Producente perguntar a não usuários da Internet o quê pensam sobre uma provável regulamentação para controlar a difusão do conteúdo que nela circula.
Gostei dessa resposta.
- Meu caro, como até agora não entendi como esse "trosso" funciona. Espero que "eles" não proíbam que eu continue provando ao Governo que continuo vivo. E faço isso, lá na esquina de casa. Num tal de Cyber Café. Que não tem café!"
sábado, 21 de janeiro de 2012
O incrível datacenter do Facebook
800 milhões de usuários!
Este é o número impressionante de pessoas com contas na rede social mais popular do mundo. Parece que foi ontem que assistimos (através do filme "A Rede Social"), um nerd e emberbe Mark Zuckerberg comemorar tímidamente a primeira marca de 1 milhão de usuários.
É óbvio que, se conseguimos acessar com rapidez nosso perfil ou "feed de notícias" no Facebook, além de uma boa conexão a web, deve haver um superhipermega investimento da empresa em hardware de alta confiabilidade, capaz de lidar com as demandas de todas essas pessoas simultaneamente. Mais precisamente, falamos de um datacenter monstro, com poder de armazenamento/processamento indescritíveis com backup de energia poderoso e confiável, capaz de manter tudo em funcionamento em regime 24 x 7.
Pois ele existe e foi feito em parceria com a Intel, localizado em Prineville, no estado americano do Oregon. E segundo o Olhar Digital, há previsão de construir mais 2 iguais.
O datacenter de Prineville tem um perfil no Facebook que você pode até curtir, se desejar.
Mas antes disso, assista ao vídeo abaixo. Ele foi feito em 2009. Na época, eles ainda nem tinham os atuais 800 milhões de almas. Mas vale pelas imagens de bastidores de um datacenter do Facebook.
Bacana, não?
Agora, vamos pensar um pouquinho. Um hardware destes, processando sabe lá quantos milhões de dados por segundo, vai produzir uma boa quantidade de calor. Daí as salas ultra refrigeradas, com enorme dispêndio de energia, que talvez obriguem os raros funcionários envolvidos na sua manutenção, a usar roupas para esquiar nos alpes.
Pois fique sabendo que o Ártico é o local do próximo datacenter do Facebook.
O datacenter de Prineville tem um perfil no Facebook que você pode até curtir, se desejar.
Mas antes disso, assista ao vídeo abaixo. Ele foi feito em 2009. Na época, eles ainda nem tinham os atuais 800 milhões de almas. Mas vale pelas imagens de bastidores de um datacenter do Facebook.
Bacana, não?
Agora, vamos pensar um pouquinho. Um hardware destes, processando sabe lá quantos milhões de dados por segundo, vai produzir uma boa quantidade de calor. Daí as salas ultra refrigeradas, com enorme dispêndio de energia, que talvez obriguem os raros funcionários envolvidos na sua manutenção, a usar roupas para esquiar nos alpes.
Pois fique sabendo que o Ártico é o local do próximo datacenter do Facebook.
Para mais detalhes, clique aqui.
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Atualizado às 20:36 h para incluir o vídeo.
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Atualizado às 20:36 h para incluir o vídeo.
Curiosidade
Faço de minha curiosidade uma pergunta?
No iTunes, deparei-me com a possibilidade de possuir um livro dos The Beatles: O Submarino Amarelo. A mensagem anima à todos, pois trata-se de raro ato de presentear os usuários do iTunes.
O arquivo foi baixado, porém, nunca consegui executá-lo.
- Dr. Carlos. Vossa Senhoria pode me ensinar como faço para acessar o conteúdo do arquivo em tela?
No iTunes, deparei-me com a possibilidade de possuir um livro dos The Beatles: O Submarino Amarelo. A mensagem anima à todos, pois trata-se de raro ato de presentear os usuários do iTunes.
O arquivo foi baixado, porém, nunca consegui executá-lo.
- Dr. Carlos. Vossa Senhoria pode me ensinar como faço para acessar o conteúdo do arquivo em tela?
Kodak: R.I.P
Mais uma notícia chocante para o mundo. O mesmo mundo, que tenta acompanhar os avanços tecnológicos, que surgem em velocidade cada vez mais estonteante, choca-se com o desaparecimento súbito dos avanços de outrora.
Ontem, 20 de janeiro de 2012, a Eastman Kodak jogou a toalha. Isso mesmo! Acabou. Foi-se. Virou suco. Morreu. Em suma, declarou oficialmente falência. Seu website ainda está lá, tadinho. Mas ela se foi.
Segundo informa o Correio do Estado, a empresa desaparece 131 anos após ter revolucionado a fotografia.
De fato, como informa a Wikipedia, sediada em Rochester, NY, a empresa foi fundada em 1889 por George Eastman. E dominou o mercado de filmes fotográficos durante quase todo o século 20. À ponto de em 1976, obter o incrível market share de 90% do mercado de películas nos EUA.
Inacreditável, não? Um sucesso estrondoso. Chega a ser indecente!
Inacreditável, não? Um sucesso estrondoso. Chega a ser indecente!
Mas justamente aí reside o detalhe que, talvez, tenha sido determinante do que acontece agora. Um sucesso enorme. Quase um monopólio.
Mas, empresas de todo o mundo, estejam atentas!
O grande e estrondoso sucesso, associado ao comodismo, aos lucros exponenciais e a um certo engessamento de visão, podem levar a dinossaurização do empreendimento e, por consequência, ao inevitável fracasso.
Ser bem sucedido, fabricar/desenvolver bons produtos e até obter lucro, certamente é muito bom. Justíssimo. Mas montar neste sucesso, ignorar a inovação, sentar na arrogância e muitas vezes, até entremear-se no poder público para manter-se na liderança, pode não ser uma boa idéia. Menos ainda, se em meio a concorrência ou surgimento de uma nova tecnologia, subestimar e tomar as decisões erradas.
Mas, empresas de todo o mundo, estejam atentas!
O grande e estrondoso sucesso, associado ao comodismo, aos lucros exponenciais e a um certo engessamento de visão, podem levar a dinossaurização do empreendimento e, por consequência, ao inevitável fracasso.
Ser bem sucedido, fabricar/desenvolver bons produtos e até obter lucro, certamente é muito bom. Justíssimo. Mas montar neste sucesso, ignorar a inovação, sentar na arrogância e muitas vezes, até entremear-se no poder público para manter-se na liderança, pode não ser uma boa idéia. Menos ainda, se em meio a concorrência ou surgimento de uma nova tecnologia, subestimar e tomar as decisões erradas.
Um pouco antes, outra empresa que também desenvolveu e fabricou uma inovação de espanto e sucesso, também teve vida curta. Tão curta, que seus produtos sequer chegariam às grandes massas mundiais, como a Kodak um dia conseguiu.
Em 2008, a Polaroid, depois de espantar o mundo com seu filme de revelação quase que instantânea, também amargou o mesmo destino.
Entre outros graves problemas gerenciais ela pontualmente subestimaria o crescente mercado das câmeras digitais. Deste modo, subitamente, o príncipe virou sapo. Seu caro, pesado e desajeitado cartucho de tecnologia patenteada (gerava indecentes 10 imagens de qualidade muito discutível), não valia mais nem um centavo de dólar. Foi então comprada por outra empresa, que em 2010 prometia reposicionar a marca no mercado de câmeras digitais e analógicas (??????).
Visitando seu website, observamos que a Polaroid parece debater-se com uma tal de Android Camera, entre outros produtos. Ao menos, parecem ser produtos minimamente sintonizados com as tecnologias da atualidade. Mas pessoalmente, tenho lá minhas dúvidas sobre o acerto de suas iniciativas.
Em 2008, a Polaroid, depois de espantar o mundo com seu filme de revelação quase que instantânea, também amargou o mesmo destino.
Entre outros graves problemas gerenciais ela pontualmente subestimaria o crescente mercado das câmeras digitais. Deste modo, subitamente, o príncipe virou sapo. Seu caro, pesado e desajeitado cartucho de tecnologia patenteada (gerava indecentes 10 imagens de qualidade muito discutível), não valia mais nem um centavo de dólar. Foi então comprada por outra empresa, que em 2010 prometia reposicionar a marca no mercado de câmeras digitais e analógicas (??????).
Visitando seu website, observamos que a Polaroid parece debater-se com uma tal de Android Camera, entre outros produtos. Ao menos, parecem ser produtos minimamente sintonizados com as tecnologias da atualidade. Mas pessoalmente, tenho lá minhas dúvidas sobre o acerto de suas iniciativas.
Concluindo, ontem a Kodak se foi oficialmente. Vaporizou-se. Mas não sem luta. Talvez, não exatamente a luta adequada. Mas a empresa bem que tentou.
