Vale então consultar este guia elaborado pela RNP (Rede Nacional de Ensino e Pesquisa). Ele contém informações valiosas que podem evitar dores de cabeça.
sábado, 5 de dezembro de 2009
Segurança nas compras online
Com a proximidade das festas de fim-de-ano e com as lojas online entupindo seu e-mail com ofertas interessantes, é importante não perder de vista a segurança nas compras efetuadas pela web.
Ainda hoje...
Show da banda em Porto Alegre (RS)

... Daqui a pouco só no Flanar. Echo & The Bunnymen.
Segura o tranco Francisco.
Aguardem!
... Daqui a pouco só no Flanar. Echo & The Bunnymen.
Segura o tranco Francisco.
Aguardem!
No outro lado da Lua
Na linda foto: Steve Severin e Suzi Siouxsie

Voices on the Air: The Peel Sessions foi extraído do programa do lendário Dj inglês John Peel ― que alguns flanares possuem o DVD entregue em mãos no II Encontro Flanar―, contando um pedaço da história da capacidade de mobilização e faro musical do cara, que consolidou uma extraordinária base de lançamento de bandas até então desconhecidas como: Radiohead, The Verve, The Jesus and Mary Chain, Aztec Camera, Scritti Polliti e uma infinidade de pérolas pop rock; abre o outro lado ou B Side dos Sioxsie & The Banshees aos leitores.
Na sessão para o programa do cultuado DJ na BBC de Londres, temos a oportunidade de ouvir os Banshees originalmente punk´s, no comecinho da carreira. Crus, letras sofríveis e arranjos insuportavelmente ruins, até o lançamento do espetacular Kaleidoscope (1980) que guindou a banda para outras plagas.
― É audível a melhoria da qualidade da banda, a partir dos 18 minutos de audição deste especial, finalizando com o ápice de sua carreira, numa sequência de clássicos como por exemplo Belladonna (Hyaena).
Seguindo uma trajetória impressionante, que a tranformou numa das mais influentes bandas inglesas do pós-Punk ao presentear-nos com os Lp´s Juju (1981), A Kiss in the Dreamhouse (1982) e o meu predileto: Hyaena, de 1984 (imagem do álbum no post abaixo), consolidou o grupo como ícone de uma era.
Com Hyaena, o mundo pop rock foi virado de cabeça pra baixo.
Gótico até a última nota, provoca descargas revigorantes de adrenalina no cérebro de quem ouve a aceleração e ritmo impressionantes sustentado pelo baterista Budgie (ex-The Slits) e pelo guitarrista John McGeoch (ex-Magazine). A hipnótica guitarra de Robert Smith, líder do The Cure, que participara como guitarrista na gravação do álbum e na turnê européia para a divulgação do trabalho, pavimentou o sucesso, logo reconhecido por público e crítica.
A música Running Town ― uma porrada na cena musical que vigorava na FM´s mundo afora, mudou a cena. Running Town ameaça como penúltima música do disco Hyaena, a indesejável sensação de quero mais após uma descarga de droga natural que invade o cérebro do ouvinte mais incrédulo.
Aqui em rara apresentação ao vivo com Bob Smith na guitarra. Desconsiderem a sofrível qualidade do áudio do vídeo, no entanto, vale pelas imagens do visú absolutamente cavernoso da banda.
Remixei algumas faixas dos dois antalógicos Lp´s antecedidos pelo Punk Voices on the Air: The Peel Sessions (raridade) com meus rudimentares recursos. Porém, o que vale é a intenção.
Enjoy now!

Voices on the Air: The Peel Sessions foi extraído do programa do lendário Dj inglês John Peel ― que alguns flanares possuem o DVD entregue em mãos no II Encontro Flanar―, contando um pedaço da história da capacidade de mobilização e faro musical do cara, que consolidou uma extraordinária base de lançamento de bandas até então desconhecidas como: Radiohead, The Verve, The Jesus and Mary Chain, Aztec Camera, Scritti Polliti e uma infinidade de pérolas pop rock; abre o outro lado ou B Side dos Sioxsie & The Banshees aos leitores.
Na sessão para o programa do cultuado DJ na BBC de Londres, temos a oportunidade de ouvir os Banshees originalmente punk´s, no comecinho da carreira. Crus, letras sofríveis e arranjos insuportavelmente ruins, até o lançamento do espetacular Kaleidoscope (1980) que guindou a banda para outras plagas.
― É audível a melhoria da qualidade da banda, a partir dos 18 minutos de audição deste especial, finalizando com o ápice de sua carreira, numa sequência de clássicos como por exemplo Belladonna (Hyaena).
Seguindo uma trajetória impressionante, que a tranformou numa das mais influentes bandas inglesas do pós-Punk ao presentear-nos com os Lp´s Juju (1981), A Kiss in the Dreamhouse (1982) e o meu predileto: Hyaena, de 1984 (imagem do álbum no post abaixo), consolidou o grupo como ícone de uma era.
Com Hyaena, o mundo pop rock foi virado de cabeça pra baixo.
Gótico até a última nota, provoca descargas revigorantes de adrenalina no cérebro de quem ouve a aceleração e ritmo impressionantes sustentado pelo baterista Budgie (ex-The Slits) e pelo guitarrista John McGeoch (ex-Magazine). A hipnótica guitarra de Robert Smith, líder do The Cure, que participara como guitarrista na gravação do álbum e na turnê européia para a divulgação do trabalho, pavimentou o sucesso, logo reconhecido por público e crítica.
A música Running Town ― uma porrada na cena musical que vigorava na FM´s mundo afora, mudou a cena. Running Town ameaça como penúltima música do disco Hyaena, a indesejável sensação de quero mais após uma descarga de droga natural que invade o cérebro do ouvinte mais incrédulo.
Aqui em rara apresentação ao vivo com Bob Smith na guitarra. Desconsiderem a sofrível qualidade do áudio do vídeo, no entanto, vale pelas imagens do visú absolutamente cavernoso da banda.
Remixei algumas faixas dos dois antalógicos Lp´s antecedidos pelo Punk Voices on the Air: The Peel Sessions (raridade) com meus rudimentares recursos. Porém, o que vale é a intenção.
Enjoy now!
