segunda-feira, 26 de março de 2007

Desesperados

Chegado o limite da sobrevivência, sobrevem o caos. Lê-se na coluna de Guilherme Augusto (Diário do Pará) que o arquiteto Paulo Cal teria ido a São Paulo devolver à fábrica o bondinho da administração do ex-prefeito Edmilson Rodrigues, com o argumento de que não funciona.
Difícil crer que uma tecnologia como um bonde, mais simples que um carro, tenha segredos indecifráveis de uma esfinge, e que uma administração com apreço ao nome espere quase quatro anos para devolver um equipamento inoperável.
Nem com um liquidificador procedemos assim em nossas casas!
Portanto, nesse caos, poucos são os segredos que superem a certeza inconteste: o que de fato está no prego é a administração do prefeito Duciomar Costa, e disto sabem muito bem os eleitores de Belém.

4 comentários:

Juvencio de Arruda disse...

Isto mesmo.É muito estranha essa história, Oliver.

Anônimo disse...

O Paulo está botando a pá de cal, sobre um desgoverno absoluto!
Que quis patrocinar desfiles de modas com recursos da CODEM.

Anônimo disse...

A mim não ficou claro se o Paulo Cal vai devolver o bondinho, lá em São Paulo, motornerizando-o? Ou vai carregá-lo nas costas, mesmo!?

Anônimo disse...

Em São Paulo, nos anos 50,quem comprava bondes eram os mineiros ricos, que iam passear por lá e ficavam encantados com os bondinhos da Ligth! Compravam mas não levavam, porque a Light não deixava.
Devolver bondes deve ser coisa de paraenses. Compra e depois devolve. Dá no mesmo. Mineiros e paraenses tem algo em comum, além do FREE, é claro.