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quinta-feira, 1 de agosto de 2013
Humanos de Brasília
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sábado, 4 de maio de 2013
The wall
“Eu sou de um país que se chama Pará” - IGNÁCIO DE LOYOLA BRANDÃO
O Estado de S.Paulo - 03/05/2013
Por que tanta gente de talento não chega ao Sul? Onde fica o muro que nos separa?
BELÉM
Quando a mediadora Renata Ferreira disse que o meu conto o homem que viu a osga comer meu filho a tinha aterrorizado, assustei-me. Não tenho este conto. Ela riu e explicou:“O que vocês chamam de lagarto ou lagartixa, chamamos de osga.Aliás, está no Aurélio”. Estava certa, o conto existe.
Quando ouvi a fotógrafa Elza Lima contar uma história minha em que os olhos dos cavalos do carrossel de meu avô eram petecas, reagi: “Como petecas? Eram bolas de gude”. Elza: “Pois aqui, petecas são as bolasde gude”.Caminhava pelo Espaço Palmeira, um feirão popular, no centro da cidade.Aqui foi uma tradicional fábrica de bolachas, biscoitos e doces, fundada em 1892. Demolida, restou uma área de piso concretada sobre a qual se armam as barracas.Então,ouvi: “Vamos fazer nossa sombra aqui”, disse o mulato de chapéu branco. E sentou-se com dois amigos num canto. Não havia sombra alguma, ao contrário, era um solão, mas gostei da expressão. Porque grande e diverso é o Brasil.
Vim para a 17.ª Feira Pan-Amazônica do Livro, que no ano passado vendeu 850 mil livros, me contou Paulo Chaves Fernandes, secretário de Cultura, arquiteto que criou as Docas e o Mangal das Garças, imperdíveis. A Pan-Amazônica deste ano termina no próximo domingo com Affonso Romano de Sant’Anna. Pelo palco principal passaram Ziraldo,Tony Bellotto, Cristovão Tezza, Guilherme Fiuza, Tiago Santana e José Castello. Para terem ideia, o folheto com a programação tem 74 páginas com oficinas, seminários, aulas, lançamentos, mesas-redondas, salão do humor.
Tudo acontece no Hangar, um centro de convenções moderno e funcional. Ao falarmos,temos à nossa disposição auditórios variadosque vãode300 a 1.500 espectadores. Distante daqueles espaços fechados por divisórias de eucatex da Bienal do Livro de São Paulo, ondea barulheira do salão penetra e ninguém ouve o que se fala.
Lembrei-me que estive na primeira Pan-Amazônica, ainda no centro, sufocada, apertada, mas cheia de gente. Assim como me lembro de uma casa de sucos da terra, onde havia um de pinha que era puro regalo. A casa fechou, virou loja. Por outro lado,nas sorveterias você mergulha a colher em taças de sorvete de tapioca (deslumbrante), buriti, bacuri, cupuaçu, açaí, graviola, manga.
Quem me indicou a Cairu como o melhor sorvete da cidade foi Fafá de Belém. Opinião considerável.O Pará é terra da Fafá, da Gaby Amarantos, da Dira Paes, da Olga Savary (que está na cidade em que nasceu, emocionada,há muito não vinha), Leah Soares. E de Dalcídio Jurandir, um dos grandes escritores brasileiros de todos os tempos.
A feira deste ano foi dedicada a Ruy Barata, poeta, compositor, jornalista, político progressista, ícone paraense, homem que navegou em todas as águas. Dele é a frase epígrafe desta 17.ª Pan-Amazônica: “Eu sou de um país que se chama Pará”. Milhares de crianças vagando entre centenas de estandes. Perguntando: “O senhor é escritor?”. Correndo atrás do Ziraldo, que se intitula “o velhinho maluquinho”. Vi Ziraldo, com tremenda luxação no ombro, cheio de dores, sentar-se e autografar centenas de livros. Mais do que profissional, ele ama o que fez e adora ver ameninada em torno.