Logo na aurora das câmeras digitais, ela inventava um método de revelação digital, que batizou de Photo CD. Você levava seu cartão de memória, colocava numa máquina, que simplesmente lia suas imagens e gravava um CD. Desta maneira, com uma mídia gravada, você poderia mostrar suas imagens aos amigos e parentes.
Certo?
Errado! Não foi isso que ela criou.
Ao invés de facilitar as coisas para os clientes, a empresa embutia no CD um padrão de apresentações proprietário!!! Um software, (obviamente patenteado e fornecido exclusivamente pela própria Kodak), era quase indispensável para a apresentação de seu slideshow nas telas de TV e computadores dos amigos. O quase foi proposital. Com o mínimo conhecimento, o usuário conseguia fazer seu computador "enxergar" onde estavam as imagens originais. Mas para seu avô, sua avó, isso seria um grande desafio.
Que tal?
Que tal?
Somente mais adiante, acossada pela vertiginosa queda do lucro fácil das películas fotográficas, a empresa de Eastman partiu para a fabricação de suas próprias câmeras digitais. Mas aí, já era tarde demais. Ela não mais conseguia concorrer com as Cybershots, Lumix, Powershots, Coolpix, Finepix (e até Tecpix, perdoem pelo sarcasmo explícito) do mercado. Ele já estava dominado por outras empresas, que vendiam câmeras digitais por preços progressivamente mais acessíveis. A maioria, tradicionais fabricantes de equipamento fotográfico. (Mas nem todas. A Sony e Panasonic, por exemplo, com tradição em outros tipos de produtos eletrônicos, chegaram a sair na frente das demais, especialmente no mercado não profissional).
Enfim, o grande elefante, cedeu ao enorme peso e caiu ao solo. Uma lição a ser aprendida. Um exemplo a ser analisado com detalhes. E mais um case para as empresas que hoje estão na crista da onda.
Cochilar, é mortal!
Enquanto você chora copiosamente com a notícia, que tal dar uma voltinha ao passado? Sugerido pelo nosso parceiro de blog Paulo Santos via Twitter, no website da Time Techland, você poderá ver vídeos históricos como este.
Feito em 1958, o vídeo é o retrato de uma empresa de sucesso. Mas não se contente só com ele. O Time Techland reúne os 10 vídeos comerciais mais memoráveis da Kodak. Nem perca mais seu tempo e corra até lá. É muito interessante.
O círculo das oportunidades
Os meios de comunicação, começam a repercutir um Terremoto de magnitude 6,2 que atingiu o sul do México.
Nosso Lar é um lugar não muito simpático à moradia segura de humanos.
Eu nascí em Marabá. Adoro a cidade. É muito interessante o lugar. Entretanto, a natureza não pergunta a niguém, se aqui ou acolá é seguro, não tem enchentes, queda de morros, terremotos, cataclismas, tufões ou demais manifestações da própria natureza.
Os marabaenses sabem que o Tocantis enche todo o ano e represa o Itacaíunas, no que resulta em enchente nas áreas mais baixas da cidade. Ninguém muda das áreas alagadas. Por quê será?
- Boa pergunta.
Da mesma forma, outras cidades, aqui e em outros países, são notícias quando a natureza se faz presente com suas manifestações, digamos, fora do combinado com os russos. Ai reside as oportunidades.
- Acredito que são variadas e de certa forma extraordinárias.
Penso também que é uma chance para demonstração individual de testar, na prática, se somos uma orquestra, ou apenas, solistas.
Nosso Lar é um lugar não muito simpático à moradia segura de humanos.
Eu nascí em Marabá. Adoro a cidade. É muito interessante o lugar. Entretanto, a natureza não pergunta a niguém, se aqui ou acolá é seguro, não tem enchentes, queda de morros, terremotos, cataclismas, tufões ou demais manifestações da própria natureza.
Os marabaenses sabem que o Tocantis enche todo o ano e represa o Itacaíunas, no que resulta em enchente nas áreas mais baixas da cidade. Ninguém muda das áreas alagadas. Por quê será?
- Boa pergunta.
Da mesma forma, outras cidades, aqui e em outros países, são notícias quando a natureza se faz presente com suas manifestações, digamos, fora do combinado com os russos. Ai reside as oportunidades.
- Acredito que são variadas e de certa forma extraordinárias.
Penso também que é uma chance para demonstração individual de testar, na prática, se somos uma orquestra, ou apenas, solistas.
Quem está na chuva é prá se molhar?
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No começo dos anos 1900 é estruturada uma teoria psicológica: o behaviorismo(comportamento). Essa teoria sustenta algumas teses importantes. Uma delas é a de que os indivíduos tendem a se comportar socialmente por meio de dois fatores básicos: o organismo e o ambiente. São, digamos assim, duas determinações importantes para afirmar que o comportamento dos indivíduos é o objeto de estudo da Psicologia(???). Pois bem, passados mais de oitenta anos da publicação do livro de Watson*, os estudos de audiência acabaram por inventar formatos de programas para a Televisão como o BBB.
O ambiente do BBB é uma casa na qual inúmeros "organismos humanos" vão conviver em regime de confinamento, durante meses, visando atingir um objetivo: fortuna e fama. Como a fama é um estímulo importante para fomentar a ambição humana, espera-se que os indivíduos tenham um comportamento(R) adequado às experiências estimuladas no processo de confinamento(C): É claro que a competição pelo prêmio é a estimulação central do comportamento dos participantes(E X R). Mas como se trata de comportamento humano, nem tudo é passível de controle... Ainda mais quando estímulos alcoólicos são oferecidos na ânsia de transferir o controle dos participantes para a Audiência.
Centenas de indivíduos, em algum lugar do planeta, estarão "fornicando" neste exato momento em que escrevo. Muitos tomarão uns goles prá soltar os instintos de suas jaulas racionais, - principalmente quando o sexo é um serviço, não um ato de afeto. No caso que envolveu os participantes da temporada atual do BBB, Daniel e Monique, a coisa tomou contornos inusitados - e o voyeurismo produziu diferentes olhares sobre a cena de sexo -, senhorita Monique estava desacordada; o rapaz Daniel se aproveitou da embriaguez e consumou o ato sem o consentimento da senhorita Monique.
Tenho a convicção de que os behavioristas clássicos diriam que há uma diferenciação no comportamento sexual do organismo de machos e fêmeas: principalmente sob o efeito de estimulantes.Os behavioristas radicais diriam que o estímulo maior foi causado pelo ambiente, e que comportamento foi uma punição negativa. Daí que a Rede Globo teria sérios problemas: induz o uso de bebidas alcóolicas para estimular "comportamentos" entre os participantes do programa.
Fofoca, voyeurismo, e estímulos para além das respostas esperadas, deram um susto na equipe do BBB. Que tenham aprendido alguma coisa com os acontecimentos...O fato é que nem sempre temos respostas esperadas para os estímulos provocados.....Quanto a mim? Me nego a ter uma visão moralizadora sobre o episódio.
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John B. Watson - Behaviorismo
E- Estimulo
R- Resposta
C-Comportamento
No começo dos anos 1900 é estruturada uma teoria psicológica: o behaviorismo(comportamento). Essa teoria sustenta algumas teses importantes. Uma delas é a de que os indivíduos tendem a se comportar socialmente por meio de dois fatores básicos: o organismo e o ambiente. São, digamos assim, duas determinações importantes para afirmar que o comportamento dos indivíduos é o objeto de estudo da Psicologia(???). Pois bem, passados mais de oitenta anos da publicação do livro de Watson*, os estudos de audiência acabaram por inventar formatos de programas para a Televisão como o BBB.
O ambiente do BBB é uma casa na qual inúmeros "organismos humanos" vão conviver em regime de confinamento, durante meses, visando atingir um objetivo: fortuna e fama. Como a fama é um estímulo importante para fomentar a ambição humana, espera-se que os indivíduos tenham um comportamento(R) adequado às experiências estimuladas no processo de confinamento(C): É claro que a competição pelo prêmio é a estimulação central do comportamento dos participantes(E X R). Mas como se trata de comportamento humano, nem tudo é passível de controle... Ainda mais quando estímulos alcoólicos são oferecidos na ânsia de transferir o controle dos participantes para a Audiência.
Centenas de indivíduos, em algum lugar do planeta, estarão "fornicando" neste exato momento em que escrevo. Muitos tomarão uns goles prá soltar os instintos de suas jaulas racionais, - principalmente quando o sexo é um serviço, não um ato de afeto. No caso que envolveu os participantes da temporada atual do BBB, Daniel e Monique, a coisa tomou contornos inusitados - e o voyeurismo produziu diferentes olhares sobre a cena de sexo -, senhorita Monique estava desacordada; o rapaz Daniel se aproveitou da embriaguez e consumou o ato sem o consentimento da senhorita Monique.
