domingo, 10 de outubro de 2010

Memórias do Círio


Maquete da Basílica de Nazaré
(Imagem: Dânia Russillo)

O meu primeiro trabalho foi o de professor de inglês, ainda na tenra juventude, numa finada escola de nome Modern English Center, na Av. Nazaré.
Dei aulas por 2 anos e tenho que confessar que era muito divertido.
No meu último semestre como "professor" tive uma turma de nível avançado, para a qual apliquei uma prova dissertativa em plena quinzena do Círio de Nazaré. O tema era simples: Círio.
Talvez o tempo tenho corrompido a minha memória, mas creio ainda lembrar da redação mais original, a qual reproduzo abaixo e tento traduzir.

"Trasladação, many people.
Círio de Nazaré, nor if talk..."

"Trasladação, muita gente.
Círio de Nazaré, nem se fala..."

Só não me lembro a nota que dei ao aluno...

3 comentários:

Itajaí de Albuquerque  disse...

Adoro maquetes, acho-as uma forma original de arte pouco praticada e valorizada entre nós. Quanto a redação do aluno, lembra-me meu trabalho final de competência conversacional em inglês, quando apresentei e encenei uma peça teatral de "minha autoria". Ainda hoje a tenho guardada em algum lugar a sete chaves.

Scylla Lage Neto disse...

Itajaí, eu tenho uma verdadeira fascinação por maquetes, modelos e coisas parecidas.
Você já imaginou uma obra da magnitude de um Círio de Nazaré em miniatura?
Atravessaria os séculos!
Abraços.

Itajaí de Albuquerque  disse...

Seria fantástica! Mas, quando estiveres em Paris, faz uma visita ao Museu dos Inválidos, onde Napoleão está enterrado. Lá estão as maquetes de suas batalhas. Espetaculares. Napoleão era um grande admirador de maquetes.