sexta-feira, 31 de outubro de 2008

O Amor É Cego, Mas Vê

Um maradonista sentiu-se ofendido por chamar-se aqui o ídolo de gorduchinho. Ia bem na crítica até que confundindo o técnico brasileiro com o atual argentino, Diego Maradona, enveredou pelo caminho da ofensa. Claro, não foi publicada em respeito à política deste blogue.
Ao anônimo três conselhos: i) não te acanhes de assinar teu nome, por que não há mal algum em ter opinião contrária ao blogue, exceto quando o visitante decide ir pelo caminho da esculhambação infantilóide ou do achincalhe moral; ii) como és brasileiro e geneticamente ligado ao futebol recomendo que lembres do depoimento de teu ídolo portenho, veiculado no Fantástico, em que confirma haverem dopado jogador da seleção brasileira na copa do mundo de 90, para favorecimento da Argentina; e iii) se ainda assim permaneceres empedernido em teu amor cego a El Pibe, nada temos a opor. Antes, quem sabe, façamos aqui uma vaquinha para que te mudes para a Argentina e ali passes a frequentar a Igreja Maradonista.
Resumo da ópera: ser gênio em futebol, arte culinária ou o raio que o parta nada tem a ver com caráter.

2 comentários:

Yúdice Andrade disse...

Itajaí, perdão se não entendi direito o comentário. Mas se entendi, por favor, não propagues haver uma relação genética entre ser brasileiro e adorar futebol. Existem alguns espécimes pátrios que detestam o aludido esporte. Eu, p. ex., e diversos conhecidos.
Nada contra quem gosta. Só não quero parecer uma aberração por não ver a menor graça na coisa.
Tudo na paz, é claro, meu amigo!

Itajaí de Albuquerque disse...

Rsrsrsrsrsrs.