quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
Sobre o atendimento às vítimas de Santa Maria-RS
sábado, 21 de janeiro de 2012
Curiosidade
No iTunes, deparei-me com a possibilidade de possuir um livro dos The Beatles: O Submarino Amarelo. A mensagem anima à todos, pois trata-se de raro ato de presentear os usuários do iTunes.
O arquivo foi baixado, porém, nunca consegui executá-lo.
- Dr. Carlos. Vossa Senhoria pode me ensinar como faço para acessar o conteúdo do arquivo em tela?
O círculo das oportunidades
Nosso Lar é um lugar não muito simpático à moradia segura de humanos.
Eu nascí em Marabá. Adoro a cidade. É muito interessante o lugar. Entretanto, a natureza não pergunta a niguém, se aqui ou acolá é seguro, não tem enchentes, queda de morros, terremotos, cataclismas, tufões ou demais manifestações da própria natureza.
Os marabaenses sabem que o Tocantis enche todo o ano e represa o Itacaíunas, no que resulta em enchente nas áreas mais baixas da cidade. Ninguém muda das áreas alagadas. Por quê será?
- Boa pergunta.
Da mesma forma, outras cidades, aqui e em outros países, são notícias quando a natureza se faz presente com suas manifestações, digamos, fora do combinado com os russos. Ai reside as oportunidades.
- Acredito que são variadas e de certa forma extraordinárias.
Penso também que é uma chance para demonstração individual de testar, na prática, se somos uma orquestra, ou apenas, solistas.
sexta-feira, 25 de março de 2011
Siouxsie & The Banshees: A 5ª essencia do pós punk

Sabe aqueles dias que o sujeito (a) chega em casa totalmente consumido por uma jornada puxada e que a única coisa que deseja é tomar uma ducha quente, e no caminho do banheiro tomar uma dose de scotch?
– Pois é exatamente assim que estava quando cheguei essa noite em minha casa.
Liguei o possante. Passei rapidamente a vista nas opções e, vai saber por quê? Resolvi selecionar uma sequência aleatória da banda pós-punk Siouxsie & The Banshees.
Aumentei o som e fui para o banheiro.
Na segunda música, uma energia invisível me deslocou – como numa máquina do tempo – para a Belém de 1983.
– Lá embaixo, no piso térreo de minha casa. Enquanto acionava a forma de gelo para preparar um drink pós happy hour que não rolou – Brasília apresenta aos moradores um clima maluco: mistura de secura, chuva e calor dos infernos (nunca fui lá, mas parece que deve ser assim) –, aproveitei para brincar um pouco com meu cãozinho.
Sua companheira, bem mais velha, morreu quando estive em Belém há três semanas atrás.
A nossa poodle Lessie, morreu de causas naturais, por velhice – ela tinha 17 anos –, mas era a namorada do vigoroso Teddy. Um patife de raça misturada que, agora, faz carreira solo no terreno daqui.
Pois bem.
Enviei uma senha de prioridade para meu servidor dedicado e fiz um upload do especial da banda em tela para que os leitores do blog, possam avaliar, segundo seus próprios critérios, o quanto eu penso que Siouxsie & The Banshees influenciou e continua influenciando bandas supermodernas como The Strokes, Pulp, The Fall, Muse... e mais uma plêiade de promessas para esses dias de século XXI.
Seria ótimo que os vestais que soltam sentenças a torto e a direita, pudessem, um dia, prestar um pouco a atenção nas letras dessa bandas referencial.
E nesses dias que hoje vivemos, diga-se de passagem: quebram ditadores. Desnudam vagabundos que adoram praticar o assalto ao dinheiro público e tiram de circulação, a bem do serviço público e regozijo da sociedade, funcionários públicos, pagos com nossos impostos, que não merecem estar entre nós a nos julgar.
Dias em que a Justiça tenta – jamais conseguirá – calar a boca de Lúcio Flavio Pinto, Ana Célia Pinheiro e Augusto Barata e o jornal O Estado de S. Paulo.
Dias de alegria e cansaço por aqui. De preocupação e indignação com a Justiça do Estado do Pará, aplaudidas por um nicho de porcas lideranças covardes que, muito brevemente, mergulharão em suas insignificâncias.
Pós-punk como remédio contra o recrudescimento da censura.
– Xô!
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Act!onaid mantém seu trabalho no Haiti
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
História real: o drama dos sobreviventes no Haiti*

