo pretendem colocar no roteiro turístico de aventura. A matéria era sobre isso, mas não foi o que me chamou a atenção. Observei o elemento humano, as pessoas mais velhas falando da saudade que sentem da cidade antiga (uma outra foi construída e é maior e mais urbana), dos seus costumes, músicas e festejos. E vejam este excerto do texto escrito pelo jornalista Francisco José:

"Com a construção da barragem e a criação do lago, as cachoeiras do Rio São Francisco desapareceram. Em um trecho, o rio deixou de existir. Algumas espécies de peixes também foram extintas."

Pensei imediatamente em Belo Monte. Para a construção de uma usina menor, em Pernambuco, espécies de peixes foram extintas e um patrimônio natural foi perdido. Que prejuízo se pretende impor, agora, ao Rio Xingu?
Nada como um exemplo concreto para nos fazer pensar.

Mais:

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Bota Bituca - Compre esta idéia

Definitivamente, jogar lixo na rua, além de ilegal, não é nada educado. Mas o Bota Bituca - além de um produto - é uma excelente idéia destinada aos fumantes. Embora também sirva a qualquer tipo do chamado "microlixo", o nome do produto deixa clara sua principal destinação: as bitucas de cigarro, também conhecidas como bagana ou guimba.
Trata-se de um pequeno tubo de vidro de pequenas dimensões, totalmente transportável, onde você deverá acumular suas bitucas ou outros itens de microlixo. No caso das bitucas, fazendo isso, você estará livrando a natureza de um tipo especial de lixo que demora 5 anos para desaparecer por deterioração natural, e ainda, com alto poder tóxico.
O Bota Bituca é vendido online por R$ 30,00 (5 unidades) e R$ 41,00 (10 unidades).  
Uma boa idéia que deve ganhar minha atenção pessoal.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Meio ambiente, inclusive humano

I.
Tanto tempo, tanta briga e, finalmente, a Câmara dos Deputados aprovou ontem o novo Código Florestal. Mas o preço a pagar por ele foi elevado: a aprovação da emenda 164, principal fator de discórdia entre o Executivo e o Legislativo. O primeiro quer exclusividade para decidir sobre exploração agropecuária em áreas de preservação permanente; já os parlamentares querem conceder essa prerrogativa aos Estados, que é a porta aberta para cada um fazer o que bem entender, inclusive anistiar madeireiros vagabundos, autores de danos ambientais. A presidenta Dilma Rousseff já avisou que não tolerará nenhuma anistia a desmatadores e o líder do governo, Cândido Vaccarezza (PT-SP), avisou que o Executivo pretende vetar o dispositivo e aceita os ônus políticos de se isolar nesse ponto.
Uma vergonha, da qual não comungaram somente o PT, o PV e o PSB. O PSOL votou contra o projeto inteiro. Resta a deliberação do Senado.
É como sempre digo: o Brasil não terá nem desenvolvimento nem justiça social (isto, muito menos) enquanto essa ordinaríssima bancada ruralista continuar tendo tanto poder. De justiça social nem preciso falar, mas quando afirmo que nem desenvolvimento haverá tenho em mente o fato de que esse empresariado canalha (odeio esclarecer, mas como há muitos iletrados açodados na rede, sou obrigado a lembrar que, se a carapuça não lhe serve, não a vista: nem todo empresário é canalha, ora pois) adota práticas predatórias, que lhes permitem lucros rápidos, mas ao custo da degradação ambiental, em prejuízo da fauna, da flora e dos seres humanos.
Essa gente gera divisas para o país porque não tem jeito: há tributação. Mas se investissem em tecnologia e qualidade, poderiam produzir mais e aumentar seus lucros, sem causar tantos problemas à sociedade. Só que aí entra o fator burrice: não se gasta com tecnologia, para ter lucros de médio ou longo prazo. Tudo é imediatismo. E quem estiver na frente que se lasque.

II.
Enquanto isso, o mundo repercute o assassinado dos líderes extrativistas José Cláudio e Maria do Espírito Santo, em Nova Ipixuna. Motivo do crime? Os dois lutavam pela preservação da floresta e já vinham sendo ameaçados de morte. Como de praxe, o poder público não lhes assegurou nenhuma proteção e, mais uma vez, o Estado do Pará ganhou o noticiário internacional como cenário de derramamento de sangue, em situações típicas de distorções sociais.
Os ruralistas devem estar felizes.

