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terça-feira, 27 de agosto de 2013

Desintoxicacação digital


Estão abertas as vagas para o Camp Grounded 2014, acampamento de férias para adultos onde os dependentes da tecnologia aprenderão, em 3 dias, que existe vida sem computadores, tablets, smartphones e outros dispositivos eletrônicos.
O sucesso da versão 2013, realizada perto de San Francisco, foi tamanho que espera-se que o evento do próximo ano esteja esgotado em poucos dias.
A ideia básica da digital detox seria induzir o "viciado" a uma volta gradual aos mecanismos de conexão direta interpessoal, não intermediada pela informática, e de certa forma a um estado mais puro e natural de relacionamento com a natureza, desprovido desse fluxo gigantesco de informações ao qual somos compulsoriamente induzidos.
Alguém do Flanar se habilita?

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Deep web: yottabytes de mistério


Página inicial doThe Hidden Wiki, o "Google" do subsolo da internet

Se é realmente verdade que a internet indexada na qual navegamos, a dita surface web, representa apenas 10% de todo o conteúdo global, é de se supor que a gigantesca parte oculta deste iceberg de informações, a misteriosa deep web, tenda a aumentar mais e mais após os recentes escândalos de vigilância ilegal sobre os cidadãos do mundo, exercida há muitos anos pelo governo dos EUA.
Muitas lendas cercam a deep web e a sua própria origem é distorcida por uma cortina de incertezas.
O fato é que a matemática complexa de anônimos programadores ajudou a desenvolver um dos melhores softwares de proxy de todos os tempos, o TOR (The Onion Router), que permite acesso anônimo e clandestino a fóruns, sites de compartilhamento e portais para praticamente todos os assuntos que possam interessar os humanos, inclusive (e principalmente) os mais sombrios.
E o TOR, por sua vez, responde por apenas 25% da deep web;
Todo tipo de aberrações comportamentais e crimes habitam esse mundo virtual de sombras.
Hackers e polícia cibernética travam batalhas contínuas e ocultas pelos firewalls que nos impedem de vislumbrar transações envolvendo prostituição, pedofilia, necrofilia, zoofilia, suicídios, satanismo, tráfico de pessoas e órgãos, sequestros, assassinato, narcotráfico e fraudes bancários, entre outras atividades de muitas naturezas, inclusive política.
Se queremos anonimato, ou pelo menos discrição em relação a nossas vidas privadas, então não devemos nem nadar na superfície (não esqueça: Big Brother is watching you!) e muito menos mergulhar num universo misterioso onde só surfa que tem conhecimento e/ou interesses fortes para tal.
Manter-se off line pode ser o único caminho para a liberdade.

Para informações adicionais sobre o "lado negro" da deep web sugiro matéria do blog Isso è Bizarro (cuidado com as imagens, que podem chocar facilmente o leitor desavisado).

Para vislumbrar o "lado mais claro", como a disseminação cultural e do conhecimento e a proteção das informações, indico matéria da Revista Galileu.

Desta última, copio e colo o que para mim resume a deep web:

 “Oi, eu sou a Humanidade e quando não tem ninguém olhando é isso que eu faço”


terça-feira, 9 de abril de 2013

Quanto você pagaria?


Vocês acham um absurdo pagar R$ 3.000,00 por um iphone 5? E que tal R$ 4.800,00 pela versão mais barata do Macbook Pro?
Bem, nem sempre foi assim.
No passado, era muito mais caro, e nós pagávamos sem chiar.
Em 1996, por exemplo, o queridinho da telefonia móvel era o levíssimo Motorola Startac da ilustração acima, que custava, em valores corrigidos, mais de R$ 8.000,00. Hoje daria para comprar quatro iphones 4S com esta verba!
E naquele mesmo ano o sonho de todo computer freak era o AcerNote 350 P, vendido pelo equivalente hoje a mais de R$ 13.000,00!!!
Para os masoquistas que desejarem sofrer com os valores pagos no passado, sugiro interessante matéria do UOL Tecnologia.
O que?!... Quase cinco mil reais por um DVD player Gradiente??!!... Talvez seja melhor mesmo não ler ...

sábado, 3 de novembro de 2012

Sobre o tempo e o espaço




A vida segue seu curso, acelerada, e muitos de  nós reclamamos diuturnamente de falta de tempo.

