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segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Deep web: yottabytes de mistério


Página inicial doThe Hidden Wiki, o "Google" do subsolo da internet

Se é realmente verdade que a internet indexada na qual navegamos, a dita surface web, representa apenas 10% de todo o conteúdo global, é de se supor que a gigantesca parte oculta deste iceberg de informações, a misteriosa deep web, tenda a aumentar mais e mais após os recentes escândalos de vigilância ilegal sobre os cidadãos do mundo, exercida há muitos anos pelo governo dos EUA.
Muitas lendas cercam a deep web e a sua própria origem é distorcida por uma cortina de incertezas.
O fato é que a matemática complexa de anônimos programadores ajudou a desenvolver um dos melhores softwares de proxy de todos os tempos, o TOR (The Onion Router), que permite acesso anônimo e clandestino a fóruns, sites de compartilhamento e portais para praticamente todos os assuntos que possam interessar os humanos, inclusive (e principalmente) os mais sombrios.
E o TOR, por sua vez, responde por apenas 25% da deep web;
Todo tipo de aberrações comportamentais e crimes habitam esse mundo virtual de sombras.
Hackers e polícia cibernética travam batalhas contínuas e ocultas pelos firewalls que nos impedem de vislumbrar transações envolvendo prostituição, pedofilia, necrofilia, zoofilia, suicídios, satanismo, tráfico de pessoas e órgãos, sequestros, assassinato, narcotráfico e fraudes bancários, entre outras atividades de muitas naturezas, inclusive política.
Se queremos anonimato, ou pelo menos discrição em relação a nossas vidas privadas, então não devemos nem nadar na superfície (não esqueça: Big Brother is watching you!) e muito menos mergulhar num universo misterioso onde só surfa que tem conhecimento e/ou interesses fortes para tal.
Manter-se off line pode ser o único caminho para a liberdade.

Para informações adicionais sobre o "lado negro" da deep web sugiro matéria do blog Isso è Bizarro (cuidado com as imagens, que podem chocar facilmente o leitor desavisado).

Para vislumbrar o "lado mais claro", como a disseminação cultural e do conhecimento e a proteção das informações, indico matéria da Revista Galileu.

Desta última, copio e colo o que para mim resume a deep web:

 “Oi, eu sou a Humanidade e quando não tem ninguém olhando é isso que eu faço”


domingo, 3 de março de 2013

The English National Ballet is Harlem Shaking

O jornal inglês  The Guardian chama de um fenômeno víral do You Tube. Já o jornal português O Público resume: "Difícil de explicar, fácil de dançar" . O certo é que a onda ataca até mesmo grupos acima de qualquer suspeita; gente que estaria em ambiente fora do alcance das ondas "populares". Prova disso é que na semana passada, nada menos que o The English National Ballet caiu no Harlem Shake. Eu acho é ótimo.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Tentativa de explicar

Scylla Lage Neto já havia escrito sobre os vídeos vistos por milhões de pessoas na internet no post o Inexplicável e  Imponderável , em 24 de janeiro passado: "Alguns vídeos atingem um tal grau de popularidade no You Tube que fica difícil explicar o porque de tantas visualizações.", escreveu meu confrade.
Hoje, me deparei no site do jornal DeMorgen com este vídeo: Madeline + Train = Sheer Delight. A pequena Madeline Dubois,em Nashville, Tennessee (USA), pega seu primeiro trem como presente no 3° aniversário dela. Em quase um ano, o vídeo já teve mais de 16 milhões de visualizações.
Acho que neste caso, o ingrediente maior é a descoberta pelos olhos de uma criança. Rever esse assombro diante do mundo nos faz lembrar nossas próprias descobertas. Só espero que o mundo tenha deixado a Madeline em paz. Pois já consigo imaginar o assédio da mídia. Que o pai dela, responsável pelo vídeo, tenha o discernimento suficiente.
Lembro de um caso aprecido aqui na Bélgica. mas o personagem estava no outro lado do curso da vida.   Eugène Breynaer, um aposentado flamengo de 87 anos, mostrava, num programa de TV, como estacionava o carro dele numa garagem apenas 6 cm mais larga que o carro. O vídeo caiu no Youtube e foi visto por mais de 3 milhões de pessoas em poucas semanas. Eugène recebeu dezenas de equipes de TV, jornais, sempre como o mesmo pedido: que ele refizesse a proeza. Num determinado momento adoeceu e a família teve que intervir e exigir que deixassem o aposentado em paz.

terça-feira, 27 de novembro de 2012

O Kobo da Cultura

Kobo (divulgação)

O mercado do livro no Brasil tem crescido muito nos últimos anos. Ao que parece, esse crescimento não é fruto da melhora no nível educacional da população, mas do aumento da renda média do brasileiro. Em outras palavras, o livro é tratado como bem de consumo, e não como bem cultural - daí porque os títulos mais vendidos são os de auto-ajuda ou best sellers, como a "saga" Crepúsculo, as obras do indefectível Paulo Coelho ou os manuais de marketing pessoal e profissional.