Tenho a convicção de que os behavioristas clássicos diriam que há uma diferenciação no comportamento sexual do organismo de machos e fêmeas: principalmente sob o efeito de estimulantes.Os behavioristas radicais diriam que o estímulo maior foi causado pelo ambiente, e que comportamento foi uma punição negativa. Daí que a Rede Globo teria sérios problemas: induz o uso de bebidas alcóolicas para estimular "comportamentos" entre os participantes do programa.
Fofoca, voyeurismo, e estímulos para além das respostas esperadas, deram um susto na equipe do BBB. Que tenham aprendido alguma coisa com os acontecimentos...O fato é que nem sempre temos respostas esperadas para os estímulos provocados.....Quanto a mim? Me nego a ter uma visão moralizadora sobre o episódio.
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John B. Watson - Behaviorismo
E- Estimulo
R- Resposta
C-Comportamento
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
Apple inaugura novo paradigma no mercado educacional
Como previsto, o evento educacional da Apple agora há pouco em NYC, não apresentou nenhum hardware novo. De fato, tudo o que foi lançado, foi precisamente focado na educação. Em especial, os livros-texto utilizados em escolas e universidades.
Segundo o Blog MacMagazine, (que transmitiu o evento online em liveblog), a motivação maior da Apple para os lançamentos de hoje, se resume neste parágrafo:
Hoje, livros didáticos/acadêmicos podem não ser a melhor forma de aprendizagem. Eles podem até ter bons conteúdos, mas são pesados, se perdem amassam… falta portabilidade, durabilidade, interatividade, formas de se achar mais facilmente um assunto, entre outras coisas. Tudo isso (ou quase tudo) pode ser suprido com o digital.
Segundo o Blog MacMagazine, (que transmitiu o evento online em liveblog), a motivação maior da Apple para os lançamentos de hoje, se resume neste parágrafo:
Hoje, livros didáticos/acadêmicos podem não ser a melhor forma de aprendizagem. Eles podem até ter bons conteúdos, mas são pesados, se perdem amassam… falta portabilidade, durabilidade, interatividade, formas de se achar mais facilmente um assunto, entre outras coisas. Tudo isso (ou quase tudo) pode ser suprido com o digital.
Mas o que foi apresentado hoje ao mundo? Afinal, livros digitais já existem. Teriam, na verdade, que ser reinventados. Vejamos então.
1) iBooks 2.0
A novidade é muito interessante. Os livros digitais agora, além da mera possibilidade de serem folheados como os reais, poderão ser bem mais poderosos. De fato, a promessa é que o conteúdo agora possa ser enriquecido com vídeos introdutórios, ótimos layouts, gráficos espetaculares e até um modo em tela cheia. Em outras palavras, o conteúdo de um livro digital de agora em diante, deverá ser multimedia. E certamente, com isso, talvez ocupem um pouco mais de espaço em seu iGadget. Para tanto, um novo aplicativo precisou ser desenvolvido, agregando as novas funcionalidades. Este é o iBooks em versão 2.0, já disponível gratuitamente na iTunes App Store. Para saber mais, clique aqui.
2) iTunes U
Ele andava meio esquecido, inicialmente agregado ao iTunes, soterrado em meio a profusão de opções de downloads da iTunes Store. Mas certamente, é a grande novidade desta quinta em NYC. O serviço de conteúdo educacional da Apple, disponibiliza textos, imagens e cursos das principais universidades americanas. Muitos deles, inteiramente gratuitos.
Na seção Health and Medicine, por exemplo, há vídeos que podem interessar a médicos fornecido pela Arizona Health Sciences Center. Há outros com conteúdo específico em Neurologia, Cirurgia, etc. Ainda é pouco, diga-se. Mas é um início.
Este é o iTunes U. Mas qual a novidade de hoje? A Apple diz que uma das finalidades nativas do iTunes U, é a publicação de aulas. O ensino à distância é a meta principal. E agora, o iTunes U passa a ser mais um aplicativo gratuito, que deve facilitar e estimular seu uso. E já está disponível para download gratuito na iTunes App Store. Leia mais clicando aqui.
3) iBooks Author
É claro que não há como inaugurar um novo paradigma no mercado editorial, sem lhes fornecer as ferramentas para a criação do novo conteúdo digital. E esta é a parte que deve interessar não só o mercado editorial, bem como os professores. Trata-se do software que você ainda vai usar, se quiser produzir seu próprio e-book. Com visual semelhante ao Keynotes (software análogo ao Powerpoint da Microsoft), através dele você vai integrar todo o conteúdo multimedia de seu livro, finalizando-o em formato compatível com o iBooks App. O iBooks Author é gratuito e está disponível na Mac App Store (136 mbytes). Sim. Só para Mac! Para saber mais, clique aqui.
4) iTunes 10. 5.3
Impossível lançar tantas novidades sem atualizar a porta de entrada. E o iTunes também foi atualizado. E segundo o Blog MacMagazine, deve chegar aos pouquinhos através da Atualização de Software dos Macs. Mas quem tiver pressa, já pode fazer o download aqui mesmo (102 mbytes).
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Nas colunas diárias dos dois maiores jornais impressos do Pará:
Repórter Diário
[...] Um dos seis pré candidatos petistas a prefeitura de Belém, o deputado Carlos Bordalo prevê que o primeiro turno das prévias, domingo, não sairá candidato do Partido. Os quase 10 mil petistas aptos a votar, diz, não garantirão mais de 50% de votos a ninguém[...]
Repórter70
[...]Domingo, será realizada a prévia do PT. Os nomes com maiores chances de ganhar são Cláudio Puty, Cláudio Bordalo e Alfredo Costa. Os militantes aptos a votar são 8.999[...]
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Repórter Diário
[...] Um dos seis pré candidatos petistas a prefeitura de Belém, o deputado Carlos Bordalo prevê que o primeiro turno das prévias, domingo, não sairá candidato do Partido. Os quase 10 mil petistas aptos a votar, diz, não garantirão mais de 50% de votos a ninguém[...]
Repórter70
[...]Domingo, será realizada a prévia do PT. Os nomes com maiores chances de ganhar são Cláudio Puty, Cláudio Bordalo e Alfredo Costa. Os militantes aptos a votar são 8.999[...]
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O Costa Concórdia em imagens impressionantes
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| Imagem: Gregorio Borgia (AP), via The Sacramento Bee. |
Sim. É aquele navio de cruzeiro que um
As imagens são realmente impressionantes.
A propósito, o ralho também. E você pode ouvi-lo clicando aqui.
"Vada a bordo, CAZZO!" disse em determinado momento, Gregorio Maria de Falco da Capitania dos Portos ao capitão do transatlântico, Francesco Schettino.
Segurança Pública
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O Pará amanhece sem uma parte do efetivo da Polícia Militar nas ruas. Preocupante a situação. Não sou especialista em segurança pública, apenas curiosa e preocupada com a situação de fragilidade em que nos encontramos: nós e eles. Muito fácil dizer que um policial militar entra prá carreira porque quer, e que se conforme com o salário que tem. Mais fácil ainda é clamar por segurança em meio aos índices de violência urbana que, em Belém, apontam a ineficácia do planejamento e do acompanhamento das soluções de médio e longo prazo. Reforma gerencial do Estado foi tentada por Bresser Pereira, em 1995, mas esbarrou em uma questão endógena: escassez de recursos,autonomia dos estados, e o clientelismo que acabou por encapsular as ações que poderiam resolver problemas em torno do bem público. O Estado não pode emitir moeda como quiser, temos lastros. A Lei de Responsabilidade Fiscal chegou para coibir a farra dos estados na contratação de pessoal e na aplicação de recursos ao sabor dos interesses de governantes. Mas engessou trâmites de gestão e dificultou o atendimento de demandas sociais; além do que, a fiscalização e as penalidades sobre os governantes deixam muito a desejar. Também não há possibilidade de dar conta das demandas crescentes por políticas sociais e melhoria de salários do funcionalismo. Esse é o famoso Gráfico de Pareto. Em algum momento as curvas de investimento público são decrescentes: o orçamento é inelástico e as demandas sociais são crescentes. Quem leu Triste fim de Policarpo Quaresma de Lima Barreto vê o cenário em que a autoridade dos quartéis adentra a vida política brasileira. Lá está a empafia das altas patentes diante da miséria e da ignorância dos escalões inferiores. A situação se mantém, mesmo com a tentativa dos militares em constituir um núcleo de representação política dentro das câmaras legislativas na tentativa de deliberar em favor de melhorias salariais e de benefícios para as corporação militares. O quadro é dramático e grave. A cada greve e a cada negociação o tecido social é esgarçado pela quebra de autoridade e pela insatisfação crescente da população com os serviços de segurança pública que o Estado oferece. Redes de corrupção infiltradas nas corporações militares aumentam a desconfiança da população sobre o sistema público de segurança. E assim caminha o quadro da segurança pública no Brasil...