Certa noite,fomos jantar nas Docas, olhando o rio de frente.Chegavam homens feitos querendo tirar uma foto com o “menino maluquinho”. Chegavam também jovens querendo uma foto com TonyBellotto, que tinha acabado de fazer uma bela fala sobre seu romance Machu Picchu.Depois,elas viravam para mim:“ E o senhor é alguma coisa?”.Respondi com a maior seriedade: “Não, sou apenas pai do Bellotto”. E elas: “Não precisamos tirar fotos do senhor, não?”. Felizes com minha negativa, partiam, ruidosas, enquanto voltávamos ao filé de filhote, peixe delicioso, com risoto de pupunha e jambu, e ao pato com tucupi. Belém é sabor e é necessário comer, de preferência à noite, no Mangal das Garças, parque nascido à beira- rio,cheio de pássaros, tartarugas, borboletário. Iguanas verdes, figuras pré-históricas, vagueiam pelos gramados.
Tomei um avião e cheguei a Marabá 50 minutos depois. O nome da cidade vem de um poema de Gonçalves Dias. Região ligada à siderurgia e celebrizada pela Serra Pelada. Estudantes e professores se juntaram no Cine Marrocos para conversar com escritores. É a Pan-Amazônica expandida. A feira não acontece apenas em Belém, vai ao interior, agrega, abre-se às populações. A ideia avança pelo Brasil. A fotógrafa Elza Limame contou que esta “feira fora de feira” nasceu após a leitura de uma crônica, aqui, minha no jornal, falando de Fortaleza, da bienal fora da bienal, quando autores vão aos bairros e às cidades do interior. Andressa Malcher, coordenadora,apanhou a ideia no ar e desenvolveu.
Sentei-me no palco ao lado de Ademir Brás, jornalista, advogado e poeta de primeira linha. Ele descreve sua terra, a gente, as paisagens, o Rio Tocantins,manso e largo, silencioso. Pequenas casas coloridas inclinam se para as águas. A poesia de Ademir oscila entre a ternura e a indignação, com ritmo e afeto. Por ele e pelos jovens, soube do Pará.E contei das coisas de cá. Porque tanta gente de talento como Ademir não chega ao Sul? Onde fica o muro que nos separa?
sábado, 2 de fevereiro de 2013
Com ou sem contraste?
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
Ainda sobre o incêndio
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
Eliminando a palavra
Na edição de amanhã, o jornal explicará essa decisão, mas hoje na TV e no site, se antecipou alguns argumentos. "Nós devemos reconhecer que allochtoon é uma maneira prática de classificar uma importante minoria no nosso país e certamente nas cidades. Tão prática que chega a ser um fenômeno linguístico único: em inglês e em francês essa terminologia simplesmente não existe. Não que França ou Reino Unido não tenha grandes problemas sociais com minorias etnico-religiosas, mas somente nunca essas minorias foram nominadas ou colocadas sob o mesmo termo ou expressão", explicou o jornalista.
O interessante é a charge usada pelo próprio jornal para ilustrar o anúncio da decisão (acima). Diz o leitor do jornal: "Resolvido! Não há mais nenhum allochtoon nas celas das prisões".
Mais uma vez, o cartunista Zak se firma como um dos meus favoritos. Como a gente diz no Brasil, tirou da minha boca o que eu penso. Basta ver as estatísticas belgas: as taxas de desemprego, baixa escolaridade, condições de vida abaixo da linha da pobreza, ctiminalidade etc são sempre maiores quando se trata de allochtonen.
Eliminar a palavra não muda a realidade. Mas, enfim, quero ainda ler melhor o que o jornalão argumenta. Isso ainda vai gerar muita conversa.
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Sob nova direção

Raul, saído da turma de 1984 do curso de Comunicação Social da UFPA, era, desde de 2000, professor da California State University in Long Beach, onde chefiava o departamento de Jornalismo. Raul concluiu o PhD em Comunicação e Sociedade, em 1998, na School of Journalism and Communication, da Universidade do Oregon. A tese foi “A Gente se Fala Depois da Novela: An Ethnography of Television
Viewing in the Brazilian Amazon" - um trabalho minucioso sobre o ato de ver televisão em São João de Pirabas - Pará. Com esse trabalho, Raul ganhou, em 1997-1998, os prêmios de melhor tese na categoria International/Intercultural Doctoral Dissertation - pela National Communication Association (NCA) dos EUA e na School of Journalism and Communication, University of Oregon. Antes disso, tinha feito Master of Science in Journalism and Mass Communications, em 1994, pela A. Q. Miller School of Journalism and Mass Communications, pela Kansas State University, com a dissertação “Environmental News: Coverage of the Earth Summit by Brazilian Newspapers."
