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quarta-feira, 9 de outubro de 2013

F1 2013



Para os malucos por Fórmula 1 e/ou games, chegou o surreal F1 2013, que, além do campeonato do corrente ano, contará com carros, pilotos e pistas dos anos 80 e 90.
A riqueza de detalhes do trailer só aumenta a vontade de comprar e acelerar ainda hoje.
Luz verde!!!

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Som de Senna



A Honda, antecipando a sua volta à Fórmula 1 em 2015 (como fornecedora de motores), inciou uma campanha publicitária baseada na história "volta mágica" de Ayrton Senna no GP do Japão de 1989, em Suzuka.
E não tem como deixar de se arrepiar ao som da cavalaria nipônica do McLaren-Honda MP 4/5, conduzido pelo maestro Senna.
E para quem quiser mais, a volta foi recriada em 3-D aqui.
Haja coração!

domingo, 29 de setembro de 2013

Aposentadoria prematura ou por invalidez?


Como fã da Fórmula 1, me dói escrever sobre a provável saída de Felipe Massa do palco da principal categoria do automobilismo mundial.
Acompanho sua carreira desde a desastrosa estréia pela Sauber em 2002 (foi substituído no meio da temporada), incluindo a volta em 2004 e 2005 pela mesma equipe (duas boas temporadas) e a triunfal ida à "mãe" Ferrari, de cuja escola de pilotos ele descende.
Dois bons anos (2006 e 2007) e um maravilhoso 2008, quando quase saiu do limbo dos pilotos não-campeões.
Sua marca era uma pitada de agressividade, algo juvenil até.
Mas uma mera mola, arremessada do carro de Barrichello no treino do GP da Hungria de 2009, mudou toda a história, interferindo no seu próprio curso e talvez no de todo o automobilismo brasileiro.
Traumatismo crânio-encefálico, com afundamento frontal esquerdo aberto, foi o diagnóstico dado em Budapeste, tendo sido feita craniotomia descompressiva.
A segunda parte do tratamento neurocirúrgico, a cranioplastia, foi executada algumas semanas depois em São Paulo, tendo havido então o vazamento de algumas informações através da rádio-cipó, fonte inesgotável e nada confiável de fofocas.
Massa teria tido contusão cerebral, bifrontal, discreta e de predomínio à esquerda. Usou anti-convulsivante profilático por 6 meses e analgésicos opióides por mais tempo, segundo as mesmas obscuras fontes médicas.
O fato é que, a partir de 2010, a performance do piloto paulista esteve sempre muito aquém do seu colega de Ferrari, Fernando Alonso: de 0,4 a 0,7 segundo mais lento a cada volta! Uma eternidade, no mundo da Fórmula 1.
Hoje me ponho a pensar se Massa não deveria ter se aposentado logo após o acidente, pois nas últimas quatro temporadas nada mostrou na pista que justificasse a sua permanência na categoria máxima do automobilismo.
Mesmo no mundo maravilhoso criado pela Rede Globo, a fantasia com que Galvão Bueno e seu séquito acéfalo querem lavar nossos cérebros não mais convence, nem sequer aos neófitos no esporte motorizado.
Apesar de dispor de milhões de dólares de patrocinadores, equipe alguma parece ter real interesse no nosso Massa. Vide toda a impressa especializada mundo afora.
Triste ocaso de um rápido e simpático piloto que quase foi campeão.
Quase!

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Wind Explorer



Se agregarmos às leis da física uma das Leis de Murphy (no matter how fast you are driving, you will always be driving against the wind - não importa o quão rápido você dirija, você estará sempre dirigindo contra o vento; tradução livre), teremos uma ideia hibrída e fecunda, explorada pela alemã Evonik Industries através do seu projeto Wind Explorer, um carro que associa energia eólica a um pequeno motor elétrico.
Eu me pergunto como ninguém da indústria automobilística pôde pensar nisso antes: carregar as baterias com a força do vento gerado pelo próprio movimento.
O levíssimo veículo utiliza baterias de lítio e uma turbina móvel de vento para carregá-las e, dependendo do vento e da velocidade de deslocamento, demanda pouquíssima recarga de fontes elétricas convencionais.
Ainda há muito a ser aperfeiçoado, mas abre-se definitivamente um caminho para uma fonte mais limpa de energia do que a energia elétrica "pura".
Carros ao vento!

domingo, 18 de agosto de 2013

Duas décadas de design



Para os apreciadores do design de alta performance, o vídeo acima da equipe Sauber de Fórmula 1 é um deleite sensorial.
É muito interessante observar a evolução dos projetos dos bólidos de competição em duas décadas, especialmente nos anos 90, quando o regulamento permitia maiores mudanças por parte dos projetistas.
Penso que não é à toa que máquinas criadas por "meros" engenheiros frequentem as exposições de museus de arte, como o MoMa, por exemplo.
A trilogia sonho, arte e engenharia parece ter links neuronais bem patentes.