Um poema, uma banda e toda uma geração influenciada

Sioxsie & The Banshees Very Special
Vou logo avisando. É som para entendidos
Esses caras representaram um papel muito importante como revelação para o fiel público da extinta boate La Cage. Os Sioxsie & The Banshees é uma das melhores bandas pós-Punk que conheço e foi uma das mais pedidas na melhor e mais sofisticada Casa Noturna que Belém já teve.
Escrevo com esses acordes, mais um capítulo da lendária Casa.
Mas, vamos ao que interessa.
Ao longo de sua produtiva carreira, com formação que se assemelha ao caos; numa época absolutamente maluca. O Sioxsie & The Banshees foi a base de lançamento dos primeiros riffs do então desconhecido Mr. Robert Smith que depois formaria uma de minhas bandas mais queridas: o The Cure; assim como, morada do suicidal tendencies men Sid Vicious, que tocava bateria! E depois foi baixista dos Sex Pistol, mesmo sem saber tocar baixo!!! Hehe.
Altamente dançante. O conjunto da obra dos Sioxsie & The Banshees é essencial em qualquer boa discoteca dos 80´s.
Budgie, o baterista da banda, casado com a vocalista Susan Ballion, cujo nome artístico Siouxsie Sioux, ajudou a firmar a mítica banda, é uma das mais relevantes influências musicais do genial João Barone, baterista do Paralamas do Sucesso, uma das mais influentes bandas da América Latina.
Batismo ― A primeira apresentação com a formação original, foi no Punk Festival, em 20 de setembro de 1976, no 100 Club, em Londres. A banda tocou somente covers como Twist And Shout (dos Beatles), Knockin' On Heaven's Door (do Bob Dylan) e e uma versão de cerca de vinte minutos de The Lord’s Prayer, que agradara somente a um dos assistentes de Malcom McLaren, empresário do Sex Pistols, que se encontrava na platéia. Logo após a apresentação, foram convidados a acompanhar o Sex Pistols como banda de abertura em uma turnê pela Inglaterra.
A formação de então era:
Susan Ballion - Vocal
Steve Havoc - Baixo
Sid Vicious - Bateria
Marco Pirroni – Guitarra.
Meses depois com a saída/expulsão de Glen Mattlock (Baixo - Sex Pistols), preso por porte de uma quantidade “cavalar” de heroína, Sid Vicious foi efetivado nos Sex Pistols. Mais embaixo eu conto.
Marco Pirroni também deixa a banda e passa a tocar em uma série de outros grupos na Inglaterra como a banda de New Romantic, Adam & the Ants, esta última de muito sucesso.
Tenho na prateleira dois dos melhores Lp´s do Adam & the Ants. Posteriormente, apresentarei-os por aqui.
Então, olha só. Susan e Steve passaram a liderar a banda em uma troca incrível de guitarristas que pouco ficaram na banda.
Para substituir Sid Vicious e Marco Pirroni, entram Kenny Morris (baterista) e John McKay (guitarrista), o que deixou a formação estável nos dois primeiros discos da banda até o fim de 1979. É a partir deste momento que Susan Ballion passa a se chamar Siouxsie Sioux, referência a uma tribo indígena Norte-Americana, e Steve Havoc passa a ser chamado de Steve Severin.
Na semana em que a banda procurava um nome, foi exibido na TV o filme Cry of the Banshee, baseado no conto de Edgar Alan Poe, no qual o ator Vincent Price atuava e acharam que The Banshees seria uma ótima idéia para o batismo da banda. Depois pensaram em Susy and the Banshees, e em definitivo, Siouxsie & the Banshees. Banshees são entidades femininas pertecentes à mitologia celtica cuja voz bela e tenebrosa anuncia a proximidade da morte.
Mas, quem é capaz de morrer ouvindo essa maravilha?!
Este especial foi a compilação que mais trabalho deu ao pôster.
Há uma razão. Ela começou após uma troca de e-mail´s reservados com o flanéur Francisco Rocha Jr. Além do que, o impacto dos Lp´s Kaleidoscope, de 80 e Hyaena, de 84, foi fulminante no meu entendimento da moderna música hoje disseminada mundo afora (objeto do meu próximo artigo aqui).
Espero que os leitores curtam tanto como eu curti ao produzi-lo.
Para não comprometer o meu sábadão. Publico, posteriormente, um link com o set list.
Divirtam-se.
Vou jogar tênis e almoçar no clube.
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Cai a névoa
Agora é Priante?
Duciomar foi cassado e o juiz ordenou que o segundo colocado na eleição assuma de imediato.
Sempre cabe recurso.
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
COSANPA x Fornecedores?
Comentarista anônimo que se identifica como "um pai de família com uma microempresa na beira da falência" assina o pedido de socorro enviado ao blog no post Mais um anão para a sua sala.
Como já cansamos de esclarecer, este não é um blog de cunho jornalístico. É tão somente um blog de opinião. Sendo assim, não temos como e nem pretendemos, apurar fatos que nos são lançados por comentaristas anônimos. E nem temos o costume de dar destaque a supostas "denúncias" não identificadas. Contudo, os termos deste "pedido de socorro" parecem dignos de publicação e de ênfase. Apenas parecem.
Como não temos como identificar o anônimo e como também não podemos apurar sobre a veracidade de suas denúncias, decidimos dar destaque a sua manifestação, na esperança de que a Assessoria de Imprensa da Cosanpa, se possível, se manifeste a respeito do assunto. O blog, desde já, afirma que em nenhuma hipótese corrobora a afirmação do anônimo de que "atrasos no pagamento de fornecedores se devam a criação de supostos caixas de campanha". E se mantém aberto a dar destaque a qualquer manifestação originada na empresa sobre o assunto. O contraditório será garantido.
Contamos com a compreensão de todos. Segue o texto do anônimo na íntegra.
OBS: O poster também tentou encaminhar o texto do anônimo no Fale Conosco do website da Cosanpa.

Contudo, após preenchimento do formulário e clicar em ENVIAR MENSAGEM, obteve a seguinte mensagem de erro:
Objeto Server erro 'ASP 0177 : 800401f3'
Falha em Server.CreateObject
/fale_conosco_contato.asp, line 6
800401f3
De qualquer maneira, espero ter assim tentado a melhor maneira possível de fazer chegar a voz do anônimo na empresa.
Como eu não tenho blog, apelo para aqueles que os possuem para denunciar a Cosanpa já que não podemos contar com o apoio dos jornais que são comprometidos com a empresa.