Há anos, Raul mantém seus alunos norte-americanos antenados com o que se passa na Amazônia e no Brasil através de viagens anuais de estudo à Belém e Florianópolis. Bem, agora, ele começa uma nova etapa na vida profissional. Essa, sem dúvida, de muitos desafios que estão à altura dele, o acadêmico mais pé no chão que eu conheço.
Parabéns, Raul!
quinta-feira, 5 de maio de 2011
SuperObama

O escritor chileno Ariel Dorfman, em interessante artigo publicado no jornal argentino Página 12, vincula a morte de Osama bin Laden à recente renúncia da cidadania americana por parte do SuperHomem (vide postagem aqui no Flanar).
Segundo Dorfman, "ao matar Bin Laden, Obama provou que os Estados Unidos não precisa de um homem musculoso que voa e atravessa paredes para se defender dos terroristas, mas que para isso tem helicópteros e os Seals -- força de elite dos EUA --, computadores e armas de ferro".
Vale a pena conferir a matéria, recheada de ironia.
Curiosamente, Ariel Dorfman, nascido
sexta-feira, 25 de março de 2011
Siouxsie & The Banshees: A 5ª essencia do pós punk

Sabe aqueles dias que o sujeito (a) chega em casa totalmente consumido por uma jornada puxada e que a única coisa que deseja é tomar uma ducha quente, e no caminho do banheiro tomar uma dose de scotch?
– Pois é exatamente assim que estava quando cheguei essa noite em minha casa.
Liguei o possante. Passei rapidamente a vista nas opções e, vai saber por quê? Resolvi selecionar uma sequência aleatória da banda pós-punk Siouxsie & The Banshees.
Aumentei o som e fui para o banheiro.
Na segunda música, uma energia invisível me deslocou – como numa máquina do tempo – para a Belém de 1983.
– Lá embaixo, no piso térreo de minha casa. Enquanto acionava a forma de gelo para preparar um drink pós happy hour que não rolou – Brasília apresenta aos moradores um clima maluco: mistura de secura, chuva e calor dos infernos (nunca fui lá, mas parece que deve ser assim) –, aproveitei para brincar um pouco com meu cãozinho.
Sua companheira, bem mais velha, morreu quando estive em Belém há três semanas atrás.
A nossa poodle Lessie, morreu de causas naturais, por velhice – ela tinha 17 anos –, mas era a namorada do vigoroso Teddy. Um patife de raça misturada que, agora, faz carreira solo no terreno daqui.
Pois bem.
Enviei uma senha de prioridade para meu servidor dedicado e fiz um upload do especial da banda em tela para que os leitores do blog, possam avaliar, segundo seus próprios critérios, o quanto eu penso que Siouxsie & The Banshees influenciou e continua influenciando bandas supermodernas como The Strokes, Pulp, The Fall, Muse... e mais uma plêiade de promessas para esses dias de século XXI.
Seria ótimo que os vestais que soltam sentenças a torto e a direita, pudessem, um dia, prestar um pouco a atenção nas letras dessa bandas referencial.
E nesses dias que hoje vivemos, diga-se de passagem: quebram ditadores. Desnudam vagabundos que adoram praticar o assalto ao dinheiro público e tiram de circulação, a bem do serviço público e regozijo da sociedade, funcionários públicos, pagos com nossos impostos, que não merecem estar entre nós a nos julgar.
Dias em que a Justiça tenta – jamais conseguirá – calar a boca de Lúcio Flavio Pinto, Ana Célia Pinheiro e Augusto Barata e o jornal O Estado de S. Paulo.
Dias de alegria e cansaço por aqui. De preocupação e indignação com a Justiça do Estado do Pará, aplaudidas por um nicho de porcas lideranças covardes que, muito brevemente, mergulharão em suas insignificâncias.
