sábado, 24 de julho de 2010

Lua Cheia



















Foto que fiz hoje, às 20:26


Noite friazinha em Brasília. Filme e bom vinho, duas boas pedidas com luar.

6 comentários:

Carlos Barretto  disse...

Extraordinária.
A Lua é sempre bem vinda, sob qualquer ótica, sob qualquer ângulo, sob quaisquer condições de luz.
Viva a Lua!

Carlos Barretto  disse...

Aliás, os céus inesquecíveis do cerrado, uma vez mais, fazem jus a sua fama.

Rz disse...

Esfriou? Acabo de passar quase duas semanas aí e não senti nem um friozinho sequer. Será que estou perdendo a sensibilidade para as sutilezas do clima do Cerrado?
Pensei que ia estranhar o Beirute (o tradicional, não o novo!), mas que nada! Parece que parou no tempo! Como sempre me diverti um bocado! Até o Capeta continua batendo ponto por lá!
Estranhei o Daniel Briand. Continua bom, mas perdeu, sei lá, perdeu a "alma". Espero, sinceramente, estar "vendo cabelo em casca de ovo".
Foi um prazer perceber a cidade afirmando sua vocação cosmopolita com todas essas pessoas vindas do Brasil e do mundo! Mas, infelizmente, se enchendo de carros e de pistas e mais pistas para os ditos cujos... E o que dizer de muitos desses novos prédios tão, mas tão banais!
Sim, o céu continua lindo. E bateu um aperto no coração por não ter esperado essa Lua!
Realmente, não desaprendi de gostar do Planalto Central!
Abs, Rz

Itajaí de Albuquerque disse...

O céu é maravilhoso. A ponto de podermos abandonar o singular e dizer de céus; o que sabiamente alguém registrou em letra de música. Mas, Rz, o frio daqui não é o frio gaúcho; agora dentro de casa, com as janelas fechadas, de cara pro eixão e confinando com o lago e a UNB, o termômetro marca 22 graus. Lá fora, portanto, deve ficar entre uns 20-21, sem que esteja ventando como é comum nessa época. Temperatura de ar condicionado, portanto.
E claro é o suficiente para continuar com esse Pinot Noir da Borgonha, depois de terminar de assistir as aventuras do detetive sueco Wallander (Kenneth Branagh).
Abs aos dois.

P.S. Concordo com tua avaliação sobre o Briand, que frequento às vezes aos domingos, quando lá fazemos nosso desjejum. E, por certo, a arquitetura clichê tem se destacado, deixando em quem aprecia a cidade aquela sensação de deja vu. Na contramão, nada nos resta senão dizer - Viva Niemeyer!

Rz disse...

Caro Itajaí,
Bom, então a impressão não é só minha. E olha que eu gosto muito do Daniel e mais ainda do Niemeyer e do Lúcio Costa!
Quer coisa mais deliciosa que ir andando pelas quadras e (ainda) passar pelos prédios sem ter de contorna-los?
Também detestei essa mania de recobrir os prédios antigos com essas pastilhas horrorosas. E o que dizer desses vidros espelhados e dessas janelinhas claustrofóbicas?
O frio: uma da últimas vezes que estive aí nessa época, na chegada à cidade o comandante do avião anunciou 17°. Eu, internamente, recusei-me a aceitar. Fiz bem, pois fora do avião a sensação era, tranquilamente, mais do que isso.
Todos esses anos de Belém estão me deixando mal acostumada. Eu aprendi a não desgostar desse "bafo" tão característico da Mangueirosa!
Quanto ao céu do Cerrado, realmente, reconheço que os poetas desses pagos têm razão. Mas, não adianta, sinto falta - e como! - de nuvens!
Agora, uma outra coisa que eu acho que não "casa" com Brasília: esses canteiros de florinhas! Combinaria mais com a cidade, plantas mais "esculturais" ou como dizia o filho de uma de minhas amigas quando era pequetito: uns bons pés de susto!
Abs cordial e bom domingo!
Rz
P.s.: desculpe-me mas não falei do que realmente não combina com a cidade: "pés" de Arrudas, Rorizes & Cia.

Itajaí de Albuquerque disse...

Nem precisava dizer. Falar dessa gente depõe contra a beleza dessa tarde.
Bom domingo pra você também, Rz.