sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

Craques



Meu texto para a sessão vídeo-musical desta sexta-feira já estava pronto, com outra música e sob outro contexto. Mas quando deparei, no Youtube, com a pérola acima, apaguei tudo e mudei de planos. O vídeo é, simplesmente, memorável.

Bom final de semana para todos.

8 comentários:

Flanar disse...

Fantástico, FRJ.
Realmente um achado, que eterniza um momento de glória de Chico.

Oliver disse...

Sen-sa-ci-o-nal! E o Chico no meio de toda essa constelação, sem atravessar o play back. Terezinhaaaaaaaa!

Francisco Rocha Junior disse...

Impagável a situação, não? A constelação de jurados em volta do Chico (Narcisa Tamborindeguy, Costinha, Tânia Alves se insinuando, Chacrinha, dentre outros menos votados), balões caindo, serpentinas pelo chão e na cabeça... Impossível não postar!

mari (pedra de alquimia) disse...

Magnífico! Parabéns Flanar!
Inesquecível Chacrinha, maravilhoso Chico!

Bjs

Francisco Rocha Junior disse...

Obrigado, Mari. Sensacional, né não?
Volte sempre.

Anônimo disse...

Realmente um achado, Francisco. Que bom começar o domingão assim.Tudo muito original, coisa de craques: Chico, Chacrina e, de quebra, o Costinha dando as voltas. Produção simples e bacana.
Que tal a Tv de hoje rever esses programas para melhorar a programação chata, cansativa, repetitiva e que enche o saco com os "Faustões" da vida ?

Orly Bezerra

Francisco Rocha Junior disse...

Orly,
Para nascer outro Chacrinha ainda vai demorar muito, infelizmente. E quando nascer, ainda vai ter que penar muito para se livrar da assepsia dos padrões estético e de conteúdo da TV aberta.
Obrigado por sua visita e comentário. Volte sempre.

Oliver disse...

Tens razão, Francisco. Hoje para o Chacrinha seria difícil manter a originalidade. Basta ver no que a Globo transformou o também irreverente Fausto Silva de Perdidos na Noite (TV Bandeirantes): Um artista mal acomodado na hipérbole do novo nome, Faustão subtraído de sobrenome, que estrela um programa domingueiro três iii, ou seja, insípido, inodoro e incolor.
Mas, enfim, esse também é um custo de oportunidade. Arrisca-se na roleta quem quer, sabendo muito bem o que vai perder e o que pode lucrar. E a vida quanto a isso não nos nega argumentos para comprovar.