terça-feira, 20 de novembro de 2007

"Médico será processado!!" - afirma a defesa de Chico Ferreira

O médico psiquiatra Mário Machado, que atendeu Chico Ferreira, dias após o assassinato dos irmãos Novelino, poderá ser processado por ter liberado o paciente à polícia. O advogado de defesa afirma que, mesmo após ter escrito em laudo anexado aos autos, "que o paciente encontrava-se sob medicação intravenosa" incluindo "haloperidol 5 mg 3 vezes ao dia, diazepam 3 vezes ao dia" e outro medicamento de uso intermitente, necessitando inclusive de "vigilância contínua tendo em vista o alto risco de suicídio", liberou o paciente à polícia, afirmando que "o mesmo encontrava-se em boas condições clínicas".
É um dos argumentos utilizados em favor da absolvição de Chico Ferreira.

14 comentários:

Oliver disse...

Não creio que o fato narrado tenha peso para a absolvição. Os atos são muito graves e aparentemente sem nexo causal com estado de saúde do acusado. A chance da defesa seria comprovar a tese de que o quadro descrito no primeiro documento contribuíu para a tragédia acontecer. Não me parece ser o caso, pelo que foi noticiado até o momento.

Flanar disse...

Trata-se obviamente de uma pequena peça da estratégia da defesa, que pretende inocentar Chico Ferreira, alegando que o mesmo internou-se na clínica ao tomar conhceimento da morte de seus "grandes amigos" Novelino. Foi o que pude depreender hoje ao assistir entrecortadamente pela internet, os argumentos da defesa que defende sua absolvição no plano de execução, deixando a Cárdias e Marroquim (réus confessos) toda a responsabilidade pelos crimes.

Oliver disse...

Com a palavra nossos ilustres e competentes advogados. A propósito onde anda o Yúdice, tão calado nesses dias?

Flanar disse...

Yúdice tem comparecido freneticamente no Quinta. Mas podemos pensar em atraí-lo para cá. Vamos fazer um post sobre os sushis do Kamikaze.

Oliver disse...

Huuhmm. Sushis são boa opção. Mas, eu sou do tempo do Midori (existe ainda?). Lá na Bráz de
Aguiar, quando a mamãe das proprietárias ainda era A cozinheira. Às cinco horas da tarde. Eu com a mulher, as vezes acompanhado da comadre e de uma prima, mas tendo sempre por companhia um anônimo, um sujeito com jeito empoado de fim de tarde, que comparecia a mesma hora acompanhado de um cachorro para degustar uma Cerpa e só. Um tríplice mistério: o cachoro, a única cerveja e a hora. Até hoje.

Juvencio de Arruda disse...

Frenéticamente é ótimo.
Esperem o Yúdice...eheh

Oliver disse...

Flanar... é com você, Flanar (no tom de Silvio Santos para o tal Lombarbi)!

Flanar disse...

Mas o Midori ainda existe. E ainda tem aquele garçon careca por lá, que sempre nos serve uma dose reforçada de uísque. Mas a cozinha, não tem andado muito cumpridora. Muito embora, os sushis ainda estejam dentro do razoável.

Yúdice Andrade disse...

Exerço meu direito de resposta:
1. Tenho estado calado, sim. Cansado seria um termo mais justo. Exausto. Reduzi o número de comentários e de postagens no meu blog. Mas continuo visitando o Flanar todos os dias. Não se sintam desprestigiados, amigos. Visito o Quinta com a mesma freqüência. Nem mais, nem menos.
2. E essa agora?! Virei comentarista gastronômico!!
3. Não gosto de sushi. Como apenas os empanados e mesmo assim não todos. Posso pedir a minha esposa que escreva sobre o assunto.
4. Não tenho falado muito acerca do "caso Novelino" devido à superexposição do mesmo. Sempre fico muito reticente em relação a temas por demais explorados. Ontem e hoje escrevi um pouco sobre o julgamento. Breves arbítrios.
5. Posso emitir opiniões sobre a estratégia de defesa mencionada na postagem. Não sobre o caso concreto, pois não conheço os autos, mas sobre a técnica de defender um réu assim. Mas para isso lhes pediria algum tempo. Estou exausto. Vivo repetindo isso.
6. Pensando bem, acho mais fácil escrever sobre comida. Alguém tem uma receita de risoto de funghi? Gosto da combinação champignon, shimeji e shitake? Quem se habilita?
Abraços, meus amigos. Diverti-me com o debate travado a meu respeito.

Francisco Rocha Junior disse...

Oliver, Midori na Braz de Aguiar? Taí, essa eu não sabia. Talvez seja por ter nascido "algumas décadas" depois de ti... hehehehe...
Conheci o Midori já na Henrique Gurjão, esquina com a Piedade. Ia muito com o "nosso amigo Damasceno em comum". Depois que o restô se mudou para a Benjamin e o Marcos foi-se de Belém, deixei de ir ao bar. Mas folgo em saber, pelo Barretto, que o Renato (o tal garçom careca) ainda está por lá.

Flanar disse...

Direito de resposta concedido, Yúdice. Aliás, informo-lhe que seu crédito é pré-aprovado por aqui.
Continue "respondendo" bastante.
Rss...
Mas vc não gosta mesmo de sushis?????
Só empanados? E ainda com Coca-cola??
Acho que nós 4 aqui do Flanar ainda vamos convidá-lo para uma jaca bem grande. Venha com os pés descalços, por gentileza.
;-)
Abs e volte sempre, amigo.

Oliver disse...

É, Francisco, funcionava na Brás, lá pelos meados da década de 80, o que faz do Midori um restaurante maior de idade! Nessa época o Renato ainda não andava por lá. Ele só é integrado ao patrimônio da casa na Henrique Gurjão.
O Damasceno aqui está quieto, quase não sai de casa e dorme cedo. Continua porém um bom garfo, ainda que hoje olhe preocupado a balança e os quilos que engordam a quem se entrega (freneticamente como diz o Flanar), às delícias da boa mesa.
O Damasceno sempre circula aqui no blogue, ainda que raramente postando comentários.
Abs.

Yúdice Andrade disse...

Meus amigos, gosto tanto de jaca que dificilmente vocês me verão enfiar o pé em uma. Só saborear! Mas aceito o convite. Aviso, contudo, desde logo, que vou permanecer na minha coquinha.

Oliver disse...

Coquinha Zero, claro.