III.
Pobre Brasil.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Perigo total


Imagem: NASA

Quando leio ou ouço algo a respeito do mundo estar "em perigo” pelas mudanças climáticas decorrentes do aquecimento global, fico pensando o quão cético eu devo ser a respeito desta e de outras tragédias que assolam o noticiário diariamente.
Em relação ao meio ambiente, questiono intimamente a calamidade que se formaria se, com o dito aquecimento global, as cidades costeiras realmente desaparecessem sob as águas do mar, desencadeando um cenário trágico de refugiados vagando pelos países e pelos continentes, tangidos por secas e inundações, fome e pestes, guerras e mortes, muitas mortes, decorrentes principalmente da escassez de recursos.
Tudo isso me parece ecoar o Velho Testamento e suas pestes negras, as chuvas de rãs e a certeza de que o fim do mundo se aproxima. E o que é pior, em roupagem high tech e multimídia, o que ainda potencializa o efeito pré-apocalíptico nas pessoas desavisadas.
O fim do mundo nos é apresentado não como uma fantasia, mas como algo com data marcada, prestes a acontecer.
O mundo velho, pouco purificado pela fé decadente, destilado pela violência e semi-destruído pelos maus tratos, naufragará num grande desastre natural por culpa nossa, dos infiéis que não zelaram pela moradia. Assim querem nos fazer pensar.
Mas quem podem ser os interessados pela disseminação desta nova besta do apocalipse, rotulada de meio ambiente?
Os comunistas mataram os kulaks e sucumbiram. Os nazistas naufragaram em suas fantasias milenares. A guerra fria e o seu terrível fantasma da “morte a todos” acabou.
Quando as contradições internas devoraram o império soviético e o capitalismo iniciou solitário o seu reinado ora em curso, por que a preocupação global não foi direcionada, por exemplo, à pobreza e à fome?
A fome global poderia ter sido o alvo dos governos mundiais, que no entanto optaram por criar um “monstro ecologicamente correto” para desovar e gerar dinheiro.
Creio que tudo passa pelo hediondo poder financeiro e sinceramente creio que ninguém que realmente possa fazer alguma coisa pelo meio ambiente tem sequer um pouquinho de preocupação a este respeito, nem tampouco fará algo real para “nos salvar” (a não ser tentar lucrar mais). Quem realmente quer salvar alguma coisa somos nós, os marionetes, os sonhadores e os artistas.
Desculpem o desabafo, mas eu andava meio engasgado com todas as bobagens que sou obrigado a ler e a ouvir sobre este assunto, quase que diariamente, e por vezes a mera menção do termo meio ambiente, principalmente com tom de preocupação, me dá náuseas.
Afinal, onde esconde-se realmente o perigo?

sexta-feira, 29 de abril de 2011

O primeiro híbrido




Na última década, os carros ditos híbridos, aqueles com motor de combustão interna e motor elétrico simultaneamente, têm sido muito valorizados. A palavra de ordem é meio ambiente.


Vários modelos estão à venda no mercado americano e na Europa, como o Toyota Prius e o Honda Insight, e até no Brasil temos a opção de comprar o mexicano Ford Fusion Hybrid. Nos EUA a venda de carros híbridos já corresponde a 3% do mercado.


Mas a idéia de ter um carrão veloz com consumo de carro pequeno é bem mais antiga.


Há exatos 111 anos, em 1900, foi lançado o Porsche Semper Vivus, modelo com a genial idéia, ainda não copiada, de posicionar os motores elétricos junto às rodas.


Uma réplica exata e plenamente funcional do carro, feita pela própria Porsche e exposta no último Salão de Genebra, estará em exibição no museu da marca, em Stuttgat até 13 de junho. E com a possibilidade de test-drive para os visitantes.


Velocidade limpa e emoção pura, eis o binômio a ser atingido pelos sucessores do Semper Vivus.


Que venham.

