Confesso que estava acompanhando o nosso contador lá embaixo, algo ansioso, em busca deste número mágico, redondo, cheio de zeros, par e bonito.
Em pouco mais de 1 ano, foi o que conseguimos. Se descontarmos os períodos de hipofluxo e hiperfluxo de visitantes e fizermos uma continha matemática simples, chegaremos a média de 55 visitantes/dia. Para nós está ótimo! Muito bom! Excelente!
Mas o melhor mesmo, é conhecer mais e muitas outras pessoas. Conhecidos que fizemos ao longo deste período como a Cris, o Yúdice, o Pedro, a Mari, o Francisco Rocha, o Juvêncio, o CJK, o Ivan Daniel, o Walter Jr, o Val-André, o Edyr Augusto, o ASF@Web, Waldir Silva, a Luciana, o Jr. (do elegante blog
Obvious, nosso novo link ao lado), a Marky, o Copulatum (que se diz "Malum Remuneratum") e as milhares de figuras anônimas que participam e fazem a alma do Flanar. E tudo isso neste blogue meio "assim, assim", que ninguém sabe de onde veio nem pra onde vai.
Para complicar um pouco mais, se é que não notaram, chutamos o balde de nossa proposta inicial de falar apenas sobre Medicina, Política, Cultura e Tecnologia, deixando apenas "Opinião em livre expressão". Tudo seguindo o rumo natural das coisas e principalmente, pressionados pela necessidade de apor marcadores em cada
post. Uma chatice para nós, mas uma conveniência para os leitores.
Tal decisão, apesar de simples, pode nos trazer alguns fenômenos estritamente do mundo virtual, como a dificuldade de indexação do blogue nas ferramentas de auditoria, calcadas nas chamadas
tags. Mas é tipicamente a decisão em que o benefício é maior, pois deixa os articulistas mais soltos e quem sabe os leitores mais satisfeitos. Mas as
tags estão lá, só que cadastradas nos sítios de auditoria e não mais no título do blogue. Devidamente ampliadas ao máximo e de maneira bilíngue. Mas, às favas a indexação, posto que não é objetivo principal do Flanar.
Mesmo assim e
apesar de tudo, ainda contamos com sua leitura. Este sim, nosso maior prazer, e por que não dizer, nossa maior honra.