quinta-feira, 12 de junho de 2014
Vidência? Não, apenas análise, meus caros
É Carnaval e pouca gente no Brasil deve ter notado uma notícia que, caso seja confirmada, será um dos mais duros golpes contra a criatividade e competência verde-e-amarela. No final de semana passado, a imprensa européia anunciava que Franco Dragone, o diretor ítalo-belga, assinou contrato para dirigir a abertura e o encerramento da Copa do Mundo em 2014 no Brasil. Dragone, nascido na Itália, mas desde o sete anos de idade residente em La Louvière, Bélgica, é apontado como o responsável pelo "renascimento" do Cirque du Soleil, companhia canadense onde atuou como criador entre 1985 e 1998. No currículo do diretor estão ainda a criação e direção dos shows de (aargh!) Céline Dion em (argh, argh!!!) Las Vegas.
Perguntinha inoportuna: será que não há no Brasil gente capaz e criativa? E não me venham com aquele papo que "o Brasil abre a casa, mas quem dá a festa é a Fifa".
Nada contra o Dragone - aliás, chamado de "coreógrafo" pela Folha de S. Paulo. Só acho que depois de astronauta voando na Sapucaí, carros alegóricos de 30 metros de altura, e toda a tradição de espetáculos teatrais de rua, o Brasil tem estofo suficiente de fazer a abertura e encerramento da Copa em casa.
Para quem quiser conhecer um pouco mais do estilo nada modesto de Dragone, recomendo o site do auto-denominado "The world's most spectacular showmaker" . E vamos rezar para ele não escalar La Dion para cantar no Maracanã pois, my heart won't go on.
quarta-feira, 6 de março de 2013
O cérebro que habito
Frank e o Robô, uma comédia dramática de 2012, "escapou" do nosso circuito belenense de blockbusters de shopping, mas felizmente está disponível para locação e compra.
O filme está longe de ser uma obra-prima, mas nos mostra o relacionamento conturbado entre um ladrão aposentado (Frank Langella, em ótima atuação) e um robô, de forma simples e singela, nos induzindo a crer que a afetividade e a amizade dela decorrente são características inerentes a nós, humanos.
Sim, acredito no homem!
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
Com licença. Vamos mudar um pouquinho.
terça-feira, 9 de outubro de 2012
FLANAR - 10 mil visitantes/mês!
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| Google Analytics - Visitantes do Flanar comparando Setembro 2011/2012. |
sábado, 14 de julho de 2012
Roger Normando será o novo membro do Flanar
- As sangreiras de todos os dias (10 de fevereiro de 2010)
- Baía do Guajará (1 de setembro de 2011)
- Um flâneur no meio do mundo (18 de abril de 2011)
- Flanando num fusca azul calcinha III (3 de julho de 2011)
- The Doors, Jim Morrison e a Bossa Nova: em mim o rock errou (9 de julho de 2011)
- Sesta de sexta com Antonio Maria de Bragança (2 de dezembro de 2011)
- "Na moral, na moral. Passa o celular!!!" (15 de outubro de 2010)
- NÃO (8 de dezembro de 2011)
- Os verdadeiros filhos de Marabá (21 de junho de 2010)
- O filósofo e o jornaleiro (10 de março de 2011)
- Flanando num fusca azul calcinha II: a metamorfose ofuscante (8 de fevereiro de 2011)
- Laudelice é personagem de Milton Hatoum em "Cinzas do Norte" (10 de março de 2011)
- Um piscar de olhos sobre Praga (28 de junho de 2010)
- "Vai aí um fuminho...ou um pozinho?" (16 de dezembro de 2010)
- Flanando num fusca azul-calcinha (30 de março de 2010)
- Sesta de fim-de-ano (18 de dezembro de 2011)
- VER-O-TRAUMA: para se ver no trauma o peso da violência (4 de abril de 2012)
- O fio de história entre Osvaldão e Che Guevara (17 de outubro de 2007) - 1º post.
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Sob nova direção
Estamos mais do que orgulhosos em dizer que Raul Reis, nosso amigo de longas décadas e correspondente deste Flanar nos States, é agora diretor da mais do que prestigiada escola de Jornalismo (Jounalism & Mass Comunication) da Florida International University, sediada em Miami - EUA.Raul, saído da turma de 1984 do curso de Comunicação Social da UFPA, era, desde de 2000, professor da California State University in Long Beach, onde chefiava o departamento de Jornalismo. Raul concluiu o PhD em Comunicação e Sociedade, em 1998, na School of Journalism and Communication, da Universidade do Oregon. A tese foi “A Gente se Fala Depois da Novela: An Ethnography of Television
Viewing in the Brazilian Amazon" - um trabalho minucioso sobre o ato de ver televisão em São João de Pirabas - Pará. Com esse trabalho, Raul ganhou, em 1997-1998, os prêmios de melhor tese na categoria International/Intercultural Doctoral Dissertation - pela National Communication Association (NCA) dos EUA e na School of Journalism and Communication, University of Oregon. Antes disso, tinha feito Master of Science in Journalism and Mass Communications, em 1994, pela A. Q. Miller School of Journalism and Mass Communications, pela Kansas State University, com a dissertação “Environmental News: Coverage of the Earth Summit by Brazilian Newspapers."
