terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Tá explicado, rsrsrsrsrs

Conversa de casal tem tudo para dar errado, diz linguista.


[...]Locke, doutor em psicologia cognitiva e professor do Lehman College, em Nova York, não descobriu a pólvora. Pesquisas em neurociência e psicologia já provaram que vários estereótipos de gênero têm sua razão de ser.

É nesses estudos que Locke se apoia. "Mulheres passam longos períodos discutindo problemas", disse o pesquisador, em entrevista à Folha. Se elas têm disposição ao diálogo e são polidas, eles interrompem uns aos outros e amam piadas infames.

O motivo da diferença, para ele, é biológico: por milênios, homens e mulheres seguiram seus próprios caminhos evolutivos. Eles foram selecionados para agredir, lutar e caçar. Elas, para acertar na escolha de parceiro e cuidar da família. Boa parte do tempo, cada um ficou cercado de gente do mesmo sexo.[...]

2 comentários:

Alan Souza disse...

Se elas têm disposição ao diálogo e são polidas, eles interrompem uns aos outros e amam piadas infames.

Duas verdades numa só frase:

1) Mulher fala. Pelos cotovelos. E muito! Fala muito normalmente, imagina numa DR (Discutindo a Relação);

2) Homem adora falar merda. Uma reunião de homens num barzinho rapidamente transforma-se numa sucessão festiva e caótica de piadas infames, comentários chulos e divertida troca de ofensas.

Marise Rocha Morbach disse...

Prof. Alan, tem um filme do Pedro Almodóvar que é a cara das mulheres: "Mulheres à beira de um Ataque de Nervos". Aliás, se há diretor de cinema que compreendeu a mulher ibérica é ele: loucas, falantes, absurdas. Eu me sinto em perfeita sintonia com isso. Me lembro das discussões do meu casamento e elas se enquadram perfeitamente nesse perfil.
Abs.