sábado, 28 de fevereiro de 2009

Descobrindo sempre


Imagem: Radio City Music Hall

Este, certamente já pode ser conhecido por muitos leitores e pelos demais posters do Flanar.
Mas, com toda honestidade, para mim, é a descoberta do mês.
Leonard Cohen, 74 anos, é cantor, compositor, poeta e escritor canadense. Achei-o quase por acaso, ao receber uma newsletter divulgando um show que deverá realizar em 16 de maio no Radio City Music Hall, em NYC.
Ainda nem sei bem como defini-lo, mas gostei muito de sua música. Especialmente Tower of Song, Closing Time, First We Take Manhattan e Everybody Knows, que é apresentada no vídeo abaixo.



Veja também os clips disponíveis aqui e aqui no You Tube (que não disponibilizam o recurso de incorporação no blog), com as ótimas Closing Time e Democracy.
Pelo que andei lendo na Wikipedia, trata-se de um dinossauro, daqueles que em mais de uma oportunidade, escolheu a reclusão total, com longos períodos sem atividade musical produtiva. Muito embora, nesse ínterim tenha publicado livros, morado na Grécia, voltando em seguida aos EUA.
Sobre ele, seria uma hipocrisia sem tamanho falar mais alguma coisa, tendo em vista que se trata de uma legítima descoberta, que procuro compartilhar com os leitores e posters.
Há um fascinante verbete sobre ele na Wikipedia e um razoável sítio pessoal.
É possível que muitos talvez não gostem. Mas sua música, bem como de muitos outros que adotam estilo semelhante, está fazendo minha cabeça neste exato momento. Se alguém puder e desejar complementar alguma informação a respeito, pode comentar.
E quem se empolgar, desejar e puder assistir seu show em 16 de maio, pode ir comprando os ingressos aqui. Se pudesse, eu o faria.

13 comentários:

Itajaí de Albuquerque disse...

Ora, ora, quem é vivo sempre aparece... rsrsrsrs...
Eu escutei este senhor músico pela primeira vez em 1991, quando estava a caminho de minha primeira visita a Niagara Falls (lado norte-americano). Quase parei o carro no acostamento para ouvir esse som muito próprio de Leonard Cohen.
Na época ainda procurei pelas lojas algum cd, mas nada havia então.
Voltei ao Brasil e com o tempo esqueci do músico. E agora aí está de volta aos meus ouvidos graças ao Barretto. Bela garimpagem!

Carlos Barretto disse...

Ahahahah
Pois garimpe mais, daquele jeitinho que nós conhecemos muito bem, que vc vai encontrar pérolas, Itajaí.
É a sugestão para fim-de-semana.

Abs

Scylla Lage Neto disse...

Hey, Charley, com tanto show pra ver, o que fazer?
E eu ainda li que o Buddy Guy, meu bluesman favorito, vem ao Brasil ainda neste mês.
Será o Benedito???
Abs.

Carlos Barretto disse...

É! Deste jeito, melhor por enquanto irmos ficando por aqui.
Rssss

Carlos Barretto disse...

Aliás, vc já visitou o http://www.buddyguy.net ?

Rz disse...

Oi,
Acho que eu já havia sugerido esse link aqui embaixo do "Tonho e seus Jonhsonzinhos"...
Tem uns caras dessa geração do LC que são mais do que lisérgicos e a gente só pede mais e mais deles e de outros que façam a emoção da gente continuar sempre forte!
Espero que não falte nada dessa vez!
http://www.youtube.com/watch?v=l48aOXWKx4E&feature=related
Abraço cordial, Rz

Rz disse...

Olhe, eu esqueci de dizer que igual emoção em ver LC ao vivo e com as cores que lhe são próprias, só os três concertos conduzidos pelo divino (sim, não tem jeito!) Sergiu Celibidache que eu tive a felicidade de presenciar!
Tem um cantor da Nova Zelândia, o Graeme Allwright, que fez umas versões francesas para algumas músicas do LC que são bastante boas!
Taí, bem vindo ao clube!
Abraço cordial, RZ

Itajaí de Albuquerque disse...

Ei, Scylla, me avisa dessa do Buddy Guy.

Carlos Barretto disse...

Excelente sugestão RZ.
Achei fantástica a versão produzida pelo Antony & The Johnsons, que por si só, já se constituem em outra grande descoberta.
Uma voz interessante a do Antony, que ele usa com beleza na versão da música do LC.
Obrigado pela bela sugestão.

Francisco Rocha Junior disse...

Carlinhos,

Descobri o Leonard Cohen na trilha sonora de um filme alternativo americano que conta a história de uma menina que chega em uma cidade grande (creio que Los Angeles) à procura de seu único parente vivo: um tio, veterano do Vietnã, que vivia patrulhando as ruas por conta própria, em um furgão cheio de gadgets que ele trouxera da guerra.
A canção lúgubre que abria o filme era dele. Infelizmente, não lembro do nome do filme, nem da música. Será que alguém me ajudaria?

Itajaí de Albuquerque disse...

Não lembro o nome, mas é dirigido por Win Wenders. Obsessão - é isso? Assisti o final dele no canal pago.

Francisco Rocha Junior disse...

Bingo, Itajaí! Valeu!

Francisco Rocha Junior disse...

Descobri agora: o nome do filme é Medo & Obsessão. Win Wenders e aprendenders, como infamemente dizem...