domingo, 24 de abril de 2011

Recorde Salinas-Belém

Quando eu era novinho, costumava ouvir as conversas dos amigos metidos a Fittipaldi, Piquet e Senna, sobre o tempo “extraordinário” de 1h 40 ‘, 1h 35’ e até de 1h 30’ em que faziam o trajeto de Belém à Salinas, ou vice-versa. Eu mesmo cheguei a cravar 1h 45’, durante o jogo Brasil X USA, na Copa de 1994.

Muitos anos, lombadas, buracos e engarrafamentos depois, bati o meu recorde negativo hoje: fiz o fantástico tempo de 5h 45’!!!

E redefino a estrada como uma seqüência muito bem ordenada de funis, na forma de lombadas planejadas por algum gênio (do mal) da engenharia de trânsito.

Tentem bolar um método mais eficiente do que as lombadas para tornar a estrada ainda mais lenta – é absolutamente impossível.

Exercício visual virtual de futurologia: em 2026, Salinas – Belém em 15 horas. Ou mais.

9 comentários:

Rz disse...

Em francês as "lâmbadas" recebem as curiosas denominações de "dos d'âne" (sic!) e de "gendarme couché"(re-sic!).
Abs cordial, Rz

Scylla Lage Neto disse...

Legal, Rz.
Por aqui elas estão mais para "mata-burros"...
Abraços.

Yúdice Andrade disse...

Prezadíssimo Scylla, ouso supor que o cenário delineado acontecerá bem antes de 2026, sendo que nem nesse ano a estrada terá tantas faixas de rolagem quantas as que aparecem na imagem.
Já faz tempo que imagino a possibilidade de nunca mais por meus pés em Salinas. É bem provável.

Silvina disse...

Scylla, meu doce Scylla...
Ouça os teus conselhos...
Pra que tanta pressa de chegar, se sabes o jeito e o lugar... ?
Faça como o sr. Jabuti, do MLobato "pra quê tanta pressa, por que andar depressa?"
Um abraço do tamanho do congestionamento que enfrentastes ontem... Paciência Hiago, Gazin não tinha o menor valor interior ou exterior.... Rsrsrsrs

Homem do Norte disse...

"Doce Salinas / que vem fervilhando..." Pedrinho Cavallero.

Scylla Lage Neto disse...

Yúdice, Salinas é um local extraordinário, a esquina do Oceano Atlântico com o Rio Amazonas.
Como cidade, Salinópolis vive um abandono jamais visto, uma verdadeira cidade-fantasma do faroeste americano (fora de temporada, é claro).
Nos feriados e em julho vira o inferno dos veículos motorizados e seus tons anacrônicos de tecnobrega, acima dos 100 decibéis.
Em breve, só poderemos ir lá, de segunda à sexta.
Um abraço.

Scylla Lage Neto disse...

Silvina, o que rola de bom na viagem em câmera lenta é o som by DJ VAMP (vulgo Val André Mutran).
Rock engarrafado!
Bjs.

Scylla Lage Neto disse...

Roger, o Sal é o Sal, não é mesmo?!...

Val-André Mutran  disse...

E tommmaaaa-ttteeee engarrafamento!!!
Em Belém. Em Salinas e em Mosqueiro...
E tomate, toma-te.
Especiais para aliviar os nossos leitores.
E toma-te.
Somos tomates?
Tomates.
Mas ainda temos ouvidos
E
Temos
o
Voto.