Segundo o New York Times, o blog Huffington Post foi comprado pela AOL (America On Line) pela bagatela de $315 milhões de dolares! O Huffington Post foi fundado pela jornalista de esquerda Arianna Huffington em 2005. Diz a matéria que o custo/investimento inicial do blog foi de apenas US$1 milhão.
Arianna é uma das jornalistas mais famosas, militantes e controversas dos Estados Unidos. Em tempo recorde, o Huffington Post tornou-se "blog de rigueur" para a intelligentsia americana. Durante as eleições presidenciais de 2008, eu iniciava meu dia checando o HP e o Politico.com, antes mesmo de ler os jornais e beber uma gota de café. E assim é com muitos ativistas/jornalistas/blogueiros americanos.
A grande surpresa é o blog ser comprado pelo AOL, e por um valor tão alto. Segundo a matéria do NYT, Arianna vai ficar com o controle editorial não só do HP, mas também de outras iniciativas do AOL, no que diz respeito à produção de conteúdo original.
A grande sacada do HP e de outros blogs como ele, foi exatamente produzir conteúdo original. Eles contrataram e foram capazes de atrair muitos jornalistas famosos para produzir conteúdo original, o que muitos outros blogs e blogueiros não tem ainda estratutura para fazer.
É engraçado também que o AOL, depois de "casar" e se "divorciar" da Time Warner, agora está tentando ser novamente um produtor de conteúdo--só que desta vez de conteúdo jornalistico.
Arianna Huffington veio falar no meu campus em novembro de 2010. Eu e centenas de outros (incluindo meus alunos) fomos assistir. Ela está sempre no "cutting edge" do que está acontecendo no mundo politico e jornalistico. Eu espero que realmente ela não ceda o controle editorial do HP para o AOL ou qualquer outra empresa...
Na mesma cidade. Só houve até agora dois encontros, mas gostaria que fosse outros tantos...
Pessoas equilibradas podem sim, angariar um milhão de amigos, sem ser o "rei" Roberto Carlos. Na internet, então, isso é fichinha.
Ocorre que identificar-se com esses "um milhão" de amigos é que são elas.
Foi num final de manhã. No Porcão, filial Brasília. Que conheci pessoalmente o médico Itajaí de Albuquerque.
O texto abaixo, portanto, refere-se a minha dita sobre o post.
Neste mesmo dia. Conheci o inesquecível Juvêncio de Arruda (5.a Emenda).
-- Alto lá, senhoras e senhores!
-- Não!! Não é nada do que parece ser.
-- Não se trata de uma despedida. Pelo contrário. É uma pausa sem tempo determinado que nosso parceiro precisa fazer para cuidar de projetos que lhe tomarão seu tempo livre.
Para um parceiro que, faz-se na ética, ético é; até porque, sabemos que sua participação, é como se fosse uma grande diversão -- tenho certeza. Igualmente a nós todos que estamos nessa nave chamada Flanar.
-- Escrever no Flanar durante esses quatro anos. Se não estou errado. Foi isso?! Caro parceiro?
E o cara escreve. Escreve porque tem preparo e cutura para escrever.
Blog não é jornal, nem tv, nem rádio... Nada disso.
Blog's assumem personalidades. E não vejo no Estado do Pará, outro blog (por favor. Não é falsa modéstia), outro blog que reúne gente tão diferente e ao mesmo tempo, quase sempre se identifencando com o que cada um posta por aqui.
A partir do fato que Itajaí acrescentou muito mais além do que seu texto cuidadoso e revelador de uma vasta cultura geral que só os intelectuais cultivam. Sempre, foi um prazer pessoal lê-lo. E, confesso, algumas vezes relê-lo, tal a diversidade de signos, referências e citações subliminares, difícies, para o leitor desatento captar.
Num rápido papo. É fácil perceber que Itajaí de Albuquerque, forjou seu destino com muita determinação. Dai, passar com insuspeita determinação aos leitores, suas determinações humanistas, --e, sobretudo, o que acredita ideologicamente como diretriz política de um cidadão internacional, mas, sobretudo, brasileiro e paraense.
E nesse ponto, penso que o Flanar perde o seu principal articulista político.
E isso por uma razão muito simples: não dá para este escriba revelar, escancaradamente, o que presencio por aqui, no meu trabalho diário no Congresso Nacional.
Procuro manter-me, o mais próximo possível do código de conduta dos jornalistas. E isso aqui em Brasília e um desafio profissional e exigência para a continuidade da carreira.
Mas, voltando ao Itajaí. É fácil justificar minha convicção.