Mas como podemos ousar raciocinar em terabits por segundo, se sequer entendemos o tempo, este subjetivo contínuo em que os eventos se sucedem, do passado rumo ao futuro?

Apenas sentimos instintivamente que o tempo ganhou terreno sobre o espaço. E isto é consenso.

Se a transmissão de dados nos acelerou exponencialmente, como é possível que eventos hoje triviais como as viagens aéreas, por exemplo,  ainda continuem acontecendo abaixo da monótona velocidade de 1.000 km/h? Mais de 3 horas de voo para o Rio ou São Paulo?! Que absurdo...

Por que os cientistas ainda não inventaram o teletransporte, única e hipotética maneira de nos levar ao trabalho ou ao lazer no tempo que hoje julgamos ser justo?

Se o tempo é  mercadoria em liquidação nos dias atuais, seria o espaço um artigo de luxo?

Tudo acontece simultaneamente para nós, num mundo sem fronteiras temporais, ilusório, margeado pela nossa necessidade de afirmar a existência do próprio tempo.

Afinal, se o espaço é real, o tempo existe?

sábado, 10 de março de 2012

Universo cyberpunk, revisitado


Com atraso de quase três décadas, somente em fevereiro último li a obra-prima de William Gibson, Neuromancer, de 1983.
Conforme já relatado na postagem O Elo Perdido, o livro (aliás, um dos 100 melhores romances em língua inglesa do Século XX, segundo a revista Time) lançou um sub-estilo de ficção científica conhecido como Cyberpunk, e introduziu conceitos até então inimagináveis como cyberespaço, internet, hackers, vírus e até tecidos transgênicos.
Muito do seu conteúdo pode ser visto (mesmo que adaptado) no filme Matrix, de 1999.
Nada poderia ser mais natural, após a leitura desta densa obra futurista, do que mergulhar de cabeça nos outros dois livros de Gibson que dão sequência a Neuromancer: Count Zero (de 1986) e Mona Lisa Overdrive (de 1988; ambos da Editora Aleph).
Apesar de ter gostado dos dois, fiquei com uma curiosa sensação de déja vu, ou melhor, de déja senti, bem semelhante ao que aconteceu quando assisti Matrix Reloaded (de 2003) e Matrix Revolutions (também de 2003) , as continuações de Matrix.
A primeira obra da trilogia, Neuromancer, assim como o primeiro Matrix, deixa o leitor/espectador diante de uma infinidade de estradas, ramais e trilhas psicológicas, verdadeiras highways de liberdade e de sentimento, povoadas pela sensação de que temos escolhas antes do propósito final, ou seja, do fim.
Apesar de muito bem escritos, Count Zero e Mona Lisa Overdrive, assim como os bem-feitos Reloaded e Revolutions, não precisavam ter existido na realidade e sim talvez só virtualmente, pois nada ou pouquíssimo acrescentaram ao substrato original.
Algumas coisas não devem ser ditas, feitas ou mesmo concluídas. Nunca.
Anyway, a vida virtual dos habitantes deste mundo projetado há 30 anos talvez não seja assim tão diferente das nossas próprias vidas reais.
Como pontuou Lawrence Person, sobre o universo cyberpunk:

"Os personagens do cyberpunk clássico são seres marginalizados, distanciados, solitários, que vivem à margem da sociedade, geralmente em futuros despóticos onde a vida diária é impactada pela rápida mudança tecnológica, uma atmosfera de informação computadorizada ambígua e a modificação invasiva do corpo humano."

Qualquer semelhança com a realidade é apenas uma questão de download.