Boa parte das vendas no país ainda é dos tomos em papel. O livro digital é parte muito pequena do mercado, em parte porque as grandes livrarias brasileiras não haviam se interessado pelo produto. O livro digital ainda era mais facilmente encontrado nas bookstores estrangeiras, sendo a principal delas a Amazon.com.

Eis que o Natal de 2012 revela uma novidade que talvez melhore esse cenário: a Livraria Cultura, uma das maiores do Brasil, acaba de divulgar o lançamento de seu e-reader, nos moldes do Kindle, da Amazon. A empresa paulista utilizará o modelo Kobo (quase um bife japonês) e promete fazê-lo chegar ao consumidor nacional com 30.000 títulos disponíveis.

Resta saber se a promessa de tantos títulos se concretizará no vernáculo. Afinal, a Amazon possui milhões de livros disponíveis para quem se dispuser a pesquisar, mas desses somente uma parte ínfima é em português.

De todo modo, a iniciativa da Cultura não é nada ruim para quem, há dois anos, possuía míseras 1.000 obras em seu catálogo. A intenção é bater a maior livraria virtual do país, a Gato Sabido, que hoje possui menos de 7.000 títulos em suas estantes digitais. Oxalá venha mais.

sábado, 4 de agosto de 2012

E o "Bob Moog Doodle" deu caldo!

Você deve lembrar deste Google Doodle
Lançado originalmente em maio deste ano, este doodle homenageava o pioneiro da música eletrônica Robert Moog

Ao lançar o antológico Moog Synthesizer, Bob Moog não só aperfeiçoou a tecnologia eletrônica primordial dos sintetizadores. Conseguiu também embuti-la em um equipamento (caixa de madeira com teclas e vários knobs)  transportável portátil. Estavam criadas as condições para que o produto se expandisse mundialmente.

Contudo, o objetivo deste post não é falar sobre Bob Moog. O destaque é para o extraordinário doodle feito em sua homenagem, bem como para alguns interessantes desdobramentos.

Utilizando tecnologia sofisticada, o Bob Moog Doodle é totalmente tocável! E está disponível para uso imediato clicando aqui

O doodle é aparentemente simplório. No limite, você só precisa usar as teclas de seu computador para executar os famosos timbres produzidos pelo Moog Synthesizer original. Experimente! 

Entretanto, se você utilizar com mais paciência, vai descobrir que o Moog Doodle é realmente bastante sofisticado. Todos os knobs e ítens disponíveis na imagem são clicáveis e vão modificar os timbres disponíveis por default. Além disso, á direita do sintetizador,  há um gravador de rolo onde você poderá até gravar os sons que produzir. 
Imagem: The Christian Science Monitor

Se você realmente se entusiasmar, descobrimos um site dedicado a explicá-lo muito bem. O The Christian Science Monitor além de publicar este excelente tutorial, elegeu as 10 melhores músicas produzidas exclusivamente com o Moog Doodle.

Vejam o exemplo abaixo.



É lógico que o autor, após gravar dois fraseados distintos produzidos no doodle, utilizou um editor de áudio para agrupá-los em camadas. O resultado ficou mais consistente
Interessante, não?

Leia mais sobre:

terça-feira, 10 de julho de 2012

At the garden


Como diz nosso amigo Raul Reis, tem muita gente que gosta de um furdunço: aquele tipo que diz "vai haver grande evento? vai ter uma multidão? Opa, então tô lá". Se você é desse tipo e quer se arriscar a ir, em cima da hora, aos Jogos Olìmpicos em Londres prepare-se para desembolsar muitas libras, pois os hotéis na terra da rainha estão pela hora da morte. E a capital britânica - segundo amigos que já estão por lá - fervilha. Imaginem a partir do próximo dia 27.
Mas, alternativas de hospedagem sempre há. Uma delas é acampar num quintal. E há até mesmo um site especializado nesse tipo de oferta: é o  Campin my garden. Eles publicam possibilidades de campings em cidades na Europa onde acontecem grandes eventos de verão. No caso de Londres, os  preços  variam de 10 até 30 libras por pessoa por dia - com acesso a banheiro, conexão wi-fi, e até mesmo, em alguns casos, fornecimento da tenda  e possibilidade de fazer churrasco.
O site é completo. Chega até mesmo a indicar quais as atrações na vizinhança. Bem, os jardins ingleses são sempre bonitos e o inconveniente fica por conta da chuva, mas para quem gosta de um furdunço, isso não é nada.

terça-feira, 29 de maio de 2012

"Scams" prometem milhagens e roubam seus dados

O e-mail fraudulento prometendo vantagens e promoções não é novidade. Conhecido como "scam", o golpe agora parece estar utilizando as milhagens de companhias aéreas como atrativo para capturar dados dos usuários incautos. E ganhou um upgrade: agora, eles estão razoavelmente bem redigidos.
O texto em português chulo e risível costumava ser uma das características mais marcantes dos scams de outros tempos. Mas os fraudadores parecem estar aperfeiçoando as iscas.
Vejam o exemplo abaixo.

