A nossa tia excêntrica está de volta. Não aos palcos, mas às telas. Morrissey 25: Live (clique para ver o trailer) é um concerto filmado em 2 de março deste ano, na Hollywood High School, em Los Angeles. E isso, um pouco antes da onda de cancelamentos de turnê do cantor - ele ia até mesmo ao Brasil mês passado - motivada por sérios problemas de saúde, que vão de pneumonia dupla à infecção nas cordas vocais. É um "concerto íntimo", diz o site do filme, para celebar 25 anos de carreira de Morrissey, gravado num lugar para 1.800 espectadores, um auditório de colégio, e o único registro integral de um show dele nos últimos 9 anos.
No céu das estrelas pop, Steven Patrick Morrissey, é um caso especial. Segundo o jornal The Independent, no cenário artístico britânico, ele é uma espécie de príncipe Philip ( o marido da rainha Elisabeth II), que antigamente abria a boca demais sobre temas delicados, e metia os pés pelas mãos em algumas situações, e que acabou perdendo a espaço no mainstream. Mas, enfim, ele é a nossa tia Moz, talvez o mais brilhante poeta dos últimas duas décadas nas terras sheakspereanas.
Depois de implodir uma das mais importantes bandas da histùoria do rock (The Smiths), brilhar em uma carreira-solo fulgurante, desaparecer, reaparecer, renascer, se esconder, Morrissey chegou ao status de ídolo, a mais completa tradução de cult. E ele alimenta essa imagem. Se auto-exilou em Los Angeles, Estados Unidos, vivendo numa mansão em Holywood Hills, como uma Norma Desmond, do clássico filme Sunset Boulevard ( O Crepúsculo dos Deuses). Há anos ele está sem gravadora e diz que se recusa - e pode! - a aceitar as regras do mercado.
O título da crítica do The Independent resume as dúvidas que pairam mais do que nunca: Can Morrissey survive the years of refusal?
Talvez, a resposta está no blog, True to you, em que ele escreve diretamente aos fãs:The future is suddenly absent. Mais Morrissey, impossível!
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domingo, 25 de agosto de 2013
terça-feira, 20 de agosto de 2013
From Beirut with peace, love and humor
Os vídeos do grupo são belíssimos, criativos e super divertidos. Tudo em contraste com que a gente pensa (ou é levado a pensar?) ser a vida no Oriente Médio. Recomendo ver e ouvir mais no site deles.
Ficam aqui dois dos mais bacanas vídeos da turma. Raksit Leila (acima) e Fasateen (abaixo).
segunda-feira, 20 de maio de 2013
Inside Bowie
Fotos: Edvan FCoutinho
2013. De tudo o que aconteceu ou ainda possa acontecer neste ano, poucos eventos culturais se sobreporão à histórica exposição Bowie is no Victoria & Albert Museum, em London. Não foi à toa que os 42 mil ingressos foram vendidos em pouquíssimo tempo, estabelecendo um recorde nas exposições do respeitado V&A. Passamos horas na internet até conseguir um ingresso do tipo combi-ticket para uma outra exposição, mas mesmo esse meio está esgotado.No quarto de David Robert Jones
Foto: do site Kaltblut Magazine
A primeira parte da exposição é mesmo um mergulho na gênese de Bowie: o que ele escutava, o que ele lia, o que ele fezia, as pessoas que contribuiram para os primeiros passos. A instalação que mistura objetos e projeções de vídeo nos dá a sensação de estar no quarto de Bowie, ou melhor, do ainda David Robert Jones.Já nesse espaço, a gente se impressiona com a qualidade do equipamento de áudio individual que cada visitante recebe. Basta chegar perto de um display de vídeo para ter o áudio claro no seu fone de ouvido.Uma olhada no guarda-roupa de Bowie
Foto: V&A Museum
Mergulho na tela e na platéia
Foto: V&A Musem
Um espaço especial na exposição mostra trechos de alguns filmes de Bowie ator. Senti falta do super cult The Hunger (chamado de Fome de Viver, no Brasil), de 1983, onde ele fazia par vampiresco com Catherine Deneuve. Mas, na exposição estão trechos de clássicos como Merry Christmas, Mr. Lauwrence (do mestre Nagisa Oshima, de 1983) e Labyrinth, de 1986, e ainda descobertas, como The Prestige, filme feito em 2006, por Christopher Nolan.
