sexta-feira, 28 de novembro de 2008

SEGWAY: prazeroso, mas ainda muito caro


O poster, (meio amarrado) no Segway (Julho 2008).

A foto mostra o poster fazendo um test drive no fantástico Segway, nas férias de julho nos EUA.
A experiência - aberta a todos os visitantes do Epcot Center - foi absolutamente prazerosa O veículo é esperto, inteligente e fazendo o test drive, você pode entender porque o usuário não cai quando sobe no veículo. Na base, junto às rodas, um pequeno computador conectado a sensores nos calcanhares do usuário, compensa o desequilíbrio inerente ao aparente desenho "feito para cair" ao mesmo tempo em que obedece as ordens de ir em frente, dobrar a direita/esquerda e parar, transmitidos pelos calcanhares e pela inclinação do corpo.
Já existem modelos avançados que superam os mais variados obstáculos.
No Epcot, após assistir uma rápida explanação sobre o funcionamento do produto e assinar um documento responsabilizando-se por qualquer acidente decorrente de uma empolgação maior, todos podem experimentar. Óbvio que o poster não perdeu a oportunidade. Mesmo tendo que assistir o vídeo e a interminável palestra (15 minutos) a respeito de seu funcionamento.
E a coisa vicia mesmo. Tem gente que foi surpreendida indo ao banheiro com seu Segway.


Steve Wozniak, em momento íntimo com seu Segway.

Nos EUA o veículo mais básico é vendido por 5000 dólares, sem impostos.
No Brasil, a Segway já possui representação local e podemos encontrar modelos para pronta entrega.
Os preços? Nem queiram saber. Analisando pelo Mercado Livre, encontramos modelos para pronta entrega com preços variando de R$ 27.500 a 29.900!!!
Quase um carro popular.

4 comentários:

Itajaí de Albuquerque disse...

Não à toa a obesidade está daquele jeito nos EUA. Ainda me lembro de 91, quando Lee Iacocca em comercial de uísque na tv norte-americana, recomendava: Walk America!

Ivan Daniel disse...

Ainda bem que tem esse sensor pro equilíbrio.
Em Fortaleza, se eu não estou enganado, os guardas da orla utilizam esse equipamento.

Anônimo disse...

O sujeito no banheiro não é o Woz, trata-se de um sósia.

Carlos Barretto disse...

Claro, Antonio!