Eu sou fornecedor da companhia de água, fornecedor pequeno, desses que não podem ficar muito tempo sem receber os valores relativos ao que se vende à empresa sob pena de se tornar inadimplente.
E já me considero um pobre inadimplente graças a falta de responsabilidade da direção da Cosanpa que a mais de cinco meses me deve, tanto a mim quanto a dezenas de outras pobres criaturas com suas firmas pequenas iguais a minha.
Pior é que não conseguimos falar com o diretor financeiro de nome Maurício, nem com o presidente, nem com ninguém capaz de nos dar uma informação.
Nossa cruel espera é embalada pelas dúvidas que ficam no ar já que sabemos que a Cosanpa arrecada mensalmente horrores de dinheiro, mas sua direção permitem que um número cada vez maior de pequenas empresas fiquem à beira da falência por atraso em nossos pagamentos, principalmente neste final de ano que temos compromissos triplicados com a obrigatoriedade com o 13º salário (nenhuma parte do salário consegui pagar) e contigente de funcionários em férias.
Nos corredores da Cosanpa o que se comenta é que a direção da empresa deixa de pagar os fornecedores para fazer caixa para políticos ligados a companhia de água. Não temos nada a ver com isso, cada diretor faz aquilo que possa lhe segurar no emprego, mas é muita maldade colocar à beira da falência pequenos cidadãos que lutam com muitas dificuldades para manter seus funcionários em dia, mas que hoje estão pedindo dinheiro empresaydo em bancos para pagar rescisões já que não temos como mante-los trabalhando com tantos mdeses sem receber da companhia de água.
Apelo para vocês donos de blog ´para que nos apóiem. Não estou mandando essa denuncia com intenção de denunciar a classe política ou diretores da empresa, é apenas o ultimo recurso que encontrei para ver se alguma autoridade tome conhecimento dessa situação e procure fazer com que nossos compromissos sejam atualizados.
SE algum de vocês dos blog forem para a porta da Cosanpa, qualquer dia, encontaão dezenas de pequenos micro empresários tentando falar com algum diretor, mas como não conseguem focam zanzando de um lado a outro sem saberem o que fazer.
Se a nossa governadora, ou algum secretário dela conseguirem ler o que escrevo aqui, por favor, pelo amor aos seus filhos e a Deus, procurem ir na Cosansa averiguar a situação dos pagamentos dos fornecedores.
Estamos desesperados. Nos ajudem, por favor.
Quem assina é um paraense brasileiro que só quer conseguir levar a vida com dignidade, educando filhos e gerando empregos. Não sou político e nem quero com isso desrespeitar nossos governantes e outras autoridades, do fundo do coração falo a verdade.
E já me considero um pobre inadimplente graças a falta de responsabilidade da direção da Cosanpa que a mais de cinco meses me deve, tanto a mim quanto a dezenas de outras pobres criaturas com suas firmas pequenas iguais a minha.
Pior é que não conseguimos falar com o diretor financeiro de nome Maurício, nem com o presidente, nem com ninguém capaz de nos dar uma informação.
Nossa cruel espera é embalada pelas dúvidas que ficam no ar já que sabemos que a Cosanpa arrecada mensalmente horrores de dinheiro, mas sua direção permitem que um número cada vez maior de pequenas empresas fiquem à beira da falência por atraso em nossos pagamentos, principalmente neste final de ano que temos compromissos triplicados com a obrigatoriedade com o 13º salário (nenhuma parte do salário consegui pagar) e contigente de funcionários em férias.
Nos corredores da Cosanpa o que se comenta é que a direção da empresa deixa de pagar os fornecedores para fazer caixa para políticos ligados a companhia de água. Não temos nada a ver com isso, cada diretor faz aquilo que possa lhe segurar no emprego, mas é muita maldade colocar à beira da falência pequenos cidadãos que lutam com muitas dificuldades para manter seus funcionários em dia, mas que hoje estão pedindo dinheiro empresaydo em bancos para pagar rescisões já que não temos como mante-los trabalhando com tantos mdeses sem receber da companhia de água.
Apelo para vocês donos de blog ´para que nos apóiem. Não estou mandando essa denuncia com intenção de denunciar a classe política ou diretores da empresa, é apenas o ultimo recurso que encontrei para ver se alguma autoridade tome conhecimento dessa situação e procure fazer com que nossos compromissos sejam atualizados.
SE algum de vocês dos blog forem para a porta da Cosanpa, qualquer dia, encontaão dezenas de pequenos micro empresários tentando falar com algum diretor, mas como não conseguem focam zanzando de um lado a outro sem saberem o que fazer.
Se a nossa governadora, ou algum secretário dela conseguirem ler o que escrevo aqui, por favor, pelo amor aos seus filhos e a Deus, procurem ir na Cosansa averiguar a situação dos pagamentos dos fornecedores.
Estamos desesperados. Nos ajudem, por favor.
Quem assina é um paraense brasileiro que só quer conseguir levar a vida com dignidade, educando filhos e gerando empregos. Não sou político e nem quero com isso desrespeitar nossos governantes e outras autoridades, do fundo do coração falo a verdade.
Mais um anão para sua sala

Imagem: Engadget
Anões de jardim já foram ícones de uma época. Um deles, foi o toque de humor no ótimo filme Le fabuleux destin d'Amélie Poulain (2001).
Show de imagens e dores de cabeça?

Imagem: Engadget
Pessoalmente, toda a vez que entrei em contato com tecnologias em 3D, além do desconforto de ter que usar aqueles óculos especiais, após um período de extraordinária sensação, ganhei uma fantástica dor de cabeça.
Mas você com certeza não pensa que as enormes televisões LED Full HD serão o final da história. Com efeito, vem subindo o conceito de TV em 3D. A tecnologia parece ter ganho um gás adicional, com o anúncio feito hoje pela coreana LG. Vai ser a primeira fabricante a produzir em massa TVs LCD Full HD 3D, segundo o Engadget. Mas a novidade, depende obviamente de empresas que transmitam em HD 3D. Portanto, há muito gás ainda por rolar.
Resta saber se vai fazer bem pro bolso (com certeza, não) e pra cabeça (????).
Paraenses pelo Brasil no Flanar
O paraense radicado no Rio, Edney Martins, manda seu abraço ao blog no post Enquanto isso... , de Val-André Mutran. Edney é titular do blog Chapa Quente, onde fala de seu cotidiano na cidade sede das olimpíadas.