terça-feira, 12 de abril de 2011

Energia. O maior desafio contemporâneo

Fukushima - Imagem: News Reporter
Que tal acordar com uma má notícia. Péssimo, não? Mas quando as coisas estão acontecendo do outro lado do mundo, (que ainda é tarde na hora desta postagem), e ainda com este grau de significação para a humanidade, não há hora para divulgar. Tem que ser em "real time".
A CNN acaba de informar agora há pouco, que a Usina nuclear de Fukushima Daiichi, no Japão, acaba de ser alçada ao nível 7, na escala que avalia a severidade de acidentes nucleares. Ou seja, está "top rated". 
Para se ter uma idéia, o último acidente nuclear que ganhou este ranking, foi Chernobyl, na antiga União Soviética. Evacuações já foram providenciadas numa área de até 30 km da usina.
Ou seja, os homens estão sendo forçados a fugir de suas próprias invenções. E bastou uma catástrofe natural, bastante previsível na região, para que isso acontecesse. Marca registrada da insanidade e baixa racionalidade das decisões humanas no tocante a geração de energia.
Em outras palavras, motivo suficiente para que o gênio e a inventividade humanas, passem a ser direcionados a formas alternativas de energia, que não mudem o curso de rios de rara beleza e não massacrem ou explorem o próprio homem. Nada que seja fácil de conseguir, num ambiente com demandas exponencialmente elevadas de energia. Mas a demanda por energia, necessária ao desenvolvimento, não pode mais justificar fatos como este. Como afirmei, transparece insanidade, ou no mais provável, anseios ilimtados de lucro e desenvolvimento irresponsável. 
E as soluções tecnológicas para atender a demanda (que parece ser historicamente crescente) têm que começar a aparecer logo. E se já existem e são efetivas, de acordo com consensos científicos internacionais, devem logo começar a ser adotadas pelos povos e nações do planeta. 
Em paralelo a soluções tradicionais, (que infelizmente devem ser temporariamente executadas, para atender a infinita demanda) desta feita, tidas e assumidas como transitórias e deletérias, o esforço por energias alternativas deve constar das agendas dos governantes, desde já responsáveis pelo futuro de nossos filhos e netos. Mas acordos mais favoráveis ao homem devem ser garantidos mesmo na efetivação das ações assumidas como obsoletas e destruidoras, na falta de outra opção palpável e eficaz, capaz de ainda garantir emprego, desenvolvimento e renda. 
Ou seja, em meu ponto de vista, está chegando a hora de encerrar a vergonhosa fase de obtenção de energia a qualquer custo. Principalmente se este custo, envolver o próprio homem, talvez obtendo resultados e indicadores sociais historicamente díspares do objetivo primordial da solução (atender o homem).
Mas as ações neste sentido, devem ser pontuais. Evitando-se o discurso emocional, capaz de ao invés de atrair seguidores, afastá-los, pela primariedade dos argumentos, muitas vezes pouco palpáveis, ou até mesmo, à serviço flagrantemente ingênuo, ou útil, de outros interesses políticos de ocasião, igualmente predatórios da consciência e da libertação verdadeira de um povo. Informação sempre foi a arma mais elementar da humanidade. Mas sempre há e sempre haverá, quem a use para libertar ou para dominar.
É atrás deste elemento fundamental, que pessoalmente almejo quase que obsessivamente. Informação com qualidade, descomplicada mas sem ser desprovida de adequada profundidade. Para que todos possamos decidir de forma tranquila, sobre os destinos reais dos atos que apoiamos ou rejeitamos agora, sem ferir o amanhã. Tirar o eixo decisório de um punhado de notáveis, sejam contra ou a favor de uma solução ou outra, é o grande desafio de cada um de nós. 
Lutas, muitas já tivemos. Lutamos contra uma ditadura violenta e predatória de consciências. Lutamos contra a inflação. Lutamos contra a corrupção, que no passado, apesar de historicamente endêmica, já foi utilizada como argumento para inclusive instalar o regime de exceção. 
Concluindo, lutar, é um ato contínuo. Cansativo, modorrento, mas necessário. Alcançar os objetivos mais cidadãos, sem perder o eixo da dívida social deixada por outros tantos, sem perder o eixo da sustentabilidade desprovida de retórica parnasiana, da preservação dos recursos naturais e consequentemente do próprio homem, é um objetivo gigante. Muito maior do que possam imaginar nossas, muitas vezes, simplórias concepções de classe média. Talvez um dos maiores desafios da atualidade. Nenhuma solução simplista é cabível e aceitável.  
Mas se para mantermos o equilíbrio do planeta, inclusive considerando suas mandatórias e respeitáveis imprevisibilidades naturais, for necessário modificarmos paradigmas energéticos preguiçosos e supostamente inevitáveis, vamos então encarar mais uma luta.  Nem que para isso, tenhamos que mostrar ao capital, que precisa ser mais correto e eficiente. Nem que para isso precisemos prová-lo mais rentável e humano. Uma luta de Davi contra o Golias. Mas quantas outras já perdemos ou já ganhamos nos mesmos moldes? 
Falo de idéias. De poucos fatos. Mas de idéias. Assumo-as talvez como algo emberbes, talvez cheias de retórica pequeno-burguesa como muitos podem apontar. Mas são autênticas. Reais, e sinceras.
O exemplo do Japão está aí, para quem quiser ver. A que ponto chegam as decisões dos "notáveis", num país com altíssimo grau de desenvolvimento, mas que em algum momento, fechou os olhos para o simples fato de ser uma das regiões com mais altos índices de terremotos do planeta. 
Isso é fato. O resto, vamos conversar.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Reserva Mamirauá recebe prêmio internacional


Pelo blog "Brasília Confidencial" fico sabendo que a famosa Reserva Mamirauá, no Amazonas, ganhou um prêmio internacional hoje: primeiro lugar em gestão sustentável de sítios Ramsar nas Américas.