terça-feira, 2 de julho de 2013

NASCAR em stop motion



Para realizar um filme em stop motion é necessário ter, além de criatividade, muita paciência.
Afinal, criar uma animação quadro a quadro, filmando ou fotografando 24 fotogramas que preencherão apenas um segundo do filme, demanda tempo e dedicação.
No cinema já tivemos bons filmes feitas com essa técnica, como Coraline, A Noiva Cadáver e Frankenweenie, além de uma infinidade de excelentes curta-metragens.
O vídeo acima, apesar de não ser nenhuma obra-prima, me impressionou pela paixão do cineasta amador ao automobilismo, especialmente à categoria americana de turismo NASCAR.
Os meninos vão gostar, eu acho.
Afinal, quem nunca brincou de carrinho?!

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Rivalidade nas telas



A Universal liberou hoje cedo o esperado trailer do filme Rush, do diretor Ron Howard (de Uma Mente Brilhante) que versa sobre a rivalidade atroz entre os pilotos Niki Lauda (interpretado por Daniel Bruhl, de Bastardos Inglórios) e James Hunt (vivido nas telas por Chris Hemsworth, de Thor) durante a temporada de 1976 da Fórmula 1.
Como a carência de filmes sobre o automobilismo é grande, espera-se que o ambiente glamouroso e algo sensual da Fórmula 1 dos anos 1970 traga uma pitada de frescor sobre o tema fascinante da velocidade.
Nas telonas, em setembro.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Paixão por antigos



O amor dos proprietários pelos seus carros antigos é o tema da websérie Apaixonados por Carros, que já soma seis interessantíssimos episódios.
E há mais seis em produção pela Trampolim Filmes, além da ideia de um reality show só com donos de "velhinhos".
E quem pode tê-los e não se apaixonar por eles?

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

A lebre e o besouro

A lebre

Responda em menos de um segundo: quem é mais rápido, o novo esportivo BMW Z4 20i ou o novo VW Fusca?
Bem, a resposta correta, por mais incrível que possa parecer, é o Fusca.
Para entender como um Z4 acelera de  0 a 100 km em “apenas” 7,2 segundos, contra “incríveis” 7,1 segundos do Fusca, temos que absorver que o downsizing de motores é um fato concreto, mesmo entre as mais tradicionais montadoras automobilísticas.
A tendência mundial é a de reduzir o tamanho dos motores, deixando-os com menor capacidade cúbica e segurando a potência com um turbo, geralmente pequeno, associado à injeção direta de combustível. Tudo pela economia de combustível e (supostamente) pela menor emissão de poluentes na atmosfera.
E como os carros importados custam no Brasil pelo menos o dobro do valor cobrado na Europa ou nos Estados Unidos, por exemplo, a opção mais lucrativa para as poderosas montadoras/importadoras é trazer os caros modelos esportivos com o menor motor disponível, custando obviamente o máximo possível.
No exemplo desta postagem, a BMW trouxe da Alemanha o coupé/conversível Z4 com um motor 2.0 “gitito”, de apenas 184 cavalos (custando R$ 219.950,00), enquanto a Volkswagen trouxe do México (com o privilégio da isenção de impostos) o novo Fusca com o fantástico motor 2.0 TSi, de 200 cavalos (o mesmo que equipa o também mexicano Jetta e o alemão Passat), por R$ 76.000,00.
Aos proprietários do belo BMW Z4 resta rezar para jamais encontrar um Fusca no sinal.
Placar final: Besouro 1 X 0 Lebre.
Quem diria?!...


O besouro

domingo, 20 de janeiro de 2013

Dia Nacional do Fusca

Há exatos 54 anos o Volkswagen Sedan começava a ser produzido no Brasil, ganhando imediatamente o apelido de Fusca (corruptela de Fouquisvaguen, a pronúncia de Volkswgen em alemão). E por esse motivo o dia 20 de janeiro foi escolhido como o Dia Nacional do Fusca.
Com toda a certeza este foi o carro mais importante da história da indústria automobilística brasileira, e um dos mais produzidos no mundo em todos os tempos.
Falar do Fusca é redundante e desnecessário, pois afinal de contas, quem nunca teve um, ou namorou num, ou passeou de, ou quis ter um, ou pelo menos viu um Fusca?!...
Kaefer 1938



Fuscas brasileiros 



Fusca 2013


PS: este post presta homenagem ao nosso comentarista frequente Pedro do Fusca, dono do Fusca mais bonito de Belém, ao flâneur Roger Normando, proprietário do já lendário Fusca Azul Calcinha, e a todos os aficcionados pelo besouro.