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Primeira reportagem sobre "correio eletrônico" no Brasil

Assista com atenção o vídeo abaixo. Além de histórico, ele é hilariante.



O ano era 1990. A reportagem do Jornal da Record mostrava a grande novidade da época em São Paulo: alguma "coisa" que eles chamavam de "correio eletrônico". Levando em conta a época e pelo que pude entender na reportagem, não se tratava exatamente daquilo que conhecemos como atualmente como "e-mail'. Mas funcionava da mesma maneira. Talvez fosse um serviço baseado nas extintas BBSs, que com  um software dedicado, possibilitavam a comunicação entre os então "aficcionados" por computadores.
 
Fazendo um rápido parêntese, algum dos leitores chegou a utilizar uma BBS?
Pois eu cheguei a usar este serviço por um curto período. Com auxílio de um estão poderoso (e caro) modem US Robotics de espantosos 14400 bps  conectado a linha telefônica, cheguei a fazer algumas transferências de arquivos a incrível velocidade de 3 ou 7 kbps!!! Reclamem agora das velocidades 3G!!
E era mesmo tudo muito "punk". Após ouvir aquele conjunto inesquecível de ruídos toscos, característicos do chamado handshaking do modem,  o que você via, era mais ou menos o que mostra a imagem abaixo.

Uma BBS em tela de fósforo verde. Imagem: Wikipedia
Voltando ao vídeo, o interessante mesmo, é ouvir a opinião de um "especialista" da época, ressaltando entre as vantagens do serviço, a possibilidade de compartilhamento de software entre os usuários "a custo zero", levando em conta que "hoje o software é uma das coisas mais caras na área de informática". 

[Via Google+/Antonio Fonseca]

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

O elo perdido



Quando o filme de ficção científica Blade Runner foi lançado, na década de 1980, milhares de jovens (inclusive eu) foram impulsionados à leitura das obras de Philip K. Dick, que havia morrido um pouco antes.
Os maravilhosos textos de Dick acabaram por me cegar para um livro que havia sido lançado quatro meses depois daquele filme, Neuromancer, de William Gibson, que acabaria por gerar um sub-tipo sci-fi conhecido por cyberpunk.
Apenas no final dos anos 1990, com o lançamento de outro filme de impacto, Matrix, a obra visionária de Gibson passou a ter o destaque editorial merecido, apesar dos inúmeros prêmios literários recebidos (Nebula, Hugo e o próprio prêmio Philip K. Dick).
Em Neuromancer, os conceitos de inteligência artificial e de um cyberespaço "físico" (a Matrix) foram explorados pela primeira vez na literatura, assim como muitas idéias absurdamente visionárias para a época, tais como tecidos transgênicos, a "televisão da realidade" e as próprias bases conceituais para os ambientes virtuais (como os jogos e a internet, inclusive prevendo o surgimento de megacorporações, tipo Apple e Microsoft). Hackers, vírus de sistemas e computadores portáteis, que só iriam florescer um década depois, já estavam lá e muito bem descritos.
Na verdade a roupagem tecnológica é apenas um disfarce para um enredo sobre os humanos e suas sociedades. O futuro projetado por Gibson há quase 30 anos ainda está por ser atingido, mas a leitura deste livro me mostrou que estamos perigosamente no rumo por ele apontado, do ponto de vista tecnológico, político e social.
E hoje me pergunto como pude me permitir não ler este livro tão fantástico, inovador e perturbador, e vir a acessá-lo apenas em 2012?!
A culpa, eu presumo, é de Philip K. Dick, que me "forçou" a viajar mentalmente para o futuro, correndo para trás no tempo cronológico de suas obras.
Agora tentarei reajustar o rumo magnético ao mergulhar de cabeça nos outros dois livros que, juntamente com Neuromancer, constituem o que o autor denomina de trilogia Sprawl: Count Zero e Monalisa Overdrive.
Espero sobreviver.

