segunda-feira, 19 de março de 2007

Máquina infernal



A Revista PC Welt (PC World alemã) mostrou hoje a Höllenmaschine II (Máquina do Inferno II). Um supercomputador baseado em 2 processadores Intel Xeon Quad Core de 2,67 GHZ, 4 Gbytes de RAM, 9 HDS SATA totalizando 4,3 terabytes de capacidade de armazenamento, 2 placas gráficas GeForce 8800 GTX e um gabinete estilizado (e estranho) pelo designer Fastbrain1 e pintado com tinta automotiva dos carros Porsche. Preço final da brincadeira: U$ 26.000.
Leia mais especificações clicando aqui.
Só não deu pra entender a razão de eles terem escolhido como sistema operacional o Windows 98 SE? Talvez daí, o nome de batismo.

4 comentários:

Anônimo disse...

Não entendeu a escolha pelo o Windows 98?

Simples, é só pra infernizar a vida do usuário! huhuhahahaha! >:=

Flanar disse...

Pois é! Como eu disse, daí o nome de batismo.
Hehehe

Polyana disse...

Flanar, esta é a primeira vez que comento no seu blog, embora já o tenha visitado antes. Aprecio o gosto de vocês pela tecnologia, também minha área de atuação profissional. Meu marido também é blogueiro, o Yúdice.
Fiquei interessada quando vi as descrições da máquina do inferno 2, entretanto, confundiu-me quando você a chamou de supercomputador, pois a descrição dela não é nada mais do que um PC turbinado.
Vi que o mal entendido ocorre por causa do artigo original, que o chama de super-PC, i.e., um super-microcomputador.
Existem, na classificação mais aceita hoje, 5 tipos de computadores: os microcomputadores (os famosos PCs, utilizados em aplicações domésticas ou, se devidamente preparados, como estações de trabalho - worstations. É onde estão os desktops, laptops, palmtops e a máquina do inferno 2); os minicomputadores (cuja principal característica é a capacidade de memória e processamento aumntadas, e utilizados como servidores - hoje em dia, muitos PCs turbinados já podem ocpar esta função, o que tornou os minicomputadores meio "over"); os mainframes ou computadores de grande porte (projetados para lidar com consideráveis quantidades de dados e sistemas multiusuários de larga escala - utilizados em bancos e apliações deste porte); e os supercomputadores (direcionados para o processamento matemático veloz, são projetados com foco nos processadores, e realizam grandes cálculos matemáticos como previsões do tempo e simulações de Realidade Virtual, para fns militares ou científicos, com resultados muito precisos e processamento paralelo, e são muito, muito caros, e muito poucos no mundo).
Acabei me demorando mais do qe o necessário. Bem, desculpe o incômodo, é que sou professora de computação e sempre vejo meus alunos confundindo a nomenclatura, por exemplo achando que os palms são minicomputadores. Enfim, a máquin do inferno não é um supercomputador, e sim um microcomputador que pode executar funções de minicomputador.
Espero ter contribuído. []s

Flanar disse...

Vc tem razão total, Polyana. O termo "supercomputador" utilizado no post, é em sensu strictu, inadequado. Hoje em dia, linux clustering, por exemplo, atuam mais para o termo "supercomputador" do que esta máquina alemã incrementada.
Minha idéia era apenas na linguagem coloquial, mostrar o investimento que fizeram em um PC totalizando quase 26 mil dólares, e ainda por cima, instalando Windows 98 SE!!!
Não é incrível?