Há anos, Raul mantém seus alunos norte-americanos antenados com o que se passa na Amazônia e no Brasil através de viagens anuais de estudo à Belém e Florianópolis. Bem, agora, ele começa uma nova etapa na vida profissional. Essa, sem dúvida, de muitos desafios que estão à altura dele, o acadêmico mais pé no chão que eu conheço.
Parabéns, Raul!
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
Erika Morhy é a nova articulista do Flanar
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Marise Morbach é a nova integrante do Flanar!
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Mais um
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Sonho e honra
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| Foto Eraldo Peres/Photoagência |
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
Parada estratégica
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Azul-calcinha

Venho, através do blog, pedir ao nosso colaborador freqüente Roger Normando que envie fotos e novas aventuras do seu famoso fusca azul-calcinha para postagem.
Sei que o mesmo (o Fusca!) acabou de emergir de profunda cirurgia plástica e gostaria de ver o lay-out atual.
Dr. Roger, por favor!
terça-feira, 16 de novembro de 2010
À bientôt, Itajaí
Conheço Itajaí de priscas eras (eu, um rapazote; ele, já meio coroa... hehehe), quando fui apresentado a ele e sua companheira por um amigo comum. Como bem disse o Carlos Barretto, em comentário à postagem de despedida, o que sempre me chamou a atenção foi seu cavalheirismo e um ar bonachão e sincero.
Aqui, no Flanar, vim a conhecer sua escrita – sempre elegante e, quando necessário, contundente; irônica por vezes, mas nunca desrespeitosa. Em nossa convivência, aqui no blog, talvez tenhamos sido, eu e ele, os que mais discordaram frontalmente, rebatendo argumentos e questionando afirmações de parte a parte. Agradeço a ele esses embates, quando sempre e sempre me era dado a conhecer o outro lado de cada questão. Muito aprendi, às vezes me irritei – um sério traço de imaturidade com o qual tive que lidar, e que só acrescentou ao meu aprendizado – mas, ao final, tirei um saldo extremamente positivo de nossas discussões nas linhas do Flanar.
Afinal, nosso nobre Itajaí é do tipo de gente que hoje é rara: disputa o que se convencionou chamar de “bom combate”, não escondendo suas armas ou disfarçando suas convicções. Ele é aquilo que pensa e acredita, mas nem por isso deixa de ser um gentleman. Por isso, vai fazer falta na troupe, o amigo.
Espero que volte ao nosso convívio virtual logo. Que sua saída seja breve, tal qual um vôo de galinha.
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Até a próxima, amigo
domingo, 26 de setembro de 2010
Divagar em Salvador

Imagem: Scylla Lage Neto
Poucos lugares do mundo são tão propícios à prática da divagação quanto a capital baiana.
Em Salvador, até o pôr-do-sol parece se duplicar, no intuito de estimular a "preguiça do pensar", a degustação do "quase ócio".
Pesquisas recentes na área das neurociências mostram que divagar faz bem ao cérebro, estimula a origem de grandes idéias e dissipa o stress.
Por que não separamos minutos (ou horas) dos nossos dias para praticar este "esporte" cerebral?
Afinal de contas, flanar não deixa de ser algo como divagar com estilo...
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Visitantes do Flanar e seus sistemas operacionais
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Segurem o cara
Meus amigos, vamos segurar o nosso Carlos Barretto. Não deixemos que ele faça nenhuma bobagem...
sexta-feira, 16 de julho de 2010
O Juvêncio Em Poesia
Juvenciano Olhar
Vi minha Belém por outra janela
A janela de um poeta na praça da República
Desnudando sua gente para o mundo
E transformando-a numa Nova Delhi.
Naveguei em palavras de um lorde
Que do alto de sua espontaneidade
Cativava corações além-mar
Vi minha terra de outro jeito
Outro trejeito, desancando
Autoridades sem autoridade
Vi minha cidade pulular cheia de emendas
Através de uma quinta emenda
Que nunca se emendou em gritar
O olhar bonachão já não estará na mesma janela
Não poderei mais ver minha cidade com outro olhar
Mas sempre que olhá-la, saberei
que a marca de um de seus poetas estará lá
Vão-se Jucas, como foram Bandeiras,
mas ainda resistiremos com Dutras e Pintos
porque a verdade precisa ser dita
por mais maldita que seja
Vai Juveníssimo, e continua olhando esta tua Nova Delhi
Do alto, e derrama teu sorriso malicioso com jeito de Marajó,
Pois és pedaço de Amazonas, Tocantins e Tapajós
Como todos nós
Te guardarei eternamente, pois agora,
sempre que eu completar um ano de vida
completarás um ano de eternidade.
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Jota Ninos faz uma singela homenagem ao nosso companheiro de Flanar, Juvêncio de Arruda Câmara. E lembra na poesia que no mês passado, em 2 de junho, cumpriu-se um ano de ausência de um dos mais importantes cantores paraenses, Walter Bandeira; fato passado em brancas nuvens na blogosfera e nos jornalões de uma terra votiva de desmemórias. WB não tem sucessores que lhe superem em inquietude criativa e na beleza do canto popular, a que por vezes as idiossincrasias do personagem que para si construiu, negavam a superior fluência merecida.