A captura de tela acima, é um legítimo e atual scam envolvendo a TAM e seu programa de milhagens. Percebam, que apesar de primário, o texto é muito mais cuidadoso do que o habitual. 

Ao observarmos o cabeçalho do e-mail, notamos que os meliantes tomaram o cuidado de simular um remetente "legítimo".

Contudo, ao passarmos o mouse sobre o link recomendado no e-mail e conferirmos a URL associada a ele no rodapé do software de e-mail, flagramos a fraude. O endereço é absolutamente estranho a empresa aérea, possui domínio .za, possivelmente hospedado na África do Sul. 

Ao clicar nele, a vítima será encaminhada a um formulário fraudulento solicitando dados pessoais e (certamente) login e senha de acesso ao programa de fidelidade da TAM. 
Não por acaso, o Catálogo de Fraudes da RNP, conhecido como CAIS, elenca inúmeras outras ocorrências envolvendo o nome da empresa aérea.

Portanto, esteja atento. Nada de bom chega de graça até você. NADA!

terça-feira, 24 de abril de 2012

Nasce o "Google Drive"

Seguindo os passos do iCloud, foi anunciado hoje o Google Drive. Trata-se de mais um serviço de armazenamento online que promete 5 gbytes inteiramente grátis pra você guardar seus arquivos, podendo acessá-los quando desejar, a partir de qualquer computador com conexão à web.
Integrado com o Google Docs, o serviço já apresenta um app para usuários da plataforma Android (Download aqui).



Veja acima o vídeo oficial de lançamento, disponível no Google Blog UK.

O Google Drive ainda não está plenamente disponível. Mas visitando o website oficial, você pode entrar na fila para ser avisado quando ele estiver pronto.
Para mais informações, dê uma passada aqui no Blog MacMagazine.

[Via Cult of Android]

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Os "Doodles" nossos de cada dia


Quem já abriu o Google deve ter apreciado o belo doodle animado (captura de tela acima) que hoje  homenageia o fotógrafo inglês Eadweard J. Muybridge (9 de abril de 1830 – 8 de maio de 1904).

Atualmente, abrir a extraordinária ferramenta de busca de Sergei Bin/Larry Page e encontrar esses mimos, vem se tornando algo quase corriqueiro na vida online. Contudo, a despeito de cada vez mais frequentes, estas belas e elegantes homenagens gráficas trazem sempre surpresas e conteúdo. Seja pelas belas alegorias gráficas em torno da famosa logomarca (algumas vezes nem percebida), seja pela sofisticada tecnologia embutida, os Google Doodles são um espetáculo à parte
.
Fascinado, há tempos habituei-me a colecioná-las, salvando-as quando possível em uma pasta dedicada. O termo "quando possível" é proposital. Afinal, dependendo da tecnologia associada, não é simples  salvá-las (embora possível). Como é o caso das sofisticadas imagens animadas em HTML 5, como parece ser o doodle de hoje. Conheça outros extraordinários exemplos clicando aqui, aqui e aqui. Não deixe de clicar nestes links. Perceba como alguns doodles podem ser sofisticados à ponto de nos fazer supor uma não desprezível estrutura de bastidores para produzi-los.

Como sempre faço, cliquei na imagem de hoje para saber que digna personalidade mereceu a honrosa homenagem desta segunda-feira. O primeiro link que surge na extensa lista de informações relacionadas ao inglês Muybridge, encontrei um interessante texto do (para mim, desconhecido) Alagoinhas Notícias. Lá, além de conhecer alguns detalhes do homenageado, encontrei uma síntese da origem e trajetória dos queridos doodles. Logo em seguida, acabei chegando provável a fonte original do website: a Página Oficial dos Google Doodles

Saibam então, que essas belezinhas tem uma história que começa em 1998 com a pretensa mensagem cômica abaixo, em que os fundadores Bin e Page tentavam informar que estariam fora do escritório participando de um evento cultural.


Apesar da simplicidade e gosto duvidoso da imagem pioneira, a iniciativa vingou. Alguns outros foram feitos em seguida. Foi então que 2 anos depois, Bin e Page solicitaram ao então webmaster estagiário Dennis Hwang um logo comemorativo ao Dia da Bastilha. Ele responderia com a imagem abaixo.


A iniciativa agradou os usuários e terminou por catapultar espetacularmente o talentoso estagiário à condição de doodler chefe do Google. Hwang, segundo a Wikipedia americana, até o presente momento é o mais importante webmaster da empresa.

Para conhecer a completa (e extensa) galeria de grafismos comemorativos produzidos em torno da logomarca do Google, é indispensável clicar aqui
Lá mesmo, além de mais alguns detalhes da história que resumi acima, você vai conhecer isso aqui.