Mas o rapaz tem fôlego e divide com Geovana Pires e David Lima mais 2 outros blogs, dedicados a poesia: Devota do Cotidiano e Escola Lucinda de Poesia Viva.
A você, Edney, nosso abraço, agradecimento e desejo de sucesso.
Na Boca do Povo
Enquanto isso no Ver-o-Peso:
Vamos comprar, vamos comprar minha gente... É alface a três reais o maço, é alface que não acaba mais... A três reais!
Vai levar quantos, madame? Nenhum?! Não tem lugar pra carregar? Põe aqui no cantinho, põe na meia, na cueca do maridão... faça como o Arruda, leve tudo que Deus ajuda! Vamos comprar, vamos comprar ... Tá mais barato que panetone na Americana!
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Itajaí
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Cotidiano
Reconhecimento

Nosso amigo Wagner Okasaki, titular do ótimo Belenâmbulo, acaba de ter 3 de suas fotos selecionadas para participar da Mostra de Arte Primeiros Passos, promovida pelo Centro Cultural Brasil Estados Unidos (CCBEU). Entre elas, a extraordinária imagem acima, feita no viaduto do entroncamento.
A exposição começa no dia 10 de dezembro e vai até o início de janeiro, na galeria do CCBEU.
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
Hoje, Quase Ontem, Faço 25 Anos.

Prefácio do álbum comemorativo UFPA - Médicos Dez/84
Enquanto assistia o vídeo Stevie Wonder - Live at Past, show gravado em Londres, eis que recebo dois telefonemas que completaram a beleza da noite. Primeiro foi Gladaniel Palmeira de Carvalho, meu estimado colega de Paes de Carvalho, membro do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios, convidando-me para virar uma página com ele, no próximo domingo, e lembrar daqueles tempos. Promete-me uma bacalhoada, prato mais do que justificado, pois agora ele é cidadão português, depois que é brasileiro e paraense de Belém do Pará.
Mas a noite prometia. Chamam ao telefone de novo: Pause no Stevie Wonder - Well, I'm a man of many wishes/ I hope my premonition misses,/ but what I really feel, my eyes won't let me hide. Atendo e aquelas vozes inconfundíveis, de Silvana Campos e de Amaury Braga Dantas, me intimam a comparecer à missa na Basílica de Nazaré e ao jantar na Barraca da Santa, no próximo dia 8 de dezembro, dia em que neste Brasil de pluralidades se homenageiam no Pará as majestades de N. Sra. da Conceição e de Iemanjá, a rainha de todos os mares e rios no candomblé. Lembram-me que, nesta data, eu, eles e mais 104 médicos, ex-alunos da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Pará, estaremos completando 25 anos de formados. Daqui de Brasília, além de quem lhes escreve a notícia, apostam no comparecimento de Edmundo Gallo, Isa Paula Hamouche Abreu e Gerson de Oliveira Penna, considerando que Suzanne Jacob Serruya agora é internacional e teria mais dificuldades de se deslocar do Uruguai.
Agendas começam a ter as páginas consultadas. Porque, ora raios, assim tão em cima da hora? Que importa, garoto, são vinte e cinco anos! - convencem-me. Quando completamos quinze anos, fui honrado com o direito de uma saudação à turma no auditório da Faculdade e senti-me profundamente comovido com a distinção da galera, que, por generosidade, reconhecia em mim a confirmação de um projeto político de nossa geração, na chegada do Partido dos Trabalhadores a Prefeitura Municipal de Belém, com a primeira gestão do prefeito Edmilson Rodrigues. Olhando para trás, penso que eu, Suzane, Gallo e Amaury não decepcionamos quanto a contribuição que demos para a saúde de Belém, sem possibilidade de contestação frente com a cruel realidade com que a cidade hoje se depara ao olhar a imoralidade estabelecida na saúde pública.
E o tempo é um senhor tão bonito na ocasião em que um coletivo destinado a individualidade pelas leis da ditadura, decidiu ser coletivo e mandar ver no futuro que sonhávamos! Por isso as imagens mais fortes são aquelas de nossa juventude, quando nos debruçávamos sobre cadernos e livros nas madrugadas, na faina de aprender os segredos do corpo e do sofrimento do corpo, para que a sociedade nos autorizasse a cuidar de seus integrantes sem distinção de cor, credo, raça ou ideologia, pedindo-nos apenas que nessa prática calássemos em segredo sobre o que víssemos e ouvíssemos na intimidade dos lares, e nunca atentássemos contra a Humanidade, se fôssemos depois pesquisadores. Ide, podeis praticar e ensinar a medicina - ainda ecoam nos meus ouvidos as palavras que ouvi entre as paredes do Teatro da Paz, naquele distante dezembro de 1984, tendo ao lado a companhia de minha saudosa mãe e, a curta distancia, os olhares de quem são minha esposa e sogra até hoje.
Mas era o tempo em que também explodiam bombas, mandando pelos ares secretárias da OAB e bancas de revistas que vendessem jornais de esquerda, ou, nem isso, só por se oporem a um regime que naquela altura a sociedade dizia BASTA! Foi um tempo sofrido e belo, coroado no ano das Diretas Já, movimento cívico só comparável aos movimentos nacionais pela Abolição da Escravatura, pelo Brasil declarar guerra ao nazi-fascismo da Alemanha-Itália e Japão e pelo repúdio à corrupção no impeachment do presidente Collor. Um tempo altissonante como deve ser o tempo dos jovens no umbral de um novo alvorecer; que ao se fazer novidadeiro no porvir, permitiu-nos experimentar o melhor dos frutos desta nossa memória de quase ontem.
Evoé, turma formada em dezembro de 1984, na UFPA! Meu muito obrigado por seguir com vocês.
Postado por
Itajaí
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23:32
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Temas:
Memória
Enquanto isso...
... Até a meia noite o blog fecha 230 mil visitas. Quase 600 page views e mais da metade disso em visitas no dia.
Um dia produtivo.
Nosso lema (diversidade) começa a ser entendido.
- Bem entendido, diga-se.
Um dia produtivo.
Nosso lema (diversidade) começa a ser entendido.
- Bem entendido, diga-se.
Lenda televisiva
Quem não conhece essa voz? Mas o rosto, vocês conheciam?