A parte final da exposição é um mergulho nas performances live de Bowie, entre os anos 70 e 90, o período mais fértil dele. O apuro técnico impressiona: a tela - dois imensos paredões - se divide e se unifica em diversos momentos, a qualidade sonora nos fones de ouvido nos transporte às platéias de shows entre os anos 70 e 90, o período mais fértil dele. Mas, a exposição tem um pé nos tempos atuais. Em várias partes, se mostra o processo de criação do novo álbum. The Next Day, lançado em março passado, com letras, arranjos e depoimentos dos colaboradores da mais mais recente obra bowiana. Bem, para quem ver mais, recomendo um belo depoimento em vídeo da jornalista cultural Sarah Crompton para a série I've just seen, do jornal inglês The Telegraph; Além, claro do inside exhibition próprio site do Victoria & Albert Musem.
segunda-feira, 8 de abril de 2013
Maggie, musa do avesso
(image from the blog Occasional Links and Commentaries http://anticap.wordpress.com/2011/07/11/thatcher-killed-football/)
Talvez não exista na História do Pós-Guerra figura pública que tenha merecido ódio em verso e prosa quanto Margaret Thatcher. A ex-primeira-ministra britânica partiu hoje aos 87 anos deixando atrás de si um legado devastador na economia e um bom punhado de canções contra ela - na verdade, contra os tubarões que ela representou tão bem. Pelo menos duas canções contra Maggie desejavam-lhe a morte e duas a acusavam de alta traição. Todas compostas pela nata da nata do Pop Rock Brit: Morrisey, Elton John, Roger Waters e Elvis Costello.
-Margaret on the guillotine: o bardo Morrisey, logo depois de acabar com The Smiths, dedicou uma faixa do primeiro álbum solo (Viva Hate) à "fofa" da 10 Downing Street . Nenhum rock visceral, mas uma suave canção, com harpa, um som de guilhotina no final e alguns versos singelos como estes:
The kind people
Have a wonderful dream
Margaret On The Guillotine
Cause people like you
Make me feel so tired
When will you die ?
O povo amável
tem um sonho maravilhoso
Margaret na guilhotina
Porque pessoas como você
me fazem sentir tão cansado
Quando você vai morrer?
-Merry Christmas Maggie Thatcher: Sir Elton John escreveu essa para o musical Billy Elliot, a versão West End londrino do filme de Stephen Daldry, que retrata os confrontos da greve dos mineiros ingleses, em Durham em 1985.
So merry Christmas Maggie Thatcher
May God's love be with you
We all sing together in one breath
Merry Christmas Maggie Thatcher
We all celebrate today
'Cause it's one day closer to your death
Então feliz natal Maggie Thatcher
Possa o amor de Deus estar com você
Nós cantamos juntos num só fôlego
Feliz Natal Maggie Thatcher
Nós todos celebramos hoje
Porque é um dia mais perto para a sua morte
- Get your filthy hands off my desert: Roger Waters escreveu essa para o álbum The Final Cut do Pink Floyd in 1983. Era um protesto contra o que ele chamava de traição de Maggie aos valores do pós-guerra ao levar os ingleses ao inferno da Malvinas.
Brezhnev took Afghanistan.
Begin took Beirut.
Galtieri took the Union Jack.
And Maggie, over lunch one day,
Took a cruiser with all hands.
Apparently, to make him give it back
Brezhnev tomou o Afeganistão.
E Begin tomou Beirute.
Galtieri tomou a União Jack (a bandeira britânica)
E Maggie, no almoço um dia,
tomou um cruzeiro com todas as mãos.