Nem sei porque, mas confesso que me surpreendi com o achado.
Na Loja do Google Doodle, você pode encomendar seu doodle favorito associado a uma boa variedade de produtos como camisetas (U$ 18,00), canecas (U$ 17,00),  e até pranchas de skate (U$ 60,00).

Mas afinal, quem foi Eadweard J. Muybridge mesmo? Experimente. Clique no doodle de hoje. Ou então aproveite este nosso atalho aqui.

domingo, 4 de março de 2012

Rede 4G da Sky apenas em algumas regiões do Distrito Federal



Passados quatro meses do lançamento da Rede 4G pela Sky que optou pela utilização de rede TD-LTE, em Brasília (a primeria em toda a região das Américas) tem 70 estações radiobase (ERBs) e cada uma delas está dimensionada para suportar 2,5 mil assinantes, a maioria das regiões ainda não receberam o serviço. A empresa começou a disponibilizar o acesso 4G com duas ERBs de quatro portadoras em funcionamento, ocupando 20 MHz de espectro, mas essa capacidade pode ser facilmente expandida para 40 MHz se houver necessidade. As taxas de transmissão no downstream e upstream estão assimétricas, nesse primeiro momento.

O serviço já está operando em todo o Plano Piloto (Asas Sul e Norte, Lagos Sul e Norte), além das cidades satélites de Águas Claras e Sobradinho. A direção da companhia diz que desde o dia 23 de janeiro, o serviço será expandido para as demais cidades que compõem o Distrito Federal. Na verdade, a expansão está lenta, senão parada.

A companhia
oferece pacotes de 2 Mbps e 4 Mbps, que também poderão ser adquridos por quem não é cliente de TV por assinatura. As baixas taxas disponibilizadas, considerando que o LTE pode chegar a 100 Mbps, pode indicar que, de fato, a Sky pretende se diferenciar dos concorrentes na questão da qualidade.

– Por quê?

– O presidente da Sky, responde: "A gente entende que essa história de vender 10 Mbps e entregar 1 Mbps não funciona", afirma o presidente da companhia, Luis Eduardo Baptista (Bap). "Espalhou-se muito a ideia de que 100 Mbps é melhor do que 10 Mbps. Mas se eu vendo 100 e entrego cinco, e se vendo 10 e entrego 8, 10 é melhor que 100", ironizou. A Sky também está deixando claro que a experiência comercial em Brasília será um laboratório para que então se decida ou não pela expansão da oferta para outros mercados.

"Quando você fala que é mais caro, eu acho que depende. Porque quem vende 10 Mbps e entrega 1 Mbps, esse pode ser mais caro", analisa. Além da venda da banda larga avulsa, foram criados pacotes de acesso em alta velocidade mais TV por assinatura. Os preços começam em R$ 129,80 e podem chegar a R$ 379,70.

Marco regulatório – Cá pra nós. É muito, mas muito caro mesmo para alguns habitantes da Capital Federal que possuem a maior renda per capta da América Latina o serviço oferecido pela Sky.

Nas audiências públicas que estão sendo promovidas pelo Governo para estabelecer um novo Marco Regulatório das Telecomunicações no país, um dos 20 pontos fundamentais listados findo a I Conferência Nacional de Comunicação (CONFECOM), destaco o Capítulo 5 do documento, que é claro:
"Os serviços de comunicação considerados essenciais, relacionados à concretização dos direitos dos cidadãos, devem ser tratados como serviços públicos, sendo prestados em regime público. No atual cenário, devem ser entendidos como essenciais a radiodifusão, os serviços de voz e especialmente a infraestrutura de rede em alta velocidade (banda larga). Enquadrados dessa forma, eles estarão sujeitos a obrigação de universalização, chegando a todos os cidadãos independentemente de localização geográfica ou condição socioeconômica e deverão atender a obrigações tanto de infraestrutura quanto de conteúdo, tais como: prestação sem interrupção (continuidade), tarifas acessíveis (no caso dos serviços pagos), neutralidade de rede, pluralidade e diversidade de conteúdo, e retorno à União, após o fim do contrato de concessão, dos bens essenciais à prestação do serviço."

Expansão do 4G – A antiga ITSA tem frequência de 2,5 GHz em 12 cidades operadas pela Sky, mas a expansão do serviço 4G para fora de Brasília, embora seja tecnicamente simples, já que não envolve obras civis, por exemplo, depende do sucesso do produto na capital federal. A Sky não parece estar muito interessada no leilão de 2,5 GHz neste momento, justamente porque a expansão vai depender desse desempenho inicial. "Se a a gente tiver muito sucesso em Brasília a gente pode considerar concorrer com os tubarões", afirma o presidente da Sky. A operadora, contudo, pleiteou junto à Anatel os 10 MHz a que tem direito no espectro destinado a tecnologias de FDD.

Empresas desrespeitam Código do Consumidor – Um número alto de reclamações fez com que o Inmetro avaliasse o serviço oferecido pelas operadoras”, de acordo com Rodolfo Sabóia, chefe da divisão de telecomunicações do Inmetro.