Falta hoje, neste país, como nunca antes em sua história (sic). Na formação de quadros políticos. Certamente o que considero, uma boa base de formação ideológica.
A ideologia na formação política dos partidos hoje é uma piada de mal gosto.
Itajaí de Albuquerque, portanto, é um exemplo de um quadro político, cuja formação ideológica, orgulha-nos todos.
Eu não concordo com muitas de suas convicções, e por isso mesmo o respeito, acima de tudo.
Ele não é um radical, cego, despreparado, que ata-se na frente de um portão de fábrica para parecer que é da Tchurma! Ele, com seu estilo decisivo, trabalha para fechar logo a fábrica se sua convicção garantir que ali não é fábrica para uma trabalhador brasileiro trabalhar no século XXI.
-- Sinto orgulho de ti. Mano velho. Por tuas certezas, diante de minhas muitas dúvidas.
A convivência intelectual contigo, faz-me muito bem.
Deveria fazê-lo a todos os demais leitores, uma vez que convicções nos dão a certeza de uma mente em transe. Em busca de outros desafios e metas. Focada, sem nenhuma dúvida, no bem maior que é o bem estar de nossa sociedade.
Se um dia Itajaí, candidatar-se a algo; serei seu cabo eleitoral. E não tem esse papo de partido. O que me move, são as idéias e os projetos.
Flane por eles. Dome-os e volte logo para essa convivência descontraída e de amigos que muito te gostam.
Toca os teus projetos, camarada. Tendo em mente, sempre, a tua determinação para alcançá-los. Sei que conseguirás chegar onde queres.
E assim que conseguires. Volte aqui. Que aqui é a sua Casa. A Casa de seus irmãos.
Tim, tim.
Em sua homenagem. Fiz uma pequeno apanhado de músicas que gosto muito. Todas do melhor da MPB e que têm algo em comum: parcerias.
Sacaneia não!! Volte assim que puder.
P.S.: Aqui não terá set list. Conheces todas as músicas. Hehe!
Será o homem capaz de criar alguma vez uma máquina tão inteligente como ele próprio? Qual a necessidade de tal construção? Somos até hoje o único ser com inteligência à face da Terra, quereremos no futuro partilhar esse domínio com máquinas? Antes de responder a estas e outras questões, vamos antes responder: Afinal, o que é a inteligência artificial? A Inteligência Artificial é por um lado uma ciência, que procura estudar e compreender o fenômeno da inteligência, e por outro um ramo da engenharia, na medida em que procura construir instrumentos para apoiar a inteligência humana. A I.A. é inteligência como computação, tenta simular o pensamento dos peritos e os nossos fenômenos cognitivos. De um modo genérico, a IA é o estudo e a construção de entidades artificiais com capacidades cognitivas semelhantes às dos seres humanos.
Apresento aos leitores a trilha sonora em volume 2, para, numa caminhada, você pensar nisso.
P.S.: Clique no player abaixo da foto e ouça mais uma exclusividade do Flanar.
Um desacerto de minha agenda pessoal impediu-me de estar na Campus Party deste ano.
É a 3.a edição do evento.
Interessava-me, em especial, os temas da última quarta-feira, 21/01.
11h - Palestra sobre como fotografar com filmes de validade vencida e outros materiais "inúteis". 14h - Palestra sobre "reputação" e "moral blogueira" 17h - Palestras sobre como tirar fotografias com uma câmera "tosca" 17h50 - Painel sobre o uso de mídias sociais em campanhas eleitorais 21h - Palestra sobre as possibilidades de vida em Marte (aberto ao público).
Ele é a sexta cabeça do blog. Professor e advogado. É, na minha opinião, uma das melhores penas que já lí quando o assunto é a crônica da cidade.
Domínio total da gramática; inteligência fora de série quando entabula suas críticas. Sai debaixo quando o professor está com a razão. É tiro no alvo, sempre. Um deleite.
Quando o professor está aborrecido então. Segure-se!
Delicio-me alegremente com suas incursões, precisas, claras, contundentes. Sempre acima da média. Talvez você, ainda, não conheça. Caso positivo. Não perca tempo. Veja sua outra morada virtual aqui.
Enganados estão os que pensam que o nosso sétimo componente não se faz presente.
Ele está. Sempre estará presente.
Foi dar uma volta para conferir, lá de cima, se as lições foram absorvidas pelos seguidores.
Marco incontestável da blogosfera nacional e, em particular, a paraense. Nosso mestre Juvêncio de Arruda, certamente, está a dar boas gargalhadas observando seu legado.