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O Pará amanhece sem uma parte do efetivo da Polícia Militar nas ruas. Preocupante a situação. Não sou especialista em segurança pública, apenas curiosa e preocupada com a situação de fragilidade em que nos encontramos: nós e eles. Muito fácil dizer que um policial militar entra prá carreira porque quer, e que se conforme com o salário que tem. Mais fácil ainda é clamar por segurança em meio aos índices de violência urbana que, em Belém, apontam a ineficácia do planejamento e do acompanhamento das soluções de médio e longo prazo. Reforma gerencial do Estado foi tentada por Bresser Pereira, em 1995, mas esbarrou em uma questão endógena: escassez de recursos,autonomia dos estados, e o clientelismo que acabou por encapsular as ações que poderiam resolver problemas em torno do bem público. O Estado não pode emitir moeda como quiser, temos lastros. A Lei de Responsabilidade Fiscal chegou para coibir a farra dos estados na contratação de pessoal e na aplicação de recursos ao sabor dos interesses de governantes. Mas engessou trâmites de gestão e dificultou o atendimento de demandas sociais; além do que, a fiscalização e as penalidades sobre os governantes deixam muito a desejar. Também não há possibilidade de dar conta das demandas crescentes por políticas sociais e melhoria de salários do funcionalismo. Esse é o famoso Gráfico de Pareto. Em algum momento as curvas de investimento público são decrescentes: o orçamento é inelástico e as demandas sociais são crescentes. Quem leu Triste fim de Policarpo Quaresma de Lima Barreto vê o cenário em que a autoridade dos quartéis adentra a vida política brasileira. Lá está a empafia das altas patentes diante da miséria e da ignorância dos escalões inferiores. A situação se mantém, mesmo com a tentativa dos militares em constituir um núcleo de representação política dentro das câmaras legislativas na tentativa de deliberar em favor de melhorias salariais e de benefícios para as corporação militares. O quadro é dramático e grave. A cada greve e a cada negociação o tecido social é esgarçado pela quebra de autoridade e pela insatisfação crescente da população com os serviços de segurança pública que o Estado oferece. Redes de corrupção infiltradas nas corporações militares aumentam a desconfiança da população sobre o sistema público de segurança. E assim caminha o quadro da segurança pública no Brasil...
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quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
Elis para sempre Regina
Agora, o braço não é mais o braço erguido num grito de gol.
Agora, o braço é uma linha, um traço,um rastro espelhado e brilhante.
E todas as figuras são assim: desenhos de luz, agrupamentos de pontos,
de partículas,um quadro de impulsos, um processamento de sinais.
E assim — dizem — recontam a vida.
Agora, retiram de mim a cobertura da carne,
escorrem todo o sangue,
afinam os ossos em fios luminosos,
e aí estou, pelo salão, pelas casas, pelas cidades,
parecida comigo.
Um rascunho.
Uma forma nebulosa, feita de luz e sombra.
Como uma estrela.
Agora, eu sou uma estrela.
(Texto de Fernando Faro, que Elis declamava no seu ultimo show, O Trem Azul).
________________________________
Elis se foi ha exatos 30 anos.
Das dezenas de coisas que estão na internet sobre essa data, o site do Estadão faz bonito, com um Especial multimídia sobre a eterna Elis. Um dos destaques é, sem dúvida, uma entrevista com Pedro Camargo Mariano, um dos três filhos da cantora.
Sem vestígios
Um semblante acima de qualquer suspeita e passos seguros entre ruas semi-iluminadas e estreitas, vigiadas por moribundos à porta de casarões que se desfazem. O vento tímido sacode os cabelos já desalinhados com os afazeres do dia que se esvai. A bolsa é levemente encoberta pelo xale improvisado, calculadamente, nas mãos. Ela segue certeira e errante e insaciável. A grade só estava encostada. Restos de luz apontam o piso antigo e velho, e ainda finca uma escada de madeira, marcada por pequenas brechas de descuido. O cheiro da umidade anuncia o porvir e ela abre um leve sorriso, sem pressa. Ele a aguarda nos altos. Com uma das mãos, se apoia na parede, acima do corpo. Com a outra, bafeja o cigarro. Ele também é discreto, como ela gosta. Os olhos dele se amiúdam no trago e encaram os olhos graúdos dela. Um cheiro no pescoço doce e quente; braços envoltos na cintura. Ela desliza porta a dentro. Um samba triste os convida à boemia, já derramada pelo apartamento. Copos com sobras de doses de qualquer coisa etílica. Carteiras de cigarro amarrotadas e cinzeiros cheios de baganas. Jornais, livros, chaves, fio dental, prato e cartão, papéis de contas a pagar, discos sem capa decoram mesa, sofá, chão... ainda havia o principal: meia garrafa de uma cachaça competente, a mesma que ela trouxe cheia na última noite em que o visitou. Cor de caramelo. Alguém a gastou antes e isso lhe atraía. Não se deram conta do quanto beberam, do quanto conversaram. O álcool lhe autorizou a se despir e restaram no corpo dela somente as roupas íntimas. Passos trôpegos até a janela, numa performance perfeita. Cuspiu fumaça sobre a praça vazia, e ele gostava de assistir sua desenvoltura, interrompendo-a com carícias e conversas roucas. A água fria do chuveiro lavou restos de mais uma noite. Deixou cair um pequeno caderno de notas no piso de taco corrido e se foi. Sem dizer adeus.
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
Guitarras de George Harrison em app para iPad
Esta foi a ótima notícia que acabo de receber através do TheBeatles.com. Dia 23 de fevereiro, por 10 dólares, você vai poder adquirir o George Harrison - The Guitar Collection na iTunes Store. Lançado cerca de 2 dias antes do aniversário do ex-Beatle, o aplicativo comemorativo será exclusivo para o iPad.
Veja abaixo o vídeo de divulgação que é excelente.
The George Harrison Guitar Collection from George Harrison on Vimeo.
Segundo informa o TheBeatles.com através de recursos multimedia e descrições detalhadas o aplicativo dará acesso a toda a coleção de guitarras de George.
Para mais informações, clique nos links.
É ou não uma boa notícia?
Quais os seus acessórios para iGadgets mais utilizados em 2011?
Virada de ano, é sempre hora de eleger algo de relevante no ano que termina. E os articulistas do iMore Seth, Leanna e Chris Oldroyd resolveram eleger os acessórios mais usados em seus iGadgets em 2011. Interessante notar, que ao menos 2 ítens se repetiram nas listas de ao menos 2 deles.
- Apple iPhone Dock (R$ 99,00): realmente um acessório recomendável. Bonito, elegante e bastante útil, simplifica o carregamento e sincronismo do iPhone com seu computador.
- Bamboo Stylus for iPad da Wacon: realmente, apesar de possuir uma stylus pen da Osaki para iPad, ainda não entendi exatamente a função deste produto. Levando em conta que o iPad foi desenhado para ser utilizado com os dedos, a única função deste produto, talvez seja minimizar a porqueira que a gordura de seus dados faz com a tela. Fora isso, ainda não consegui entender. O único que conseguiu me impressionar, foi citado aqui, e ainda é apenas uma promessa.
Bem. Essa é a opinião deles. E a minha? Como não ganho um só centavo para comprar e fazer avaliações de produtos, o que posso fazer é eleger os melhores entre aqueles que pude comprar. Então vamos a minha lista pessoal de acessórios preferidos para iGadgets.
- iPhone Dock: como disse, gosto muito deste produto e estou inteiramente de acordo com os articulistas do iMore.
- Tom Tom Car Kit: este, foi sem dúvida o produto que mais utilizei em 2011. Apesar do alto preço (cerca de 500 pratas), o acessório se mostrou útil em vários aspectos. De uma só tacada, resolveu três "probleminhas". Carregamento contínuo do iPhone, conexão de áudio com o som automotivo e amplificação do sinal de GPS. Tudo isso, associado com o bom app para iPhone da Tom Tom, transforma a solução em um "must have". Gostei!
- Fonte de Alimentação USB para iPad (R$ 109,00): trata-se de um acessório prático. Resume-se a um carregador para seu iPad. Possibilita que você carregue as baterias conectando a uma tomada elétrica convencional. Dispensando então, o uso da porta USB de seu computador. Com bom tamanho, considero hoje um acessório indispensável.
- iLuv Double Play: um dock que acomoda não só seu iPhone bem como seu iPod, carrega suas baterias, amplifica e executa suas músicas e ainda funciona como rádio-relógio. Este dock, certamente não é dos melhores e nem dos mais concorridos entre os audiófilos. Mas até hoje, é dele que me lembro quando vou a Mosqueiro. E para este nobre propósito, ele tem dado show. Mas é caro. Rssss
E os acessórios que decepcionaram? Alguém aí se lembraria de algum?