A análise foi feita em parceria com a Agência Nacional de Telecomunicações, a Anatel, e o Comitê Gestor da Internet, que monitora o funcionamento da rede no nosso país.

Durante dois meses, um equipamento desenvolvido pelo comitê foi instalado na casa de voluntários. Em São Paulo, foram testados o Virtua, da Net, e o Speedy, da Telefônica, que juntos respondem por 91,14% dos assinantes paulistanos.

Leia o restante da notícia aqui. O resultado é algo tão aviltante que a sociedade tem que se mobilizar para exigir o cumprimento do Código do Consumidor.

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Primeira reportagem sobre "correio eletrônico" no Brasil

Assista com atenção o vídeo abaixo. Além de histórico, ele é hilariante.



O ano era 1990. A reportagem do Jornal da Record mostrava a grande novidade da época em São Paulo: alguma "coisa" que eles chamavam de "correio eletrônico". Levando em conta a época e pelo que pude entender na reportagem, não se tratava exatamente daquilo que conhecemos como atualmente como "e-mail'. Mas funcionava da mesma maneira. Talvez fosse um serviço baseado nas extintas BBSs, que com  um software dedicado, possibilitavam a comunicação entre os então "aficcionados" por computadores.
 
Fazendo um rápido parêntese, algum dos leitores chegou a utilizar uma BBS?
Pois eu cheguei a usar este serviço por um curto período. Com auxílio de um estão poderoso (e caro) modem US Robotics de espantosos 14400 bps  conectado a linha telefônica, cheguei a fazer algumas transferências de arquivos a incrível velocidade de 3 ou 7 kbps!!! Reclamem agora das velocidades 3G!!
E era mesmo tudo muito "punk". Após ouvir aquele conjunto inesquecível de ruídos toscos, característicos do chamado handshaking do modem,  o que você via, era mais ou menos o que mostra a imagem abaixo.

Uma BBS em tela de fósforo verde. Imagem: Wikipedia
Voltando ao vídeo, o interessante mesmo, é ouvir a opinião de um "especialista" da época, ressaltando entre as vantagens do serviço, a possibilidade de compartilhamento de software entre os usuários "a custo zero", levando em conta que "hoje o software é uma das coisas mais caras na área de informática". 

[Via Google+/Antonio Fonseca]

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Let it Glow 2 - Viciante?


Sei que muitos torcem o nariz. Mas os joguinhos em flash tem lá sua turma de apreciadores. 
Além de gratuitos, eles vão lhe exigir apenas uma conexão à internet e seu navegador web com Flash Player instalado.  
Apesar de muitos não serem exatamente um primor de animação e bom gosto, alguns conseguem cativar admiradores à ponto de atingirem a polêmica fama de "viciantes". 
Este seria o caso do Let It Glow 2, segundo informam algumas fontes do underground nerd no Twitter.
Com aquele design espartano, o jogo surpreende por exigir algo mais que jogar pizzas na cara de políticos e personalidades odiadas.
Fundamentado nas leis da física, você deverá derrubar obstáculos para criar a cadeia de energia capaz de acender uma lâmpada ao final do processo.
Se quiser experimentá-lo, basta clicar aqui.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

A banalidade e a delícia das rádios web

As chamadas rádios online não são nenhuma novidade.  Desde a primeira versão da web, elas foram surgindo e se multiplicando. É daquela época, o link que descobri nos favoritos de meu navegador. Um autêntico achado de "arqueologia digital". Refiro-me ao radios.com.br. Através dele, (que ainda mantém o velho e horroroso design daqueles tempos), localizava facilmente alguma programação inusitada em alguma parte do mundo.  Bizarro, não?

De lá para cá, ao menos nos grandes centros, tudo mudou. A tecnologia utilizada para streaming se aperfeiçoou, nossos computadores ficaram mais poderosos e, principalmente, a velocidade de nossas conexões aumentaram substancialmente. Comparar a experiência com os velhos modems para conexão discada com um singelo modem 3 G da atualidade, é um disparate. Acreditem. Mesmo com a conhecida precariedade de algumas conexões 3G de nossos tempos, os modems discados eram absurdamente lentos.

O fato é que essas melhorias, transformaram o streaming de áudio (sem nenhum exagero) em uma desconcertante banalidade. Se compararmos as exigências de banda para vídeos, o cenário favorável ao áudio é ainda mais notável.

Sendo assim, hoje é perfeitamente plausível (e até recomendável) deixar uma rádio web tocando em uma aba do seu navegador em segundo plano, enquanto continua a fazer o que bem entender nas demais. O streaming de áudio jamais irá comprometer sua experiência regular de navegação na web por consumo de banda. Na época das conexões discadas, isso era impensável. Ou ouvíamos as rádios, ou navegávamos na rede. 

Tenho certeza que neste exato momento, já existem milhares de rádios online transmitindo em streaming por aí. Muitas, são rádios do mundo real, transmitindo sua programação em paralelo pela web. Outras, são exclusivas do mundo virtual. 