Aparentemente, para fazê-lo devolver
-Tramp The Dirt Down: Elvis Costello em uma super poética canção de ódio dizia:
When England was the whore of the world
Margeret was her madam
And the future looked as bright and as clear as
the black tarmacadam
Well I hope that she sleeps well at night, isn’t
haunted by every tiny detail
‘Cos when she held that lovely face in her hands
all she thought of was betrayalQuando a Inglaterra era a puta do mundo
Margaret era a cafetina
E o futuro parecia brilhante e claro como seria
o asfalto negro
Bem, espero que ela durma bem à noite,
que não seja obcecada por cada peaueno detalhe
Porque quando ela sustentava seu formoso rosto nas mãos
tudo o que ela pensava era traição.
Bem, Maggie era mesmo a anti-musa; E olha que eu nem vou escrever aqui sobre as bandas punks que tinham a meiga como alvo favorito nos anos 80.
domingo, 20 de janeiro de 2013
Joy Division and Corbijn
Um dos mais impressionantes trabalhos do diretor holandês Anton Corbijn é esta homenagem a Ian Curtis, oito anos após o suicídio do líder da banda Joy Division. O vídeo de Atmosphere, acabou sendo uma homenagem controversa porque, na época de lançamento, 1988, os ex-integrantes da legendária banda de Manchester teriam detestado o vídeo. Mas, o tempo passou e, sem dúvida, a solidificação da carreira de Corbijn mudou o rumo dos ventos. No documentário Shadow Player, a história deste videoclip é contada da perspectiva do diretor holandês, do diretor da gravadora do Joy Division - que encomendou o vídeo ("use as fotos que você tem do Ian") e de Bernard Summer, um dos sobreviventes da banda do Joy Division e integrante da banda New Order. Bernard garante: "por mais de 10 anos pensaram que nós detestamos o vídeo, mas eu na verdade acho um trabalho maravilhoso". E é mesmo.
terça-feira, 8 de janeiro de 2013
Bowie faz 66! E o presente é nosso!!!
Isso é só um petisco do álbum The Next Day que David Bowie lança em março próximo.
2013 parece que vai ser o Bowie's Year. Em 23, também, de março abre a primeira mega-exposição sobre o cantor, no Victoria & Albert Museum, em London, c omo escrevi aqui no Flanar em
setembro passado. Long life to the London Boy !!!
domingo, 28 de outubro de 2012
O hit planetário que vem da Coréia do Sul
E a bobagem como arma política
sexta-feira, 7 de setembro de 2012
Bowie é
(foto de John Robert Rowlands, da turnê The Archer Sation to Station Tour - 1976)
No site do museu londrino, os curadores da exposição "Bowie is" explicam que Bowie, como poucos artistas conseguiu ser o catalisador de tendências de moda, música, performance, artes gráficas, teatro, cinema e comportamento.
terça-feira, 7 de agosto de 2012
Caetano, 70 anos
Mas é isso que é a juventude que diz quer tomar o poder?
Vocês têm coragem de aplaudir, este ano, uma música,
um tipo de música que vocês não teriam coragem de aplaudir no ano passado.
São a mesma juventude que vão (sic) sempre, sempre
matar amanhã o velhote inimigo que morreu ontem.
Vocês não estão entendendo nada, nada, absolutamente nada.
Eu vim dizer aqui que quem teve coregem de assumir a estrutura de festival,
não com o medo que o senhor Chico de Assis pediu, mas com a coragem,
quem teve a coragem de assumir essa estrutura e fazê-la explodir foi Gilberto Gil e fui eu!
Não foi ninguém. Foi Gilberto Gil e fui eu!
Vocês estão por fora!
Vocês não dão (sic) pra entender.
Que juventude é essa?