domingo, 15 de julho de 2012

McLaren em desenho animado



Seguindo a tendência de marketing do Barçatoons, a equipe britânica de Fórmula 1 McLaren lançou o primeiro episódio da animação da série Tooned, estrelada pela sua dupla igualmente britânica de pilotos campeões, Lewis Hamilton e Jenson Button.
O primeiro dos 12 cartoons, Wheel Nuts, realça a competição interna entre os pilotos.
Os patrocinadores parecem ter encontrado uma boa maneira de potencializar a visualização de suas marcas, enquanto os entusiastas do automobilismo ganham diversão adicional.
A produção é da Framestore Studio, a mesma do filme A Bússola de Ouro (Oscar de efeitos visuais em 2007).
Vale a pena checar!

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Dia mundial do Fusca

Graças à lembrança do nosso comentarista frequente, Pedro do Fusca, o Flanar pôde comemorar hoje o Dia Mundial do Fusca, compartilhando imagens de um punhado de belos beetles, bugs, kaeffer, escarabajos, coccinelles, vochos, maggiolinos ou simplesmente, fuscas.
Parabéns, besouros!

Split 1953

 1960


 Fuscão

 Fafá

 Fusca Itamar

E é claro que não poderia faltar o fusca mais bonito de Belém, o Fusca do Pedro
Parabéns, Pedro!

Fusca do Pedro

domingo, 17 de junho de 2012

Le Mans é dos motores híbridos

Imagem: Daniel Lakist (Lat)

A Audi obteve hoje um resultado histórico nas 24 Horas de Le Mans, com os protótipos híbridos R 18 e-tron  chegando nas duas primeiras posições.
É a primeira vez que um carro movido por propulsor diesel associado a um sistema de recuperação de energia  vence a tradicionalíssima prova.
O caminho a ser seguido pela indústria automobilística parece estar vinculado em definitivo aos motores híbridos (a combustão e elétricos), e a vitória de hoje sedimenta esta ideia.
O resultado final da prova está no Tazio Autosport.

sábado, 16 de junho de 2012

Acidente terrível em Le Mans



A tradicional corrida automobilística 24 Horas de Le Mans foi interrompida hoje por 3 horas devido a um espetacular acidente envolvendo a Toyota pilotada pelo inglês Anthony Davidson e a Ferrari do italiano Piergiuseppe Perazzini.
Apesar do voo da Toyota e das capotagens, ambos os pilotos estão bem.
No momento da postagem, a Audi pilotada pelo português Pedro Lamy seguia liderando com folga a edição de número 80 desta prova, que é disputada desde 1923.
Fico sem entender, ano após ano, porque a mídia esportiva brasileira dá tão pouca atenção a esta corrida tão importante.
No nosso país, só dá notícia o que é pago?!

terça-feira, 12 de junho de 2012

O carro mais feio do mundo

Ford Pinto

A indústria automobilística já produziu carros belíssimos, verdadeiras obras de arte, como a emblemática  Ferrari 250 GTO.
Em contrapartida, já houve carros tão feios em produção industrial, que seria de se imaginar tratar-se de um desincentivo franco ao uso de veículos motorizados, tamanha a desarmonia visual dos projetos.
O Discovery Channel Brasil perfilou 10 dos mais feios carros jamais produzidos em uma galeria que merece ser visitada.
Curiosamente, os meus dois favoritos ao título de o mais feio foram concorrentes diretos no mercado norte-americano na década de 1970: o Ford Pinto e o AMC Gremlin.
Qual o mais feio?
A disputa é dura!


AMC Gremlin

sexta-feira, 1 de junho de 2012

A metade da maçã



O projeto de dividir um carro de Fórmula 1 da equipe Sauber em duas metades exatas, como uma maçã, levou dois anos da ideia até a plena execução, e redundou neste vídeo super-interessante, apresentado pelo próprio projetista Matt Morris.
Um verdadeiro deleite, para os aficionados pelo automobilismo e pela simetria.