A Last FM, por exemplo, foi pioneira e certamente já deve ser muito conhecida dos leitores. Auto denominada de maior catálogo musical do mundo (de acordo com o Google), ela tem grande variedade de gêneros musicais à disposição do ouvinte e está totalmente traduzida para a língua pátria. Contudo, ela vai lhe exigir uma conta pessoal (um formulário para preencher, um login, uma senha e blá, blá, blá). Além disso, depois de ouvir 50 músicas, finda-se a versão de avaliação gratuita e a rádio vai lhe cobrar 3 reais de mensalidade. É uma quantia modestíssima se levarmos em conta o tamanho do catálogo disponível e a plena possibilidade de fazer sua própria programação (ou playlist). E por esta razão, a Last FM é um serviço diferenciado.

Mas é sempre bom saber que você tem opções. E ótimas opções inteiramente gratuitas. De repente, até com a comodidade de deixar a programação à cargo de alguns notáveis de bom gosto musical. Afinal, mesmo gratuitas, se pecarem na qualidade de sua programação, rapidamente poderão ser punidas e até extintas pela falta de ouvintes.

Neste último cenário de gratuidade com qualidade, é claro que os leitores devem ter suas próprias sugestões. Vou citar então, apenas duas opções de minha preferência pessoal. Quem quiser acrescentar as suas, é só usar a caixinha de comentários.

Cultura FM - Portal Cultura - É minha preferida no grupo das rádios do mundo real com streaming paralelo na web. E a razão, não poderia ser mais simples. Como sempre gostei da programação da rádio real, tê-la ao alcance de meu navegador é um privilégio irresistível. Lembro que pelo portal, também é possível assistir a programação da TV Cultura. 

PopJazzradio - No grupo das rádios exclusivamente virtuais, hospedada na alemanha, a PopJazzRadio é minha favorita absoluta. Com um webdesign inteiramente fiel ao conceito do "menos é mais", a rádio carrega rápido. Em seguida, você ganha duas opções de ouvi-la.  Se der um clique no ícone de play do botão superior, a música é executada no próprio navegador quase que imediatamente. De outro modo, se optar pelo botão inferior, a programação será executada no seu player digital padrão (iTunes, Windows Media Player, entre outros). A programação sofisticada é dedicada ao Pop/Jazz. Em geral, você vai ouvir músicas predominantemente lentas, canções executadas por Jazz Singers notáveis como Diana Krall, Jane Monheit, Madeleine Peyroux, Ernestine Anderson, Ella Fitzgerald, etc. E sempre há algo para surpreender o ouvinte. 

Maravilhosa banalidade, não?

sábado, 21 de janeiro de 2012

O incrível datacenter do Facebook

800 milhões de usuários!
Este é o número impressionante de pessoas com contas na rede social mais popular do mundo. Parece que foi ontem que assistimos (através do filme "A Rede Social"), um nerd e emberbe Mark Zuckerberg comemorar tímidamente a primeira marca de 1 milhão de usuários. 
É óbvio que, se conseguimos acessar com rapidez nosso perfil ou "feed de notícias" no Facebook, além de uma boa conexão a web, deve haver um superhipermega investimento da empresa em hardware de alta confiabilidade, capaz de lidar com as demandas de todas essas pessoas simultaneamente. Mais precisamente, falamos de um datacenter monstro, com poder de armazenamento/processamento indescritíveis com backup de energia poderoso e confiável, capaz de manter tudo em funcionamento em regime 24 x 7.
Pois ele existe e foi feito em parceria com a Intel, localizado em Prineville, no estado americano do Oregon. E segundo o Olhar Digital, há previsão de construir mais 2 iguais.
O datacenter de Prineville tem um perfil no Facebook que você pode até curtir, se desejar.
Mas antes disso, assista ao vídeo abaixo. Ele foi feito em 2009. Na época, eles ainda nem tinham os atuais 800 milhões de almas. Mas vale pelas imagens de bastidores de um datacenter do Facebook.



Bacana, não?
Agora, vamos pensar um pouquinho. Um hardware destes, processando sabe lá quantos milhões de dados por segundo, vai produzir uma boa quantidade de calor. Daí as salas ultra refrigeradas, com enorme dispêndio de energia, que talvez obriguem os raros funcionários envolvidos na sua manutenção, a usar roupas para esquiar nos alpes.
Pois fique sabendo que o Ártico é o local do próximo datacenter do Facebook.
Para mais detalhes, clique aqui.
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Atualizado às 20:36 h para incluir o vídeo.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Thank God, it's friday !!!



E como disse meu colega Scyla Lage Neto, é a Sexta da intoxicação. Que tal rir mais um pouco? A dica vem do site Achados & Imperdíveis da sempre inteligente Revista Piauí: cenas de luta no mínimo bizarras de um dos sempre fantásticos filmes de Bollywood.
Bom começo de fim de semana.

domingo, 4 de dezembro de 2011

A chocante verdade sobre o Carrier IQ

Segundo o Blog MacMagazine. Clique na imagem para ampliar.