Os sítios Ramsar são áreas de proteção ambiental de wetlands (áreas pantanosas) que foram criados como resultado da Convenção Ramsar (Irã, 1971). o Brasil possui outras 10 áreas de proteção Ramsar, além da Mamirauá. Fiquei surpreso de constatar que nenhum destes 11 importante sítios de preservação ambiental são no Pará. Será que a ilha do Marajó não merecia estar nesta lista? Afinal de contas, é um meio ambiente único, sendo uma área inundada em pelo menos seis meses por ano.

Bom, de qualquer forma fico feliz pela Mamirauá, que é mesmo considerada uma excepcional área de gestão sustentável. A bela foto acima foi baixada diretamente do site da própria reserva.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

A ciência na década que se encerra


Exoplaneta GJ2114b; imagem: NASA

A edição da Science Magazine de 17 de dezembro trouxe à reflexão os destaques científicos da década 2001/2010.
Tento sintetizá-los nesta postagem para que passemos a virada do ano flanando e pensando sobre alguns temas fascinantes, que de alguma maneira poderão influenciar os caminhos que trilharemos num futuro breve.

GENOMA HUMANO
Temos menos genes do que imaginávamos (apenas 21 mil, um quinto da projeção original). E muito do que julgávamos lixo, na verdade é parte vital do nosso conteúdo genético.

INFLAMAÇÃO
As respostas inflamatórias estão presentes nos tecidos em muitas doenças, como o câncer, Alzheimer e diabetes, e são muito mais complexas do que jamais imaginado.

MICROBIOMA
Reconhecemos que as bactérias e outros microorganismos desempenham papel vital na proteção e no funcionamento dos nossos corpos.

CÉLULAS-TRONCO
Assunto favorito do nosso flâneur Yúdice. Nestes 10 anos começamos a aprender a manejá-las e controlá-las.

DNA PRÉ-HISTÓRICO
Com a possibilidade de mapear com precisão o DNA de criaturas e plantas extintas há milhões de anos, temos enfim a capacidade de determinar detalhes sobre o cabelo e a pele dos neandertais, por exemplo.

AQUECIMENTO GLOBAL
Nunca o tema foi tão discutido e sua importância tão divulgada quanto na última década “do meio-ambiente”.

ÁGUA EM MARTE
A presença de grandes blocos de gelo enterrados em Marte confirmou a teoria da existência de água líquida no planeta, há bilhões de anos. Talvez isso faça toda a diferença para uma futura colonização em solo marciano.

EXOPLANETAS
Em 2000 havia apenas 26 planetas documentados fora de nosso sistema solar, número este que subiu para 505 em 10 anos. E com boa perspectiva para novos registros, por conta da tecnologia astronômica.

A última década foi, portanto, a década da biotecnologia e da genética, um período verdadeiramente diferente na maneira de fazer ciência.
E as perspectivas são positivas não só nestas áreas, como também na física quântica, no estudo do clima/meio-ambiente e na astronomia.
Quem viver, verá e lerá a retrospectiva 2011/2020.
Até lá!

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Tempestade Cria Caos em NY

New York, nessa noite, recebeu violentíssima tempestade que colapsou o funcionamento do metrô do Brooklin e fez Jorge Pontual com medo dos relâmpagos e trovões ir pra debaixo da cama. Quanto a mim, assolado pelo calor seco de outubro - 32 graus Celsius inner home -, destemperado por uns tais capetas besouros da chuva (onde ela está?), que invadem-me a casa na companhia de cigarras, incontinenti caçadas por minhas cadelas e devolvidas inertes na minha cama, sinto falta aqui em Brasília da tranquilidade tropicaliente de Belém do Pará.

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Pare de Tomar a Pílula

Não entendi essa do Zoo do Cairo. Os veterinários decidiram dar anticoncepcional às leoas para diminuir a população de felinos no local. Não bastasse o uso desse medicamento ser arriscado para a saúde dos felinos, a adoção dessa medida se posiciona na contracorrente do movimento de proteção da espécie, hoje considerada em risco de extinção. Decerto os egípcios não ouviram o Odair José cantar aquele brega dos anos 80, que dizia o seguinte: "todo dia a gente ama/ mas você não quer deixar/ o fruto desse amor nascer/ (...) pare de tomar a pílula/ porque ela não deixa nosso filho nascer".