Pois eu sei que posso até ser apedrejado implacavelmente. Mas não vou me furtar em dar minha opinião. Vou eleger agora minha maior decepção de 2012. E o farei levando em conta uma péssima experiência pessoal, bastante concreta.
A principal decepção de 2012, pra mim vai para a bela iPad Smart Cover!
Sim. De fato ela é bela, elegante, com um ótimo design, várias opções de cores, etc. E ainda é a única que faz funcionar o desligamento automático do iPad quando fechada. Contudo, desde o seu lançamento, salientei seu principal ponto fraco. Só protege a parte frontal do iPad 2. E neste momento, eu jamais imaginaria que ela poderia ser ainda pior, em se tratando de proteção efetiva de seu iPad 2. Na primeira queda da altura de minha cintura, eis que o iPad 2 ao cair de bico no chão, fragmentou seu vidro frontal. Muito embora não tenha deixado de funcionar, estava para sempre maculado meu caríssimo brinquedo. E isso tudo com a Smart Cover devidamente instalada.
Sendo assim, se desejar seu iPad 2 bonito, elegante e sem acréscimo importante no peso, sim. Ela continua a ser um belo produto. Mas se a questão é a efetiva proteção de seu caríssimo investimento, simplesmente esqueça!
Mas com certeza, alguns fanáticos vão aparecer e dizer que usam a Smart Cover com o conjunto todo enfiado em uma luva de proteção de tal material e blá, blá, blá. Mas aí eu vou dizer. Ah! Péra lá, né?
Rssss
Rumor varre a web. iPad 3 no início de fevereiro
Se não for verdade, ao menos podemos dizer que a galera que diz acompanhar os bastidores da tecnologia, gosta de nos manter "animados".
O último rumor chega para reforçar o que já foi dito por aqui. Só que agora, especula-se até uma data aproximada. Parece que vem aí o iPad 3. E segundo o iMore, ele seria anunciado no início de fevereiro!!! E junto com ele, o iOS 5.1.
Nem me perguntem sobre detalhes de hardware. As especulações são tantas, que prefiro ficar com a hipótese de uma tela Retina Display. O resto, só no dia do lançamento oficial. Ou, como é frequente, às vésperas. :-)
Nem me perguntem sobre detalhes de hardware. As especulações são tantas, que prefiro ficar com a hipótese de uma tela Retina Display. O resto, só no dia do lançamento oficial. Ou, como é frequente, às vésperas. :-)
Educação é o foco do evento Apple desta quinta em NYC
Tem novidade Apple nesta quinta-feira 19 em Nova Iorque. Mas acalmem-se. Nada indica que seja algum hardware novo. Estejam avisados. Depois não venham com aquele nhé-nhém-nhém de que foi uma decepção e tal.
Como o misterioso convite oficial acima deixa claro, trata-se de um lançamento na área educacional. E já começam a surgir rumores fortíssimos do que será lançado (em grande estilo, diga-se) no Guggenheinm Museum, a partir de 13 horas HBV.
Vejamos então o que dizem os rumores:
- Há evidências de parcerias firmadas com algumas das mais importantes editoras americanas. Entre elas, McGraw-Hill, Pearson PLC, Houghton Mifflin e Cengage Learning.
- Uma novíssima ferramenta para a criação de e-books, que já está sendo chamada de Garage Band para livros digitais. Uma alusão ao software de criação/produção musical da Apple.
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
A peleja do Diabo com o Dono do Céu
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E foi dada a largada para as eleições municipais...Os que lutaram bravamente e tomaram posição contra ou a favor da divisão do Pará vão voltar pedindo ao eleitor confiança e voto, é claro.
Em Marabá, João Salame do PPS vai passar a sacola entre os separatistas pedindo apoio e dinheiro. Em Santarém, Lira Maia vem com tudo (ou será Alexandre Von?). Em Belém, Zenaldo Coutinho é o candidato de Simão Jatene (essa é a aposta de Lúcio Flávio Pinto); mas Flexa Ribeiro quer porque quer ser prefeito de Belém e tem o apoio de Jader Barbalho (também uma dica de Lúcio Flávio Pinto). Os "bons velhinhos" podem trazer sérios problemas para a renovação do quadro político. Que diga Almir Gabriel que na desvairada tentativa de vingança vem de braços dados com Duciomar Costa(pelo menos sobrou um pouco de coerência: trouxe e está ao lado da merda).
Oh deuses! que fizemos por merecer....No meio dessa confusão vem Edmilson Rodrigues do PSOL nos trazendo de volta o mínimo de coerência. O PT vem de Bordalo ou de Puty. O governo trapalhão de Ana Júlia Carepa apostou no apoio de Almir Gabriel para tentar diminuir a rejeição de Ana Júlia, em Belém. Deu com os burros n'água. Mas Almir Gabriel está aí, e não vai deixar o eleitor esquecer que um dia teve o apoio e os mimos do PT. E ainda tem aquela foto linda de Ana Júlia Carepa e Almir Gabriel de braços dados. Vai ser difícil para Cláudio Puty dizer que nada mais tem com Ana Júlia Carepa, muito difícil; mesmo com o apoio de milhares de evangélicos que adoraram o nome do elevado que nos leva ao aeroporto. Depois dalí nunca mais esqueci a música "vamos tomar o primeiro avião com destino a felicidade..."
Enfim, só um nome apresenta o mínimo de coerência para as próximas eleições: Edmilson Rodrigues. Que venham os dias e os fatos. E, caros eleitores, não nos esqueçamos que a terra é redonda e que gira em torno de seu próprio eixo.
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E foi dada a largada para as eleições municipais...Os que lutaram bravamente e tomaram posição contra ou a favor da divisão do Pará vão voltar pedindo ao eleitor confiança e voto, é claro.
Em Marabá, João Salame do PPS vai passar a sacola entre os separatistas pedindo apoio e dinheiro. Em Santarém, Lira Maia vem com tudo (ou será Alexandre Von?). Em Belém, Zenaldo Coutinho é o candidato de Simão Jatene (essa é a aposta de Lúcio Flávio Pinto); mas Flexa Ribeiro quer porque quer ser prefeito de Belém e tem o apoio de Jader Barbalho (também uma dica de Lúcio Flávio Pinto). Os "bons velhinhos" podem trazer sérios problemas para a renovação do quadro político. Que diga Almir Gabriel que na desvairada tentativa de vingança vem de braços dados com Duciomar Costa(pelo menos sobrou um pouco de coerência: trouxe e está ao lado da merda).
Oh deuses! que fizemos por merecer....No meio dessa confusão vem Edmilson Rodrigues do PSOL nos trazendo de volta o mínimo de coerência. O PT vem de Bordalo ou de Puty. O governo trapalhão de Ana Júlia Carepa apostou no apoio de Almir Gabriel para tentar diminuir a rejeição de Ana Júlia, em Belém. Deu com os burros n'água. Mas Almir Gabriel está aí, e não vai deixar o eleitor esquecer que um dia teve o apoio e os mimos do PT. E ainda tem aquela foto linda de Ana Júlia Carepa e Almir Gabriel de braços dados. Vai ser difícil para Cláudio Puty dizer que nada mais tem com Ana Júlia Carepa, muito difícil; mesmo com o apoio de milhares de evangélicos que adoraram o nome do elevado que nos leva ao aeroporto. Depois dalí nunca mais esqueci a música "vamos tomar o primeiro avião com destino a felicidade..."
Enfim, só um nome apresenta o mínimo de coerência para as próximas eleições: Edmilson Rodrigues. Que venham os dias e os fatos. E, caros eleitores, não nos esqueçamos que a terra é redonda e que gira em torno de seu próprio eixo.
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domingo, 15 de janeiro de 2012
Rota e Ofendida.
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Só com boa intenção,
o caminho do inferno.
[...] As hidrelétricas são um poderoso desafio para os amazônidas, talvez o maior do momento. Mesmo grandes barragens, porém, e ainda se considerando seus impactos mais difusos, representam ocupação de espaço muito menor de que fazendeiros ou madeireiros, por qualquer critério que se analise. O contraste entre a combatividade em relação aos maiores desmatadores e desorganizadores sociais é uma acusação, um libelo a exigir mais lucidez e resultados efetivos dos que se empenham em favor da Amazônia.
Coincidência ou não, a medida judicial que continha o avanço das empreiteiras foi suspensa no final do ano passado. Belo Monte avança para se tornar um fato consumado e irreversível, como aconteceu com o distante Jirau e Santo Antônio. Muito combatidas, neste ano poderão começar a gerar energia para grandes consumidores a mais de 1.500 quilômetros de distância. A Amazônia deverá se tornar a maior provincia de energia bruta do Brasil. Colonial as usual.