Carrier IQ - Surgem mais detalhes

Escritórios da CarrierIQ, nos EUA | Crédito: The Verge (Via Tecnoblog)
Surfando pela web nesta madrugada, descobri mais alguns detalhes que só aumentam as dimensões do escândalo do momento (leia o post Carrier IQ - O risco à privacidade mora ao lado). 

1. O Carrier IQ é um produto terceirizado pelas operadoras, desenvolvido por uma empresa de mesmo nome que possui um website encontrado aqui. Lá, podemos ver que a empresa se define como "the leading provider of Mobile Service Intelligence Solution to the Wireless Industry". Muito tranquilizador, não?

2. Lá encontramos também uma Nota Oficial datada de 1 de dezembro, onde a empresa se manifesta sobre o escândalo. A empresa nega que seu software grave, armazene ou transmita o conteúdo de mensagens SMS, e-mails, fotografias, áudio ou vídeo. A nota esclarece que o software analisa a qualidade do processo de envio e recebimento de uma mensagem SMS, sem analisar seu conteúdo. Em suma, o conteúdo privado não seria o foco da empresa. E sim o seu trajeto do emissor ao receptor. 
Contudo, esta não é a mesma conclusão que o desenvolvedor Trevor Eckhart manifestou em sua análise e no vídeo do You Tube. Segundo a matéria da CNN, Eckhart descobriu que o software teria registro de cada tecla, cada texto plano, URLs inteiras de websites visitados e mesmo informações criptografadas.

3. O Linux BR nos traz informações ainda mais preocupantes: as informações de texto e teclas seriam enviadas de imediato ao Carrier IQ, antes  mesmo de chegarem a caixa de entrada do usuário. O Linux BR acrescenta que, dependendo da configuração implementada pelas operadoras (clientes do Carrier IQ), o software pode mesmo ser utilizado de maneira menos nociva, informando no limite sobre aplicativos que estariam drenando a bateria do smartphone, bem como avaliando a qualidade das áreas de cobertura. Mas conclui: "como no caso de muitos softwares de monitoramento, é a configuração feita pelos distribuidores ou gestores do sistema que diferencia se ele é um problema grave de privacidade ou não".

4) Segundo o Tecnoblog, a Apple de fato admitiu que utiliza o produto desde o iOS 3. No iOS 5, apesar de presente, estaria desativado de fábrica. O blog confirma que a Apple já manifestou que irá excluir o software na próxima versão do iOS. O MacMagazine complementa e tranquiliza os usuários de iPhone. A versão instalada do Carrier para quem ainda tem a versão 3.0 do iOS (quem ???) é considerada benigna. No iOS 5, ele pode ser totalmente desativado bastando ir até em Ajustes --> Geral --> Sobre --> Diagnóstico e Uso -> Não enviar. FIM

5) No Android, o problema é mais grave, já que não existe opção de desativar o malware. E exatamente nesta plataforma, foi encontrada a versão mais escandalosa. Já existem, contudo, algumas soluções para remoção do programa. O Tecnoblog, além de sugerir um aplicativo para Android, dá algumas informações sobre a posição das operadoras brasileiras. Contudo, o método utilizado pelo autor do post, me pareceu pouco confiável.

6) O Engadget foi a fonte de algumas informações divulgadas aqui.

sábado, 3 de dezembro de 2011

Carrier IQ - O risco à privacidade mora ao lado

Imagem: CNN
Muita gente se preocupa com privacidade online. Uma preocupação legítima, que deve ser de fato entendida com a maior seriedade. Contudo, por falta de informação adequada, muitos acabam agindo ou com excesso de zelo, ou (o que é bem pior) com a mais absoluta indiferença. 
No primeiro caso, não é infrequente uma atitude de verdadeira paranóia digital, que acaba por tirar boa parte do prazer em usar redes sociais, entre outros recursos divertidos do mundo digital. 
Muito embora alguns serviços não mereçam mesmo um pingo da nossa confiança, atualmente tudo é uma questão de informação adequada e consequente configuração correta. Até o badalado Facebook, já pisou na bola em ao menos um par de vezes. 
Entretanto, acompanhem comigo a mais bombástica revelação da semana, em se tratando de riscos à privacidade.

Carrier IQ. Este é o nome do bicho!

Ele não reside em seu computador ou em sua rede social favorita. Mas está bem aí, na palma de sua mão, embutido em milhões de celulares.
Trata-se de um pequeno software, que as operadoras de telefonia em associação com os fabricantes de celulares, mantém instalado no seu inocente companheiro de cotidiano. Sua missão: fazer um registro de tudo o que o usuário faz em seu celular. Desde as páginas web visitadas até prosaicas mensagens de texto enviadas. Perceberam?
Segundo a CNN, as operadoras alegam que ele seria uma "ferramenta de diagnóstico crucial para ajudá-las a detectar problemas em suas redes". Apenas isso! Bingo! 
Pois muito bem. Há meses, a questão já vem sendo discutida no intramuros da mídia especializada americana. Até o momento em que o desenvolvedor para Android Trevor Eckhart, publicou uma extensa análise sobre os dados privados disponibilizados (em minha opinião, secretamente) às operadoras. Neste ponto, os cabelos já começaram a se arrepiar na opinião pública americana, sempre atenta à questões envolvendo riscos à privacidade. 
Mas foi quando Eckhart publicou este vídeo de 17 minutos no You Tube, que a questão ganhou proporções de um verdadeiro escândalo, agora com dimensões mundiais.