Mas que juventude é essa? Que juventude é essa? Vocês jamais conterão ninguém. Vocês são iguais sabem a quem? São iguais sabem a quem? Tem som no microfone? Vocês são iguais sabem a quem? Àqueles que foram na Roda Viva e espancaram os atores! Vocês não diferem em nada deles, vocês não diferem em nada. E por falar nisso, viva Cacilda Becker! Viva Cacilda Becker! Eu tinha me comprometido a dar esse viva aqui, não tem nada a ver com vocês. O problema é o seguinte: vocês estão querendo policiar a música brasileira. O Maranhão apresentou, este ano, uma música com arranjo de charleston. Sabem o que foi? Foi a Gabriela do ano passado, que ele não teve coragem de, no ano passado, apresentar por ser americana. Mas eu e Gil já abrimos o caminho. O que é que vocês querem? Eu vim aqui para acabar com isso! Eu quero dizer ao júri: me desclassifique. Eu não tenho nada a ver com isso. Nada a ver com isso. Gilberto Gil. Gilberto Gil está comigo, para nós acabarmos com o festival e com toda a imbecilidade que reina no Brasil. Acabar com tudo isso de uma vez. Nós só entramos no festival pra isso. Não é Gil? Não fingimos. Não fingimos aqui que desconhecemos o que seja festival, não. Ninguém nunca me ouviu falar assim. Entendeu? Eu só queria dizer isso, baby. Sabe como é? Nós, eu e ele, tivemos coragem de entrar em todas as estruturas e sair de todas. E vocês? Se vocês forem… se vocês, em política, forem como são em estética, estamos feitos! Me desclassifiquem junto com o Gil! junto com ele, tá entendendo? E quanto a vocês… O júri é muito simpático, mas é incompetente. Deus está solto! Fora do tom, sem melodia. Como é júri? Não acertaram? Qualificaram a melodia de Gilberto Gil? Ficaram por fora. Gil fundiu a cuca de vocês, hein? É assim que eu quero ver.
Chega!
domingo, 15 de julho de 2012
Amy Again
A resenha do jornalista Mauro Ferreira para o "derradeiro trabalho" de Amy Winehouse, bate com o que penso sobre a fabulosa cantora.
O Volume 2 do special dedicado ao agora "mito", sustenta-se quase que inteiramente no álbum "Lioness: Hidden Treasures", lançado no final de 2011.
Eis o set list:
quinta-feira, 12 de julho de 2012
Tributo à melhor cantora destes dias: Amy Winehouse Special by DJ VAMP
Eu gostei, e muito, das inúmeras participações de um dos comentaristas do blog, que vem a ser amigo e colega de profissão de alguns dos membros deste blog. Antes que a falta de tempo me pegue no contrapé. Aproveito uma janelinha do tempo para ofertar esse post a esse comentarista –e, nada mais tenho a declarar.
Pavulagens à parte! Vamos ao special em si.
O tal special está dividido em dois volumes, cujo o 1º Volume vai publicado agora.
Priorizei algumas sobras de stúdio que penso interessantes. Da mesma forma que selecionei com muita calma verdadeiras "jóias" de performances ao vivo, em que o critério determinante foi a qualidade sonora.
Amy Winehouse é um daqueles raros fenômenos do mundo das artes que, vez por outra, literalmente nos "pegam" de surpesa. No contrapé, por que não!?
Trouxe consigo, logo após seu meteórico aparecimento, alegria, talento, surpresa e "alguma" surpresa. Afinal, nestes dias em que vivemos, não seria muito provável uma novata aparecer do "nada" e arrebatar-nos com tamanha dose de talento, embalado numa espiral surpreendente, sinônimo de estilo e personalidade que só os grandes e consagrados artistas sustentam no mainstream.
Fiquem com tudo isso e ouçam essa beleza que pouco ficou entre nós.
Set List
quarta-feira, 11 de julho de 2012
Alexandre Sequeira no TED "Talent Search" em SP
Mais uma* extraordinária participação do artista plástico paraense Alexandre Sequeira no TED. Desta vez no Talent Search.
O evento, que buscava selecionar os participantes do TED Mundo 2013, ocorreu no dia 12 de junho em São Paulo reunindo 22 palestrantes da América Latina. E foi simultâneo em outras 13 cidades do mundo. Amsterdam, Bangalore, Doha, Johannesburg, Londres, Nairobi, Nova Iorque, Seoul, Shanghai, Sydney, Toquio e Tunis.
Segundo me relatou Alex, o desafio foi enorme. Uma platéia de notáveis, aparato tecnológico intimidador e apenas 10 minutos para dar o recado. Em inglês!