Como diz o povo, o caminho para o inferno está pontilhado de boas intenções. Elemento necessário para continuar a caminhada, nunca é a companhia da chegada. No meio do percurso é preciso agregar o elemento vital: o conhecimento. Sem ele, fala-se besteira e, ao invés de ajudar, complica-se ou leva-se bandeira da causa ao naufrágio. Rota e ofendida.[...]
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JORNAL PESSOAL de Lúcio Flávio Pinto,
1ª Quinzena/Janeiro de 2012. Ed. nº 504 . Ano XXV .
Só com boa intenção,
o caminho do inferno.
[...] As hidrelétricas são um poderoso desafio para os amazônidas, talvez o maior do momento. Mesmo grandes barragens, porém, e ainda se considerando seus impactos mais difusos, representam ocupação de espaço muito menor de que fazendeiros ou madeireiros, por qualquer critério que se analise. O contraste entre a combatividade em relação aos maiores desmatadores e desorganizadores sociais é uma acusação, um libelo a exigir mais lucidez e resultados efetivos dos que se empenham em favor da Amazônia.
Coincidência ou não, a medida judicial que continha o avanço das empreiteiras foi suspensa no final do ano passado. Belo Monte avança para se tornar um fato consumado e irreversível, como aconteceu com o distante Jirau e Santo Antônio. Muito combatidas, neste ano poderão começar a gerar energia para grandes consumidores a mais de 1.500 quilômetros de distância. A Amazônia deverá se tornar a maior provincia de energia bruta do Brasil. Colonial as usual.
Como diz o povo, o caminho para o inferno está pontilhado de boas intenções. Elemento necessário para continuar a caminhada, nunca é a companhia da chegada. No meio do percurso é preciso agregar o elemento vital: o conhecimento. Sem ele, fala-se besteira e, ao invés de ajudar, complica-se ou leva-se bandeira da causa ao naufrágio. Rota e ofendida.[...]
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JORNAL PESSOAL de Lúcio Flávio Pinto,
1ª Quinzena/Janeiro de 2012. Ed. nº 504 . Ano XXV .
Revendo os clássicos
A cena é do penúltimo filme de mestre Rainer Werner Fassbinder, "O Desespero de Veronika Voss" (1981). A atriz Rosel Zech canta Memories are made of this, talvez a mais popular canção gravada por Dean Martin. O preto-e-branco impecável, naquele que eu considero o filme mais tecnicamente bem acabado de Fassbinder, ressalta os ups and downs de Veronika e daquela Alemanha pós-guerra. O filme levou o Urso de Ouro como melhor filme no Festival de Berlim em 1982. Perdi a conta de quantas vezes já vi essa obra, mas cada vez que assisto tenho a impressão de que Fassbinder tinha razão quando disse
“Não existem acontecimentos reais. O verdadeiro é o que vem da arte”.
sábado, 14 de janeiro de 2012
Imagem histórica revela a revolução dos "Smartphones"
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| Imagem: Rodolfo Klautau* |
A imagem acima, segundo me informa seu autor, é de 1995. Tem cerca 17 anos!
Ela reúne o kit básico de uma pessoa, que em algum momento de sua vida, precisou morar longe da família para solidificar conhecimentos, trocar experiências, ou qualquer outra motivação semelhante. Reúne, portanto, tudo aquilo que de maneira mais elementar precisaríamos na época, para mantermos contato regular com nossos amigos e parentes.
Observem os detalhes. Lá estão o Walkman (marca registrada da Sony), agenda, blocos de notas, um dicionário, lápis, papel e cartas. Impressionante, não? Mais ainda, se compararmos com os dias atuais e percebermos como tudo isso mudou.
Óbvio que a mudança não aconteceu num passe de mágica. O caminho foi longo e tortuoso até o cenário que experimentamos na atualidade. Em muitos casos, doloroso. Muitas empresas de renome e competência fracassaram pelo caminho.
No meu caso, como usuário, tudo começou com uma coisa que um dia se chamou de PDA (Personal Digital Assistant). Palm Pilot era o nome do gadget. E não era pouca coisa. Com ele, já conseguíamos eliminar boa parte dos elementos mostrados na imagem acima. Organizávamos nossos contatos e agenda de compromissos, instalávamos pequenos aplicativos e até, com o auxílio de acessórios de custo elevado, conectávamos precariamente à internet com um modem discado.
E acreditem. Era uma maravilha. Só faltava mesmo a tal da "convergência". Faltavam o telefone, a câmera, o GPS, e todo o resto.
:-)
:-)
Foi somente no final de 2006, que eu usaria algo semelhante aos atuais smartphones.
Passei a usar isto aqui.
Equipado com o malfadado Windows Mobile Phone Edition, o iPaq hw6945 lidava muito mal com a memória de trabalho, deixando aplicativos abertos em segundo plano. Em consequência, travava em inúmeros momentos cruciais. Além disso, não era multitarefa, era grandalhão, feioso e pesado.
Porém, devo admitir que para a época, a experiência com o produto foi interessante. A despeito das inúmeras ressalvas, ele funcionava razoavelmente bem como PDA e telefone móvel. Já possuía GPS e câmera digital VGA (ridícula, diga-se) e até um elegante "bercinho" para sincronismo com o PC. Como era do DNA dos chamados palmtops, sua tela era sensível a uma prosaica "stylus pen". E só desta maneira podia ser operado.
Eis então que em 9 de janeiro de 2007, um entusiasmado Steve Jobs lançava a primeira versão do iPhone. Após ter feito uma verdadeira revolução na mídia digital com o revolucionário iPod ele aparece com um produto de belo design, capaz de acessar a web, organizar contatos e compromissos, instalar aplicativos e com uma extraordinária tela sensível ao toque dos dedos. A façanha era convergir uma revolução dentro de outra. Demais, não?
Surge então, em minha opinião um detalhe muito curioso dessa história. Meu primeiro smartphone era feioso, de design grosseiro e ousou existir numa época em que as operadoras de telefonia móvel brasileiras migravam do dinossáurico WAP para a lenta conectividade móvel EDGE. E é precisamente este pequeno detalhe que me causa mais espécie. Simplesmente, além de inovador, o iPhone era o produto certo, na época certa.
Está claro então que o iPhone não foi o primeiro smartphone a surgir no cenário mundial. Mas certamente foi o que consolidou de maneira mais eficaz, harmônica e elegante o conceito de telefone móvel inteligente que usamos hoje. E deu origem a uma saudável concorrência, que só lhe amplia o mérito como plataforma mais bem sucedida nesta categoria.
Pessoalmente, penso que o iPhone ainda é a maneira mais deliciosa de substituir todos os ítens da histórica imagem acima. Com todo o respeito a concorrência, que ressalte-se, é sempre desejável e bem vinda.
*Agradecimento especial ao amigo Rodolfo Klautau pela cessão da histórica imagem de sua autoria.
João de Jesus Paes Loureiro
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Se há uma coisa que sempre admirei em João de Jesus Paes Loureiro foi o tranquilo e apaixonado desejo de ser um intelectual no Pará. Sempre lhe admirei os modos, os trajes, a elegância de caboco circunspecto e sabedor de si. Sem afetações, sem francesismos, sem crises de identidade. Ser o que se é! Admirável! Vivemos por aqui a eterna crise da tradição e do moderno. Quando penso que vamos sossegar, que tudo foi destruído: lá vem a questão do açai, do tucupi e do tacacá. Um verdadeiro carnaval de ambiguidades no qual fomos atirados de forma estúpida e cruel. Temos que viver na procura de um modo de ser genuinamente paraense: decifra-me ou te devoro. Que merda! Não podemos ser multiplus e diversos. Ou somos da terra do tucupi, do açai e do tacacá; ou queremos a separação, a negação e o ocaso. Talvez seja um processo que só tenha existido no seio das elites econômicas - que se tornaram elites culturais - e que tenha se disseminado junto com a entrada do rádio e da televisão. Talvez seja uma forma de melancolia cultural. Talvez seja a nossa enorme pobreza econômica que nos tenha feito negar a multiplicidade que nos constituí. O fato é que a leitura do primeiro romance de João de Jesus Paes Loureiro trouxe de volta àquilo que andava submerso na memória da mulher de 50 anos que ouviu contar, conviveu e sentiu muitas das coisas que o poeta narra em seu romance.
Café Central: O tempo submerso nos espelhos é um romance autobiográfico de uma geração que esteve aqui em um outro tempo, refletindo sobre outros espelhos. Sutil, refinada e intensa, a narrativa de João de Jesus Paes Loureiro é propriamente seu espelho, seu tempo e suas escolhas. Não há julgamentos de valor, culpas, aniquilamento. Não: o poeta sabe de si: e como sabe! Constrói e descreve personagens com a dimensão com que observou os rios e o lento deslizar das canoas. Caboco de Abaeté sem jamais perder a sua condição de cidadão do mundo. Gostei muito de Café Central: que venham outros.
