quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Tomou Doril

Meu correspondente em Copenhague, P.S., manda um torpedo e confirma que a presidente da cúpula não aguentou a pressão e abriu em desabalada carreira, repetindo aquela frase de um famoso príncipe dinarmaquês: To be or not to be!
De nossa parte, a ministra-chefe da Casa Civil está mandando ver nas articulações com os BRIC - grupo que integramos com Rússia, Indía e China, os chamados emergentes - embora, aqueles que resistem a nós desde Kyoto mantenham-se firmes contra qualquer mudança, com especial resistência àquelas que podem levar ao encolhimento dos estrastosféricos PIB de seus países. Amanhã, Lula irá falar com a voz de quem está com a turma do andar de baixo.
Copenhague transformou-se numa bolha de segurança e, mesmo assim, o correspondente da Globo reclama do policial se recusar a dizer quem coordena essa operação. Se dissesse, estaria quebrado o selo da confidencialidade de operação com tamanha envergadura. Como vemos, não são apenas os cursos médicos que necessitam de um choque de gestão.

4 comentários:

Anônimo disse...

Também tomei doril para não ser confundido, com o qoe vocês acham ser o único acessador. Mas têm médicos blogueiros dormindo nos plantões. Não sei?

Itajaí de Albuquerque disse...

E gente tendo pesadelo acordado. Pois não?

Carlos Barretto disse...

Ahahahahahah
Não precisa se desculpar por tomar doril, anônimo.
Sabemos muito bem que há "acessadores" de todos os tipos. E vc, sem a menor dúvida, nem chega aos pés das outras "acessadoras".
Mas quanto a sua bobagem, eu pergunto: e daí? Vá até o ponto e deixe de enrolação.

Carlos Barretto disse...

A pergunta permanece sem resposta: e daí?