Pois este rosto e esta voz ficarão imortalizados na televisão. Morreu Lombardi, a voz mais conhecida da telinha. Uma verdadeira lenda da cultura pop nacional.
Ringue
Do blog Bacana do Marcelo Marques:
Pauladas microfônicas
A rádio de Wladimir Costa desceu o sarrafo hoje no radialista Jefferson Lima por conta de seu aniversário no Mangueirão no domingo.
Wlad e Lima, outrora foram colegas de rádio, na Rauland. Jefferson inclusive está prestes a estrear programa de TV diário na TV Livre Rede TV.
Jefferson Lima tem um programa na Rádio Rauland que segue, passo a passo, o caminho de seu modelo - justamente, Wladimir Costa. Nessa caminhada, a próxima investida é a candidatura de Lima a um cargo público: o de deputado estadual nas próximas eleições.
As pauladas cheiram, pois, a briga por espaço. Parece não existir lugar para dois radialistas com o mesmo perfil no mundo político paraoara.
Pauladas microfônicas
A rádio de Wladimir Costa desceu o sarrafo hoje no radialista Jefferson Lima por conta de seu aniversário no Mangueirão no domingo.
Wlad e Lima, outrora foram colegas de rádio, na Rauland. Jefferson inclusive está prestes a estrear programa de TV diário na TV Livre Rede TV.
Jefferson Lima tem um programa na Rádio Rauland que segue, passo a passo, o caminho de seu modelo - justamente, Wladimir Costa. Nessa caminhada, a próxima investida é a candidatura de Lima a um cargo público: o de deputado estadual nas próximas eleições.
As pauladas cheiram, pois, a briga por espaço. Parece não existir lugar para dois radialistas com o mesmo perfil no mundo político paraoara.
Deslizes da imprensa
A coluna Repórter 70 de O Liberal de hoje não procurou saber da verdade, antes de cantar aos ventos sua versão definitiva dos fatos. É raro, em se tratando do jornal, mas acontece.
Fiz parte, durante um bom tempo, da comissão que reviu o estatuto social do Clube do Remo. Um amigo, também membro da equipe, convidou-me. Ele ficou na empreitada até o fim.
Tanto eu quanto este amigo, até onde sei, somos formados em Direito. A não ser que eu e ele tenhamos sonhado o mesmo sonho, durante cinco anos: ter frequentado a UFPA, completado os créditos, recebido o diploma e prestado concurso público para cargos privativos de bacharéis em Direito.
Um sonho tão longo? Talvez eu tenha estado em coma e não saiba.
É, vai ver, foi isso.
Fiz parte, durante um bom tempo, da comissão que reviu o estatuto social do Clube do Remo. Um amigo, também membro da equipe, convidou-me. Ele ficou na empreitada até o fim.
Tanto eu quanto este amigo, até onde sei, somos formados em Direito. A não ser que eu e ele tenhamos sonhado o mesmo sonho, durante cinco anos: ter frequentado a UFPA, completado os créditos, recebido o diploma e prestado concurso público para cargos privativos de bacharéis em Direito.
Um sonho tão longo? Talvez eu tenha estado em coma e não saiba.
É, vai ver, foi isso.
Generosidade com o dinheiro alheio, a revanche
Tal como aconteceu com os magistrados no ano passado, agora é o Tribunal de Contas do Estado quem premiará seus conselheiros com o meu, o seu, o nosso dinheirinho.
O mais escandaloso é que a parcela a ser paga, o chamado auxílio-moradia, tem por função ressarcir despesas de quem exerce cargo público em local diverso de seu domicílio. Como se os Conselheiros do TCE tivessem que ir a Brasília ou se deslocassem para o interior para exercer seu múnus.
O mais escandaloso é que a parcela a ser paga, o chamado auxílio-moradia, tem por função ressarcir despesas de quem exerce cargo público em local diverso de seu domicílio. Como se os Conselheiros do TCE tivessem que ir a Brasília ou se deslocassem para o interior para exercer seu múnus.
Ecos do III Flanar Encontro
Observem com atenção as seguintes imagens. Elas vão retratar um fato.
Na primeira, uma das inúmeras imagens que registraram o III Flanar Encontro. Observem bem: TERCEIRO Flanar encontro! De fato, já fizemos 2 outros. Como este, e este. Objetivo? Sempre reunir a galera que produz o blog e seus leitores, para um bate papo real e descontraído. Sendo que o primeiro deles, serviu para integrar em contato real alguns dos articulistas do blog, que nunca haviam mantido qualquer relacionamento que não o estritamente virtual.
O III Flanar Encontro nem estava previsto para acontecer ainda neste ano. Mas, aproveitando a presença de Val-André Mutran que reside em Brasília, e também a disponibilidade de Yúdice que não pode comparecer ao II Flanar Encontro, resolvemos então programar o terceiro evento. Foi então que surgiu o convite para o Diálogo com a Governadora. Meio que no meio da semana. Observe portanto, que o III encontro já estava previamente programado, com bastante antecedência, diga-se, tendo sido inclusive adiado por um lapso na agenda de Val-André.
Enfim, ambos os eventos ocorreram quando tinham que ocorrer. Naturalmente.
Aí, veio o Diálogo com a Governadora. Foi então que uma cambada de pixadores, passou a atacar este e outros blogs, antes e depois do encontro no Palácio dos Despachos. Percebam bem. ANTES e DEPOIS! A primeira investida, era claramente para intimidar. Jogaram para esvaziar o evento. E como não conseguiram, resolveram então desqualificar os que lá estiveram presentes. E desde então, não só o Flanar bem como outros blogs, vem recebendo doses diárias de ataques cínicos de origem quase que identificável. Quase, pelo simples fato de 100% serem anônimos, como se espera de covardes. Mas covardes que tem cacoete na assinatura, e parecem ter um líder. Mas isso é outra história. E ela terá seus desdobramentos em outra esfera.
Agora, ampliemos a imagem anterior. Observem bem o detalhe. Reconhecem? É o jornalista que escreveu as notinhas do post abaixo, feito pelo Yúdice.
Pessoalmente não o conheço. E quando chegamos ao Terra do Meio, ele lá já estava instalado com a esposa em uma mesa exatamente em frente a mesa principal, gentilmente reservada ao grupo por André Costa Nunes, proprietário do restaurante rural de Marituba.