PS: pinçado do Blog do Fábio Seixas.

sábado, 12 de maio de 2012

Obituário: Carroll Shelby


Anunciado ontem o falecimento, aos 89 anos, do texano Carroll Shelby, criador de carros esportivos famosos como o emblemático Shelby Cobra (vencedor das 24 Horas de Le Mans, em 1964) e preparador de carros especiais, como o Shelby Mustang Cobra, ambos desejados pelos amantes de automóveis esportivos há décadas.
Shelby, que também foi piloto de corridas, marcou a indústria automobilística ao criar o seu próprio estilo de carro  com o roadster Cobra, associando a leveza do design europeu com a força bruta dos motores V8 americanos.
No Brasil são construídas réplicas do Cobra por pelo menos três fábricas, com destaque para a paulista Americar.
Como curiosidade, Shelby já havia sido submetido a dois transplantes, um de coração em 1990 e outro de rim em 1996 e continuou trabalhando ativamente até o início deste ano.
Seu legado segue acelerando mundo afora.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Sobre homens e meninos


Piquet; 1992

A vindoura estréia do piloto brasileiro Rubens Barrichello, renegado da Fórmula 1, nos circuitos ovais da Fórmula Indy tem sido tratada pela mídia brasileira como um verdadeiro pastelão.
Medo é a palavra de ordem: o piloto declara ter muito receio de correr nos ovais, a esposa do piloto pede a Deus pela integridade física de Rubinho e até o direito de treinos extras foi obtido com a eterna atitude de bebê chorão, adotada por Barrichello provavelmente desde que deixou o útero materno.
Por coincidência, há exatos 20 anos, outro brasileiro recém-desempregado da Fórmula 1, Nelson Piquet, ao treinar para a mais famosa corrida em ovais dos EUA, as 500 Milhas de Indianápolis,  sofreu um terrível acidente que lhe custou 30 dias de internação e uma sequência de cirurgias em ambas as pernas, tendo inclusive amputado um dedo.
Com seu famoso humor negro, Piquet declarou em entrevista a Reginaldo Leme, não muito tempo após o acidente: "É uma unha a menos para cortar"!
E assim, com muita morfina e fisioterapia, o piloto voltou a correr em Indianápolis no ano seguinte, tendo largado em décimo-terceiro lugar e abandonado por problemas de motor.
Para os fãs do automobilismo, a história por si só mostra qual a real diferença entre um piloto tri-campeão e um eterno bebê chorão.

Piquet; 1993

sexta-feira, 20 de abril de 2012

No Bahrain, assim como no Brasil


Imagem: AFP

Os treinos livres para o GP do Bahrain de Fórmula 1 seguem recheados de notícias de ataques, insegurança e manifestações.
As equipes Force India e Sauber já tiveram seus membros envolvidos em situações de risco, inclusive com ataques de coquetéis molotov.
A primeira resolveu antecipar o retorno de toda a equipe ao hotel, ainda na luz do dia, tendo que sacrificar a participação na parte final do treino.
Curiosamente, o Brasil é mencionado por quase todos do circo da Fórmula 1 como exemplo de lugar de risco semelhante.
Algumas declarações interessantes:

"Estar no paddock parece não ter problema. Fora daqui, acho que há um risco, mas há risco a qualquer lugar que vamos. Quando vamos ao Brasil, não é o lugar onde queremos estar, dependendo da área. Mas não é um grande problema."
Sebastien Vettel; bicampeão mundial; Red Bull

"Se isso está certo ou não, eu realmente não sei. É difícil dizer. Não sou um político, sou um piloto, mas isso não deveria estar acontecendo, deveria?"
Nico Hulkenberg; Force India

“É o mesmo que a gente faz no Brasil, que é tentar o máximo possível não ser um alvo. Então, não deixa o passe [do carro] grudado no vidro, não anda com roupa da equipe enquanto está na rua... E dentro do hotel e da pista está beleza. São medidas que tomamos no Brasil também, mas, claro, se fosse mais tranquilo seria melhor.”
Bruno Senna; Williams

Parece que no Bahrain, assim como no Brasil, viver numa bolha pode ser a solução.

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Neoimperialismo e alienação


Imagem: AFP

Muito me entristecem as notícias oriundas do Bahrain, onde será realizado o Grande Prêmio de Fórmula 1 no próximo final-de-semana, apesar da instabilidade política e das manifestações violentas dos rebeldes contra a corrida.
Ignorar os atos de violência, os relatos de tortura e de violação dos direitos humanos e insistir no GP caracteriza uma situação tipo "topa tudo por dinheiro".
Algumas emissoras de TV da Alemanha, da Finlândia e do Japão se recusaram a ir, assim como muitos repórteres e uns poucos membros das equipes (o cozinheiro da Williams, por exemplo).
Até o parlamento britânico se manifestou contra a realização da prova.
O meu espanto não é com a posição dos dirigentes da categoria (quem espera civilidade de um Bernie Ecclestone?) e sim com a atitude de cordeiro das equipes e dos pilotos.
Não haverá entre eles um apenas que tenha hombridade?
Criar uma ilha da fantasia numa terra assolada por abusos políticos não é propriamente o objetivo de nenhum esporte.
E apesar de ter visto todas as corridas nos últimos anos, me recuso a assistir esta.
Espero que muitos fãs do automobilismo tenham a mesma atitude, mundo afora.