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quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Dakar no Brasil?



Em 2012 o tradicional Rali Dakar, ora em curso, se expandiu da Argentina e do Chile em direção ao Peru.
Como em todas as edições anteriores, o noticiário do início do ano fica recheado de acidentes, incidentes, abandonos e belas, belíssimas imagens.
Há remota esperança de que a edição 2013 ou mesmo 2014 da competição possa englobar o Brasil, especialmente a região do Jalapão, no vizinho estado de Tocantins.
Além de divulgar o "deserto brasileiro", uma das nossas mais bonitas paisagens, a presença do Brasil no Dakar poderia incrementar o rali, esporte motorizado pouco difundido entre nós.
Afinal, afastado da África desde 2007 por motivos políticos e de segurança, é previsto o retorno do rali àquele continente assim que os "problemas" forem resolvidos.
Se forem resolvidos.
Vale a pena dar uma "espiadinha" no site do Dakar.


Imagem: AFP

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Voar é para os cães?


Boeing 787 Dreamliner (imagem: Ben Stansall/AFP)


Um dos meus sonhos ainda não realizados é o de ir a uma feira aérea ou a evento similar.

Durante os anos em que tive ultraleve eu delirava com a possibilidade de ir para Oshkosh (Wisconsin), Sun’n’Fun (Florida) ou até para a FIDAE, em Santiado do Chile.

Mas obstáculos sempre caíram aos montes na hora da decolagem e as missões foram sucessivamente abortadas.

Após muitos anos de latência, hoje o sonho reacordou com as notícias do primeiro dia da feira internacional de Farnborough, na Inglaterra.

Só de ver a foto do novíssimo e gigantesco Boeing 787 Dreamliner com sua envergadura imponente eu me arrepiei do bico ao leme.

Curiosamente o que mais me chamou a atenção em todas as matérias que li hoje sobre Farnborough foi um ... carro!

O Bloodhound SuperSonic Car (SSC), carro projetado para romper a barreira das 1.000 milhas por hora (sim, 1.600 km/h), foi mostrado na feira (ainda como modelo) e deve ir às pistas até o final de 2011 ou início de 2012.

Ele é o resultado de mais de 3 anos de pesquisas aerodinâmicas e pretende quebrar com requintes de humilhação o recorde anterior de velocidade obtida por um automóvel, de 1.228 km/h (registrado em 1997 pelo também britânico ThrustSSC).

Conforme a tradição, o Bloodhound correrá no lago seco de Hakskeen Pan, na África do Sul .

A propósito, o patrocínio é da Intel, que participa também no projeto de informática.

A única coisa que fiquei sem entender , a princípio, foi o porquê do nome escolhido para o carro: bloodhound é uma raça extremamente dócil de cachorros, muito valorizada pelo faro desenvolvido e usada pela polícia em buscas a humanos e a animais.

Só posteriormente descobri, com certo alívio, que o veículo foi batizado homenageando o famoso míssil terra-ar Bristol Bloodhound 2, de 1960, que ia da inércia à velocidade Mach 1 (1.249 km/h) em 2,5 segundos e chegava a atingir Mach 2.7!

For dogs don't fly!

Bloodhound SSC

terça-feira, 23 de março de 2010

Reta final

E vem chegando a hora da Aventura de Pirro. Mesmo com os contratempos de última hora extremamente desagradáveis, na madrugada desta sexta, parto para BSB, ponto de encontro dos 4 amigos. De lá, rumo a Chapada dos Veadeiros para 2 noites de trilhas e caminhadas. Além de conversas, alegrias, emoções, pileques e tudo o que um reencontro pode favorecer.
No período de 26 a 29 de março reduzirei, ou mesmo, não farei postagens. A não ser que a rede 3G da Claro seja boa o suficiente na região, para garantir publicação via iPhone, o único dispositivo conectado que levarei.
Ninguém imagina, as artimanhas que um médico precisa fazer, para se ausentar da cidade por meros 4 dias. Ainda me restará um último plantão a ser cumprido amanhã à tarde. Na maré de azar que venho enfrentando, feito isso, se não for atropelado ou assassinado, nada mais me restará pela frente além da viagem.
Toc, toc, toc.
No período, o blog vai sendo levado pelos outros 7 amigos que aqui permanecem, com direito total de moderação de comentários que incidirem sobre meus posts.

domingo, 23 de novembro de 2008

Base jump do prédio mais alto do mundo



Um britânico e um francês fizeram uma loucura total. Pularam de pára-quedas daquele que será um dos prédios mais altos do mundo. O Burj Dubai, com 650 metros de altura (clique no link aí e visite o sítio oficial). Claro que fizeram tudo de maneira ilegal. Um deles, voltou ao Burj Dubai e pulou uma vez mais. Desta vez passou 3 meses na cadeia.
E eu que achava que fazer uma tirolesazinha do 4 andar do hospital em que trabalho, fosse grande coisa.
Veja o vídeo desta incrível façanha.

Via Gizmodo.

segunda-feira, 16 de junho de 2008

Pura adrenalina

Este poster pode até parecer meio biruta. Mas na verdade, procura calcular os riscos adequadamente em tudo o que faz. E a prática da Medicina Intensiva há 18 anos, ensina exatamente isso: absorva o máximo de conhecimento sempre, e pese risco/benefício em toda decisão a ser tomada.
E nesta última quarta-feira, durante a Semana de Prevenção de Acidentes de Trabalho, o Hospital Barros Barreto recebeu a visita de uma equipe do Corpo de Bombeiros, comandada pelo Sargento Nilson. Nilson é treinado em resgate nas alturas e além de uma palestra sobre prevenção de incêndios, uso adequado de extintores, montou uma tirolesa que partia do 4o. andar do hospital até o chão. A idéia era fazer uma demonstração de resgate com maca e solicitou um voluntário para ir na maca, fazendo o papel de paciente.
Não podia perder uma oportunidade destas. Ousei me apresentar como voluntário, não para ir na maca. Mas para descer com aquela fantástica tirolesa sozinho.
Em meu "treinamento" até então, só constava descer de uma altura aproximada de um poste de luz elétrica. Nunca havia experimentado a sensação de descer de uma altura de 4 andares. A galera no hospital duvidou, mesmo que eu afirmasse que já tinha tido experiência anterior no procedimento.
Gentilmente, o Sargento Nilson e equipe, concederam-me este momento, que reputo como um dos mais interessantes já experimentado.
A eles, meus agradecimentos pelo apoio fornecido e principalmente por ceder-me o equipamento para realizar um velho sonho.


Tudo na maior tranquilidade, aguardando a ordem de descer.


Na descida, aquela sensação agradável.


E na chegada, o apoio da equipe do CB.