PS: a bela ilustração da capa da edição brasileira (Ed. Aleph) foi feita pelo artista de rua Titi Freak.

sábado, 21 de janeiro de 2012

Curiosidade

Faço de minha curiosidade uma pergunta?
No iTunes, deparei-me com a possibilidade de possuir um livro dos The Beatles: O Submarino Amarelo. A mensagem anima à todos, pois trata-se de raro ato de presentear os usuários do iTunes.
O arquivo foi baixado, porém, nunca consegui executá-lo.
- Dr. Carlos. Vossa Senhoria pode me ensinar como faço para acessar o conteúdo do arquivo em tela?

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Arqueologia digital



Há poucos dias encontrei em casa o DVD do filme A Rede, de 1995, com Sandra Bullock, curiosamente ainda intacto, com o lacre da loja.


Não lembrando a origem precisa do filme, se fora comprado ou recebido de presente, resolvi vê-lo imediatamente, antes que uma nova onda de abandono o atingisse.


O tema central, a internet, então em uma fase embrionária, é abordado com uma dose de preocupação sobre a questão do controle do estado (e das companhias de software) sobre o cidadão.


Apesar de não ser em hipótese alguma um grande filme, pelo contrário, é bem previsível, é muito interessante vê-lo hoje, 16 anos depois da explosão da WWW. Algo assim como entrar num túnel do tempo.


Tenho certeza de que o nosso Charlie Barretto dará muitas e muitas risadas ao ver (ou rever) este filme.


Recomendado para um weekend bem light.


sábado, 9 de abril de 2011

E aí Simão? Vai baixar a cabeça para SP e MG?

Em meio às negociações com o governo brasileiro por incentivos à fabricação de tablets, a Apple já enviou ao país os primeiros lotes de componentes para montagem local do iPad.

Segundo a Folha apurou, um carregamento com componentes já está a caminho do Brasil em contêineres embarcados a partir da Ásia, que hoje concentra a fabricação dos produtos Apple.

A previsão de chegada é de até dois meses, tempo suficiente para que as várias instâncias de governo formalizem as políticas de incentivo.

Além de redução de 9,25% de PIS e Cofins, que a Apple poderia aproveitar com a classificação dos tablets como computadores - como já sinalizado pelo ministro das Comunicações, Paulo Bernardo-, há a possibilidade de a produção também ser beneficiada por incentivos fiscais dos Estados.

Hoje, o ICMS aplicado sobre a cadeia de distribuição chega a 33%.

O candidato natural à produção da Apple é São Paulo, na região de Jundiaí e Indaiatuba, onde estão unidades da Foxconn, fabricante do iPad, do iPhone e do iPod.

No Estado, o governo já ratificou benefícios fiscais para fabricantes de eletrônicos como isenção de IPI, redução de ICMS de 18% para 7% e incentivos sobre máquinas para a produção local.

Na Folha de hoje.

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E ai senhor governador? Despache o Sergio Leão para matar essa parada para o Pará.
Não tem segredo. Conversa de pé de ouvido com a Foxconn.
Vai encarar? Ousadia pra mim é isso.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

E por quê não em Marabá?

Agora não dá. Mas, assim que for autorizado o plebiscito, e o estado do Pará votar favoravelmente à criação do Estado do Carajás e do Tapajós, o estado de São Paulo terá problemas para conseguir instalar a pretensa fábrica da Aplle no Brasil.

Carajás ou Tapajós terão todas as condições para disputar com qualquer cidade da China ou do Brasil, a sede da fábrica.

– A China está com agreement business o iPhone 5. Mas, o nosso foco, é o iPad.

Então, senhores. Devagar com o andor.

O Carajás e o Tapajós, querem, desde já, sediar a fábrica da Aplle no Brasil.

Sinto muito. Mas, Belém, está fora do jogo.

Por quê?

– Autodeterminação.

http://macmagazine.com.br/2011/04/07/depois-de-jundiai-outra-cidade-supercotada-para-receber-fabrica-da-apple-e-lencois-paulista/

Duvidam?