Segundo me relatou Alex, o desafio foi enorme. Uma platéia de notáveis, aparato tecnológico intimidador e apenas 10 minutos para dar o recado. Em inglês!
Mas ele, uma vez mais, foi fantástico! Descreveu uma experiência em Lapinha da Serra/MG. E a história que ele contou, com muita naturalidade e emoção, é bela em todos os aspectos possíveis.
Vejam o vídeo.
*A primeira participação de Alex no TED foi no TED Amazônia, falando sobre seu belíssimo trabalho Nazaré de Mocajuba. Você pode ver também clicando aqui.
*A primeira participação de Alex no TED foi no TED Amazônia, falando sobre seu belíssimo trabalho Nazaré de Mocajuba. Você pode ver também clicando aqui.
domingo, 17 de junho de 2012
Produtores investem no retorno da Disco
Difícil achar quem não curtiu alguma das músicas que foram responsáveis pelo sucesso da saudosa "Era Disco".
De olho nesse nicho, os chefões do Show Business resolveram investir pesado em produtores talentosos, contratados à peso de ouro para uma espécie de reentré desse ritmo musical, nas mais badaladas Casas Noturnas, Mundo afora.
Por obra e graça de marqueteiros, a terminologia engendrada mudou de "Disco" para algo, digamos, mais sofisticado (afrescalhado, na minha opinião).
O babado agora chama-se 'Soulful'.
É sou ful isso! Sou ful aquilo. Sou ful pra todo lado. Uma loucura! – Úi!!! É o gritinho mais ouvido quando o Dj de plantão, muda o set para agradar o ávido público.
– Os fãs, imediatamente entram em estado catatônico! Uns desmaiam. Outros fazem muito barulho para chamar a atenção do Dj, deixando bem evidente, que eles estão naquela Casa, tão somente para dançar "sou ful", até o dia raiar! – Úi!!!
Na minha terra, o nome disso é cocotagem! Percebem?
De minha parte, nada contra. Afinal, é música. Boa música, na maioria do que tenho ouvido.
Se você conseguiu ler este texto até aqui. Acredito que você é uma pessoa atenta. No mínimo. Curiosa.
Se for desprovida de preconceitos, é muito provável que gostará deste set.
Bom!
Sou ful para todos!!
– Úi!!! Hahahahahahha!!!!!
quarta-feira, 13 de junho de 2012
Graceland - 25 anos depois
As TVs belgas exibiram o filme na semana passada. Está tudo lá: imagens inéditas da primeira visita de Paul Simon à África do Sul em 1985, as reações contrárias dos que combatiam o vergonhoso apartheid (Simon foi acusado de quebrar o embargo cultural ao regime racista sul-africano), imagens da turnê do disco que durou 5 anos (e que incluía a super cantora Miriam Makeba), além de depoimentos (que vão de Phllip Glass a Quincy Jones). E ainda, imagens recentes, creio que do ano passado, com o reencontro do norte-americano com os músicos que deram a alma à Graceland, e o primeiro concerto comemorativo do jubileu de prata do álbum, ainda em Johanesburgo.
Para quem quiser ver outros vídeos e se interessa em descobrir ou redescobrir Graceland, recomendo o site de Paul Simon - uma viagem pela obra de um dos mais criativos músicos da pop music.
Graceland - 25 anos depois - 2
domingo, 22 de abril de 2012
Balançado praieiro

O melhor da técnica de discotecagem para deleite dos ouvintes.
Em "Royal Becah Party", playlist mixado pela turma de Dj's do projeto "The Royal Darlings", que percorre as melhores boates do mundo, localizadas nas mais exclusivas praias do Planeta; é possível medir a temperatura pelo excelente gosto musical deste set.
Scracth's, delay's com reverb in distoncion, mixer into 4 level's! Vale tudo para essa turma. É uma escola que está influenciando até os mais tarimbados Dj's espalhados em todos os quadrantes desse nosso Mundo.