Tenho certeza que ficou muito feliz com a continuidade dos trabalhos aqui e no melhor blog que tive conhecimento: o5.a Emenda. Tocado com muita inteligência e sagacidade pela sua companheira. Minha conterrânea, doutora Marise Morbach.
Visto que não conseguimos viver sem as mulheres.
Uma vez que não consigo sossegar se não estiver em permanente campanha.
Lanço, agora mesmo, uma campanha para que seja formalizado já. Sem tempo a se perder. O nome da jornalista Waleiska, do sensacional FaloPorqueTenhoBoca como a mais nova integrante do Flanar.
Faço-o com absoluta convicção do enorme talento da colega.
Já está passando da hora de termos por aqui, o prazer de sua companhia.
Tem muito homem no pedaço e a Leiska não conta conversa, faz e acontece.
A vida nunca é óbvia, apesar de óbvios os elementos que a compõem: alegria, tristeza, saudade, dor, dificuldades, problemas, euforia, amor, raiva, frustração... Uma colcha de retalhos que, sob uma perspectiva histórica, dá a perceber a grandeza ou a pequenez de quem a teceu.
Os imortais das Academias são assim chamados em razão de suas obras. Ficam estas perenizadas, mesmo após sua morte. Alguns poucos conseguem, no entanto, vencendo o fim da vida terrena, fazer com que suas obras continuem sendo construídas mesmo após a última travessia. Estes são os grandiosos, os admiráveis, aqueles que sempre serão lembrados.
Juvêncio de Arruda Câmara, o Juca do 5a Emenda, teceu uma colcha cuja beleza já era perceptível em vida. Tornou-se imortal porque gerou uma obra, virtual com efeitos concretos, que se eternizou. Mostrou-se grandioso porque conseguiu, mesmo após sua morte, manter sua obra viva, em permanente construção. Deixou um legado que está se multiplicando, como qualquer um pode ver.
O mítico 5a Emenda, do inesquecível Juvêncio de Arruda, está desde ontem mais vivo que nunca.
A professora Marise Morbach, companheira de vida e de lutas do Juca, mostra que o retorno do melhor blog da internet paraoara ao ar não é brincadeira; é coisa séria mesmo.
Prestando homenagem ao estilo que fez a fama do 5a, Marise ataca de frente a imprensa paraense:
Para não esquecer
Lúcio Flávio Pinto, na edição de nº 448 do Jornal Pessoal, não nos deixa esquecer que há trinta anos os grandes projetos econômicos entraram em operação na floresta amazônica. "Quem se lembra? O queacha?", pergunta o jornalista. ________________
Prezado Lúcio, permaneceremos em estado de amnésia se dependermos da grande imprensa para lembrar aquele período ou para qualquer outra reflexão sobre a fronteira amazônica dos anos 1970 prá cá. Nos ajudar a esquecer é tarefa cotidiana da imprensa paraense.
Corre longe a estória de um dono de jornal que um dia, cansado de ver sua redação empasteladapelos bate-paus da ditadura getulista -com direito a cascudo e tudo- resolveu se antecipar e postou esta epígrafe na porta do jornal. Pronto. Nunca mais. Aqui no blog é diferente, mas digo o mesmo a vocês. Bem vindos. Sempre.
Este foi o quarto post feito pelo nosso querido Juca, quando inaugurava seu Quinta Emenda. Em 14 de outubro de 2005. Mostra muito de seu carinho com os leitores.
Volta e meia o Quinta Emenda lava minha alma. Com um texto duro, preciso e ainda assim poético, Juvêncio de Arruda, seu titular, expõe o que muitos de nós, indignados cidadãos, pensamos a respeito das graciosidades que lemos todos os dias, nas mídias nacionais e locais.
Hoje, Juvêncio mais uma vez senta a pracaúba, como ele mesmo diz, nos engraçadinhos da imprensa nacional. Tudo com elegância e categoria. A vítima da vez foi Elio Gaspari, aquele que inventava entrevistas e levava-as para que os entrevistados as subscrevessem. Vale a pena passar por lá.
Na breve, porém, marcante passagem do companheiro Juvêncio de Arruda aqui em Brasília, em que tive o duplo privilégio de conhecer nosso outro parceiro de idéias, sonhos e colaboração no Flanar, o Itajái de Albuquerque, que vai muito além do trabalho em contribuição permanente à saúde de nossos concidadãos brasileiros, e apaixonada dedicação de suas respectivas e diversas atividades particulares como cidadão. Entrou naturalmente na pauta de nossa confabulação, a sugestão de um glossário indexado no 5.a Emenda, inicialmente; podendo ser ampliado para todo o universo crescente [de outros blog´s de alta qualidade com sabor açaí] no espaço virtual informativo do mestre da blogosfera paraense.