Você, ainda vai entender, um dia, esse post.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Chip's and Trick's Special
















Correndo atrás de chip's and trick's?

Stop!

Você não precisa gastar todos os seus dólares para isso.

Compre um Mac, e ande pelo mundo.

Mas é claro que isso só é possível ouvindo os especiais do Flanar.

sábado, 30 de outubro de 2010

O Museu da Adobe


Há poucas semanas on-line, o Adobe Museum of Digital Media (AMDM) merece uma visita. Inteiramente virtual, o museu é consagrado às mídias digitais e concebido para reproduzir a experiência sensorial de um museu tradicional. É um espaço interativo para preservar obras multimídia, estimular a criatividade e novas experiências, assim como servir de forum de discussão sobre a inluência cultural dos suportes digitais. O museu apresenta programas e obras no campo da arte visual, do cinema, da performance, do design, da arquitetura e das chamadas mídias sociais. A primeira exposição é do artista americano Tony Oursler, que explora as relações entre seres humanos e tecnologia. Para dezembro, a agenda marca a exposição da japonesa Mariko Mori, figura de ponta das artes interativas, e para a primavera, o artista convidado é o americano John Maeda, da Rhode Island School of Design.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Netbooks: Bye, Bye!

Enquanto você continua vendo algumas lojas abarrotadas de netbooks, e ainda promovendo suas possíveis vantagens, entenda sobre um fenômeno já previsto por este blog desde o ano passado, mesmo enfrentando resistências de alguns. Por favor, esqueça os netbooks. E de preferência, desconfie das lojas que se abarrotam deles, em desfavor de produtos de qualidade bem superior e preços nem tanto. E desconfie daquelas que parecem só vender uma única marca. São parcerias comerciais que nada trazem a seu favor. E para aqueles que ainda acreditam em netbooks para programas de inclusão social, por favor, pensem em um bom notebook de baixo custo.
A razão deste post, está aqui.

sábado, 25 de setembro de 2010

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

HP Slate vem com tecla muito especial


Dizem que ele deve ser o concorrente do iPad. O HP Slate é um tablet equipado com o Windows 7. Agora imaginem. Ele vem com uma tecla especial. Muito especial. Uma única tecla que executa o comando CTRL+ ALT+DEL, que você já sabe pra que serve. Não?
[Via @ezyolamarca -->  Upload]

domingo, 1 de agosto de 2010

O Kindle e o Hábito da Leitura

A megalivraria trans-nacional Amazon.com está decidida em contribuir para o fortalecimento do hábito da leitura. A nova versão de seu gadjet Kindle - leitor de livros eletrônicos - custará U$ 139 ou cerca de 35% do valor cobrado três anos atrás, no lançamento do equipamento. No Brasil, país que pratica preços exorbitantes no mercado livreiro, o livro eletrônico ainda é uma curiosidade. Mas acaso houvesse política de governo no sentido de movimentar esse comércio, protegido inclusive da sem-vergonhice da pirataria eletrônica, seria medida salutar para reverter às históricas condições de prática da leitura.

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Surge um ótima opção para produtos Apple em Belém