O convite ao III Flanar Encontro, - a exemplo dos demais - foi amplo, e fartamente divulgado aqui e em outros blogs. Em outras palavras, um encontro de adesão. Chegou, simpatizou, se juntou. É assim.
Contudo, não foi este o comportamento do nobre jornalista. Na mesa em que estava, na mesa ficou. Não se juntou a galera. E a galera, por achar que lá ele estava para curtir a boa culinária do Terra do Meio, igualmente não o molestou. Respeitou sua aparente vontade de curtir o restaurante e seu ambiente ecológico.

Agora vejam a imagem acima. Trata-se de um comportamento incrivelmente diferente. Elias Pinto, o qual igualmente não conheço pessoalmente, comemorava seu aniversário no mesmo dia. Estava com os amigos em outra maloca, bem distante da nossa. Mas ele teve um outro comportamento. Singularmente diferente. Único.
Deslocou-se de sua maloca e veio abraçar os integrantes do grupo. E não foi só uma única vez. O fez ao menos 2 vezes. Veio, perguntou sobre o grupo, reconheceu até a Julinha, filha de Yúdice, integrou-se, riu um pouco, deixou-se fotografar e depois partiu.
Quanto ao factóide, citado pelo nobre colunista, criado pelos pixadores para desqualificar o III Flanar Encontro, este vai continuar merecendo nosso total desprezo. Pelo simples fato de ser uma mentira. Vista a cangalha quem achar por bem usá-la como bem entender.
Estes são os fatos. A interpretação, deixamos aos leitores.
PS: as imagens são todas do "lambe-lambe" aqui, ó!
Qual a sua cor, meu chapa?

Se alguém ainda tinha alguma dúvida, hoje ela se desvaneceu por completo. Aquele jornalista da mão no queixo mostra, de uma vez por todas, em que círculos de amizades transita, ao assumir o discurso e a nomenclatura de certa personalidade tristemente famosa por estas paragens.
Eu me pergunto se quem é jornalista se sente à vontade em ter um colega fazendo esse tipo de papel. Porque eu me sinto mal quando vejo advogados ou professores fazendo besteira - nem que a besteira se resuma a imitar os coleguinhas de dois anos de idade. Só falta nós nos depararmos, qualquer dia desses, com uma notinha do tipo: Sabe quem é o colunista que faz mais sucesso na imprensa paraense? E-eu!!! Desculpe por eu ser feliz!!!
Eu me pergunto se quem é jornalista se sente à vontade em ter um colega fazendo esse tipo de papel. Porque eu me sinto mal quando vejo advogados ou professores fazendo besteira - nem que a besteira se resuma a imitar os coleguinhas de dois anos de idade. Só falta nós nos depararmos, qualquer dia desses, com uma notinha do tipo: Sabe quem é o colunista que faz mais sucesso na imprensa paraense? E-eu!!! Desculpe por eu ser feliz!!!
Aliás, nós não nos depararemos com tal nota porque eu farei o que já fizera antes, mas desta vez em definitivo: ignorar aquele espaço do jornal.
E podem ficar tranquilos, leitores do blog: esta é a última referência que faço ao caso e aos personagens em questão.
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Sobrevida a Própria Sorte
A Executiva do DEM recuou da expulsão sumária do governador José Roberto Arruda (DEM/DF), epicentro do mais desmoralizante escândalo político jamais experimentado por uma autoridade no país. Avalio que, na prática, os falcões do Partido Democrata fizeram um recuo tático. Apostam que a hemorragia incontrolável que exaure as forças políticas de Arruda, em pouco tempo enfraquecerá também as suas tenazes sobre o pescoço do partido. Isto é, se o governador cair por si, sem a concorrência de qualquer outro fogo amigo, avaliam que o custo político será menor do que ampliar a escala do escândalo. Não é uma boa rima, mas para o DEM certamente é parte da solução.
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Itajaí
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Temas:
Política
Além de Chato, Porre
Robin Willians é aquele ator chato, que deu agora para atacar de graça o Brasil. No programa de David Letterman, esta semana, RW disse que o Brasil só vai sediar as Olimpíadas em 2016, porque mandou 50 stripers e 1/2 quilo de pó para o Comitê Olímpico Internacional em Copenhague. Conhecido pela velocidade com que engole litros e litros de bourbon Wild Turkey (Perú Selvagem), devia estar bacana quando falou a gracinha.
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Itajaí
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Cinema,
Personalidades,
TV
Blasfêmia
Nunca antes nesse país se viu tanta cara de pau no uso vão do santo nome de Deus.
Anda-se dizendo por aí que se escaparem da Justiça terrena, os deputados distritais e o secretário que rezaram pela propina que estavam recebendo não se livrarão da ira do Senhor.
Anda-se dizendo por aí que se escaparem da Justiça terrena, os deputados distritais e o secretário que rezaram pela propina que estavam recebendo não se livrarão da ira do Senhor.
Queixas sobre a Serenata do Carmo
Em que pese ter comemorado, aqui mesmo no blog, o renascimento da Seresta do Carmo, rebatizada como Serenata do Carmo, parece que a coisa não anda nada bem para os lados da Cidade Velha.
Recebi de um amigo a crítica abaixo, assinada pela economista e ativista Dulce Rosa de Bacelar Rocque, presidente da Associação Cidade Velha-Cidade Viva, ONG que visa preservar o patrimônio histórico do bairro mais antigo da capital paraense.
A missiva fomenta o debate sobre uso e preservação do espaço público. Afinal, se é importante tornar a Cidade Velha um bairro vivo, com atrações que levem as pessoas às suas ruas e tornem possível à população usufruir de sua história e beleza arquitetônica, por outra também é necessário o respeito às exigências legais do silêncio, da preservação do meio ambiente e da salubridade do local. Principalmente, é preciso que as autoridades deem o exemplo.
Segue o texto:
PREPOTÊNCIA
O novo salotto do PT, a Praça do Carmo, funcionou até as 2 horas da manhã de 28 de novembro, desrespeitando toda e qualquer regra da convivência civil além das leis aprovadas e em vigor. As ruas foram fechadas e só entrava carro de político, cujos motoristas, em pé ao lado do carro, apreciavam a balburdia. Presentes desde a Governadora, Prefeitos (creio do PT), Secretários, candidatos as próximas eleições e o povo.