Pós-punk como remédio contra o recrudescimento da censura.
– Xô!
quinta-feira, 17 de março de 2011
Tsunami de mau humor

Charge de João Montanaro (Folha de São Paulo)
Às vezes tenho dificuldades para entender a reação das pessoas diante das tragédias, como o recente terremoto e o tsunami no Japão.
A grande maioria corre para o YouTube para ver, rever e divulgar os vídeos. A televisão repete as imagens até a exaustão e a mídia escrita vende muito mais: todos querem ver e comentar o assunto, não conseguindo evitar um certo prazer ao fazê-lo.
E isso acaba sendo rotulado como normal e como politicamente correto, se repetindo tragédia após tragédia.
No sábado, 12/3, o jornal Folha de São Paulo publicou uma charge retratando o tsunami e desencadeou a ira de centenas de leitores. Como pode alguém fazer um desenho sobre a tragédia, perguntou a opinião pública.
O autor, João Montanaro, de 14 anos, baseou-se em clássica xilogravura de Katsushika, retratando o tsunami de forma inocente, bem longe de fazer uma piada a respeito da onda gigante e de suas conseqüências, ou de desrespeitar as vítimas e suas famílias.
Na minha opinião pessoal, a imagem algo poética criada por Montanaro nos faz pensar e refletir sobre os acontecimentos e a recepção negativa exagerada dos leitores reflete apenas a hipocrisia, a chatice e o mau humor coletivo: um verdadeiro tsunami de mau senso e paranoia.
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
O "The Daily" mal chegou e já vai?
The Daily, em captura de tela feita agora há pouco |
Mas não é só isso que parece estar no caminho do magnata americano. Se você acessar o The Daily Indexed, um website que resolveu beber na mesmíssima fonte do aplicativo de Murdoch, vai acessar o mesmíssimo tipo de informação disponível no The Daily, sem também pagar um centavo. Até quando, não se sabe, mas ele ainda está lá.
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
US$315 milhões pelo Huffington Post

Segundo o New York Times, o blog Huffington Post foi comprado pela AOL (America On Line) pela bagatela de $315 milhões de dolares! O Huffington Post foi fundado pela jornalista de esquerda Arianna Huffington em 2005. Diz a matéria que o custo/investimento inicial do blog foi de apenas US$1 milhão.
Arianna é uma das jornalistas mais famosas, militantes e controversas dos Estados Unidos. Em tempo recorde, o Huffington Post tornou-se "blog de rigueur" para a intelligentsia americana. Durante as eleições presidenciais de 2008, eu iniciava meu dia checando o HP e o Politico.com, antes mesmo de ler os jornais e beber uma gota de café. E assim é com muitos ativistas/jornalistas/blogueiros americanos.
A grande surpresa é o blog ser comprado pelo AOL, e por um valor tão alto. Segundo a matéria do NYT, Arianna vai ficar com o controle editorial não só do HP, mas também de outras iniciativas do AOL, no que diz respeito à produção de conteúdo original.
A grande sacada do HP e de outros blogs como ele, foi exatamente produzir conteúdo original. Eles contrataram e foram capazes de atrair muitos jornalistas famosos para produzir conteúdo original, o que muitos outros blogs e blogueiros não tem ainda estratutura para fazer.
É engraçado também que o AOL, depois de "casar" e se "divorciar" da Time Warner, agora está tentando ser novamente um produtor de conteúdo--só que desta vez de conteúdo jornalistico.
Arianna Huffington veio falar no meu campus em novembro de 2010. Eu e centenas de outros (incluindo meus alunos) fomos assistir. Ela está sempre no "cutting edge" do que está acontecendo no mundo politico e jornalistico. Eu espero que realmente ela não ceda o controle editorial do HP para o AOL ou qualquer outra empresa...
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Jornalistas brasileiros são presos e expulsos do Egito
Jornalistas viram alvo no Egito

Agora são os jornalistas internacionais que viraram alvo das forças de segurança do ditador Mubarak. O blog Boing-Boing noticia que os militares estão indo apreender jornalistas, câmeras e outros equipamentos dentro do hotel onde eles estão hospedados! Aparentemente, o hotel em questão (o Hilton) está complacente com estas ações descabidas do governo. É o desespero tomando conta da ditadura...