Inaugurou ontem no Boulevard Shopping a primeira loja Saraiva em Belém. Para quem já conhece estas lojas em outros estados (ou mesmo online), não terá nenhuma surpresa. Sabe que é uma boa e variada livraria. E sabe também que há muito já deixou de ser apenas uma livraria. E se é um aficcionado por produtos de informática, sabe que agora terá uma excelente opção de compras em Belém. Com um ótimo detalhe: ela passa a ser agora a loja que tem a mais variada linha de produtos Apple de Belém.
Estive lá agora há pouco. E registrei algumas imagens com o o iPhone, que compartilho com os leitores.
Na primeira vitrine que visitei, já escolhi logo o produto que iria adquirir: um autêntico Time Capsule de 1 terabyte. Um sonho de consumo que resolve de uma só tacada dois problemas: armazenamento e conectividade WiFi. Incluí também um controle remoto para o Macbook Pro. Mas nesta preciosa vitrine, você vai encontrar também toda a linha de acessórios Apple, antes só disponível online.
Lá estão gloriosamente expostos Magic Mouse, Wireless Keyboard, Airport Extreme, além de toda a linha de iPods e acessórios como Apple iPod AV Cable, In-Ear Headphones, Nike + iPod Sport Kit, entre outros acessórios, antes quase inacessíveis em nossa própria cidade, apesar de termos uma das lojas de informática com maior faturamento anual do norte/nordeste.
E lá estão também, para quem desejar, os Macbooks, Macbooks Pro e iMacs, incluindo o gigante, de 27 polegadas, com maior poder de fogo entre os desktops domésticos (7000 reais).
Há também uma boa e variada vitrine de acessórios de terceiros para iPhones e iPods. Você vai encontrar por exemplo, as excelentes cases da iSkin para iPhone, antes só disponíveis online, tudo porque a concorrência dormiu para este mercado de maneira escandalosa. Mas há cases de outras marcas para iPhone, cases para iPods Nano, entre outros acessórios indispensáveis para os esportistas, como o Armband para iPod Nano, fabricado pela própria Apple.
É pouco, comparado a uma verdadeira Apple Store. Mas certamente, é tudo o que tem de mais variado para os amantes da maçã em Belém.
Mas estão lá também, os produtos fashion da Sony, para quem gosta. Lado a lado, finalmente em uma disposição justa à empresa de Cupertino. Chega de parcerias estranhas com a empresa japonesa, em detrimento de um produto de melhor qualidade.
Os preços são os de mercado. O atendimento é nota 10. Agora, a concorrência vai ter que se segurar se quiser continuar bombando.
Enquanto isso, a tal de revenda Apple em Belém, que já deveria estar funcionando em uma portinha no Expresso XXI da Nazaré, não decola. Por que será?

terça-feira, 27 de julho de 2010

Saem os novos produtos da Apple

Sem keynote ou maior alarde (além daqueles normalmente observados nos blogs especializados), saíram agora há pouco novidades para os usuários do mundo da maçã.
Para os iMacs, (que não receberam alterações de design), a principal novidade veio através dos novos processadores Core I3, Core I5 e Core I7. A
partir de agora, o iMac mais baratinho (U$ 1200) vem com um poderoso processador Core I3 de 3.06 GHZ. Já o modelo top (a partir de U$ 2000), vem com processador Quad Core I5 de 2.8 GHZ. Neste caso, o preço pode aumentar bastante se você optar pelo processador Core I7 de 2,93 GHZ, HDs maiores de até 2 terabytes.
A Apple anunciou hoje também um novo Cinema Display que agora vem com um modelo intermediário, com tela LED (2560 x 1440 pixels) de 27 polegadas, custando 1000 dólares. (Achou salgado? Pois saiba que existe um de 30 polegadas que custa 1800 dólares). Além disso, o novo Cinema Display também vem com uma webcam iSight embutida, um hub USB com 3 portas e um conector Magsafe pra você carregar a bateria de seu Macbook.
O já superhiper poderoso Mac Pro (a partir de U$ 5000), não escapou de uma atualização importante. Ficou ainda mais bombado e pelas características e preços, mantém-se dentro do bico dos usuários corporativos.
Mas a grande novidade mesmo, foi o Magic Trackpad. Na verdade, um acessório para desktops da empresa (U$ 70), que reproduz mais ou menos aquilo que os Trackpads de Macbooks e Macbooks Pro já fazem. Com conectividade bluetooth, o dispositivo substitui um mouse e é sensível ao toque, possibilitando o uso de gestos com os dedos para atuar em imagens, páginas web, entre outras funcionalidades. Enfim, nada que seja assim tão indispensável.