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Café Central: O tempo submerso nos espelhos. São Paulo: Escrituras Editora, 2011.
Se há uma coisa que sempre admirei em João de Jesus Paes Loureiro foi o tranquilo e apaixonado desejo de ser um intelectual no Pará. Sempre lhe admirei os modos, os trajes, a elegância de caboco circunspecto e sabedor de si. Sem afetações, sem francesismos, sem crises de identidade. Ser o que se é! Admirável! Vivemos por aqui a eterna crise da tradição e do moderno. Quando penso que vamos sossegar, que tudo foi destruído: lá vem a questão do açai, do tucupi e do tacacá. Um verdadeiro carnaval de ambiguidades no qual fomos atirados de forma estúpida e cruel. Temos que viver na procura de um modo de ser genuinamente paraense: decifra-me ou te devoro. Que merda! Não podemos ser multiplus e diversos. Ou somos da terra do tucupi, do açai e do tacacá; ou queremos a separação, a negação e o ocaso. Talvez seja um processo que só tenha existido no seio das elites econômicas - que se tornaram elites culturais - e que tenha se disseminado junto com a entrada do rádio e da televisão. Talvez seja uma forma de melancolia cultural. Talvez seja a nossa enorme pobreza econômica que nos tenha feito negar a multiplicidade que nos constituí. O fato é que a leitura do primeiro romance de João de Jesus Paes Loureiro trouxe de volta àquilo que andava submerso na memória da mulher de 50 anos que ouviu contar, conviveu e sentiu muitas das coisas que o poeta narra em seu romance.
Café Central: O tempo submerso nos espelhos é um romance autobiográfico de uma geração que esteve aqui em um outro tempo, refletindo sobre outros espelhos. Sutil, refinada e intensa, a narrativa de João de Jesus Paes Loureiro é propriamente seu espelho, seu tempo e suas escolhas. Não há julgamentos de valor, culpas, aniquilamento. Não: o poeta sabe de si: e como sabe! Constrói e descreve personagens com a dimensão com que observou os rios e o lento deslizar das canoas. Caboco de Abaeté sem jamais perder a sua condição de cidadão do mundo. Gostei muito de Café Central: que venham outros.
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Café Central: O tempo submerso nos espelhos. São Paulo: Escrituras Editora, 2011.
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
"Parece que vale a pena ser puta"

- Parece que vale a pena ser puta
- Nem sempre, dona Conceição. A senhora é puta e continua na merda.
Esta pérola de diálogo foi interpretada no primeiro capítulo da série “Dercy de Verdade” e agora circula no facebook. Ela é bem simbólica da luta que se trava cotidianamente com a moral e os bons costumes. Desde sempre e até não sei quando. Algumas pessoas ousam enfrenta-la de peito aberto, com ou sem ternura, mas, ainda assim, arrisco afirmar que inevitavelmente sofrem com isso.
Outro dia conversava com algumas amigas, mães e operárias como eu, sobre as pressões que nos impõem nossas famílias para que possamos cumprir com os preceitos que julgam ser mais corretos: “mães não podem se prestar a sair à noite, a não ser que o dever lhe chame; diversão, jamais! Não é digno”. Além dos sermões, segue-se uma série de chantagens, que vão de uma cara emburrada à recusa em cuidar de nossa cria por alguns momentos. Ou seja, estabelecem uma relação perversa conosco, como definiu uma de minhas amigas, angustiada.
A trava da guilhotina está em muitas mãos, não só na de nossas mães. Isso passa por pessoas e institucionalidades. O desafio é grande e só espero diminuirmos o quanto antes a necessidade de reproduzirmos discursos e padrões que provocam prantos e ranger de dentes.
Salve esta sexta-feira 13, dia de Batucada do Bloco da Canalha, no Bar do Parque, com lançamento de mais uma edição do jornal Resistência, assinado pela Sociedade Paraense de Defesa dos Direitos Humanos (SDDH) e que, no próximo dia 8 de agosto, completa 35 anos.
A morte lhe caí bem!
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Duciomar Costa é um marginal no sentido etimológico do termo, entre outros. Na campanha em que disputou a Prefeitura de Belém, em 2004, ele prometeu que faria corredores de ônibus, terminais de integração para diminuir o volume de ônibus no Centro e na Cidade Velha, além de mil e uma soluções para o caótico trânsito da cidade. Não sei se vocês se lembram, aparecia uma maquete eletrônica na qual se via todo o percurso dos ônibus e onde seriam os terminais. Além disso, enquanto Duciomar Costa contava mais uma de suas lorotas, Paulo Chaves passava no fundo do quadro como um avaliador de tudo que Duciomar Costa dizia.....Isso se repetiu por várias vezes. Paulo Chaves estava na crista da onda com suas obras que iriam mudar o perfil urbano de Belém assim que nós explodíssemos com todo em torno das obras e que restassem só as obras do Paulo Chaves: o que não aconteceu.
Agora, no último ano do segundo mandato desse marginal, ele apresenta um projeto de criação de corredores de ônibus, e demais alterações viárias, sem discutir com a sociedade belemense: - mesmo com o volume de verbas que se tem para a publicidade oficial da prefeitura de Belém.
Duciomar Costa agora tem um candidato: Almir Gabriel. Vai buscar na pessoa de Almir Gabriel o avalista para as lorotas dele. Obviamente vai dizer que não houve dinheiro nos últimos 8 anos para fazer as alterações necessárias no sistema viário de Belém, e que só agora pode realizar essa façanha apresentando Almir Gabriel como o avaliador do projeto.
Meus dentes não caíram todos porque ainda tenho idade de mantê-lo no lugar em que estão. Se fosse um pouquinho mais velha seria uma difícil tarefa.Trata-se de um gestor que trabalha apenas para manter a conecção eleitoral que lhe dá condições de se manter no poder: o resto que se dane.
O que fazer?
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Duciomar Costa é um marginal no sentido etimológico do termo, entre outros. Na campanha em que disputou a Prefeitura de Belém, em 2004, ele prometeu que faria corredores de ônibus, terminais de integração para diminuir o volume de ônibus no Centro e na Cidade Velha, além de mil e uma soluções para o caótico trânsito da cidade. Não sei se vocês se lembram, aparecia uma maquete eletrônica na qual se via todo o percurso dos ônibus e onde seriam os terminais. Além disso, enquanto Duciomar Costa contava mais uma de suas lorotas, Paulo Chaves passava no fundo do quadro como um avaliador de tudo que Duciomar Costa dizia.....Isso se repetiu por várias vezes. Paulo Chaves estava na crista da onda com suas obras que iriam mudar o perfil urbano de Belém assim que nós explodíssemos com todo em torno das obras e que restassem só as obras do Paulo Chaves: o que não aconteceu.
Agora, no último ano do segundo mandato desse marginal, ele apresenta um projeto de criação de corredores de ônibus, e demais alterações viárias, sem discutir com a sociedade belemense: - mesmo com o volume de verbas que se tem para a publicidade oficial da prefeitura de Belém.
Duciomar Costa agora tem um candidato: Almir Gabriel. Vai buscar na pessoa de Almir Gabriel o avalista para as lorotas dele. Obviamente vai dizer que não houve dinheiro nos últimos 8 anos para fazer as alterações necessárias no sistema viário de Belém, e que só agora pode realizar essa façanha apresentando Almir Gabriel como o avaliador do projeto.
Meus dentes não caíram todos porque ainda tenho idade de mantê-lo no lugar em que estão. Se fosse um pouquinho mais velha seria uma difícil tarefa.Trata-se de um gestor que trabalha apenas para manter a conecção eleitoral que lhe dá condições de se manter no poder: o resto que se dane.
O que fazer?
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Americanismo!
Orozco, detalhe do mural Catarse (1934)
Palácio de Belas Artes/ México.
José Clemente Orozco
Foto de Edward Weston(1930)
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Flanando por Havana - Maio de 2009
Momento Memória do Flanar.
Reuni hoje aqui, algumas imagens que fiz em maio de 2009 durante uma viagem a Havana. Naquela oportunidade, fiz uma sequência de posts, que você pode acessar clicando aqui. Contém impressões e algumas dicas interessantes para quem pensa em visitar a ilha.
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| Imagem: Carlos Barretto. Todos os direitos |
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| Imagem: Carlos Barretto. Todos os direitos reservados. |
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| Imagem: Carlos Barretto. Todos os direitos reservados. |
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| Imagem: Carlos Barretto. Todos os direitos reservados. |
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| Imagem: Carlos Barretto. Todos os direitos reservados. |
Para ver estes cometimentos e muito mais, visite meu Photostream no Flickr.
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
Off

Aperto o botão de off por um punhado de dias, com o propósito de perseguir um sonho.
Afinal, como escreveu Billy Shakespeare, "somos feitos da mesma matéria dos nossos sonhos".
