segunda-feira, 31 de maio de 2010

Manu Chao em Belém: o início


Vou logo avisando. Esta. é uma série de posts de fã para fãs. E quem não for fã, ao menos procure ouvir ou saber alguma coisa do personagem mais importante desta história. Garanto que não haverá arrependimento. Basta clicar no website pessoal do protagonista, onde existem toneladas de informações.
Já estava tudo combinado. Ingressos adquiridos com razoável antecedência, agenda livre, companhia acertadíssima, enfim, nada poderia dar errado. Só não contava que tudo se desenrolasse de uma maneira bem mais agradável que o previsto. E assim foi. Meninos eu vi. Vamos aos fatos.
Tudo começou por volta das 17:30 do Domingo, para um show que estava previsto para começar por volta das 19 horas. O programa era: abertura com o espertíssimo Juca Culatra Power Trio, Pinduca com banda completa e o ponto culminante, já por volta das 22 h, Manu Chao e banda. Mas bem antes, recebi um nervoso telefonema de Marcel Barretto, meu sobrinho, guitarrista da banda Juca Culatra Power Trio, informando que eu viesse imediatamente ao African Bar. Manu Chao em pessoa, passava o som junto com a banda. Como Marcel já havia pedido que eu fizesse o registro fotográfico da apresentação do Juca Culatra, peguei a mochila com a Nikon e parti por debaixo da chuva que já começava a se abater sobre a cidade.
Manu Passando o som com seriedade. Imagem: Carlos Barretto
Lá chegando, com a influência de Marcel e a boa vontade e gentileza da produtora de eventos, tive acesso a área super restrita do palco principal, onde Manu Chao passava o som. Fiquei perto cerca de 2 metros dele. E neste momento, registrei 2 imagens. Tudo que a produção me permitiu neste primeiro momento. Mas já fiquei muito agradecido, com a primeira de uma série de gentilezas que nos seriam servidas. Já estava achando o máximo. Mas a coisa seria melhor. Como o título do post afirma, era tudo só o início de uma longa jornada de 10 horas em pé. Mas altamente recompensadora. Uma sequência de gentilezas, simpatia, seriedade e responsabilidade. E vamos em frente.

Um comentário:

Raul Reis disse...

Wow, Carlos! Deve ter sido incrivel. Sou fã do Manu Chao desde o tempo que ele era o lider da banda francesa "Mano Negra"... Um dos meus LPs mas queridos era um importado da banda, "Puta's Fever", de 89, com o single "King Kong Five", que comprei em SP.

Ainda adoro o som do Manu Chao como solista. Gostaria de ter estado no African Bar para vê-lo ao vivo...