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Act!ionaid agradece ao blog

Trabalho na comunicação da ActionAid e agradeço a doação. A organização é realmente séria, como prova a distinção que recebemos da ONU em 2007 como uma das 20 organizações mais competentes do mundo.
Aqui no Brasil, estamos há dez anos, realizando trabalhos em 13 estados. Para conhecer mais, por favor acessem www.actionaid.org.br. E para apadrinhar uma criança, nossa forma de viabilizar projetos nas áreas de alimentação, educação, moradia, igualdade entre homens e mulheres, raças e etnias nas comunidades, acessem www.mudeumavida.org.br.
obrigada mais uma vez!
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Act!ionaid presta contas
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sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Cônsul do Haiti desculpa-se em coletiva à imprensa
Lula sugere pool para recuperação econômica do Haiti
A idéia imediata, é que os países disponibilizem recursos para a implantação de um grande programa de produção de etanol naquele país. Sugestão primordial de Lula.
O Brasil entraria com a espertize da tecnologia similar ao Programa Nacional de Produção de Álcool Combustível, reconhecidamente um sucesso global.
Analistas brasileiros consultados, porém, levantam que só isso não será suficiente. O ideal, segundo os cientistas, especialistas nas características daquele país; atenderia pelo nome de diversificação desses programas e/ou projetos.
Particularmente, levanto outras questões, e essas circunscritas à soberaria do Haiti, que, mesmo arrasado, é um país.
A primeira questão é:
- A inicitiva não seria um neocolonialismo?
- A população será consultada?
- Quem ganhará com isso?
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Solidariedade em Ritmo de Vírus; Ou não.
Cuba disponibilizou mais 30 médicos, além da centena que antes ali já se encontrava como médicos de família.
Não existem informações confiáveis sobre a mortalidade verificada entre as equipes de saúde, mas é certeza que a insuficiente rede física de saúde do país colapsou, foi destroçada.
A repercussão da crise econômica nas bolsas pode ser responsável pela mudez do mundo musical pop quanto a situação calamitosa dos haitianos. As chances de um We are the world ou de um Live Aid são remotas. Dai que não ofende perguntar onde anda o tuxaua Caetano, sempre disposto a questionar se o Haiti é aqui.
Outras formas de ajudar os desabrigados do Haiti
Há várias formas de fazer as doações, por meio de entidades reconhecidas por seu trabalho humanitário. Aqui você tem dados de algumas delas.
Da minha parte, fiz uma doação ao ActionAid. É só clicar neste link correspondente e seguir as instruções. As doações podem ser feitas em cartão de crédito, débito em conta ou boleto bancário.
Solidariedade paraense ao Haiti
O Instituto fica na Rua Gama Abreu, esquina com a Avenida Serzedelo Corrêa, no centro de Belém, em frente à Praça da República, Praça das Sereias e Edifício Manoel Pinto da Silva.
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Atualizado às 17:51 hs.
O Portal ORM esclarece que a Defesa Civil ainda não elaborou nenhum plano de arrecadação de donativos, vinculado ou não à ação do IEEP. É preferível, portanto, aguardar a confirmação do contato das instituições.
quarta-feira, 15 de julho de 2009
As Flores do Mal
Não creio que se pudesse (ou se tiver podido) vê-las, Juca as condenaria (ou as tenha condenado). Boa praça e educadíssimo como era, talvez risse e agradecesse as flores, deixando um comentário sarcástico. Colocaria assim quem pretendia homenageá-lo em seu devido lugar.
O fato é que, em um velório onde se fizeram presentes muitos formadores de opinião da terra - jornalistas, acadêmicos, publicitários, profissionais liberais, dentre outros - soa como marketagem, digamos assim, as flores enviadas; uma tentativa de livrar a cara, dar uma de bacana, para usar a linguagem das ruas, perante familiares e amigos de um crítico ácido de seus descaminhos. Afinal, flores em vida, como reclamava Nélson Cavaquinho, não houve.
O que se cola à retina e à memória é a imagem de uma tentativa de dizer que as administrações municipal e estadual estão acima das contendas políticas. Esquecem-se (ou não notaram, o que seria pior) que os combates tramados no Quinta Emenda não eram em defesa desta ou daquela tese, deste ou daquele partido. Eram, isto sim, combates em favor da cidadania, dos direitos humanos, de uma vida melhor neste Estado pobre e desassistido. O recado claro era que os donos do poder nesta terra fazem mal a ela e a seus habitantes, são seus algozes quando deveriam ser seus pastores.
Quisessem ser sinceros, que enviassem flores em seu próprio nome, como seres humanos, e não sob a impessoalidade do cargo ou das esferas de poder que chefiam. Seria, no mínimo, mais simpático.
terça-feira, 14 de julho de 2009
Sem palavras
Estou absolutamente chocado com a ausência de nosso amigo Juvêncio de Arruda.
Prefiro não escrever nada. Estou de luto.
Lúcia e eu enviamos nossas mais sinceras condolências à família.