quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Gueto varejista

O Repórter 70 de hoje, coluna nobre do jornal O Liberal, relata que dois consumidores, em supermercados distintos, reclamaram do peso e das indicações de pesagem de gêneros alimentícios.

Fosse este o único problema de nossos supermercados, seria ótimo. Ontem, em um grande supermercado da capital, havia também vários vidros de fundo e coração de alcachofra à venda com prazo de validade vencido - alguns com mais de um mês, inclusive.

Dizem que por essas e outras liberdades de atuação é que a concorrência estrangeira e nacional não se estabelece por aqui. O mercado é fechado demais, alegam os Carrefours e Pães de Açúcar da vida.

5 comentários:

Anônimo disse...

O pior de tudo que quando o produto esta vencido ou vencendo como queijos e frios são fatiados e a data do vencimento é renovada. Os Supermercados não perdem nada.

Francisco Rocha Junior disse...

É a máxima de Lavoisier, das 16:59, aplicada à ciência do varejo: nos supermercados, como na natureza, nada se cria, nada se perde, tudo se transforma.

Val-André Mutran disse...

O anônimo das 4h59 destacou algo importantíssimo.

Queijos e embutidos em geral, por favor, só fatiados na frente do comprador.

Todo cuidado é pouco para carnes empacotadas e derivados lácteos. Ovos, idem...

A salmonela mata!

Anônimo disse...

Voces já devem ter prestado atenção na qualidade dos tomates, cebolas e frutas já empacotadas.O detalhe é que tudo no mesmo preço de um bom produto, sem abatimento para quem bem entender de comprar um produto com esta qualidade. Não é assim nas feiras livres? E tem mais, experimentem reclamar.
Maria Souza

Yúdice Andrade disse...

Frutas e legumes para minha filha? Só na feira. Se o problema não se resolve, pelo menos é bastante minimizado. De fato, para essa turma, não há prejuízo. Se houver perdas, empurram para os funcionários.
Eu confiro freneticamente os prazos de validade. Procuro saber até se há indícios de troca das etiquetas. E produtos que possam ser reaproveitados, nem pensar. Facilitar, jamais.