De um lado da praça, ambulantes vendiam cerveja, indo, claramente, contra a lei; do outro lado, vendiam, comidinhas, como a lei estabelece que não se deva fazer. A música, altíssima, ignorava toda e qualquer norma vigente contra a poluição sonora. Crianças corriam dum lado para o outro, mesmo depois das horas.
Desse jeito, com um pouco de música, se pode dar a entender que se está trabalhando pela cultura., ignorando, paralelamente, toda a legislação vigente relativa a:
- salvaguarda do patrimônio histórico-ambiental;
- horário de encerramento;
- poluição sonora
- estatuto da criança e do adolescente;;
- venda de bebidas, etc.
Constatei como governar dando péssimos exemplos pode levar o cidadão a se
sentir forte e aproveitar para continuar a ignorar as leis. Este é o melhor modo de desestimular o povo a crer na política e nos governantes.
Tais exemplos são desastrosos para o exercício da cidadania. O que querem demonstrar com esse método de ignorar as leis? O mesmo diga-se em relação ao contínuo desrespeito para com os órgãos controladores. Governar ignorando até as leis mais triviais é demonstrar uma total incapacidade de gestão da coisa pública ou, então, é claramente “má fé”.
Vejo a prepotência no poder e me sinto inerte, impossibilitada de fazer e obter algo, seja como cidadã, seja como presidente da CiVViva. Nas semanas anteriores, vista a experiência com a seresta do dia30/10, começamos a mandar pedidos de providência ao Ministério Público, à Dema, Secon, Semma, Ctbel, Guarda Municipal, etc. Nenhum orgão mandou seus fiscais para controlar o respeito das leis, como tínhamos pedido.
O mau exemplo vem de cima mesmo. A conivência é generalizada.
Vejamos, à luz da lei, o que isso significa:
- o não respeito da lei N° 7.709, de 18 de maio de 1994 que Dispõe sobre a preservação e proteção do Patrimônio Histórico, Artístico, Ambiental e Cultural do Município de Belém e dá outras providências.
- o não respeito da lei nº 7862/97, que regulamenta o comércio informal e, entre outras coisas fala DAS PROIBIÇÕES - Art. 28 - É vedado ao permissionário: XV - comercializar carnes, peixes, mariscos, bebidas alcóolicas,.... Art. 30 - As penalidades previstas nesta lei serão aplicadas. E aí cabe a pergunta? Aplicadas por quem, sobre quem, quando, etc. Se um órgão público ignora a LEI, porque o povo não pode seguir o exemplo? Esse é o maior prejuízo que daí decorre.
- o não respeito da lei nº 7.990, de 10 de janeiro de 2000 que Dispõe sobre o controle e o combate à poluição sonora no âmbito do Município de Belém e prevê no seu Art. 2º - É proibido perturbar o sossego e o bem estar público com sons excessivos, vibrações ou ruídos incômodos de qualquer natureza, produzidos por qualquer forma, que ultrapassem os limites estabelecidos nesta lei. Art. 3º Cabe ao órgão municipal responsável pela política ambiental: I - a prevenção, a fiscalização e o controle da poluição sonora no âmbito do Município. Onde estava este órgão ambiental?
Desde a primeira Serenata, os locais de diversão e outros da praça se sentem no direito de tocar musica alta, dia e noite. Por que eles não e a Secult, sim? É prevista alguma exceção para os órgãos públicos ou eles também tem que respeitar as leis? Portanto, agora ficou muito mais difícil fazer respeitar a lei da poluição sonora, pelos negociantes do lazer das redondezas. E os moradores para onde vão correr em busca de seus direitos?
O Art. 4º estabelece que: Qualquer cidadão é apto para exercer o direito de reclamação pessoalmente, por telefone, fax ou outro instrumento adequado, desde que forneça dados que o identifiquem e possibilitem a localização do possível poluidor. Durante a noite isso não funciona; os telefones estão todos desabilitados. E aí, o que faz o cidadão para garantir seus direitos? Que Estado é esse que não coloca seus serviços à disposição do cidadão? Que estado de direito é esse?
O Art. 17 diz: As festas eventuais realizadas em terreiros ou locais abertos, públicos ou privados, que utilizem sonorização, deverão ser autorizadas pelo órgão municipal responsável, pela política ambiental e obedecerão aos limites estabelecidos por esta lei e critérios definidos no licenciamento.
Onde estavam os “controladores”, os fiscais? Como aplicar este artigo à noite e obter resultados?
E o Art. 5º: Fica instituído o Programa Municipal de Educação e Controle da Poluição Sonora, vinculado ao órgão municipal responsável pela política ambiental....
Senhores, senhoras, autoridades, povo: este órgão municipal precisa fazer seu trabalho, e a partir dos próprios funcionários e dos seus congêneres, começando pela Secult.
- a lei 8.069 de 13 de julho de 1990, a saber, o estatuto da criança e do adolescente, também foi para as cucuias.
A praça está numa situação penosa. Com esses maus exemplos, que partem das autoridades e dos órgãos oficiais, como pretender que o povo respeite as leis? Que sociedade está sendo fomentada? Qual o sentido de se ter uma Secretaria de Educação, se o próprio governo com seus atos deseduca?
E como ficam os moradores da praça e entorno? Temos ainda que continuar pagando o IPTU e suportar esses abusos?
A Associação Cidade Velha-Cidade Viva continuará a correr atrás de providências e insistir pelo respeito às leis.
Belém, 29 de novembro de 2009
Dulce Rosa de Bacelar Rocque
Presidente Associação Cidade Velha-Cidade Viva
Recebi de um amigo a crítica abaixo, assinada pela economista e ativista Dulce Rosa de Bacelar Rocque, presidente da Associação Cidade Velha-Cidade Viva, ONG que visa preservar o patrimônio histórico do bairro mais antigo da capital paraense.
A missiva fomenta o debate sobre uso e preservação do espaço público. Afinal, se é importante tornar a Cidade Velha um bairro vivo, com atrações que levem as pessoas às suas ruas e tornem possível à população usufruir de sua história e beleza arquitetônica, por outra também é necessário o respeito às exigências legais do silêncio, da preservação do meio ambiente e da salubridade do local. Principalmente, é preciso que as autoridades deem o exemplo.
