terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

Mais do mesmo

Em 08 de janeiro deste ano, postei um texto intitulado Armas, para quê?, no qual pretendi discutir a necessidade de promotores e juízes de direito portarem armas de fogo. Em determinado trecho do post, relatei alguns casos de magistrados e membros do parquet que atentaram contra a vida de outras pessoas, com o uso de armas de fogo.

Neste final de semana, mais um representante do Ministério Público engrossou minha singela e triste estatística: o promotor José Luiz Furtado atirou 8 vezes contra sua mulher, Edinéia Furtado, no município de Marabá, onde o casal reside. Graças a Deus, dos 8 tiros somente um atingiu Edinéia, e assim mesmo na mão, sem causar-lhe risco de morte.

Eu pergunto: este comportamento reiterado pode ser considerado normal?

2 comentários:

Juvencio de Arruda disse...

Neste exato momento, nobre procurador - depois da tentar matar a mulher, fugir das responsabilidades e do flagrante, e desafiar a polícia, o nacional trabalha normalmente em seu gabinete do MPE em Marabá.
Dentro da lei, e no centro da barbárie.
Bom dia prá vc.

Francisco Rocha Junior disse...

Parece ser a certeza da impunidade, Juca. Imagine você se fosse a mulher que tivesse atirado no promotor, que mundos e fundos não estariam movendo o MP e a sua associação?
Abração.