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
Jornalismo colaborativo
Vale a leitura para entender como funciona o tal jornalismo 3.0.
terça-feira, 16 de novembro de 2010
Quatro publicações sobre qualidade do jornalismo no Brasil
Um conjunto de quatro publicações lançado pela Unesco no Brasil coloca em discussão a necessidade de parâmetros de qualidade para as empresas jornalísticas no país. Os títulos fazem parte da série de debates em Comunicação e Informação iniciada em novembro de 2009, e que se insere entre as prioridades do escritório local da Unesco.
Desenvolvida pela Rede Nacional de Observatórios de Imprensa (Renoi) em parceria com a Unesco no Brasil, a pesquisa “Indicadores da Qualidade da Informação Jornalística” resultou em quatro publicações:“Indicadores da Qualidade no Jornalismo: políticas, padrões e preocupações de jornais e revistas brasileiros”, assinada por Rogério Christofoletti; “Jornalistas e suas visões sobre qualidade: teoria e pesquisa no contexto dos Indicadores de Desenvolvimento da Mídia da UNESCO”, de Danilo Rothberg;“Sistema de gestão da qualidade aplicado ao jornalismo: uma abordagem inicial”, de Josenildo Luiz Guerra; e “Qualidade jornalística: ensaio para uma matriz de indicadores”, de Luiz Augusto Egypto de Cerqueira.
Lançadas simultaneamente para facilitar a discussão sobre o tema da qualidade no jornalismo, as quatro publicações ajudam a compor um panorama de como jornais e revistas brasileiros vêm se organizando internamente para enfrentar desafios mercadológicos e a cada vez mais crescente exigência de seus públicos. Para isso, os pesquisadores recorreram a um amplo levantamento histórico das experiências e inovação e busca de excelência técnica, entrevistaram editores e gestores das principais publicações brasileiras, fizeram uma survey com jornalistas e desenvolveram bases para uma matriz de avaliação da qualidade nos meios impressos.
As publicações são gratuitas, estão em formato PDF e podem ser baixadas facilmente:
* “Indicadores da Qualidade no Jornalismo: políticas, padrões e preocupações de jornais e revistas brasileiros” – Baixe aqui
* “Jornalistas e suas visões sobre qualidade: teoria e pesquisa no contexto dos Indicadores de Desenvolvimento da Mídia da UNESCO” – Baixe aqui
* “Sistema de gestão da qualidade aplicado ao jornalismo: uma abordagem inicial” – Baixe aqui
* “Qualidade jornalística: ensaio para uma matriz de indicadores” – Baixe aqui
domingo, 11 de julho de 2010
Para Navegar, de Imagem É Preciso
Faço questão de registrar aqui meu repúdio à tal pensamento destituído de mínima base científica que a justifique, e lamentavelmente emitida no momento em que a sociedade brasileira necessita de estímulo que a mantenha na linha d'água, para prosseguir em direção a um futuro menos adverso que aquele que lhe foi legado pelas sucessivas gerações de figuras públicas, que conduziram as políticas e os negócios de Estado nos últimos cinquenta anos.
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Diploma para Jornalistas
Tenho "mixed feelings" sobre requerer o diploma para jornalistas, mas fiquei muito decepcionado com a maneira como a decisão foi tomada no ano passado, sem nenhuma consulta ou respeito pelos profissionais. Acho que pelo menos vale à pena reabrir as discussões no Parlamento.
quinta-feira, 1 de julho de 2010
O Inferno Que Dante Não Viu
domingo, 6 de junho de 2010
Um Diário Desatualizado


terça-feira, 1 de junho de 2010
Novo blog no ar
Em ano de eleição, é mais uma ótima fonte para saber como andam os bastidores da política paraoara, vistos só de soslaio pelos cidadãos e isto quando interessa aos protagonistas e jornalões da terra.
O novo espaço virtual já está linkado aí ao lado, na mira do Flanar.