Aproveitem! Na praia, de preferência ou, claro, dirigindo-se para aquela de sua preferência.
Enjoy your life!!
Set List
1) Le Champagne - Trentemøller / 00.00 min
2) Body Language feat. Booka Shade (Tocadisco Remix) / M.A.N.D.Y., Booka Shade - 03.40 min
3) Love Hits the Fan (Dcup Remix) - Phonat / 06.26 min
4) Club Lonely - Craig Jensen feat. Gina Foster / 09.01 min
5) Empty Streets (Glitterarti Remix) - Late Night Alumni / 13.31 min
6) One Fine Day (Cicada Mix) - Jakatta / 16.12 min
7) Groovy Obsession (Original Mix) - NDKJ & van Pica / 19.20 min
8) The Money (Astro Turf Remix) - Inland Knights / 23.21 min
9) This Feeling (Original Mix) - Mikel Curcio / 29.00 min
10) Baby I'm Yours (Aeroplane Remix) [feat. Irfane] - BreakBot / 32.01 min
11) Love the Way - Danism / 37.42 min
12) Tekuna (Original Mix) - NiCe7 / 40.29 min
13) White Knuckle Ride (Alan Braxe Remix) - Jamiroquai / 43.58 min
14) Elo (Original Mix) - Dj Pp / 49.41 min
15) Lost In the Streets of NYC (Boris Werner Remix) - Tom Trago / 51.56 min
16) Double Kross (Lauer & Canard feat. Greg Note Remix) [feat. Viveen Wray] - Patrick Hagenaar / 57.42 min
17) Blue Jeans (Penguin Prison Remix) - Lana Del Rey / 60.57 min
18) Forever (Ramon Tapia Remix) - James Talk, Ridney / 65.48 min
19) Dream On (New Version) - Robyn / 70.10 min
20) Kids (Soulwax Remix) - MGMT / 72.59 min
21) Wes Levels (Ronnsn & Sky Nobel Bootleg) - Fritz Kalkbrenner vs. AVICII / 78.35 min
22) Million Voices - Otto Knows / 80.55 min
23) Ocean Drive (Open your Mind) [Vocal Mix] {feat. Monia Amore} - David Penn / 82.42 min 24) Higher (DJ Mind Peaktime Remix) - Giulia Siegel & Kamala / 85.50 min
25) Two Dots (Nic Fanciulli Remix) - Lusine / 92.10 min
26) Love Don't Pay the Rent (The Jinks Work-Shy Dub) - Moné / 79.02 min
27) Dixie Yure - By Defection / 101.05 min
28) Reveal (Extended Mix) - East & Young / 106.33 min
29) Love And Happiness - River Ocean (Yemaya Y Ochon) (Feat. India - Michel Cleis Floreo Remix) / 110.03 min
30) You Got Me Burning Up (Supernova Remix) [feat. Loleatta] - Cevin Fisher / 114.45 min
31) Must Be the Music (Crazibiza Club Mix) - Joey Negro / 120.10 min
32) Control Room - Fedde le Grand / 124.24 min
33) We're All No One (Original Mix) [feat. Afrojack & Steve Aoki] - NERVO / 128.33 min
34) Resurrection (Axwell's Recut Club Version) - Michael Calfan / 131.25 min
35) Sunglasses at Night (D.I.M. Remix) - Tiga & Zyntherius / 133.32 min
36) Makes Me Feel Good - Robbie Rivera / 136.53 min
37) Milky Way - Mord Fustang / 139.59 min
38) One Look (Axwell vs. Dimitri Vegas & Like Mike Remix) - David Tort feat. Gosha / 138.48 min
39) Get Deep (Dirtie Clouds Bootleg) - Fake Blood, Canblaster, Funkin Matt, Teki Latex_PN / 148.12 min
40) Too Close (Twelve Miles to Trona Youtube Version) - Alex Clare / 152.48 min
1) Le Champagne - Trentemøller / 00.00 min
2) Body Language feat. Booka Shade (Tocadisco Remix) / M.A.N.D.Y., Booka Shade - 03.40 min
3) Love Hits the Fan (Dcup Remix) - Phonat / 06.26 min
4) Club Lonely - Craig Jensen feat. Gina Foster / 09.01 min