Nele, ainda segundo a CNN, utilizando um HTC EVO 3D, Eckhart demonstra que a dita "ferramenta de diagnóstico", além da URL completa de websites visitados, grava cada tecla pressionada e cada texto digitado pelo usuário. Até mesmo informações de websites criptografados seriam registradas.

Que tal?

Pois bem.
Feito o estrago, as operadoras e fabricantes apressaram-se em reagir das mais variadas maneiras. A maioria das operadoras americanas, instadas pela CNN, confirmaram a presença do maligno em seus aparelhos. Com exceção da Verizon Wireless, que contudo foi meio que desmentida pelas concorrentes, que alegaram que nenhuma rede celular moderna poderia funcionar sem este tipo de "ferramenta de diagnóstico" (olha o termo aí novamente).
A Apple inclusive, (e só agora, com o caldo todo derramado), confirmou que tem o software instalado em "alguns produtos móveis", prometendo que vai eliminá-lo completamente nas próximas atualizações do iOS.
Uma verdadeira lambança. Uma festa com os dados pessoais dos usuários. E tudo na surdina. Ou algum de vocês leitores tomou conhecimento disso antes?
Por fim, percebam mais um último detalhe. Um resumo da ópera. Tudo começou com uma análise feita em um telefone móvel equipado com o Google Android. E terminou com a confirmação de que tanto gregos quanto troianos (fabricantes, operadoras e o escambau), estavam secretamente acessando seus dados privados para fins de diagnóstico.
Então tá!
Como podem ver, ao contrário do que diz o título do post, o pecado não mora ao lado. Mas está bem na palma de sua mão.
Nem quero pensar no que os paranóicos e hipocondríacos vão sentir doravante. Nem quero pensar.

Leia a matéria original da CNN.
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Atualizada às 3:26
Leia também o post Carrier IQ - Surgem mais detalhes

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

"GIFs" Psicodélicos

Quem trabalha com gráficos (ou seja um dinossáurico usuário de internet), deve conhecer o formato "GIF", abreviação de Graphics Interchange Format. Trata-se de um dos inúmeros formatos de imagem utilizados na web. Na verdade, existem muitos outros, nem sempre exatamente adequados a visualização em seu navegador. Arquivos como JPEG, TIFF, PNG, BMP, RAW, etc, possuem características muito especiais que os fazem úteis a diferentes usos e cenários. 
Contudo, o formato GIF, apesar da baixa qualidade (exibe imagens com apenas 256 cores), gera arquivos bem pequenos, perfeitos para alguns propósitos na web. Além disso, com um software específico, suas imagens podem sofrer uma espécie de empilhamento. Uma vez superpostas e salvas como um só arquivo, possibilitam assim a criação de pequenas animações. Por esta razão, foi largamente utilizado, gerando o que conhecemos como ícones animados.
Vejam o exemplo da bandeira brasileira abaixo.


Há muito tempo, portanto, ele faz parte de nossa vida como usuários de internet. Contudo, jamais poderia imaginar que um dia iria ouvir falar novamente de GIFs. Menos ainda, em trabalhos como este, que exibimos abaixo.


A imagem acima, faz parte de uma série de 14 ícones psicodélicos do artista gráfico David Ope, mostrados pela Super Interessante. Clique aqui e veja mais exemplos muito bacanas. Mas se for epiléptico, melhor não clicar.

OBSERVAÇÃO: em função de limitações inerentes ao blogger, é possível que você não consiga ver nenhuma das imagens acima em movimento. Experimente abri-las em outra janela de seu navegador.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

A tragédia registrada e divulgada na velocidade da luz

A tecnologia digital disponível na atualidade, tem proporcionado situações novas aos cidadãos usuários de internet. O resultado mais evidente é que a informação chega à nós hoje de maneira incrivelmente rápida. E como se não bastasse sabermos dos fatos quase que instantaneamente, também podemos vê-los e ouvi-los com constrangedora riqueza de detalhes.
Ontem à noite, um pequeno avião bimotor chocou-se com montanhas próximo a Phoenix, capital do estado do Arizona (EUA). Segundos depois, a informação já estava no Twitter. E alguns minutos após, um impressionante vídeo foi divulgado pela mesma ferramenta. Capturado por uma webcam instalada em ambiente externo, o vídeo é forte. Vejam!



Seis pessoas morreram no acidente, como nos informa o Gawker.