domingo, 23 de agosto de 2009

Nada temas; com Smith não há problemas!


Jonathan Harris, como Dr. Smith (imagem: Fox Films)

Inúmeras vezes eu brinquei dizendo que a primeira coisa que faria ao ganhar o prêmio maior da Megasena seria reformar a minha velha viatura amarela. E que a segunda seria comprar toda a série "Perdidos no Espaço".
Bom, o "gemada" está como novo, e apesar d'eu não ter nem mesmo visto uma casa lotérica ultimamente, acabei comprando a primeira temporada do "Lost in Space", de 1959.
E foi a melhor compra do ano, sem dúvidas.
Apesar da produção ser ainda em preto & branco, a minha surpresa foi o sucesso absoluto de audiência (em casa, é óbvio) obtida pela saga dos pioneiros galácticos, a Família Robinson.
Rever Will, o Robô e o inigualável vilão Dr. Smith sob a óptica da maturidade (ou da velhice?) foi e está sendo pra lá de divertido.
Mas a estrela é Smith, que reputo como um vilão perfeito: cínico, mentiroso, ardiloso, covarde, inteligente e dotado de retórica perfeita, sempre envolve os Robinson com charme e elegância e acaba absolvido de seus "quase crimes" com um toque absurdo de misericórdia. Um personagem apaixonante.
Já vi 11 dos 36 episódios e em cada um deles o médico se revela mais carismático.
Na minha memória Smith ficaria mais "brando" nas temporadas seguintes, mas enquanto isso não acontece a minha família se reune tarde da noite para torcer pelo malvado doutor.
Never fear; Smith is here!

9 comentários:

Lafayette disse...

Pô, bons tempos...

...vou comprar esta série!

Valeu a dica, Scylla!

Carlos Barretto disse...

Sensacional!
Smith é ótimo. Mas aquele robô, com cérebro de vidro, braços de sanfona e "mãos de gancho" dizendo:

-Perigo! Perigo! Perigo!

Era simplesmente inesquecível.
Engraçado que era fácil de ser desligado, bastando para isso, retirar um módulo qualquer na traseira de seu robusto corpanzil. Muito embora, em raras ocasiões, liberasse uns raios paralisantes de seus ganchos.

Insano!

Scylla Lage Neto disse...

Lafayette, você vai adorar, eu aposto.
Abs.

Scylla Lage Neto disse...

Barretto, acho que o robô cresceu nas temporadas seguintes.
Nesta primeira ele participava pouco, mas já mostrando os raios paralisantes e algum senso de humor incipiente.
Porém o seu mestre e senhor era o Dr. Smith que o desligava com frequência.
Abs.

Val-André Mutran disse...

Scylla o Dr. Smith desligava o robô porque se você perceber ao longo do andamento do argumento dos episódios, o robô nada mais era do que a materialização de seu alter ego ou, digamos, o lado "bom" do Dr. Smith.
Smith era um "pila" (como dizemos lá em Marabá) da pior espécie ou um "cabra de peia", como diriam os nordestinos.
Já comprei a série toda faz tempo. É muito boa mesmo.
Abraços.

Carlos Barretto disse...

Mas o melhor mesmo, foi saber que o "gemada" está "de cima"!
Rsssss

Val-André Mutran disse...

Qual a marca e ano do "gemada" Barretto e Scylla?

Scylla Lage Neto disse...

Fellows, se o Gemada já esteve meio down foi por falta de peças pois o velho "Gema" sempre foi tratado com carinho...
A propósito é um Fiat Coupé 95/96 que tenho desde zero km e que atualmente levo para o trabalho todos os dias. O carro "normal" fica hangarado e só sai à noite.
Quanto ao Dr. Smith, o cabra-da-peste intergaláctico, eu me pergunto: quanto dele existe dentre de nós?!...
Um grande abraço.

Val-André Mutran disse...

Posso acelerar o coupê no Círio?

Eu controlo o Dr. Smith permanentemente, no entanto, algumas vezes ele é mais forte que eu... senão amigo, soltam o "diabo da garrafa" pra cima de mim.
Hehehheeh!