sábado, 26 de setembro de 2009

1 milhão

Lembram do médico oftalmologista Hugo Laércio de Azevedo da Silva?
Em 2006, em uma reportagem feita pela TV Liberal (de responsabilidade do nacional Roberto Paiva) com o auxílio de uma câmera escondida, foi acusado de cobrar indevidamente por uma cirurgia de córnea a um paciente SUS. A reportagem foi matéria do Jornal Nacional.
Pois o médico não vai deixar por menos.

Leia o que o Flanar já publicou sobre o assunto:

3 comentários:

Yúdice Andrade disse...

Se a matéria é de responsabilidade do Roberto Paiva, para a Rede Globo nacional, ele deveria estar no polo passivo da ação. E, como vocês bem sabem, eu adoraria ver esse cara arcando com as consequências das suas escolhas de pauta...

Itajaí de Albuquerque disse...

Pois é. Espero que o o dr. Hugo Laércio de Azevedo da Silva tenha mais sorte que a dra. Esther Bemerguy, secretária de Finanças do Governo Edmilson.
Ela, como o médico, também foi caluniada pelo mesmo reu em matéria de jornal e teve reconhecido no TJE-PA a ofensa que sofreu. Mas até hoje o processo que ela move está por lá empacado em alguma gaveta.
Se com uma sentença de indenização arbitrada pelo juiz em 50 vezes menos que a petição inicial dos representantes do colega oftalmologista já acontece isto, imagina o longo, longuíssimo caminho, espichado pelo efeito da procastinação dos recursos e fatos inesperados, que o Dr. Hugo Laércio terá de enfrentar sob risco de ver seu processo arquivado por caducidade.
È uma vergonha que o direito da liberdade de imprensa seja neste país vampirizado desta forma.

Yúdice Andrade disse...

Fiz uma consulta rápida pela internet e constatei que o Processo 2000.1.004869-7, de Esther Bemerguy de Albuquerque contra Delta Publicidade (o processo é do ano 2000!) foi sentenciado em 28.4.2003, há mais de seis anos.
A então juíza, hoje desembargadora, Marneide Merabet condenou a ré ao pagamento de módicos 24 mil reais. Houve embargos de declaração e, após o julgamento destes, foi interposta apelação, quando o processo estagnou. Ficou parado de 21.11.2003 a 9.1.2008, quando houve redistribuição devido à modificação de competência das varas. Depois disso, foi necessário mais um ano e meio para que a juíza se desse por impedida para funcionar no feito (29.6.2009).
Terá a nossa prezada Esther Bemerguy desistido de receber seus créditos?