5) Empty Streets (Glitterarti Remix) - Late Night Alumni / 13.31 min
6) One Fine Day (Cicada Mix) - Jakatta / 16.12 min
7) Groovy Obsession (Original Mix) - NDKJ & van Pica / 19.20 min
8) The Money (Astro Turf Remix) - Inland Knights / 23.21 min
9) This Feeling (Original Mix) - Mikel Curcio / 29.00 min
10) Baby I'm Yours (Aeroplane Remix) [feat. Irfane] - BreakBot / 32.01 min
11) Love the Way - Danism / 37.42 min
12) Tekuna (Original Mix) - NiCe7 / 40.29 min
13) White Knuckle Ride (Alan Braxe Remix) - Jamiroquai / 43.58 min
14) Elo (Original Mix) - Dj Pp / 49.41 min
15) Lost In the Streets of NYC (Boris Werner Remix) - Tom Trago / 51.56 min
16) Double Kross (Lauer & Canard feat. Greg Note Remix) [feat. Viveen Wray] - Patrick Hagenaar / 57.42 min
17) Blue Jeans (Penguin Prison Remix) - Lana Del Rey / 60.57 min
18) Forever (Ramon Tapia Remix) - James Talk, Ridney / 65.48 min
19) Dream On (New Version) - Robyn / 70.10 min
20) Kids (Soulwax Remix) - MGMT / 72.59 min
21) Wes Levels (Ronnsn & Sky Nobel Bootleg) - Fritz Kalkbrenner vs. AVICII / 78.35 min
22) Million Voices - Otto Knows / 80.55 min
23) Ocean Drive (Open your Mind) [Vocal Mix] {feat. Monia Amore} - David Penn / 82.42 min 24) Higher (DJ Mind Peaktime Remix) - Giulia Siegel & Kamala / 85.50 min
25) Two Dots (Nic Fanciulli Remix) - Lusine / 92.10 min
26) Love Don't Pay the Rent (The Jinks Work-Shy Dub) - Moné / 79.02 min
27) Dixie Yure - By Defection / 101.05 min
28) Reveal (Extended Mix) - East & Young / 106.33 min
29) Love And Happiness - River Ocean (Yemaya Y Ochon) (Feat. India - Michel Cleis Floreo Remix) / 110.03 min
30) You Got Me Burning Up (Supernova Remix) [feat. Loleatta] - Cevin Fisher / 114.45 min
31) Must Be the Music (Crazibiza Club Mix) - Joey Negro / 120.10 min
32) Control Room - Fedde le Grand / 124.24 min
33) We're All No One (Original Mix) [feat. Afrojack & Steve Aoki] - NERVO / 128.33 min
34) Resurrection (Axwell's Recut Club Version) - Michael Calfan / 131.25 min
35) Sunglasses at Night (D.I.M. Remix) - Tiga & Zyntherius / 133.32 min
36) Makes Me Feel Good - Robbie Rivera / 136.53 min
37) Milky Way - Mord Fustang / 139.59 min
38) One Look (Axwell vs. Dimitri Vegas & Like Mike Remix) - David Tort feat. Gosha / 138.48 min
39) Get Deep (Dirtie Clouds Bootleg) - Fake Blood, Canblaster, Funkin Matt, Teki Latex_PN / 148.12 min
40) Too Close (Twelve Miles to Trona Youtube Version) - Alex Clare / 152.48 min
Apenas um set de deep house
Deep house é um estilo da chamada house music – sucessora da Disco Music – que pode ser distinguido por uma série de características: batidas por minuto entre 110 a 130 bpm; ênfase em percussões incluindo: programação simples mas harmônica de bateria; transições sutis e poucos "picos de euforia" musical, predominância de notas menores e sustenidas nos instrumentos; frequente uso de reverberação, delay e efeitos de filtros em geral; frequentemente uso de vocais ou samples de vocais.
Me dê a sua mão. Vamos dançar um set de Deep House!
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