Segue o texto:
PREPOTÊNCIA
O novo salotto do PT, a Praça do Carmo, funcionou até as 2 horas da manhã de 28 de novembro, desrespeitando toda e qualquer regra da convivência civil além das leis aprovadas e em vigor. As ruas foram fechadas e só entrava carro de político, cujos motoristas, em pé ao lado do carro, apreciavam a balburdia. Presentes desde a Governadora, Prefeitos (creio do PT), Secretários, candidatos as próximas eleições e o povo.
De um lado da praça, ambulantes vendiam cerveja, indo, claramente, contra a lei; do outro lado, vendiam, comidinhas, como a lei estabelece que não se deva fazer. A música, altíssima, ignorava toda e qualquer norma vigente contra a poluição sonora. Crianças corriam dum lado para o outro, mesmo depois das horas.
Desse jeito, com um pouco de música, se pode dar a entender que se está trabalhando pela cultura., ignorando, paralelamente, toda a legislação vigente relativa a:
- salvaguarda do patrimônio histórico-ambiental;
- horário de encerramento;
- poluição sonora
- estatuto da criança e do adolescente;;
- venda de bebidas, etc.
Constatei como governar dando péssimos exemplos pode levar o cidadão a se
sentir forte e aproveitar para continuar a ignorar as leis. Este é o melhor modo de desestimular o povo a crer na política e nos governantes.
Tais exemplos são desastrosos para o exercício da cidadania. O que querem demonstrar com esse método de ignorar as leis? O mesmo diga-se em relação ao contínuo desrespeito para com os órgãos controladores. Governar ignorando até as leis mais triviais é demonstrar uma total incapacidade de gestão da coisa pública ou, então, é claramente “má fé”.
Vejo a prepotência no poder e me sinto inerte, impossibilitada de fazer e obter algo, seja como cidadã, seja como presidente da CiVViva. Nas semanas anteriores, vista a experiência com a seresta do dia30/10, começamos a mandar pedidos de providência ao Ministério Público, à Dema, Secon, Semma, Ctbel, Guarda Municipal, etc. Nenhum orgão mandou seus fiscais para controlar o respeito das leis, como tínhamos pedido.
O mau exemplo vem de cima mesmo. A conivência é generalizada.
Vejamos, à luz da lei, o que isso significa:
- o não respeito da lei N° 7.709, de 18 de maio de 1994 que Dispõe sobre a preservação e proteção do Patrimônio Histórico, Artístico, Ambiental e Cultural do Município de Belém e dá outras providências.
- o não respeito da lei nº 7862/97, que regulamenta o comércio informal e, entre outras coisas fala DAS PROIBIÇÕES - Art. 28 - É vedado ao permissionário: XV - comercializar carnes, peixes, mariscos, bebidas alcóolicas,.... Art. 30 - As penalidades previstas nesta lei serão aplicadas. E aí cabe a pergunta? Aplicadas por quem, sobre quem, quando, etc. Se um órgão público ignora a LEI, porque o povo não pode seguir o exemplo? Esse é o maior prejuízo que daí decorre.
- o não respeito da lei nº 7.990, de 10 de janeiro de 2000 que Dispõe sobre o controle e o combate à poluição sonora no âmbito do Município de Belém e prevê no seu Art. 2º - É proibido perturbar o sossego e o bem estar público com sons excessivos, vibrações ou ruídos incômodos de qualquer natureza, produzidos por qualquer forma, que ultrapassem os limites estabelecidos nesta lei. Art. 3º Cabe ao órgão municipal responsável pela política ambiental: I - a prevenção, a fiscalização e o controle da poluição sonora no âmbito do Município. Onde estava este órgão ambiental?
Desde a primeira Serenata, os locais de diversão e outros da praça se sentem no direito de tocar musica alta, dia e noite. Por que eles não e a Secult, sim? É prevista alguma exceção para os órgãos públicos ou eles também tem que respeitar as leis? Portanto, agora ficou muito mais difícil fazer respeitar a lei da poluição sonora, pelos negociantes do lazer das redondezas. E os moradores para onde vão correr em busca de seus direitos?
O Art. 4º estabelece que: Qualquer cidadão é apto para exercer o direito de reclamação pessoalmente, por telefone, fax ou outro instrumento adequado, desde que forneça dados que o identifiquem e possibilitem a localização do possível poluidor. Durante a noite isso não funciona; os telefones estão todos desabilitados. E aí, o que faz o cidadão para garantir seus direitos? Que Estado é esse que não coloca seus serviços à disposição do cidadão? Que estado de direito é esse?
O Art. 17 diz: As festas eventuais realizadas em terreiros ou locais abertos, públicos ou privados, que utilizem sonorização, deverão ser autorizadas pelo órgão municipal responsável, pela política ambiental e obedecerão aos limites estabelecidos por esta lei e critérios definidos no licenciamento.
Onde estavam os “controladores”, os fiscais? Como aplicar este artigo à noite e obter resultados?
E o Art. 5º: Fica instituído o Programa Municipal de Educação e Controle da Poluição Sonora, vinculado ao órgão municipal responsável pela política ambiental....
Senhores, senhoras, autoridades, povo: este órgão municipal precisa fazer seu trabalho, e a partir dos próprios funcionários e dos seus congêneres, começando pela Secult.
- a lei 8.069 de 13 de julho de 1990, a saber, o estatuto da criança e do adolescente, também foi para as cucuias.
A praça está numa situação penosa. Com esses maus exemplos, que partem das autoridades e dos órgãos oficiais, como pretender que o povo respeite as leis? Que sociedade está sendo fomentada? Qual o sentido de se ter uma Secretaria de Educação, se o próprio governo com seus atos deseduca?
E como ficam os moradores da praça e entorno? Temos ainda que continuar pagando o IPTU e suportar esses abusos?
A Associação Cidade Velha-Cidade Viva continuará a correr atrás de providências e insistir pelo respeito às leis.
Belém, 29 de novembro de 2009
Dulce Rosa de Bacelar Rocque
Presidente Associação Cidade Velha-Cidade Viva
Tamanho Super-XL

Em Sidney, Austrália, uma empresa fabricante de cuecas criou aquela que é considerada a maior do mundo. Tem 32 metros de cintura x 10,55 metros de cumprimento. Aqui em Brasília-DF, o modelo R-RUDAO (pronuncia-se AR-RUDÃO) será vendido com 5% de desconto.
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Itajaí
às
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