Até breve!
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
Nada de novo no front!?
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Um ano de governo Simão Jatene e estamos a espera das ações prometidas durante a campanha. Um ano é pouco, dois anos é bom; três é demais? Não, no quarto ano vamos começar a ouvir que quatro anos é muito pouco prá tantos problemas.....É uma conhecida regra do Marketing Político: jamais diga que as coisas podem ficar piores do que estão. Mas no caso de Simão Jatene pode ser que o prognóstico seja esse. Sentir saudades do governo de Ana Júlia Carepa é impossível! Mas Simão Jatene ainda não disse a que veio; e tem repetido desde o plebiscito da separação que o Pará é um estado pobre: quanta novidade! O PSDB foi governo por doze anos consecutivos: quais são as ações para o desenvolvimento do Pará?!?
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Dei uma boa caminhada por Marabá. O Prefeito de Marabá se apresenta como eleito por Deus e fala em nome dele em qualquer cerimônia: trata-se de um parvo. É incrível que uma cidade com a complexidade de Marabá esteja sob o comando de um gestor desta qualidade. Tirando as obras federais, não vi nem ouvi nenhum esboço de projeto político para aquela região. A ALPA é uma incógnita; e eu não acredito que seja levada à frente pela Vale; outras empresas devem assumir o comando. E já existem centenas de pessoas vivendo a expectativa da ALPA e chegando naquela região em busca de sorte e fortuna.
Uma coisa é certa, temos que formar quadros para gerir o Pará: a situação é dramática!
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Belém está falida, esta é a mais pura verdade! Dói, eu sei, mas é verdade. Por aqui o governo do PSDB já deixou as suas marcas: inclusive com o Hangar Centro de Convenções: tão adorado e prestigiado durante o governo de Ana Júlia Carepa. E o que mais? A nossa resposta à divisão do Pará foi NÃO. Agora queremos saber quais são as ações do governo de Simão Jatene para o desenvolvimento do Pará: ou vamos ficar a ver navios por mais três anos?
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Um ano de governo Simão Jatene e estamos a espera das ações prometidas durante a campanha. Um ano é pouco, dois anos é bom; três é demais? Não, no quarto ano vamos começar a ouvir que quatro anos é muito pouco prá tantos problemas.....É uma conhecida regra do Marketing Político: jamais diga que as coisas podem ficar piores do que estão. Mas no caso de Simão Jatene pode ser que o prognóstico seja esse. Sentir saudades do governo de Ana Júlia Carepa é impossível! Mas Simão Jatene ainda não disse a que veio; e tem repetido desde o plebiscito da separação que o Pará é um estado pobre: quanta novidade! O PSDB foi governo por doze anos consecutivos: quais são as ações para o desenvolvimento do Pará?!?
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Dei uma boa caminhada por Marabá. O Prefeito de Marabá se apresenta como eleito por Deus e fala em nome dele em qualquer cerimônia: trata-se de um parvo. É incrível que uma cidade com a complexidade de Marabá esteja sob o comando de um gestor desta qualidade. Tirando as obras federais, não vi nem ouvi nenhum esboço de projeto político para aquela região. A ALPA é uma incógnita; e eu não acredito que seja levada à frente pela Vale; outras empresas devem assumir o comando. E já existem centenas de pessoas vivendo a expectativa da ALPA e chegando naquela região em busca de sorte e fortuna.
Uma coisa é certa, temos que formar quadros para gerir o Pará: a situação é dramática!
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Belém está falida, esta é a mais pura verdade! Dói, eu sei, mas é verdade. Por aqui o governo do PSDB já deixou as suas marcas: inclusive com o Hangar Centro de Convenções: tão adorado e prestigiado durante o governo de Ana Júlia Carepa. E o que mais? A nossa resposta à divisão do Pará foi NÃO. Agora queremos saber quais são as ações do governo de Simão Jatene para o desenvolvimento do Pará: ou vamos ficar a ver navios por mais três anos?
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Deusa em um falso e precário Olimpo...
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Perguntar não ofende; responder é que são elas! Com o título de Ôôô, Ana Júlia a Revista Época traz uma matéria sobre o fato da Auditoria-Geral do Estado (AGE) ter apontado irregularidades em empréstimos contraídos pela gestão de Ana Júlia Carepa no valor de R$ 366 milhões com o BNDES e R$ 100 milhões com o Banco do Brasil. O que se está questionando é o desvio de R$ 77 milhões. Este desvio não é sumiço do dinheiro. Pelo contrário, a AGE afirma que não houve transparência na movimentação dos recursos, mas não diz que o dinheiro sumiu. O que parece que aconteceu é desvio na finalidade das verbas contratualmente acordadas entre o Estado e o BNDES. A jornalista Ana Célia Pinheiro em seu blog A Perereca da Vizinha faz uma abordagem clara e educativa sobre o imbróglio. Além disso, questiona a resposta de Ana Júlia Carepa à AGE. Com o título Resposta para denúncia "requentada" na Época a ex-governadora acredita que não há mais nada a ser dito sobre a questão: tudo foi esclarecido. Ora bolas, o que significa afirmar que é requentada uma questão desta magnitude? É claro que às vésperas de eleições municipais o governo de Simão Jatene vai usar toda a munição disponível contra a ex-governadora. Até porque Ana Júlia Carepa está a um passo de ser contratada para exercer a função de diretora financeira de uma subsidiária do Banco do Brasil com salário mensal de 30 mil reais.
Não se trata de notícia requentada mas de um dever claro da administração pública que é o de agir com transparência. Para termos idéia do que significa "desvio de finalidade das verbas" é só observar o que está acontecendo nas áreas impactadas pelas chuvas no RJ. Deveriam ter sido feitas obras para deter ou diminuir os impactos das chuvas sobre a estrutura urbana. Em média, apenas 20% dos valores destinados foram aplicados em tais obras. Resultado: estamos assistindo as mesmas cenas sobre os mesmos crimes: desvio de finalidade de verbas públicas. É claro que muitos administradores não tem outra saída dada a forma como os trâmites são geridos: pode ser o caso desse empréstimo às vésperas de um eleição para governo?!? Agora, a arrogância com que os administradores se dirigem ao público é simplesmente inaceitável! Está passando da hora de descerem do trono.
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Perguntar não ofende; responder é que são elas! Com o título de Ôôô, Ana Júlia a Revista Época traz uma matéria sobre o fato da Auditoria-Geral do Estado (AGE) ter apontado irregularidades em empréstimos contraídos pela gestão de Ana Júlia Carepa no valor de R$ 366 milhões com o BNDES e R$ 100 milhões com o Banco do Brasil. O que se está questionando é o desvio de R$ 77 milhões. Este desvio não é sumiço do dinheiro. Pelo contrário, a AGE afirma que não houve transparência na movimentação dos recursos, mas não diz que o dinheiro sumiu. O que parece que aconteceu é desvio na finalidade das verbas contratualmente acordadas entre o Estado e o BNDES. A jornalista Ana Célia Pinheiro em seu blog A Perereca da Vizinha faz uma abordagem clara e educativa sobre o imbróglio. Além disso, questiona a resposta de Ana Júlia Carepa à AGE. Com o título Resposta para denúncia "requentada" na Época a ex-governadora acredita que não há mais nada a ser dito sobre a questão: tudo foi esclarecido. Ora bolas, o que significa afirmar que é requentada uma questão desta magnitude? É claro que às vésperas de eleições municipais o governo de Simão Jatene vai usar toda a munição disponível contra a ex-governadora. Até porque Ana Júlia Carepa está a um passo de ser contratada para exercer a função de diretora financeira de uma subsidiária do Banco do Brasil com salário mensal de 30 mil reais.
Não se trata de notícia requentada mas de um dever claro da administração pública que é o de agir com transparência. Para termos idéia do que significa "desvio de finalidade das verbas" é só observar o que está acontecendo nas áreas impactadas pelas chuvas no RJ. Deveriam ter sido feitas obras para deter ou diminuir os impactos das chuvas sobre a estrutura urbana. Em média, apenas 20% dos valores destinados foram aplicados em tais obras. Resultado: estamos assistindo as mesmas cenas sobre os mesmos crimes: desvio de finalidade de verbas públicas. É claro que muitos administradores não tem outra saída dada a forma como os trâmites são geridos: pode ser o caso desse empréstimo às vésperas de um eleição para governo?!? Agora, a arrogância com que os administradores se dirigem ao público é simplesmente inaceitável! Está passando da hora de descerem do trono.
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O longo caminho

"Descendemos dos macacos! Querido, tomara que não seja verdade, mas, se for, rezemos para que isso não se torne conhecido."
Frase atribuída à Maria Sullivan, esposa de Henry Pepys, bispo de Worcester, após ouvir explicação sobre a teoria da evolução de Darwin.
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