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Não há jeito contra a força da grana

É até louvável a iniciativa da Justiça Eleitoral (que não foi tomada este ano) de proibir outdoors em campanhas eleitorais, como forma de reduzir as diferenças de poder econômico, porque um candidato endinheirado poderia coalhar a cidade com paineis, ao passo que um pobre teria que contentar-se com o corpo a corpo. Mas a ideia, ao mesmo tempo que boa, é ingênua e inócua. Afinal, foram liberadas outras mídias, tais como aqueles cavaletes horrorosos que estão por toda parte.
O tiro, portanto, saiu pela culatra. Deixou a cidade mais suja, feia e insegura (um pedestre desatento pode tropeçar no mondrongo e, dependendo do estado de conservação, até se ferir), além de não coibir o abuso de poder econômico, já que os candidatos endinheirados podem produzir cavaletes em maior número e de melhor qualidade.
Enfim, mais uma medida para inglês ver. Mas quem vê somos nós e isso não me agrada nada.
Obrigado a tolerar as carantonhas cinicamente dispostas a conquistar o meu voto, o pensamento que mais me ocorre é quanto os candidatos devem a esse rapaz da imagem aí ao lado. Trata-se de Thomas Knoll, que em fins da década de 1990 desenvolveu o Photoshop, juntamente com seu irmão John - um programa originalmente concebido para educação infantil mas que, devido a suas outras potencialidades, acabou comprado pela Adobe Systems e se tornou, segundo minhas fontes, ao lado do Office da Microsoft, o aplicativo mais bem sucedido da história.
O que seria de certos candidatos não fosse o Santo Photoshop? É como se a campanha eleitoral ocorresse no mundo da Barbie: cheia de gente de plástico e sem expressão.

terça-feira, 6 de julho de 2010

Manhattanhenge

Imagem: Vambora
Esses novaiorquinos são mesmo uns "presepeiros", em alto e bom "paraensês".
Alguém já falou aqui sobre Stonehenge e as cerimônias esotéricas do solstício. Acho que nosso correspondente na Bélgica, Edvan Coutinho, o fez no post Here Comes the Sun.
Pois muito bem. Os leitores tem conhecimento sobre o Manhattanhenge? Pois ele existe. E vai acontecer agora no dia 12 de julho, de 7:45 h a 9:00 h (horário de NYC), quando o sol vai se alinhar exatamente a "grade" leste-oeste das ruas de Manhattan. Acontece todos os anos em apenas dois dias, a exemplo de vários lugares do mundo.
Alguém aí pensou num Belemhenge? Seria ele factível? E que tipo de personagens e esoterismo ele iria reunir?

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Quebradeira À Vista

Analistas internacionais já discutem que o prosseguimento do vazamento de petróleo no Golfo do México levará a British Petroleum (BP) à falência. No atual cenário de crise econômica internacional, o efeito será devastador tanto para o meio-ambiente quanto para a Grã-Bretanha. Os demais sócios do seleto clube de produtores de petróleo já devem estar amolando os dentes para cair em cima do que restar do espólio britânico.

quinta-feira, 13 de maio de 2010

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Os Bacanas do Prendo e Arrebento

O PIG de novo mostra que não está para brincadeira. Os Civita mostraram o carão medonho da intolerância com o editor-assistente da versão local da National Geographic. A história dessa patifaria é contada no Blogue da Amazônia e no de Luiz Carlos Azenha.
Pois daqui em diante a National Geographic brasileira não entra mais aqui em casa, assim como a Veja e a Folha de São Paulo, da qual fomos assinante por mais de vinte e cinco anos.
Essa é a resposta lógica para esse tipo de abuso. Que os responsáveis pela versão brasileira justifiquem para a original internacional da NG, sempre tão zelosa de sua imagem humanitária, as razões da queda na circulação da revista no Brasil!

domingo, 9 de maio de 2010

Embalagens menos agressivas a natureza


As embalagens dos mais variados produtos que adquirimos, são terrivelmente agressivas a natureza. Não só pelos materiais empregados, mas principalmente pela vida curta que possuem. Em outras palavras, quantos de nós guardamos embalagens. Ou elas não seriam as primeiras coisas a jogarmos no lixo? Pensando nisso, vejam estas idéias interessantes, capazes de reduzir dramaticamente a emissão de dióxido de carbono. Além disso, cheias de inovação e criatividade.