Senão, vejam.
O paraense que ele (Juva) se refere é paroara; certamente um referencial às nossas características comuns. DNA que nos une, independente de raça, cor, credo, opção religiosa e sexual, ou conta bancária. Tá lá no sítio. A distância está a um clique do leitor. Qualquer leitor que entenda a língua portuguesa e que seja minimamente curioso.
Baseado na cidade de Belém do Pará, suas notas econômicas e com alto poder explicativo, passam a ser postadas de Nova Dhéli. Crítica social que compara o Brasil com a Índia -- esqueçam a novela da Vênus enferruada que não para de perder ibope {vejam o relatório da queda de audiência do JN}. Ambos países dividindo espaço no moderninho rótulo referenciado como Bric´s, composto por: Brasil, Russia, Índia e China.
Vou reduzir os comentários acessórios, senão o post fica chato e prolixo, ok?
Então, Ivcezal e Folha Sobreçanlhuda, são termos para designar os dois maiores jornais impressos do Pará. Vá lá no blog do Juvêncio e descubra por que.
Latrinas flutuantes refere-se às porcarias que atravessam o turista a um dos mais belos lugares do planeta: a Ilha do Marajó.
É leitores (as). É desse jeito que o Pará administra o seu turismo. Não é de agora não. Sempre foi assim, de modo que: a coisa parece mais uma sina!
Há apelidos que pontuam características de alguns políticos. Dentre estes, o semblante pessoal que os trai, ficando ainda mais evidente, outras características; há muito evidentes, de modos, digamos, praticados por chefes de quadrilha do crime organizado.
Outra maravilha a nos divertir é quando entra na pauta diária uma bela -- não necessariamente -- mulher. Após o registro do fato, o mesmo vem acompanhado de um singelo e abençoada expressão: "com todo o respeito, é claro!".
Tem muito mais coisa. Fico, por aqui.
Caso me esqueça, por lapso de memória, por favor, das outras dezenas de criações divertidíssimas do mestre em tela, peço encarecidamente aos leitores (as) do blog que acrescentem na caixinha de comentários, outras percepções e definições, omitidas involuntariamente.
Nossa amizade, desde então, era a distância. Mas desde quando há distância na internet 2.0?
O Flanar foi outro ponto de convergência, que nos reúne através da blogosfera paraense.
Tenho a revelar que tive uma excelente impressão de ambos nesse primeiro contato pessoal. Além de minhas expectativas, para ser o mais honesto possível.
Papo inteligente, de gente antenada.
Ouvi com atenção o desenrolar dos sucessivos temas abordados na descontraída reunião e pouco falei.
Vai ter repeteco. Talvez amanhã ou na quarta-feira, 11; antes que o mestre do 5.a Emenda, tome um avião para o Rio de Janeiro e de lá segue para São Paulo, quando deve retornar a Belém após um périplo de trabalho que sua tese de mestrado está a lhe exigir.
Fico alentado, visto que agora será mais fácil o contato permanente com o Itajaí aqui na capital.
Fica cada vez mais forte a possibilidade de um encontro nosso em Belém após abril.
Nos próximos dias o Quinta Emendavai dar uma longa parada. Sem aviso prévio. O poster vai passar algumas semanas estudando, escrevendo as últimas monografias do mestrado - as aulas já acabaram - cozinhando e olhando as águas do Golfão Marajoara. Na volta, lá pelo final de janeiro, alterações esperam leitores e comentaristas. No visual, nos procedimentos de comentários, na frequência das postagens. Enquanto isso os visitantes do Quinta ficarão nas ótimas companhias da blogosfera paroara.Como este Flanar, a melhor delas.
Assim começo uma série prometida. Termino com cruzada.
- Meu gancho para a pista do set list especial com MPB para o próximo sábado; tudo tirado lá do fundão de um enooorrrme Baú de preciosidades. Como o arco-íris.
- Um beijo Luzeni. Um abraço Yudice. Dedico aos dois todas as músicas do box como minha homenagem ao livre arbítrio da circulação de idéias.
Que nomes sensacionais vocês dois têm heim!?
O meu também não é fácil. Mas aqui tem também Itajaí, Barretto, Francisco, Juvêncio -- meu mestre --, Bia, Hiroshi, Cris, Jeso, Vic, Waldyr... Já quero todo o alfabeto.